terça-feira, 6 de junho de 2017

Prender Henrique Eduardo Alves e manter Lula solto é a senha para que a impunidade e o assalto à coisa pública continuem

Atualizado às 18h50


Que país é esse?

Henrique Eduardo Alves era candidato a vice na chapa encabeçada por Fernando Henrique Cardoso, em 1994. A ex-mulher do 'carioca' (ele nasceu no Rio, sabiam?) o denunciou por falcatruas, inclusive grana fora do Brasil.

Rápido, como quem rouba, PSDB e PMDB sacaram Alves e generosamente escalaram Marco Maciel, então PFL. FHC ganhou a eleição em primeiro turno. Repetiu o feito em 2008. O adversário era... Luiz Inácio Lula da Silva. Que ainda não havia constituído a organização criminosa. O que só aconteceu a partir de 2003. Haja vista o aparelhamento de estatais, o Mensalão, o Petrolão...

Mas, voltando a Henrique Alves: o indigitado, apesar da folha corrida, ultrapassou a era FHC impune. E infiltrou-se na quadrilha do Lula, quando este tomou de assalto o Palácio do Planalto. Acabou ministro de Dilma 'trambique', a vigarista 'honrada'. Segundo FHC, aquele que impediu o impeachment de Lula no Mensalão, Dilma 'é uma mulher honrada'.

FHC só 'apoiou' o impeachment da 'mulher honrada', quando as ruas já haviam tornado o processo irreversível. O tucano não foi tão eficiente, como quando barrou o impeachment de Lula...

Vida que passa, Henrique Alves finalmente está no xadrez. Quer dizer, desde 1994 deveria estar em cana.

A ficha dele é pública. Mas, foi necessário a Lava Jato...

A Lava Jato faz um enorme bem à autoestima do brasileiro!

Não fosse ela, Lula continuaria sendo a 'alma mais honesta do mundo'.

A organização criminosa do Lula não seria desmascarada sem a Lava Jato, sem o juiz Sergio Moro.

Por isso, o chefe da quadrilha e séquito, inclusive na mídia, têm tanto ódio à Lava Jato e a Moro.

Henrique Alves levou 23 anos para ser preso.

A fila não parece ter fim: Temer, Padilha, Geddel, Moreira...  Sem falar nos lulopetistas. Ah! Se o judiciário tivesse 'mais tempo' para trabalhar e abandonasse os 'bandidos de estimação'!

Resumo da ópera: se Lula tivesse sido preso no Mensalão, com certeza a corrupção não teria chegado ao fim, mas certamente inibiria que outros bandos atuassem com tanta volúpia, como se verificou em subgrupos da organização do Lula liderados por Temer, Cabral, Cunha...

Ou alguém acredita que essa turma teria tanta moleza para acessar os cofres públicos sem o aval do Lula?

Foi a impunidade da organização criminosa do Lula - onde pontuavam coadjuvantes como Dirceu, Palocci, Dilma, Gushiken, Delúbio, Vaccari, Erenice, Edinho Silva... - que levou ao fortalecimento de outros grupos ao longo dos 13,5 anos de bandalheira lulopetista. Com  ataque feroz aos cofres da Petrobras, Eletrobras, BB, BNDES, Correios, Caixa...

O governo Temer, de resto, é um prolongamento dos governos corruptos Lula-Dilma.

A Justiça pôs as mãos em Henrique Eduardo Alves.

Mas, Lula solto, é a senha para que a impunidade e o assalto à coisa pública continuem. Ainda que pelas beiradinhas... E sem as 'palestras' edificantes do Lula.


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