segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Para sorte (ainda) de Bolsonaro, a oposição no Congresso Nacional é formada por corruptos da organização criminosa do Lula

Gustavo Bebianno virou estrela nas páginas da Folha de São Paulo, que, junto com a Globo, tenta desesperadamente derrubar Jair Bolsonaro. 

Exonerado da Secretaria-Geral da Presidência da República, após denúncia da própria Folha de um esquema de candidaturas laranjas do PSL nas eleições de outubro, Bebianno virou celebridade.

Folha e Globo sonham com uma entrevista em que o ex-ministro fale algo que possa provocar a queda do capitão.

À velha imprensa não interessa a permanência do capitão no Palácio do Planalto.

A essa altura, depois de coonestarem durante os governos da dupla medonha Lula-Dilma com a corrupção e a degradação da máquina pública, Folha, Globo e outros setores da mídia tradicional estão se lixando para o país.

O importante para essas 'organizações' é afastar Bolsonaro do poder para que seja restaurada a bandalheira da era Lula.

Qual o tamanho da inocência de Bolsonaro nesse cenário?

Ele jamais poderia ter permitido que, com menos de 50 dias em palácio, a crise fosse instalada no governo, a partir de intrigas geradas pelos seus filhos e pelo seu ministro Bebianno.

Faltou ao presidente da República um mínimo de experiência no trato da questão.

Para sorte do chefe da Nação, a oposição a ele no Congresso Nacional é formada por corruptos integrantes da organização criminosa do Lula. PT e seus puxadinhos... Ainda soltos.

Bolsonaro deveria ter posto na Casa Civil alguém que o ajudasse, que barrasse qualquer ameaça de crise invadir o terceiro andar.

E o caso de Onyx Lorenzoni nada tem a ver com corrupção. É de competência. Ponto.

O presidente eleito não enxergou os exemplos dos governos corruptos do PT, que montaram esquemas de corrupção na própria Casa Civil, com José Dirceu, Dilma Rousseff, Antonio Palocci e Erenice Guerra.

O chefe da quadrilha, Luiz Inácio Lula da Silva, está no xilindró.

Como a bandalheira reinante contemplava os grandes grupos de comunicação, a mídia fazia vista grossa. Os ministros corruptos e até a 'presidenta' Dilma só caíram quando o mau cheiro dominou a esplanada dos ministérios e o Congresso Nacional. Ao lado, o STF assistia a tudo passivamente.

Como esperar que o elenco de magistrados, desde o que o PT chegou ao poder, buscasse minimamente conter a roubalheira, se o Supremo também é beneficiado por privilégios indecentes?

O povo, que estava nas ruas desde 2013, aumentou a pressão.

Dilma caiu, Lula foi preso...

Enfim, Bolsonaro deixou que o seu governo fosse manchado, antes mesmo de encaminhar as reformas ao Congresso Nacional.

Quem serão os interlocutores do governo? Sérgio Moro e Paulo Guedes vão negociar direto com os políticos?

Essas respostas, Bolsonaro precisa dar com urgência.

Se Moro e Guedes forem derrotados, o governo acaba.


Governo oficializa exoneração de Gustavo Bebianno

O ministro da Secretaria-Geral da Presidencia, Gustavo Bebianno, durante entrevista Foto: Daniel Marenco/Agência O Globo/05-02-2019
O ministro da Secretaria-Geral da Presidencia, Gustavo Bebianno, durante entrevista Foto: Daniel Marenco/Agência O Globo/05-02-2019

O porta-voz da Presidência da República, Otávio do Rêgo Barros, confirmou nesta segunda-feira a demissão do ministro da Secretaria Geral, Gustavo Bebianno . Em um pronunciamento à imprensa, o porta-voz leu uma nota na qual comunicou oficialmente que Bolsonaro decidiu pela exoneração de Bebianno.
Em nome do presidente Jair Bolsonaro, Rêgo Barros agradeceu ao ministro Bebianno:
— O presidente agradece sua dedicação à frente da pasta e deseja sucesso na nova caminhada — afirmou o porta-voz.
Perguntado sobre a razão da demissão, o porta-voz explicou que foi uma questão de "foro íntimo"  do presidente.
A demissão ocorre após uma crise ao longo de toda a última semana. O ex-ministro foi chamado de mentiroso pelo vereador Carlos Bolsonaro, na última quarta-feira. No Twitter, o filho mais próximo do presidente disse que Bebianno mentiu ao falar ao GLOBO que havia conversado três vezes com o presidente no dia anterior. A declaração foi dada para negar que ele estava protagonizando a crise. Na ocasião, Bebianno disse que só havia tratado de assuntos institucionais e não sobre uma possível instabilidade no governo.
Carlos chegou a compartilhar um áudio do presidente para Bebianno como forma de comprovar que não o houve uma conversa entre os dois. As mensagens foram posteriormente compartilhadas pelo próprio Bolsonaro.
O processo de desgaste de Bebianno começou com denúncias envolvendo supostas irregularidades na sua gestão à frente do caixa eleitoral do PSL, partido dele e de Bolsonaro, publicadas na "Folha de S. Paulo". Bolsonaro e os filhos, no entanto, acusam o ex-coordenador da campanha de vazar informações para a imprensa.
A "fritura" do ministro ocorria desde a transição, quando o presidente esvaziou a Secretaria-Geral da Presidência para tirar poderes do desafeto do filho. Durante todo o período de mudança de governo, Bebianno evitou declarações à imprensa e se cercou de militares em seu gabinete como modo de se blindar no Planalto.
Bebianno nega as acusações e promete, fora do poder, comprovar com textos e áudios que não mentiu e que não é responsável pelos casos de candidaturas laranjas nos estados. Ele também está disposto a rebater os ataques de Carlos Bolsonaro.
Na semana passada, políticos e militares atuaram para tentar debelar a crise e evitar a demissão. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, chegou a ligar para o ministro da Economia, Paulo Guedes, para dizer que a demissão poderia atrapalhar a aprovação da reforma da Previdência.
Na sexta-feira, durante uma reunião no Palácio do Planalto, Onyx disse a Bebianno que ele ficaria no governo, mas foi alertado a permanecer em silêncio.
No fim da tarde do mesmo dia, Bolsonaro e Bebianno se encontraram pessoalmente. O presidente chegou a a oferecer a ele  um cargo na diretoria da hidrelétrica de Itapu, mas Bebianno recusou. Após uma conversa ríspida, com ataques de ambos os lados, Bolsonaro saiu decidido a demiti-lo e integrantes do governo vazaram para a imprensa que o ato de exoneração do ministro já havia sido assinado.
Eleitor de Bolsonaro, Bebianno se aproximou como um fã há dois anos. Ele se ofereceu para assumir a defesa do então deputado federal em ações judiciais, entre ele o processo por ofensas à deputada Maria do Rosário (PT-RS). Na ocasião, Bolsonaro disse que a parlamentar não merecia ser estuprada por que era "muito feia".
Outsider na política, foi Bebianno quem articulou a manobra que tirou Bolsonaro do Patriota e viabilizou sua candidatura pelo PSL. O advogado se tornou presidente da legenda, entre janeiro e outubro de 2018, e coordenador da campanha do presidente.
Bebianno acompanhava Bolsonaro pelas viagens no país. No dia que o então candidato foi atacado em um ato em Juiz de Fora (MG), acompanhou a cirurgia dentro da sala, ao lado de Carlos, seu desafeto. O ex-aliado passou 23 fias no hospital com o então candidato, junto com Carlos e a primeira-dama Michelle Bolsonaro.
Agora, fora do governo, Bebianno diz que voltará a advogar. Segundo o empresário Paulo Marinho, um dos mais próximos aliados do ex-ministro, ele não descarta seguir na política.
Jussara Soares e Karla Gamba, O Globo

Pivô da crise no governo, Bebianno tem exoneração confirmada pelo Planalto

O porta-voz do governo de Jair BolsonaroOtávio Rêgo Barros, confirmou nesta segunda, 18, que o ministro Gustavo Bebianno, da Secretaria-Geral da Presidência, sairá do cargo. Ele é o protagonista da maior crise nos primeiros meses do novo governo,suspeito de irregularidades em campanhas do PSL e envolvido em rusgas com o filho do presidente, Carlos Bolsonaro.
Gustavo Bebianno
Gustavo Bebianno, escolhido por Jair Bolsonaro para ficar à frente da Secretaria-Geral da Presidência Foto: DIda Sampaio/Estadão
Conforme o Estado antecipou no sábado, o presidente Jair Bolsonaro já estava com o ato de demissão do ministro assinado. O próprio ministro também já havia dito que tinha recebido sinalizações de que sua dispensa sairia no Diário Oficial desta segunda, mas isso não aconteceu. Nesta segunda, o vice-presidente Hamilton Mourão disse que a situação seria resolvida ainda nesta segunda.

Bebianno vem sendo acusado de supostas irregularidades nas campanhas eleitorais do PSL ocorridas na época em que ele presidia o partido, que também tem o presidente Bolsonaro como filiado. A crise cresceu quando o vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente, chamou Bebianno de mentiroso, declaração que foi reforçada pelo próprio presidente.

O Estado de S.Paulo

Idosos estão 'roubando' os empregos de adolescentes nas redes de fast-food nos EUA

Profissionais de 50 anos ou mais preparam hambúrgueres, anotam os pedidos e até mesmo fazem as entregas Foto: Bloomberg
Profissionais de 50 anos ou mais preparam hambúrgueres, anotam os pedidos e até mesmo fazem as entregas Foto: Bloomberg

CHICAGO — O adolescente mal-humorado que costumava  trabalhar em uma lanchonete depois da escola já foi um clichê da cultura pop do Estados Unidos, tão americano quanto as batatas fritas. Mas, hoje em dia, Brad Hamilton, o adolescente interpretado por Judge Reinhold no filme ‘Picardias Estudantis’, provavelmente seria jovem demais para trabalhar na lanchonete fictícia ‘Captain Hook Fish and Chips’. É que os idosos estão vestindo uniformes e ocupando o lugar desses jovens, seja preparando hambúrgueres, anotando os pedidos e até mesmo fazendo a entrega.

As redes de fast-food estão recrutando esta ‘nova’ força de trabalho em centros para idosos, igrejas e colocando anúncios no site da AARP, um grupo de defesa de americanos com mais de 50 anos. Recrutadores afirmam que os trabalhadores seniores têm competências subjetivas, tais como pontualidade e um comportamento amigável — que muitos jovens não têm.

Duas tendências poderosas estão em ação: a escassez de mão de obra em meio ao mercado de trabalho mais apertado em quase cinco décadas e a propensão dos americanos que estão vivendo mais tempo a continuar trabalhando — mesmo que seja em meio período — para complementar as escassas economias para a aposentadoria. 
Entre 2014 e 2024, projeta-se que o número de americanos com idades entre 65 e 74 anos inseridos no mercado de trabalho crescerá 4,5%, enquanto o número de trabalhadores na faixa de 16 a 24 anos deverá encolher 1,4%, de acordo com o Instituto de Estatísticas de Trabalho dos EUA (BLS, na sigla em inglês).
Stevenson Williams, de 63 anos, administra uma lanchonete da Church’s Chicken em North Charleston, na Carolina do Sul. Depois de começar trabalhando na limpeza da lanchonete e lavando louça, há cerca de quatro anos, Williams agora é responsável por 13 funcionários e, às vezes, trabalha até 70 horas por semana. Williams se aposentou como operário da construção civil e nunca tinha trabalhado em um restaurante antes, mas estava entediado de ficar em casa.
— É divertido por um tempo não ter hora para se levantar, não ter que bater ponto, não precisar sair da cama para trabalhar todo dia. Mas, depois de trabalhar a vida toda, não fazer nada cansa. Ir ao Walmart não preenche o tempo. Eu simplesmente gosto do Church’s Chicken. Gosto do ambiente, gosto das pessoas — contra Williams.
Contratar idosos é um bom negócio para as redes de fast-food. Elas ganham anos de experiência em troca do mesmo salário que pagariam para alguém décadas mais jovem — uma média de US$ 9,81 por hora no ano passado, de acordo com o BLS. Este é um benefício considerável em um setor pressionado pelo aumento dos custos de transporte e de matérias-primas.

Recrutamento mais fácil

A AARP se tornou um verdadeiro centro de recrutamento para este setor. Em junho, a American Blue Ribbon Holdings, proprietária de várias redes de restaurantes informais, pagou US$ 3.500 para oferecer empregos por hora e de gerência no site da organização sem fins lucrativos, e contratou cinco pessoas para suas marcas Bakers Square e Village Inn.
Bob Evans, uma rede com mais de 500 restaurantes que servem carne assada, biscoitos e outros produtos caseiros, também anunciou vagas recentemente na AARP. Os mais velhos normalmente são contratados como recepcionistas que acomodam os clientes e "combinam bem com nossa marca", diz John Carothers, vice-presidente sênior de Recursos Humanos.
Já a Honey Baked Ham está recrutando em igrejas e centros de idosos para tentar preencher suas 12 mil vagas de empregos temporários para o Dia de Ação de Graças e para o Natal deste ano. A companhia, que vende tênder e tem mais de 400 pontos de venda nos EUA, afirma que os americanos mais velhos são uma parte fundamental de sua equipe, especialmente devido à escassez de trabalhadores.
Toni Vartanian-Heifner, uma professora aposentada de 67 anos, trabalha meio período em um dos restaurantes Honey Baked Ham, no subúrbio de Kirkwood, Missouri, em St. Louis. Ela costuma trabalhar em turnos de quatro ou cinco horas, que começam às 7h, e ganha apenas US$ 10 por hora, mas recebe um desconto de 50% em alimentação. A professora aposentada está se preparando para a temporada de férias.
— Eu gosto da parte social desse trabalho. Acho que vou trabalhar por pelo menos mais cinco anos — afirma.
No caminho contrário dos trabalhadores acima dos 50 anos, jovens americanos do sexo masculino não estão trabalhando. É o caso de Nathan Butcher, de 25 anos, que segue o exemplo de muitos jovens de sua idade. Cansado do longo período de trabalho em que recebia salário mínimo, Butcher abandonou o trabalho em uma pizzaria em junho.
Ele quer um novo emprego, mas não para fazer algo que deteste. Por isso, com a esperança de mudar de vida, por enquanto, o nativo de Pittsburgh, pai de crianças pequenas, está morando com a mãe e estudando para se tornar técnico de emergência médica.
Dez anos após a Grande Recessão, os homens de 25 a 34 anos estão mais ausentes do mercado de trabalho do que qualquer outro grupo etário e gênero. Haveria cerca de 500 mil deles batendo ponto hoje se o índice de emprego retornasse aos níveis anteriores à crise.

Jovens deixam o mercado de trabalho

Muitos, como Butcher, dizem que estão estudando. Outros relatam falta de capacitação. Mas, em resumo, todos estão fora de um mercado de trabalho aquecido e de anos cruciais de trabalho, aqueles que normalmente são cheios de promoções e aumentos e que constroem a base para uma carreira.
— De certa forma, pode haver uma espécie de efeito geração perdida — disse David Dorn, economista da Universidade de Zurique. — Para aqueles que chegam aos 30 anos sem nunca ter tido um trabalho de verdade e sem formação universitária, fica muito difícil se recuperar.
Os homens — gênero que desfruta há muito tempo de privilégios econômicos nos EUA — têm sido perseguidos nas últimas décadas pelas altas taxas de encarceramento e de deficiência física. Eles foram perdendo os empregos de altos salários depois que a tecnologia e a globalização chegaram aos setores de manufatura e de mineração.
Os jovens têm se saído particularmente mal. Muitos foram do Ensino Médio para um mundo com escassez de oportunidades de trabalho de qualificação média e foram atingidos pela pior recessão desde a Grande Depressão. O emprego despencou em diversos setores durante a recessão de 2007 a 2009 e os homens de 25 a 34 anos acabaram deixados para trás por seus pares um pouco mais velhos.
A ausência desses profissionais no mercado de trabalho gera consequências econômicas maiores. É uma perda de talento humano que afeta o crescimento potencial. Os jovens com uma entrada difícil no mercado de trabalho enfrentam uma penalização salarial duradoura.
E os economistas atribuem parte da culpa pelo recente recuo no número de casamentos e pelo aumento dos nascimentos fora do casamento ao declínio dos homens empregados e aptos a casar. Essas tendências promovem insegurança econômica entre as famílias, o que pode piorar os resultados na próxima geração.
É difícil determinar, no entanto, se o grupo demográfico deseja permanecer à margem ou se é mantido nessa posição pela escassez de alternativas atraentes. Eles podem estar optando por ficar em casa ou se matricular em cursos porque é mais difícil encontrar empregos bem remunerados que não exigem diploma em setores como o de manufatura, por exemplo. Mas não está claro por que a perda de oportunidades afeta mais os homens.
Butcher, por exemplo, espera que o curso de técnico em emergência médica na Community College, do condado de Allegheny, seja o primeiro passo para uma carreira na área de saúde. Ele quer ganhar o suficiente para garantir segurança para o filho e a filha, que moram com a mãe deles.
— É um bom começo para uma carreira — afirma.
Bloomberg News

Bolsonaro levará texto da reforma da Previdência pessoalmente ao Congresso

O secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, afirmou nesta segunda-feira, 18, que o presidente Jair Bolsonaro vai entregar pessoalmente a proposta de reforma da Previdência ao Congresso Nacional na quarta-feira, 20, quando haverá entrevista coletiva para detalhar os pontos do texto. O secretário não informou o horário da entrevista nem quem estará presente. Marinho se reuniu nesta segunda com o ministro da Economia, Paulo Guedes.
Questionado sobre a articulação política para a aprovação da reforma, Marinho respondeu "isso é com o Onyx", em referência ao ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. O secretário especial tem tido reuniões com diversos parlamentares nas últimas semanas, de acordo com sua agenda.

Jair Bolsonaro
Ideia do Planalto é que Bolsonaro "assuma" a defesa da proposta nas primeiras 48 horas 
após apresentá-la ao Legislativo. Foto: Ernesto Rodrigues/Estadão - 15/1/2019
Segundo a assessoria de imprensa do Palácio do Planalto, o presidente discutiu com o secretário de comunicação, Floriano Barbosa, a melhor forma de encaminhar o projeto ao Congresso.
A ideia do Planalto é que Bolsonaro "assuma" a defesa da proposta nas primeiras 48 horas após apresentá-la ao Legislativo. Ele também deve fazer um pronunciamento à nação sobre a matéria, mas ainda não está decidido se será feito na TV aberta, que é considerada a opção mais tradicional, ou através de uma transmissão ao vivo em redes sociais, como é da preferência do presidente.
Depois dos primeiros dois dias após o texto chegar ao Congresso, a ideia é que todos os pronunciamentos e esclarecimentos públicos sobre o assunto sejam feitos exclusivamente pela equipe técnica do Ministério da Economia para não haver dúvidas. Neste caso, foram escalados o secretário de Previdência, Rogério Marinho, e o secretário-ajunto, Leonardo Rolim, para a função.
Na quarta-feira, 20, Bolsonaro também tem marcado um café da manhã com o PSL para tratar do assunto. O presidente ainda pode se reunir com governadores para discutir a proposta de reforma. O objetivo do Planalto é que as tratativas sejam finalizadas até abril. Além disso, o governo pretende adotar um modelo de comunicação diferente do que foi feito pelo ex-presidente Michel Temer durante a sua gestão.

Com a iminente demissão do ministro da Secretaria-Geral, Gustavo Bebianno, que ainda não foi formalizada no Diário Oficiai da União (DOU), o presidente Bolsonaro começa a semana divido entre a crise política que tomou conta do governo nos últimos dias e a preparação para encaminhar a reforma. Ele já se reuniu com o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, no início da manhã desta segunda-feira.

Idiana Tomazelli e Julia Lindner, O Estado de S.Paulo

Sem TV aberta, veja onde assistir às oitavas de final da Champions League

Canais TNT e Space e Facebook 

do Esporte Interativo transmitem 

o torneio



Iniciada na última terça-feira (12), a fase de oitavas de final da Champions League traz mais quatro confrontos nesta semana.
Destaque para a partida entre Liverpool (ING) e Bayern de Munique (ALE), terça-feira (19), às 17h (veja abaixo onde assistir).
No mesmo dia e horário, o Lyon recebe o Barcelona em sua casa.
Outro jogo que promete é entre o segundo colocado do Campeonato Espanhol, o Atlético de Madri, e a Juventus, de Cristiano Ronaldo, líder isolada do Italiano. As esquipes se enfrentam na Espanha, quarta-feira (20), às 17h.
A partida que completa os jogos de ida das oitavas de final da Liga dos Campeões será entre o alemão  Schalcke 04 e o inglês Manchester City, do técnico Pep Guardiola.
Na última semana, outros quatro jogos foram realizados.
A Roma (ITA) bateu o Porto (POR) por 2 a 1, em casa, na terça, mesmo dia em que o Manchester United (ING) foi derrotado no Old Trafford pelo Paris Saint-Germain (FRA) por 2 a 0.
Na última quarta-feira, o mandante Tottenham (ING) não deu chances ao Borussia Dortmund (ALE) e venceu por 3 a 0. Já o espanhol Real Madrid foi até a Holanda, onde triunfou sobre o Ajax por 2 a 1.
Para o torcedor brasileiro que quiser acompanhar os jogos das oitavas de final, vale lembrar que, pela primeira vez desde 2009, o principal torneio de clubes do mundo não terá transmissão na TV aberta brasileira.
Na última concorrência pelos direitos televisivos da competição, a Globo, emissora que transmitia a competição desde a temporada 2009/2010, desistiu do processo, abrindo caminho para que os direitos fossem adquiridos pelo Facebook e pela Turner.
Porém, após ter vencido a concorrência, a Turner anunciou recentemente o fechamento dos canais Esporte Interativo, cuja programação migrou em parte para TNT e Space, outros canais do grupo, onde os jogos da Champions serão transmitidos.
Também haverá transmissão do torneio pelo Facebook do Esporte Interativo, que ficou ativo mesmo após o encerramento dos canais na TV fechada.
Para assistir às partidas no Facebook, não é necessário ser assinante do Esporte Interativo ou de qualquer pacote de TV por assinatura. As transmissões serão em português, com a equipe de jornalistas e profissionais do canal.
Veja onde assistir aos jogos de ida das oitavas de final 
Terça-feira (19)
17h00 – Lyon x Barcelona (TNT)
17h00 – Liverpool x Bayern de Munique (Facebook)
Quarta-feira (20)
17h00 – Atlético de Madri x Juventus  (Facebook)
17h00 – Schalcke 04 x Manchester City (TNT)
*Todos os jogos estarão no Esporte Interativo Plus
Resultados da semana anterior
Roma 2x1 Porto
Manchester United 0x2 Paris Saint-Germain
Tottenham 3x0 Borussia Dortmund
Ajax 1x2 Real Madrid 

Com Informações da Folha de São Paulo