domingo, 20 de junho de 2021

Vídeo: protesto da organização criminosa do Lula em São Paulo termina em vandalismo


Foto: Reprodução/Twitter


As agências pertencem aos bancos Santander e Itaú, de acordo com informações da PM


Duas agências bancárias no centro da cidade de São Paulo foram depredadas, neste sábado (19), durante a passagem de um protesto da organização criminosa do Lula contra o presidente Jair Bolsonaro.

As agências pertencem aos bancos Santander Itaú, de acordo com informações da Polícia Militar de São Paulo. Confira o vídeo.

Um grupo de vândalos alinhado à esquerda (redundância) também pichou ônibus e quebrou estações.

A lanchonete Sujinho também foi alvo de pichações, recebendo as frases “Marielle vive” e “chega de extermínio” em sua vidraça.

Uma concessionária da Hyundai também ganhou uma pichação de foice e martelo em spray vermelho na sua fachada.

Renova Mídia

Manutenção de peso ao envelhecer pode mascarar obesidade sarcopênica

 

Mesmo que não haja grande variação de peso ao longo da vida, vale avaliar a composição corporal na terceira idade.| Foto: Bigstock


O tempo passou e seu peso não alterou muito? Essa notícia positiva, quando analisada a fundo, pode revelar algo mais sobre a sua saúde no envelhecimento. Isso porque a perda progressiva de massa muscular chega ao ápice aos 60 anos, enquanto a massa gordurosa tende a se acumular.

Nessa idade é comum constatar a perda de até 40% da massa magra. “Então, mesmo tendo-se um peso similar ou até menor ao que se tinha aos 40 anos, aos 60 anos ele corresponde a essa nova proporção entre massas, com mais gordura, que se deposita em diversos locais, o que nem sempre significa que se está mais ou tão saudável quanto antes”, diz a endocrinologista Jacqueline Rizzoli, diretora da Abeso e médica do Centro de Obesidade e Síndrome Metabólica do Hospital São Lucas, da PUCRS.

Esse desequilíbrio entre o aumento da gordura e a redução da massa magra chama-se sarcopenia, que pode levar à obesidade sarcopênica, como explica Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran), que acontece quando se engorda tendo cada vez menos massa magra, o que pode impactar tanto em doenças cardiovasculares quanto em mais quedas e fraturas.

Segundo ele, o natural é engordar ao envelhecer, pois a taxa metabólica basal reduz com o tempo e, com isso, o gasto energético fica menor. Porém, como se costuma manter certa ingesta de calorias, a tendência é de ganho de peso corporal. “Entre 26 e 30 anos tem início um processo maior de redução dessa taxa e estima-se que após os 40 anos a redução seja de 10% por década”, diz Ribas Filho.

Depois, a partir dos 70 anos, passa a ocorrer um declínio paralelo tanto da massa magra quanto da massa gordurosa, com aumento do depósito de gordura visceral no fígado e nos músculos, o que pode contribuir para o surgimento de intolerância à glicose, diabete e de outros problemas de saúde.

Quanto ganha?

O incremento natural de peso ao longo do tempo varia com o perfil metabólico da pessoa, mas quem sempre foi magro, segundo Jacqueline, deve ficar dentro de uma faixa de normalidade com ganho de 2 a 5 kg em relação à vida adulta. Mas quem sempre teve maior propensão a engordar pode ter um aumento bem maior que esse, e acima disso o peso começa a trazer prejuízos maiores à saúde. “E há uma diferença entre sexos: as mulheres acabam engordando mais que os homens por naturalmente terem um porcentual de massa magra menor que eles”, diz Durval Ribas Filho.

Na menopausa, a diminuição hormonal tanto do estrógeno quanto da testosterona é o que mais influencia no contexto do aumento do peso. A testosterona estimula a manutenção da massa muscular, que está relacionada ao gasto energético basal. “Mesmo em repouso, com massa muscular adequada, você queima mais calorias, então quanto menos estímulo de testosterona para isso, menor a queima e maior o depósito de gordura”, diz a médica Maria Fernanda Barca, membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia e da Sociedade Europeia de Endocrinologia.

“Homens têm massa muscular maior e queimam mais calorias do que as mulheres, mas o ganho de peso varia dependendo da atividade física, metabolismo, resistência à insulina, síndrome metabólica, sedentarismo, qualidade de vida, o quanto bebem. Tudo isso dita essa variação de ganho de peso masculino e feminino ao longo do tempo”, diz ela.

Cálculo não muda

Para saber se o peso é saudável aos 60 anos o cálculo do IMC (peso dividido pela altura ao quadrado) continua o mesmo, assim como os parâmetros de medição da circunferência abdominal e da relação abdome e quadril, preditores de problemas de saúde. Segundo Jacqueline, a circunferência abdominal deve ser medida com fita métrica a faixa média entre a última costela e a parte de cima do osso do quadril e deve ficar abaixo de 95 cm para os homens e 85 cm para as mulheres. “Quanto maior o acúmulo de gordura abdominal, maior a quantidade de gordura visceral nos órgãos internos, o que aumenta o risco de diabete, hipertensão, colesterol e triglicerídeos altos, podendo promover o acúmulo de gordura no fígado (esteatose) e problemas circulatórios, infartos e AVCs”, diz ela.

Segundo Durval Ribas Filho, apesar de o cálculo do IMC aos 60 anos ser o mesmo, o valor considerado normal nessa faixa etária pode ser maior, mas sem ultrapassar 30, que seria o limite do sobrepeso para outras idades. E ele faz um apontamento: “a circunferência abdominal tem conotação importante somente quando comparada com a circunferência do quadril; valores acima de 0,85 para mulher e 0,95 para homens (divide-se a medição do abdome pela do quadril) são preditores de doenças cardiovasculares e metabólicas”, diz ele.

Maria Fernanda cita que a densitometria corporal total pode ser uma boa alternativa para avaliar a gordura corporal e a massa muscular. “Muitas vezes a pessoa se pesa na balança, pode até parecer que está em pouco sobrepeso, mas quando faz uma análise melhor, vê que praticamente não tem musculo, tem mais gordura e assim ela passa a ser reclassificada como sobrepeso ou mesmo obesa”, diz ela.

Para quem quer evitar esse quadro de obesidade sarcopênica, segundo Jacqueline, e que busca o emagrecimento na terceira idade, ela indica que busque uma boa orientação para não causar ainda maior perda de massa muscular. “Invista em avaliação nutricional adequada, incorporando além da dieta, alguma atividade física para que esse resultado seja completo", finaliza.


Adriano Justino, Gazeta do Povo

Ex-PFL, filhote da Arena, senadora Kátia Abreu, hoje aliada de Lula, ladrão mais depravado do Brasil, "exige" demissão de Salles, mas esconde interesses inconfessáveis

 

Em política brasileira, temos visto que, aqueles que mais apontam os dedos para criticar os adversários são sempre os primeiros a cometer os crimes que denunciam. Assim é com a senadora Kátia Abreu (PP-AL), ex-PFL, filhote da Arema, hoje aliada de Lula, ladrão mais depravado do Brasil, que, pronunciamento no Senado Federal, cobrou dos Congressistas a demissão imediata do Ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, medidas duras por parte da Casa para o que chamou de uma “bússola doida nos levando para o caos”.

“O que o Senado Federal vai fazer? Vamos ficar esperando de braços cruzados se o presidente Jair Bolsonaro vai demiti-lo ou não? Sei que é prerrogativa dele, mas não podemos mais aceitar”, ameaçou a senadora acusada de tráfico de influência pelo ex-Ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, durante a defesa da compra do 5G, tecnologia chinesa, pelo Governo Federal
"Ministro, se o senhor fizer um gesto em relação ao 5G, será o rei do Senado", denunciou Araújo.

Kátia Abreu continua perseguindo a saída de Ricardo Salles do Ministério do Meio Ambiente e disse que o procedimento normal seria que ele fosse afastado do cargo, enquanto as investigações sobre susposto tráfico de madeira não terminam.

“O ministro foi acusado de tráfico de madeira, de proteger empresas, o sigilo telefônico e bancário foi quebrado e ele está com o telefone entregue à PF”, alegou.

E acrescentou que a temática do meio ambiente é uma das mais sensíveis para o Brasil no exterior.

“Por muito menos, nós tiramos, ajudamos e apoiamos a retirada de um chanceler (Ernesto Araújo) que estava afundando o Brasil em cima de um iceberg. Nós estamos com outro ministro que também é uma bússola doida, igual uma biruta de aeroporto, nos levando para o caos”, acusou.

O discurso da ex-Ministra da Agricultura do Governo Dilma Roussef (PT) seria muito convincente, se não fosse contraditório. É que Kátia, em 2009, foi eleita “Miss Desmatadora” pelo Greenpeace, cujo legado, inclusive, tem passado de mãe para filho. O senador Irajá Silvestre (PSD-TO) que é o filho mais velho da senadora, foi o campeão de desmatamento na Câmara dos Deputados, em 2018, quando era deputado.

O Ruralômetro cruzou dados com base em informações do Ibama e comprovou que, dos 513 deputados federais eleitos em 2014, cinco foram autuados e multados por infrações ambientais. Irajá foi o “campeão” do ranking, destruindo a maior área.

Irajá, já tinha sido autuado pelo Ibama, em 2010, por desmatar vegetação de preservação permanente, sem permissão ou licença ambiental, em área equivalente a 75 campos de futebol. O crime ambiental aconteceu na Fazenda Aliança, que herdou da mãe, e que se dedica ao cultivo de eucalipto, no interior de Tocantins.

A família de Kátia Abreu tem um interesse “especial” no Ministério do Meio Ambiente, já que, para consolidar as plantações de eucalipto que produzem, é necessário devastar grandes áreas de vegetação. Por isso, o filho mais velho da senadora, assim que tomou posse como deputado, em 2015, elaborou projeto que atendia explicitamente aos seus problemas como empresário rural que pratica crimes ambientais. O Projeto de Lei 2163/2011, de sua autoria, propõe o fim dos estudos de impacto e do licenciamento ambiental para empreendimentos agropecuários, florestais ou relacionados ao reflorestamento.

Agora, sim, é possível entender por que motivo Kátia Abreu deseja tanto ver Ricardo Salles fora do Ministério.


Com informações do Jornal da Cidade 

A caminhada da velha mídia brasileira rumo à completa destruição do jornalismo continua a todo vapor (vídeo)

 

Quem acompanha os posicionamentos da imprensa tem certeza absoluta de que ela não hesitaria um minuto em mentir e atacar o povo brasileiro se isso a aproximasse do objetivo final; derrubar Bolsonaro para que o velho esquema de farra com as verbas públicas para publicidade possa ser retomado.

No entanto, o nível de subserviência e bajulação para com a agenda esquerdista parece ter passado de todos os limites. Nem mesmo a vida de seus próprios repórteres está acima da vontade da militância anti-Brasil.

Vejam a situação patética e vergonhosa em que se coloca o repórter da CNN. Após ser atacado com rojões em sua direção, lançados pelos manifestantes de esquerda, ele diz que a manifestação é pacífica. O jornalista está colocando seu apreço pelos vândalos acima da própria vida.

É um tipo de síndrome de Estocolmo ideológica onde a própria dignidade e amor próprio são deixados de lado para não criticar a beleza que é os aros militantes da esquerda contra Bolsonaro e contra o Brasil. Jornalistas que reclamam de absolutamente tudo que o Bolsonaro faz, não têm coragem de criticar vândalos de esquerda que atentam contra sua própria vida.

A decadência moral da grande mídia não é apenas patética, é perigosa.


Jornal da Cidade

Janaína ironiza a hipocrisia das manifestações de esquerda: "Ridículas! Só falta escrever: aglomeração do bem"

 

A deputada estadual do estado de São Paulo, Janaína Paschoal, usou sua conta no Twitter para ironizar as manifestações que vêm sendo organizadas pela esquerda, contra o governo do presidente Jair Bolsonaro.

“Interessante como fazem questão de frisar que, nas manifestações de hoje, houve orientação para as pessoas usarem máscaras e levarem álcool em gel. Só falta escrever: aglomeração do bem! Rs. Chega a ser ridículo!”, escreveu ela.
E prosseguiu, comentando o fato de que os meios jornalísticos que criticam as manifestações de apoiadores do presidente, ao noticiarem os atos da esquerda, não citam os supostos riscos da aglomeração:
“Para quem fez que não entendeu, o ridículo não é pedir o uso de máscara e álcool. Ridículo é a Imprensa tentar fazer crer que as manifestações de hoje não são aglomeração… são manifestações do bem. Houvesse coerência, a abordagem haveria de ser crítica a qualquer manifestação!”, comentou a deputada.

A esquerda vem tentando organizar manifestações pedindo o impeachment do presidente Bolsonaro, mas não tem tido adesão representativa de seus militantes, em um flagrante contraponto às manifestações de apoio ao governo federal, que reuniu uma verdadeira multidão nas motociatas ocorridas no Rio de Janeiro e em São Paulo.


Jornal da Cidade

Helicópteros, drones e até dirigíveis: os produtores brasileiros de aeronaves vão além da Embraer

Conheça sete outras fabricantes de aeronaves que estão espalhadas em quatro estados do Brasil


Foto: Divulgação/Embraer
Foto: Divulgação/Embraer

Além do gigante Embraer, o Brasil tem outras companhias fabricando aeronaves e drones. Ao menos quatro delas estão no interior de São Paulo e existem empresas produzindo no Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia.

Avião
Foto: Divulgação/Scoda SuperPetrel

Em Ipeúna (SP), a Scoda Aeronáutica constrói aeronaves desde 1997. Além do mercado brasileiro, suas vendas já chegaram aos Estados Unidos, Canadá, Austrália, Nova Zelândia e diversos países europeus. O principal produto é o avião anfíbio Super Petrel LS — uma atualização do Hydroplum II, desenvolvido originalmente na França.

Foto: Divulgação/Octans Cygnus

Com base em São João da Boa Vista (SP), a Octans Aircraft está certificando seu monomotor Cygnus. De 2002 a 2015, a companhia produziu 240 aeronaves experimentais.

Foto: Divulgação/ACS Sora

Segundo a CNN, o primeiro avião elétrico projetado no Brasil foi feito em 2015 pela ACS Aviation, em São José dos Campos (SP). O principal produto da empresa é o monomotor Sora-100, mas ela também presta serviços de engenharia e produz componentes para o setor aeroespacial. De acordo com a CNN, a fabricante também tem um projeto de desenvolvimento de um “carro voador“.

Com a fundação da Airship do Brasil (ADB), em São Carlos, no ano de 2005, o país passou a ser uma nação construtora de dirigíveis.

Drone
Foto: Divulgação/StellaTecnologia Atoba

Localizada em Duque de Caxias (RJ), a Stella Tecnologia está focada na produção de aeronaves não tripuladas (drones). Sua fundação ocorreu em 2015.

Foto: Divulgação/Helibras H225M

CNN informa que a Helibras é a principal fornecedora de helicópteros para as Forças Armadas brasileiras. Ela foi fundada em São José dos Campos (SP), em 1978, e atualmente está operando em Itajubá (MG).

avião
Foto: Divulgação/Paradise P2NG

Na Bahia, em Feira de Santana, a Paradise Indústria Aeronáutica, produz aviões experimentais desde 2001. Seu foco é no mercado externo. Nos Estados Unidos, a companhia recebeu um prêmio de melhor empresa do ano na área de aviação em 2010. Em seu catálogo constam cinco tipos diferentes de aeronaves ultraleves.

Artur Piva, Revista Oeste

Projeto incentivará pesquisas para produção de proteína com vegetais nativos do Brasil

Os estudos serão concentrados em quatro espécies amazônicas e três do Cerrado


Castanha-do-Brasil está entre vegetais pesquisados
Castanha-do-Brasil está entre vegetais pesquisados | Foto: Pictavio/Pixabay

O Projeto Biomas vai financiar pesquisas para a produção de proteína com vegetais nativos da Amazônia e do Cerrado. A inciativa foi lançada pelo The Good Food Institute (GFI) Brasil. Com um aporte de R$ 135 mil por estudo, o incentivo será concentrado em quatro espécies amazônicas (babaçu, guaraná, cupuaçu e castanha-do-Brasil) e três do Cerrado (baru, macaúba e pequi).

De acordo com o Globo Rural o programa conta com aporte de recursos da Fundação Climate Land and Use Alliance — instituição focada na proteção de florestas. A pesquisa pode durar no máximo um ano e as inscrições estão abertas até 15 de julho.

“No Brasil, temos o privilégio de contar com uma vasta biodiversidade, com potencial para transformar espécies nativas de manejos sustentáveis em ingredientes para o mercado plant-based”, disse Katherine de Matos, diretora de Ciência e Tecnologia do GFI Brasil. “As pesquisas deverão estabelecer caminhos para valorização, ampliação das informações tecnológicas das espécies nativas e a ampliação do uso desse enorme potencial natural como ingredientes em produtos vegetais”.

Artur Piva, Revista Oeste