Atualizado às 09h37
João Roberto Kelly, Ataufo Alves, David Nasser, Noel Rosa e outros inspiradores de velhos carnavais estariam no ostracismo, se dependessem do apoio dos pilantras que hoje pregam no Brasil (e outras partes do planeta) o politicamente correto. E demonizam quem pretende apenas se divertir.
Ainda bem que o carioca irreverente canta as marchinhas imortais e sustentam o carnaval. Nada contra quem prefere as baboseiras baianas... Afinal, vivemos numa democracia.
Nem o carniceiro Getúlio Vargas, muito menos os generais foram capazes de barrar a alegria do povo cantando 'Nêga do cabelo duro', 'Ô mulata assanhada', 'Olha a cabeleira do Zezé'...
Blocos de rua, sobretudo no Rio de Janeiro, são a certeza de que os hipócritas do bloco do 'politicamente correto' não vencerão.
Viva o Carnaval!
Viva o politicamente incorreto!