segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Starbucks pretende contratar 10 mil refugiados


Rede de cafeteria americana Starbucks - Richard Drew / AP



O Globo com agências internacionais

O projeto é uma resposta à proibição de entrada de cidadãos de países muçulmanos nos Estados Unidos


WASHINGTON E RIO - O presidente da Starbucks, Howard Schultz, desenvolveu um projeto na empresa para contratar cerca de 10 mil refugiados nos próximos cinco anos em 75 países, de acordo com o veículo de notícias "CNN". A proposta foi criada em resposta à proibição da entrada de refugiados e pessoas de sete países de maioria muçulmana nos Estados Unidos, feita pelo presidente Donald Trump.

Schultz afirmou que a empresa está pronta para ajudar e apoiar clientes, parceiros e suas respectivas famílias se sanções, restrições de imigração ou impostos os afetarem:

- Estamos no negócio para inspirar e nutrir o espírito humano, uma pessoa e um bairro de cada vez. Isso não vai mudar. Vocês têm a minha palavra sobre isso - disse ele.

Schultz listou, ainda segundo a "CNN", ações que a empresa está tomado para reforçar a crença em parceiros de todo o mundo e reiterou o suporte da Starbucks no programa "Deferred Action for Childhood Arrivals" (DACA), criado pelo ex-presidente Barack Obama, em 2012, para auxiliar imigrantes que foram para os Estados Unidos sem documentos.

Vários países e empresas repudiaram publicamente o decreto de Trump. O chefe executivo da General Electric, Jeff Immelt, expôs aos funcionários a preocupação em relação a essa medida, uma vez que muitos funcionários são dos países mencionados.

O presidente Donald Trump proibiu, por 90 dias, a entrada nos Estados Unidos de cidadãos do Irã, Iraque, Líbia, Somália, Sudão, Síria e Iêmen e também vetou a entrada de refugiados no país por 120 dias.






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