segunda-feira, 12 de agosto de 2019

Supremo, políticos e a velha imprensa se juntam para detonar a Lava Jato


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Divulgação


Atualizado às 23h05

O Brasil assiste nos últimos meses a um movimento crescente de combate à Lava Jato. E o mais deprimente é o fato de essas ações terem origem no Supremo Tribunal Federal, à frente as figuras deletérias de Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski.

Para ficar nos mais ativos.

TV Globo, Folha, Estadão e Veja se juntam aos juízes da corte para manter o Brasil no fundo do poço, onde foi jogado pelos governos corruptos Lula-Dilma.

Há uma clara reação do STF e da imprensa às medidas moralizadoras do presidente eleito Jair Bolsonaro.

Presidentes do Senado e da Câmara abraçam-se ao Supremo e à mídia no esforço para impedir os avanços do país.

Ainda em campanha, Bolsonaro externou a intenção de formar um governo sem toma-lá-dá-cá.

Começaram os amuos.

Acostumados ao Mensalão e ao Petrolão, que lhes encheram as burras, inicialmente senadores e deputados começaram a contestar timidamente 'os novos tempos'.

Pretendiam a continuação da 'velha política', que se apresentou sob José Sarney, cresceu com FHC, que comprou a reeleição (e pôs o notório Renan Calheiros no Ministério da Justiça), e se transformou amazônica com Luiz Inácio Lula da Silva.

Quando Bolsonaro entregou à Câmara dos Deputados o projeto de reforma da Previdência, o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), sem o menor pudor, esperneou:

'É preciso conversar!'

Que conversa, cara pálida? Bolsonaro se elegeu condenando o toma-lá-dá-cá.

Maia, como todos os políticos, acreditou que era discurso de campanha. Promessas ao vento.

Enfim...

Lula conseguiu a proeza de, durante quatro governos, escalar um ministério de ladrões.

Na há registro na história da humanidade de que se tenha roubado tanto. Em tão pouco tempo. Tão descaradamente.

Não à toa, Lula está no xilindró desde abril de 2018. Apesar de o STF tentar soltá-lo. Dia e noite.

A prisão de Lula e de outros figurões da República deu origem à mobilização dos corruptos poderosos que ainda estão soltos.

A fila é imensa.

À espera da cadeia estão quatro ex-presidentes da República: Temer, FHC, Collor e Dilma,.

Sem falar em Aécio, Pimentel, Renan, e vários governadores, sobretudo do Nordeste, quase todos integrantes da organização criminosa do Lula.

E o Supremo?

Cometeu agora o acinte de engavetar processos envolvendo ministros da Casa e outras figuras da República.

Seus integrantes usam dinheiro de Itaipu para pagar viagens. Lewandowski e familiares passeando em Portugal. Mais: processos das senhoras dos 'magistrados' Gilmar Mendes e Dias Toffoli arquivados.

Políticos, Supremo e a velha imprensa se juntam para detonar a Lava Jato.

Só o povo nas ruas barra a indecência.