sexta-feira, 12 de abril de 2024

Gangues no palco - Lula & JBS, empresa que confessou esquema de corrupção com o PT

 

Sorriso corrupto - (Foto: Reprodução/Instagram/@Lula).


O presidente Lula (PT) visitou nesta sexta-feira (12), em Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul, uma fábrica de processamento da JBS, empresa investigada por corrupção pela operação Lava Jato.

O petista acompanhou a finalização do primeiro lote para embarque de carne bovina para a China, a partir das empresas recém-habilitadas pelo país asiático para a exportação de carne.

Os ministros Carlos Fávaro (Agricultura) e Simone Tebet (Planejamento e Orçamento) acompanharam o petista no evento.

Histórico de corrupção

Em abril de 2017, a JBS assinou um acordo de leniência com a Procuradoria-Geral da República (PGR) a partir da delação premiada dos irmãos Wesley e Joesley Batista para devolver R$ 250 milhões.

Na delação dos executivos foram mencionados pagamentos milionários de propina a políticos do PT.

O ex-presidente da companhia Joesley Batista chegou a ser preso em 2018.

Gravação Vazada

Joesley gravou o então presidente Michel Temer mencionando pagamentos ao ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha. A gravação fazia parte de uma delação premiada na Lava Jato.

Após a divulgação, Temer foi acusado de corrupção passiva, os irmãos Batista foram presos, e a J&F enfrentou perdas financeiras e multas bilionárias. O processo contra Temer foi arquivado.

Impacto no Mercado

A JBS perdeu R$ 2,5 bilhões em valor de mercado em um dia. Houve alegações de manipulação de mercado, que a empresa nega, citando laudos da Fipecafi.

Wesley e Joesley Batista renunciaram a cargos nas empresas do grupo, seguidos por outros executivos e membros dos conselhos.

Outras Investigações

Além da Lava Jato, a JBS e a J&F foram investigadas em operações como Carne Fraca e Bullish, relacionadas a propinas e irregularidades em normas sanitárias e apoio financeiro do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Diário do Poder

PSG 2X3 BARCELONA - JOGO COMPLETO COM IMAGENS - QUARTAS DE FINAL - IDA - CHAMPIONS 202324

Bolsonaro #aovivo em João Pessoa-PB 12-04-2024

Cortes da Carla Cecato Oficial - O encontro de Ravier Milei presidente da Argentina com Elon Musk CEO da TESLA do TWITTER

Joe Rogan, o maior podcaster do mundo, denuncia ditadura de Xandão e Lula!

Marcel van Hattem - A DITADURA NO BRASIL ESTÁ EXPOSTA AO MUNDO GRAÇAS A ELON MUSK E SHELLENBERGER [Subtitled in English]

'A irritante poeira lançada por Elon Musk', por Flávio Gordon

 

Foto: EFE/EPA/FILIP SINGER


O ingresso de Elon Musk na guerra entre os defensores da liberdade de expressão contra os entusiastas da censura no Brasil provocou um verdadeiro abalo nos até então autoconfiantes expoentes do regime de exceção (o Estado Excepcionalíssimo de Direito) ora vigente. Diante da exposição mundial da maquinaria de censura política montada pela esquerda (e, por mais excêntrico que isso possa soar, isso inclui a Suprema Corte brasileira) contra a direita no país, os que foram expostos reagiram de modo paranoico e provinciano, logo articulando teorias da conspiração sobre uma suposta trama da “extrema-direita” mundial e aconchegando-se no terreno alienante dos autoelogios e da bajulação mútua entre pares.

Talvez a manifestação mais exemplar desse estado de espírito paranoide, ensimesmado, defensivo e – por que não dizer? – provinciano, tenha sido a do ministro Gilmar Mendes, um dos grandes aliados de Alexandre de Moraes na empreitada de instrumentalização do aparato repressivo do Estado para a perseguição aos assim chamados “bolsonaristas”. Reagindo às críticas de Musk a Moraes, Mendes declarou que “há muito tempo, [Moraes] tem sido vítima de injustas agressões físicas e virtuais” (será que aqui ele se referia ao episódio do aeroporto de Roma, que terminou sem indiciamento, e de cujas imagens a sociedade continua privada?) e que “é preciso rechaçar com absoluta veemência declarações tendentes a indicar e insuflar o não cumprimento de determinações judiciais”. Não satisfeito, manifestou uma opinião que parece (essa sim) ter vindo de um alienígena recém-chegado à Terra, caracterizada, por assim dizer, por uma exagerada autoestima corporativa. Segundo Mendes, Moraes “enche de orgulho a nação brasileira, demonstrando, ao mesmo tempo, prudência e assertividade na condução dos múltiplos procedimentos adotados para a defesa da democracia”.


Num contexto em que não apenas boa parte do país, mas o mundo inteiro, começa a perceber o perigo da autoridade desenfreada concedida a Moraes nos últimos anos, chamar o colega de “orgulho da nação” parece ser uma clara demonstração da alienação do poder


Ora, o momento para uma tal opinião não podia ser o mais impróprio. Há coisa de dois meses, uma pesquisa da Atlas Intel já informava que 64% dos brasileiros reprovam o comportamento dos atuais ministros da corte. 47,3% chegam a dizer que o país “vive sob uma ditadura do Judiciário”. Após a guerra entre Musk e Moraes, uma pesquisa da Quaest mostrou que o STF tem o dobro de menções críticas do que o bilionário nas redes sociais. E até mesmo jornais até então sempre tolerantes com decisões judiciais autoritárias e “excepcionais” voltadas contra os “bolsonaristas”, hoje começam a endurecer o tom contra o atual presidente do TSE. Foi o caso do Estadão, que não hesitou em comparar Moraes à Rainha de Copas, a famosa personagem tirânica e temperamental concebida por Lewis Carroll. Num contexto em que não apenas boa parte do país, mas o mundo inteiro, começa a perceber o perigo da autoridade desenfreada concedida a Moraes nos últimos anos, chamar o colega de “orgulho da nação” parece ser uma clara demonstração da alienação do poder. Parece que faltou a Gilmar Mendes contar com o auxílio similar ao de uma antiga instituição romana, na qual, nas paradas de triunfo, um escravo conselheiro seguia atrás do imperador para lhe alertar sobre o perigo da húbris, e lembrar-lhe de sua natureza mortal.

Ao ver esse tipo de reação, espelhada pela maioria da imprensa dita “profissional” (com destaque para a Globo), não pude deixar de lembrar da Combray de Marcel Proust, símbolo do provincianismo em Em Busca do Tempo Perdido. Como escreveu a respeito René Girard:

“Combray é um universo protegido. Lá, a criança vive à sombra dos pais e dos ídolos familiares na mesma bem-aventurada intimidade que a aldeia medieval à sombra de seu campanário (...) Combray é uma cultura fechada, no sentido etnológico do termo, um Welt, diriam os alemães, ‘um pequeno mundo protegido’, nos diz o romancista (...) Combray se afasta das verdades perigosas, como o organismo sadio que recusa a assimilar o que pode ser prejudicial à sua saúde. Combray é um olho que rejeita as poeiras irritantes”.

Resta que, pela própria reação dos provincianos censores, aquilo que era apenas uma poeira irritante ameaça se tornar numa verdadeira tempestade de areia. Para olhos acostumados a ambientes ascéticos e ultraprotegidos, não deve estar sendo mesmo uma experiência agradável.



Gazeta do Povo

Veto ao fim da saidinha mostra compromisso de Lula com o crime e bandidagem, diz o Partido Novo

 

Eduardo Ribeiro, presidente nacional do partido Novo


O veto do presidente Lula (PT) à decisão do Congresso Nacional acabando com as chamadas “saidinhas” de criminosos que cumprem pena em regime fechado “apenas escancara o seu compromisso com o crime e a bandidagem”, segundo o presidente do partido Novo, Eduardo Ribeiro, em post publicado em suas redes sociais.

Ele afirma em sua mensagem que o veto de Lula era até previsível, em razão dos compromissos que mencionou.

“O PT é uma praga que precisa ser combatida todos os dias”, diz Ribeiro, que faz uma previsão: “Vamos derrubar o veto e vencê-lo nas eleições”. Com seu veto, Lula dilacerou a decisão do Congresso, mantendo apenas a previsão de uso de tornozeleira eletrônica para medidas como “progressão de regime” que beneficiam os detentos, como se houvesse número suficiente desse dispositivo, assim como não há sistema eficaz de monitoramento de movimentos de quem os utiliza.

O projeto foi aprovado no Senado por 62×2 votos e na Câmara dos Deputados por 311×98 votos.

O veto foi defendido pelo ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, sob a curiosa alegação de que se trata de manter o “direito” de os presos visitarem suas famílias. A medida beneficia inclusive  assassinos de pais, como Suzane von Ritschofen ou matadores de filhos, como o casal Nardoni, para elém de feminicidas, que assassinam as mãos dos próprios filhos.

Diário do Poder

'Oeste Sem Filtro' - Augusto Nunes, Ana Paula Henkel, Adalberto Piotto, Alexandre Garcia e Paula Leal comentam a decisão do 'cartel Lula-STF' de ampliar a imunidade de bandidos. 'Legislando' em causa própria...

Ex-presidiário Lula presidente pode ser anulado? A casa vai cair

Rádio Auri Verde Brasil - Presidente da OAB ouve “Fora, Xandão” ao criticar STF e responde: “Vamos chegar lá”

'Oeste Sem Filtro' - Augusto Nunes, Ana Paula Henkel, Silvio Navarro, Adalberto Piotto, Alexandre Garcia e Paula Leal comentam a crise provocada pelo 'cartel Lula-STF'. A reação à tentativa da escória em transformar o Brasil numa nova Venezuela se espalha pelo Planeta

Chegada do Bolsonaro no Aeroporto de João Pessoa-PB

Rádio Auri Verde Brasil - News da Manhã Brasil – Alexandre Pittoli - 12/04/2024

quinta-feira, 11 de abril de 2024

Cortes da Carla Cecato Oficial - Bate-papo com o senador Eduardo Girão do partido Novo do Ceará

Pilhado - MORAES PERDEU O CONTROLE EM PRONUNCIAMENTO SOBRE ELON MUSK E VIROU ASSUNTO NA INTERNET!

Fernão Lara Mesquita - 'Um pingo de Liberdade'

PERDEU, MANÉ: Barroso arrega para Elon Musk e pede para o bilionário esquecer o assunto!

'Oeste Sem Filtro' - Augusto Nunes, Ana Paula Henkel, Silvio Navarro, Adalberto Piotto, Rodrigo Constantino e Paula Leal entrevistam o advogado o advogado Sebastião Coelho que defende o preso político Filipe Martins, vítima do 'cartel Lula-STF'

Autor da reportagem Twitter Files, jornalista norte-americano Michael Shellenberger fala em comissão do Senado

'Oeste Sem Filtro' - Augusto Nunes, Ana Paula Henkel, Silvio Navarro, Adalberto Piotto, Rodrigo Constantino e Paula Leal repercutem o escândalo internacional envolvendo o 'cartel Lula-STF' a partir de denúncias do empresário Elon Musk

Ao vivo: autor da reportagem Twitter Files fala em comissão do Senado

Auri Verde Brasil - News da Manhã Brasil – Alexandre Pittoli - 11/04/2024

Jornalista americano, ex-ativista, confessa tristeza com mentira de Lula

 


O americano Michael Shellenberger, que está no meio da polêmica entre o mega-empresário Elon Musk e o ministro do STF Alexandre de Moraes, confessa sua tristeza ao constatar que Lula (PT) mentiu para ele durante entrevista anos atrás. “Perguntei se ele transformaria o Brasil numa Cuba, onde não há liberdade de expressão”, contou Shellenberger ao podcast Diário do Poder desta semana (clique e assista). Lula negou, mentindo para ele, que era mais um jornalista de esquerda que se encantara com o petista.

Pinóquio

Além de tecer críticas a Lula, Shellenberger admitiu ter levado para o “lado pessoal” pois Lula mentiu olho no olho.

Efeito Sérgio Tavares

Shellenberger confirmou que não se sentiu ameaçado durante a viagem ao Brasil, mas disse torcer para que a PF o permita sair do país.

Censura é loucura

“Eles enlouqueceram!” disse o jornalista americano em entrevista ao podcast após citar agentes do Estado que exigiram censura.

A origem

Shellenberger revelou emails de membros do X do Brasil e dos Estados Unidos com relatos de pedidos nada ortodoxos do judiciário brasileiro.



Diário do Poder

quarta-feira, 10 de abril de 2024

Deltan Dallagnol - Elon Musk x Alexandre de Moraes... Impeachment?

Pesquisa revela que a maioria das postagens sobre o embate Moraes x Musk é contra o auxiliar do ex-presidiário

Apoiadores de Musk defendem a liberdade de expressão e criticam a 'censura no Brasil'; Elon fez várias postagens criticando Moraes


O bilionário norte-americano e dono da rede social X (ex-Twitter), Elon Musk, disse que funcionários da rede social no Brasil foram informados de que seriam presos.(Reprodução/Redes Sociais).


Após embate entre o empresário Elon Musk, proprietário do X, antes conhecido como Twitter, e o minstro do Supremo Trbunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, internautas ficaram contra o magistrado.

Uma pesquisa da Genial Quaest indicou que 68% das menções nas redes sociais foram negativas a Moraes, enquanto apenas 32% criticaram Musk.

A discussão gerou uma média diária de 865 mil menções, atingindo 72 milhões de pessoas.

Fora da plataforma X, 63% das críticas foram direcionadas a Moraes e ao STF, e 37% a Musk.

Os apoiadores de Musk defendem a “liberdade de expressão” e criticam a “censura no Brasil”, enquanto seus críticos acusam o empresário de interferir na soberania do Brasil e de promover fake news.

Elon Musk fez várias postagens criticando Moraes, cujas ações poderiam levar à proibição da plataforma X no Brasil.

Musk pede a renúncia ou impeachment de Moraes, alegando que suas exigências violam a legislação brasileira.

No último sábado (6), Musk anunciou que desbloquearia contas suspensas por decisões judiciais do magistrado.

O empresário também alega que multas impostas pelo ministro estão prejudicando financeiramente a plataforma no Brasil, ameaçando fechar o escritório local da X.

No domingo (7), Musk prometeu publicar documentos que mostrariam como as exigências de Moraes desrespeitam as leis brasileiras, acusando o ministro de trair a constituição e o povo do Brasil.

Moraes respondeu as investidas incluindo Musk como investigado no inquérito das fake news e iniciando uma investigação sobre suas ações.

Diário do Poder

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Fernão Lara Mesquita - A batalha de Musk e as chances do Brasil

'Oeste Sem Filtro'- Augusto, Ana Paula, Navarro, Carlo Cauti e Paula Leal comentam o desespero do 'cartel Lula-STF' após a repercussão em todo o mundo aos questionamento do empresário Elon Munk à ditadura instalada no Brasil pelo... 'cartel'

'Oeste Sem Filtro' - Augusto Nunes, Ana Paula Henkel, Silvio Navarro, Adalberto Piotto e Paula Leal comentam a desmoralização da imagem do Brasil pelo 'cartel Lula-STF'

Caio Coppolla - “Moraes tem Lula na coleira” - Coppolla analisa falas de Elon Musk na CNN

Rádio Auri Verde Brasil - News da Manhã Brasil – Alexandre Pittoli - 10/04/2024

'Cartel Lula-ST6F'- Senadores tentam esticar mandato para 10 anos alterando o Código Eleitoral

 

Senado Federal - Foto: Lula Marques/ABr.


Há uma “costura” no Senado para que o relatório de Marcelo Castro (MDB-PI) sobre o novo Código Eleitoral amplie os mandatos de senadores de oito para intermináveis dez anos. Fonte da Mesa do Senado garante que o conchavo envolve, além do relator, o notório Davi Alcolumbre (União-AP) e Jorge Kajuru (PSB-GO). A ideia é incorporar proposta de Kajuru ao projeto de coincidência de mandato, fazendo as alterações necessárias para garantir mais dois anos de mandato.

Deputado 5 anos

Deputados também teriam mais um ano, com a coincidência de eleições e o fim da reeleição. Deputados passariam a ter mandatos de cinco anos.

Esticada divide

Há senadores que se manifestaram contra a alteração. “Não é consenso e não estou de acordo”, diz Márcio Bittar (União-AC).

Deixa estar

Bittar é contra até a coincidência de eleições, a serem realizadas a cada cinco anos. “Votar de dois em dois anos não faz mal a ninguém”, diz.

Mandato menor

O senador Eduardo Girão (Novo-CE) já acha um exagero os atuais oito anos de mandato: “Penso que tem de reduzir para 5 anos”.

Diário do Poder

‘Há juiz em Curitiba’, diz Moro após manutenção do mandato pelo TRE-PR

"Os divergentes precisam ser convencidos e não eliminados", completou o senador.


O Senador Sérgio Moro durante coletiva de imprensa. (Foto: Deborah Sena)


O Senador Sérgio Moro (União-PR) falou à imprensa, nesta terça-feira (9), após o fim do julgamento que determinou sua inocência perante o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná.

“Há juiz em Curitiba”, comemorou Moro parafraseando a famosa frase “há juiz em Berlim”, que tem implicações sobre o zelo pela lei. Trata-se de uma máxima conhecida do universo jurídico, com significado remetente à segunda guerra mundial e ao ‘conto’ sobre o rei Frederico II em ‘disputa jurídica’ com o dono de um moinho.

“Um julgamento técnico e impecável rejeitou as ações que buscavam a cassação do mandato de senador que me foi concedido pela população paranaense. Na data de hoje, o Tribunal Regional de Curitiba representa um farol para a independência da magistratura frente ao poder político. Juízes, desde que independentes, e sujeitos apenas à Lei são a garantia da liberdade”, ponderou.

Para Moro, o TRE honrou os votos de quase 2 milhões de paranaenses que o elegeram. Ele falou em ‘oportunismo’ para se referir às ações movidas contra seu mandato, citou injustiças e ameaças sofridas por sua família e agradeceu o apoio da esposa, deputada Rosangela Moro(União).

De acordo com o senador, é tempo de ‘pacificação institucional’. Ele também pregou ‘o respeito ao Congresso Nacional’ e disse que “os divergentes precisam ser convencidos e não eliminados”. 

Foram 5 votos a 2 em favor do ex-juiz da Lava Jato e ex-ministro da Justiça, a maioria foi formada acompanhando o entendimento do relator do caso, o desembargador Juliano Coeberllini, de que durante campanha eleitoral Moro não cometeu abuso de poder econômico, não praticou caixa dois, tão pouco fez uso indevido dos meios de comunicação ou praticou formação de quadrilha.

Diário do Poder

terça-feira, 9 de abril de 2024

Fernão Lara Mesquita - Até onde o 'cartel Lula-STF' vai levar essa guerra para defender criminosos como o ex-presidiário Lula

Kim Paim - Elon Musk foi prá cima do ex-presidiário

Songs By Sinatra (The Old Gold Show) - January 30, 1946

Pilhado - Bolsonaro com o povo nas ruas

Bradock Show - 09/04/24 - Rodrigo Constantino, Fabiana Barroso e Paulo Kogos

Poder360 - entrevista autor da reportagem sobre os "Twitter Files"

'Oeste Sem Filtro' - Elon Musk diz que 'Alexandre de Moraes tem Lula na coleira' - Carlo Cauti, Flávio Morgenstern, Ana Paula Henkel, Adalberto Piotto e Paula Leal comentam a insistência do 'cartel Lula-STF' em calar o Brasil decente

'Oeste Sem Filtro' - Augusto Nunes, Ana Paula Henkel, Silvio Navarro, Adalberto Piotto e Paula Leal analisam o aprofundamento da crise provocada pelo 'cartel Lula-STF', através do porta-voz Alexandre de Moraes

Caio Coppolla - Análise: Musk vs Moraes - Coppolla debate na CNN

Rádio Auri Verde Brasil - News da Manhã Brasil – Alexandre Pittoli - 09/04/2024

'Te Atualizei' - Bárbara - Moraes vs Musk - A treta ja estava na gaveta. Parte 1

segunda-feira, 8 de abril de 2024

Live - Rodrigo Constantino, ex-ministro Osmar Terra, Gerson Gomes e Gustavo Lopes

Brasil Paralelo - O embate de Elon Musk

'O politicamente correto ataca um direito humano básico: a liberdade de pensamento e de expressão', por Julian Adorney

 A liberdade de expressão é o mecanismo por meio do qual a sociedade evoluiu




O ser humano é um animal dotado da capacidade de raciocinar, imitar e imaginar. Mas não só. Ele é também um animal dotado da capacidade de verbalizar e comunicar suas idéias com o propósito de persuadir seus interlocutores, trocar informações com eles ou, simplesmente, expressar suas emoções.

A capacidade de se expressar de maneira complexa e argumentada constitui um traço distintivamente humano -- o qual, ademais, é em grande medida responsável pelo nosso progresso civilizatório.

Mais ainda: a capacidade de se expressar livremente é o mecanismo por meio do qual o ser humano mantém a sociedade funcionando.

É em decorrência da liberdade de expressão e da capacidade de articular idéias que as pessoas conseguem apontar problemas, explicá-los, solucioná-los e tentar chegar a um consenso.

Mas há o outro lado: a transmissão de idéias também representa um foco potencial de conflitos entre os seres humanos. Um determinado conjunto de idéias -- sobretudo quando estas não fazem parte de nossa identidade cultural -- pode nos parecer rechaçáveis, criticáveis ou mesmo repugnantes. Ou seja, as idéias não só nos seduzem, como também podem nos molestar. E, em ocasiões, podem nos molestar sobejamente.

E isso é inevitável: por ser capaz de pensar e de se expressar, o ser humano sempre poderá soar ofensivo a terceiros.

A evolução se deu por meio do debate aberto

Durante séculos, os indivíduos chegaram ao ponto de se enfrentar mutuamente, até o extremo de se aniquilarem, por causa das idéias. As guerras religiosas foram, em última instância, guerras sobre idéias: sobre concepções heterogêneas (e contrapostas), acerca da transcendência, pelas quais muitos estavam dispostos a morrer e a matar.

A forma que socialmente descobrimos para evitar nos enfrentarmos e nos agredirmos por causa de nossas idéias díspares foi a tolerância mútua: um programa ideológico que politicamente se cristalizou naquilo que hoje chamamos de 'liberalismo' -- "uma tecnologia para evitar a guerra civil", como, de maneira clarividente, definiu o filósofo Scott Alexander.

As idéias liberais nos ensinaram o segredo para podermos conviver em paz: aceitarmos tolerar mutuamente as idéias díspares e incorrermos em argumentações racionais para resolver nossas discordâncias. Foi assim que a civilização evoluiu.

A censura estimula a intolerância

Obviamente, nosso desafio sempre foi tolerar aquelas idéias ou expressões alheias que nos ofendem, e não aquelas que nos agradam e entusiasmam. Somos tolerantes quando respeitamos o dissenso, e não quando recriamos o consenso. E somos mais propensos a tolerar as idéias alheias quando os demais toleram as nossas: se um grupo de pessoas vê suas idéias sendo silenciadas e censuradas, ele perde toda a razão estratégica para tolerar as idéias alheias.

Consequentemente, quando um grupo politicamente influente consegue instituir a censura sobre aquelas idéias alheias que consideram ofensivas, essa ação bem-sucedida começa a atrair imitadores: a tendência natural é que outros indivíduos que também se sentem ofendidos por outras idéias passem a exigir a censura dessas idéias. Como consequência, o debate vai se tornando cada vez mais manietado.

Pior: quando um grupo vê suas idéias sendo censuradas, a tendência é que ele redobre a aposta em suas idéias, tornando-as ainda mais agressivas, podendo se degenerar em violência física.

Assim, qualquer sociedade que opte pela censura, ainda que branda, está continuamente colocando em xeque a resistência de seus pactos implícitos em torno da liberdade de expressão.

Em última instância, a tolerância mútua é, em certa medida, um equilíbrio potencialmente muito frágil: quando um grupo sente que suas idéias já são suficientemente toleradas pelos demais, ele pode, de um lado, se limitar a tolerar as idéias alheias; mas, de outro, pode também cair na tentação oportunista de tentar censurar marginalmente aquelas idéias ou expressões de terceiros que lhes ofendem, causando ainda mais distúrbios.

Esse tem sido o caminho escolhido pelos adeptos do politicamente correto.

O politicamente correto como ferramenta de controle

O adjetivo 'politicamente correto' é usado para descrever linguagens ou ações que devem ser evitadas por serem vistas como 'excludentes' ou 'ofensivas'.

Em tese, o politicamente correto defende a censura de idéias que marginalizam ou insultam grupos de pessoas tidos como desfavorecidos ou discriminados, especialmente grupos definidos por gênero, raça ou preferências sexuais.

No entanto, ao defender a censura de idéias consideradas "ofensivas", o politicamente correto nada mais é do que uma ferramenta criada para intimidar e restringir a liberdade de expressão. Ao proibir a livre manifestação de idéias a respeito de uma miríade de assuntos, o politicamente correto funciona como uma linha de montagem mecanizada, cujo objetivo é padronizar e homogeneizar as ideias dos indivíduos, fazendo-os pensar e agir sempre de modo uniforme.

Para o politicamente correto, um debate aberto e sem censura, além de ofensivo para as minorias, é também subversivo, inflamatório e gerador de discórdias, devendo por isso ser censurado. Mas isso atenta contra a lógica básica. O debate aberto é algo que, por definição, estimula a análise crítica e impede a uniformidade (e a hegemonia) intelectual. O debate aberto e sem censura evita a predominância do chamado "pensamento de manada", garantindo assim uma voz exatamente para os grupos mais marginalizados e excluídos -- os quais, em tese, são o alvo da preocupação do politicamente correto.

Se o indivíduo não mais tiver a liberdade de falar o que pensa, ele não mais será capaz de pensar. Como bem disse o psicólogo Jordan Peterson, a liberdade de expressão é suprema e está acima do "direito" de alguém de não se sentir ofendido. Com efeito, não há o "direito de não ser ofendido" simplesmente porque isso, caso realmente fosse impingido, levaria à extinção do próprio pensamento: o ser humano, por ser capaz de pensar, sempre poderá soar ofensivo a alguém. Querer proibir a expressão do pensamento significa proibir o próprio ato de pensar.

Conclusão (e um teste)

No final, o que temos hoje é apenas uma defesa simétrica da liberdade de expressão: só é lícito aquilo que me agrada. Aquilo que me ofende deve ser proibido.

Só que defender a liberdade de expressão de minhas idéias não é mérito nenhum. Tampouco representa qualquer utilidade social. O verdadeiro mérito está em defender a liberdade de expressão daqueles que nos ofendem profundamente, e então vencê-los no debate por meio da razão. A censura prévia é simplesmente o método a que recorrem os intelectualmente incapazes.

No geral, se você é de esquerda e defende censura e punição àquilo que você considera "discurso de ódio da direita", você está apenas defendendo o privilégio da sua seita de abolir a expressão das idéias alheias. E vice-versa. A universalidade da liberdade de expressão não existe para proteger aquilo que nos agrada, mas sim para proteger da censura aquilo que nos ofende.

Caso cedamos ao encanto de censurar aquilo que nos desagrada, em vez de criarmos uma plataforma que estimule o desenvolvimento do indivíduo por meio do raciocínio lógico, do questionamento e dos diálogos estimulantes, estaremos apenas criando robôs com pensamentos padronizados e homogeneizados.

Abrir a Caixa de Pandora da censura pode acabar estimulando outros grupos a fazerem exatamente o mesmo, acabando assim com a liberdade geral de expressão e com toda a nossa capacidade de debate baseado na razão. Com efeito, estaremos atacando a nossa própria capacidade de raciocínio.

Não há mágica: o livre intercâmbio de informações e idéias é crucial para o progresso de uma sociedade livre. Por isso, toda a forma de "polícia do pensamento" deve ser abolida.

Por fim, um teste: alguns países europeus, como a Alemanha, transformaram em crime o "discurso de ódio" (hate speech) na internet. Na prática, as mídias sociais (Google, Facebook e Twitter) serão severamente multadas caso permitam que seus usuários façam "discursos de ódio" em suas plataformas.

Por uma questão de lógica, isso implica que agora é ilegal odiar Hitler e o Holocausto na internet. Também significa que o marxismo -- que fomenta o ódio dos assalariados aos capitalistas, estimulando o assassinato de capitalistas -- se tornou ilegal. Você apóia?

 

*Este artigo foi originalmente publicado em 10 de abril de 2019.

Julian Adorney , Mises Brasil 

J.R. Guzzo: Elon Musk é o mais recente “inimigo da pátria” criado pelo consórcio STF-Lula

 

O empresário Elon Musk.| Foto: EFE/EPA/Filip Singer


É um certificado trágico do colapso da moral na vida pública brasileira a reação histérica, rancorosa e violenta do regime e de quase toda a mídia contra o empresário Elon Musk, controlador do Twitter-X – o mais recente “inimigo da pátria” criado pelo consórcio STF-Lula e por seu sistema de apoio. Musk fez o que, em qualquer época e circunstância, é uma indiscutível declaração em favor da liberdade de expressão.

De maneira mais clara, em favor da liberdade de expressão no Brasil, onde vem sendo sistematicamente perseguida por uma junta de governo que nos últimos anos criou um sistema ilegal de censura neste país e tem cometido centenas, ou milhares, de violações à lei sob o disfarce de “decisões judiciais”.


Foi como se Musk tivesse ameaçado jogar uma bomba de hidrogênio em cima de Brasília, usando, talvez, um dos seus foguetes espaciais destinados à rede de comunicações.


E qual é a reação do governo, dos seus agentes e da maioria dos jornalistas? Ficam todos indignados contra Musk – isso mesmo, contra Musk, e não contra a censura e a agressão aos direitos civis e às liberdades públicas. Chegamos à um ponto de deformação tão extremo que o seu manifesto em favor da liberdade é descrito por todos eles como uma “ameaça” ao país. Como a liberdade poderia “ameaçar” alguém? É um passo a mais rumo à demência.

Elon Musk anunciou, ao longo do fim de semana, que o Twitter-X tinha tomado a decisão de levantar as restrições criadas no Brasil contra contas na plataforma – na prática, a proibição, decretada por Alexandre Moares em afronta aberta à lei, de adversários do regime publicarem o que pensam no Twitter, e serem lidos por outros usuários. Qual o crime de se propor uma medida em favor da liberdade? Não pode, por definição, haver nada de errado com isso, nunca. Mas foi como se Musk tivesse ameaçado jogar uma bomba de hidrogênio em cima de Brasília, usando, talvez, um dos seus foguetes espaciais destinados à rede de comunicações.

Foi acusado, com extremos de indignação, de “interferir nos assuntos internos do Brasil, “desrespeitar” a Justiça brasileira, tratar o país como “uma terra sem lei” – como se houvesse alguma lei no Brasil que não possa ser violada dia e noite pelo STF. Num momento especial de delírio, Musk foi incluído pelo ministro Alexandre Moraes como “investigado” no seu inquérito perpétuo contra as “milicias digitais, por “obstrução da justiça em organização criminosa” e “incitação ao crime”. E agora: vai apreender o passaporte do homem? Vai mandar depor na Polícia Federal? Vai fechar o Twitter no Brasil?

Elon Musk apenas disse, e esperou muito tempo para dizer, o que já diz há anos a mídia independente do Brasil, incluindo a Gazeta do Povo: o STF e o ministro Moraes criou e comanda um esquema de censura nas redes sociais. Como Musk é personalidade mundial, levantou-se esta excitação toda.

A questão, agora, é averiguar o nível de infâmia em que está localizada hoje a consciência dos presidentes da Câmara e do Senado brasileiros, os únicos que podem tentar fazer alguma coisa concreta contra a anarquia legal que o STF criou no país. É uma vergonha, entre tantas outras, que vejam um empresário estrangeiro se levantar contra a ditadura hoje em vigor – quando fazer isso é o dever elementar dos dois. O pior cenário é se juntarem ao linchamento.



Gazeta do Povo