quinta-feira, 29 de julho de 2021

Escola de Negócios de Harvard abandona a Argentina

 


Após mais de 20 anos na capital da Argentina, a Harvard Business School vai se mudar de Buenos Aires para Montevidéu.

A universidade também mantém sedes em São Paulo e na Cidade do México.

Em carta direcionada a profissionais da instituição, o presidente da Faculdade para América Latina, Michael Chu, explica as motivações: 

“As difíceis condições da Argentina […] deram lugar a uma persistente emigração de profissionais.”

Chu ainda citou a dificuldade em se conseguir “profissionais com o melhor talento analítico e de redação, capacidade bilíngue (ou trilíngue), uma sólida formação acadêmica e sensibilidade empresarial”.

Segundo o jornal Gazeta do Povo, Chu também justificou a escolha da nova sede:

“O Uruguai há muito se destaca por sua estabilidade institucional e clima de negócios atraente.”


Renova Mídia

Bolsonaro: “É justo quem tirou Lula da cadeia ser o mesmo que vai contar os votos numa sala secreta no TSE?”

 

O presidente Bolsonaro iniciou a live desta quinta-feira (29) disparando contra o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, que é, neste momento, o principal opositor à implantação do voto impresso auditável no Brasil.

O presidente da República acusou o magistrado de promover ações contra a proposta do voto impresso. Segundo ele, Barroso, que também é ministro Supremo Tribunal Federal (STF), interferiu na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (CCJ) para barrar o projeto.

Bolsonaro ainda jogou dúvidas sobre a lisura dos responsáveis pela contagem dos votos das eleições.

“É justo quem tirou Lula da cadeia ser o mesmo que vai contar os votos numa sala secreta no TSE?” — questionou Bolsonaro numa clara referência ao fato das principais lideranças do TSE serem integrantes do STF, que anulou as condenações de Lula, o liberando para concorrer à eleição presidencial de 2022.


República de Curitiba

Frio: técnica de irrigação evita perdas em frutas e hortaliças

Método cria uma camada de gelo sobre o fruto, impedindo queimaduras provocadas pelas baixas temperaturas


Em Tangará, Santa Catarina, produtores usaram a irrigação por aspersão para congelar e proteger a produção | Foto: Walter Graff Zang/Epagri
Em Tangará, Santa Catarina, produtores usaram a irrigação por aspersão para congelar e proteger a produção | Foto: Walter Graff Zang/Epagri

A formação de geada pode refletir de forma negativa na atividade agrícola e pecuária, causando prejuízos em cultivos e criações sensíveis ao frio. Para impedir perdas, a técnica de irrigação por aspersão pode ser uma aliada do produtor de fruta.

A irrigação por aspersão simula o efeito da chuva sobre as plantas, utilizando um sistema que pulveriza a água. Esse sistema conta com um mecanismo chamado aspersor, que divide a água em jatos e os impulsiona na direção da plantação. Por isso, ele ganhou o apelido de chuva artificial.

“Essa técnica forma uma camada de gelo ao redor da planta, para que a proteja e mantenha uma temperatura próxima de 0ºC, servindo como um tampão e prevenindo a queima do fruto devido as temperaturas negativas”, diz o coordenador de fruticultura da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina. “Literalmente a planta fica congelada, realizando um isolamento de frio”, explica.

Hortaliças

A produção de hortaliças também é sensível ao frio intenso, por isso, recomenda-se manter os aspersores da irrigação ligados no dia em que a geada ocorre, até o nascer do sol. Isso porque a água tem uma temperatura maior em relação ao ambiente e ajuda a formar uma camada de vapor que protege as plantas do congelamento.

Sabrina Nascimento, Revista Oeste

Êxodo venezuelano pode superar o da Síria em 2022

 


Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil | Me

Até o início de 2022, o número de emigrações venezuelanas pode chegar a sete milhões de pessoas. A quantidade supera o êxodo da Síria (6,7 milhões), considerado o maior do mundo. Os dados aparecem no relatório divulgado pelo Grupo de Trabalho da Organização dos Estados Americanos para a Crise de Migrantes e Refugiados Venezuelanos, divulgado nesta quinta-feira, 29.

A equipe é coordenada por David Smolansky, que nasceu no país sul-americano. Ele assegura que existem mais de 5,6 milhões de migrantes e refugiados da Venezuela — número que corresponde a 18% da população local. “É a maior crise de exilados da história da região”, declarou. De setembro de 2020 para cá, cerca de 700 a 900 pessoas fugiram diariamente por vias irregulares, enfrentando rotas marítimas ou trilhas perigosas.

O principal destino é a Colômbia, que já conta mais de 1,7 milhão de venezuelanos no seu território, seguida por Peru (1,05 milhão), Estados Unidos (465 mil), Chile (457 mil) e Equador (431 mil).

Artur Piva, Revista Oeste

‘Queremos eleições democráticas’, afirma Bolsonaro

 

Bolsonaro garante querer eleições democráticas
Bolsonaro garante querer eleições democráticas | Foto: Reprodução/YouTube

O presidente Jair Bolsonaro promoveu uma live nesta quinta-feira, 29, para falar sobre a segurança das urnas eletrônicas de primeira geração, utilizadas nas eleições brasileiras desde 1996. Durante a transmissão, o chefe do Executivo federal esclareceu as dúvidas sobre o voto “impresso” e comentou a resistência do Tribunal Superior Eleitoral à auditoria dos votos nas eleições de 2022.

Butão, Bangladesh e Brasil

Segundo Bolsonaro, apenas Butão, Bangladesh e Brasil utilizam as urnas eletrônicas de primeira geração nas eleições. “Por que países como Japão e Coreia do Sul não adotam um sistema como o nosso?”, perguntou. “O presidente do Tribunal Superior Eleitoral [TSE], Luís Roberto Barroso, disse que nosso sistema é seguro e confiável.”

Debate politizado

O chefe do Executivo federal criticou o modo como o debate sobre o voto “impresso” foi conduzido no Brasil. “Por que a ferocidade do presidente do TSE em não querer discutir o assunto, não falar sobre a contagem pública de votos?”, indagou. “Por quê, na iminência da aprovação da PEC da deputada Bia Kicis, ele se reuniu com lideranças partidárias?”

Barroso e a reunião com líderes partidários

De acordo com Bolsonaro, após o encontro entre o ministro Luís Roberto Barroso e as lideranças de 11 partidos, as siglas mudaram radicalmente de posição sobre a questão do voto “impresso”. “Qual é o poder de persuasão do Barroso?”, questionou. “Que poder esse homem tem para demonstrar essa forma de convencimento?”

O presidente da República afirma que a auditoria dos votos permitiria a realização de eleições democráticas em 2022. “Por que Barroso teme tanto o voto democrático?”, perguntou. “Por que ele não quer eleições democráticas? Mentem, senhor ministro Barroso, aqueles que dizem ser retrocesso a instauração do voto impresso.”

Urnas eletrônicas de primeira geração não são auditáveis

Conforme Bolsonaro, amparado na opinião do deputado federal Carlos Sampaio (PSDB-SP), o sistema eleitoral brasileiro é inauditável — ou seja, não é possível verificar os votos. “Não dá para comprovar se houve fraude nas eleições”, afirmou. “Qual será o futuro do Brasil se terminarmos as eleições com um lado ou outro desconfiando do resultado do pleito?”

O chefe do Executivo federal garante não querer criar animosidade com os Poderes da República. “Queremos paz, tranquilidade”, asseverou. “O destino do Brasil será escolhido pelos eleitores. Se tiverem feito escolhas erradas, que aguentem as consequências. Porém, não podemos admitir que um candidato vença as eleições sem ter votos suficientes.”

Segundo Bolsonaro, não é justo os “responsáveis” pela libertação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva serem os escolhidos para contar os votos nas eleições presidenciais de 2022. “Quero eleições no ano que vem, vamos realizá-las”, disse. “No entanto, queremos eleições limpas, democráticas, sinceras. O que está em jogo é o futuro do Brasil.”

Leia também: “É proibido modernizar a urna eletrônica?”, reportagem de Cristyan Costa publicada na Edição 69 da Revista Oeste

Edilson Salgueiro. Revista Oeste

Flamengo 6 x 0 ABC - Gols e Melhores Momentos - Copa do Brasil 2021

Análise da live de Jair Bolsonaro de 29/07/21

#BolsonaroPresidenteAte2026 Live do presidente Bolsonaro

Mistério: cinco generais cubanos morrem em apenas nove dias

 

Manifestação pró-regime em Cuba | Foto: Foto: Joaquín Hernández/Xinhua
Manifestação pró-regime em Cuba | Foto: Foto: Joaquín Hernández/Xinhua

Cinco generais cubanos, um deles ex-comandante da Força Aérea, morreram num espaço de nove dias. As mortes aconteceram poucos dias depois do protesto contra o regime que se espalhou pela ilha. Uma das hipóteses é que os generais tenham sido vítimas da covid-19, que está se espalhando a uma velocidade oito vezes maior que no começo de julho, segundo o jornal The Guardian.

O mais conhecido deles é o general Ruben Martinez Puente, de 79 anos. Ele foi o responsável pela derrubada de um avião particular americano em 1996 em águas internacionais, causando quatro mortes. Puente foi indiciado por um tribunal de Miami em 2003, mas jamais levado a julgamento.

Outro dos generais mortos, Marcelo Vercecia, foi guarda-costas do ditador Fidel Castro. Os óbitos ocorreram entre os dias 17 e 26 de julho. O mais jovem, Agustín Peña Pórrez, tinha 58 anos. O regime não revelou a causa da morte de nenhum deles.


Dagomir Marquezi, Revista Oeste

#BolsonaroPresidenteAte2026 - Começa a live do presidente Bolsonaro - Os Pingos Nos Is - 29/07/21

LIVE BOMBA DE JAIR BOLSONARO: A URNA EM XEQUE - Os Pingos Nos Is - 29/07/21

Só a audiência de 'Os Pingos Nos Is' registra mais de 242 mil pessoas (às 20h). É a live de Bolsonaro

"O vídeo kamikaze do STF", por Madeleine Lacsko

 

STF publicou hoje em suas redes vídeo que tenta desmentir Fake News, mas a emenda fica pior que o soneto.| Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil


Eu estava toda radiante com a medalha de prata da Rebeca Andrade, daí me mandaram um link com uma postagem do STF. E eu só fiquei pensando por que cargas d'água alguém resolve cometer um desatino desses e justo hoje. Posto aqui o vídeo e depois explico por que é inadequado institucionalmente e completamente arcaico e ineficiente sob o ponto de vista técnico.

Fiz parte da equipe que criou as redes sociais do STF, durante a presidência do ministro Gilmar Mendes, entre 2008 e 2009. A documentação interna produzida pela equipe para atuação nesses canais tinha a maior preocupação com institucionalidade. Ali não é o canal do Felipe Neto ou do MBL, é a Suprema Corte de um país. Aliás, fosse canal de YouTubber, pelo menos a edição, sonorização e locução do vídeo postado hoje seriam mais profissionais.

Há um conceito que aprendi naquela oportunidade profissional, o da magnanimidade na posição institucional. Ministros do STF são pessoas e, embora não seja o que se espera deles, podem entrar em embates pessoais de todo tipo de natureza, inclusive pela imprensa. A Suprema Corte de um país jamais entra em bate-boca ou intitula-se dona da verdade. É um caminho kamikaze numa hora grave.

A magnanimidade é o posicionamento necessário tendo em vista que o STF deve ser o guardião da Constituição Federal e é peça chave no sistema de freios e contrapesos dos Poderes da República. É fato que há uso político da disseminação de uma mentira sobre decisão do STF. No entanto, uma investida atabalhoada e pouco institucional só piora as coisas.

O presidente da República adotou a lenha botada na fogueira e já jogou mais gasolina. Diz que o STF cometeu crime. Ou seja, o STF virou ator político e o presidente da República virou juiz. Você pode odiar o STF e os ministros, mas a instituição Suprema Corte é o que garante o equilíbrio de um sistema político.

Num exemplo prático: qual a diferença entre a Venezuela e a Bolívia? Hugo Chávez conseguiu convencer o povo a implodir o "STF" deles, Evo Morales tentou mas não conseguiu. A Suprema Corte venezuelana tinha problemas sim, aliás bem piores que os nossos. Ocorre que poder não admite vácuo. Assim que se retiram os freios e contrapesos, os políticos ocupam este espaço de poder sem pedir licença. O resultado é sempre imprevisível.

O vídeo começa dizendo uma frase do propagandista do nazismo, Joseph Goebbels: uma mentira repetida mil vezes vira verdade. Questiona a afirmação e responde de forma absolutamente pueril que isso não acontece. Então não aconteceu no Holocausto? As mentiras repetidas mil vezes não viraram verdade? Seria cômico se não fosse trágico.

Termina com uma hashtag que nem sei como comentar, foi como jogar álcool em gel nos meus olhos: #VerdadesDoSTF. Em primeiro lugar, o STF não decide o que é verdade, decide o que é constitucional. Depois, o STF não é dono da verdade. A hashtag pode induzir a leitura dúbia, a de que alguns fatos seriam verdadeiros só para o STF.

O grande problema do vídeo, no entanto é o negacionismo científico. Há publicações científicas mostrando que duas coisas não funcionam na era da Cidadania Digital, a que vivemos hoje:

1. Contrapor fatos para estabelecer a verdade em grupos que já divulgam Fake News.

2. Utilizar interlocutores em que um grupo não confia para constestar suas "verdades absolutas".

O vídeo do STF faz as duas coisas e com dinheiro público.


Fosse uma peça poderosa de comunicação, capaz de acabar com a lenda urbana mentirosa do STF tirando poderes do presidente da República, talvez até valesse avaliar o risco institucional. Ocorre que a peça é um tiro no pé, só serve para gerar mais suspeição sobre a Suprema Corte nos grupos que já não simpatizam com ela.

Isso não sou eu quem estou dizendo, é a ciência. Ignorar fatos científicos porque eles não encaixam na nossa narrativa nunca acaba bem. Todo mundo tem um amigo ou parente que entrou em paranóia por causa de grupo de Whatsapp ou de internet. Eles cismam com uma coisa e danem-se os fatos. Na comunicação há um grupo parecido, aquele que acredita na possibilildade de desmontar Fake News com fact checking.

A ineficácia de fact checking para quem acredita ou compartilha Fake News é um fato científico, não uma opinião minha ou de outra pessoa. Poderia passar o dia empilhando estudos feitos com método científico que comprovam este fato. Vários deles estão compilados no livro Psychology of Fake News, da editora Routledge, que custa quase mil reais mas está de graça no Kindle do Brasil.

Como já trouxe aqui na coluna o último estudo do Jay Van Bavel sobre o tema, além de inúmeros outros, trago hoje o da Briony Swire-Thompson. Ela é uma pesquisadora das universidades Northwestern e Harvard dedicada exclusivamente a compreender por que algumas pessoas não podem ser convencidas por fatos e quais as melhores formas de abrir os olhos desses indivíduos para a realidade.

O estudo publicado há 15 dias traz novidades sobre as formas de trazer à realidade pessoas que acreditam em Fake News. Um ponto importante é que desinformação depende da formação de um grupo fechado. Pessoas que não são respeitadas pelo grupo simplesmente não serão ouvidas. O STF não será ouvido pelas pessoas que distorcem o resultado de um julgamento. É necessário outro interlocutor.

Além disso, falar antes a desinformação para depois corrigir dificulta o processo cognitivo da correção pelo fenômeno da familiaridade. Explico. O vídeo utiliza a negação "é falso que o Supremo tenha tirado poderes do presidente da República". Quem acredita nisso vai ouvir "Supremo tirado poderes" e "presidente da República". O cérebro registra como um conceito familiar e a pessoa agarra-se ainda mais a essa convicção. Familiaridade é mais importante do que os fatos. Campanhas de convencimento utilizam frases afirmativas sempre.

O estudo chamado "Os efeitos de tiro pela culatra após a correção da desinformação estão fortemente associados à confiabilidade" diz que checadores de fatos jamais devem evitar publicar a checagem ou compartilhar com um grupo. É importante que os fatos sejam colocados e a maioria da sociedade tem abertura para evoluir em posicionamentos individuais quando percebe que a questão é mais complexa ou descobre novos fatos. Ocorre que o STF não tem a reputação social de checador de fatos, é de Suprema Corte mesmo, de quem delibera, opina.

Desmentir informações chama-se "debunking" no jargão técnico. É muito menos eficiente em esquemas de desinformação do que o "prebunking", algo que não foi feito. A vacina aqui é mais eficiente que remédio porque o remédio até cura, mas não impede sequelas. É impossível prevenir que se crie uma mentira sobre uma pessoa, um fato ou uma instituição. Restabelecer a verdade, no entanto, não se faz no grito nem no improviso.

Os Poderes da República entram numa guerra infantil sobre quem tem razão e colocam-se uns contra os outros de uma forma cada vez mais assustadora. Não importa quem começou a briga, importa quem entrou nela sem lembrar da responsabilidade que tem. Aprendi em Angola um ditado que nos serve agora: "em briga de elefante, quem sofre é o capim".



Gazeta do Povo

2 a cada 3 americanos acham que 'Black Lives Matter' deve ser investigado por atos violentos

Maioria dos negros e minorias do país declararam ser favoráveis à investigação do movimento extremista Black Lives Matter| Foto: Joe Brusky


Uma pesquisa nacional da Rasmussen Reports feita por telefone e pela internet entre os dias 16 e 18 de julho concluiu que 66% dos norte-americanos acham que o Congresso do país deve investigar os protestos violentos do Black Lives Matter que ocorreram em 2020.

De acordo com o relatório, no ano passado o movimento extremista realizou pelo menos 574 protestos que envolveram atos de violência, incluindo saques, depredações, agressões, incêndios criminosos e ataques a policiais – no período, mais de 2 mil agentes das forças de segurança, vários deles negros, sofreram ferimentos em decorrência dos ataques. Os protestos tiveram início após o assassinato de George Floyd, em 25 de maio de 2020.

Em todos os grupos raciais, a opinião majoritária é em favor da investigação dos protestos. Entre os negros, a porcentagem de favoráveis é de 64%; entre os brancos, o número corresponde a 67%; entre hispânicos, 66%. Quanto aos simpatizantes dos dois principais partidos políticos do país, entre os republicanos, 75% apoiam a investigação – já entre os democratas o número corresponde a 60%.

Outras conclusões da pesquisa:

63% dos consultados acham que os participantes dos distúrbios e saques ocorridos em 2020 deveriam ser acusados ​​criminalmente;

62% acreditam que as autoridades que minimizam os atos de violências merecem ser criticadas;

65% discordam dos ativistas do Black Lives Matter, que afirmam que a bandeira dos Estados Unidos e as bandeiras pró-polícia “Thin Blue Line” são símbolos de racismo;

65% acham que o presidente Joe Biden e a vice-presidente Kamala Harris deveriam se reunir com a família do capitão de polícia David Dorn, que foi assassinado enquanto protegia um empreendimento comercial de saqueadores, da mesma forma que fizeram com a família de George Floyd;

53% acham que o Congresso deveria conceder medalhas às forças de segurança que defenderam suas cidades de saqueadores e desordeiros violentos em 2020;

76% acreditam que os jovens devem ser ensinados a obedecer à polícia em vez de resistir ou fugir da prisão.

Associação Nacional de Polícia afirma que autoridades se omitiram diante dos protestos

Ao comentar os dados da pesquisa, a Associação Nacional de Polícia (National Police Association – NPA) afirmou que a omissão de autoridades norte-americanas quanto aos protestos violentos do Black Lives Matter foi determinante para o aumento nos crimes praticados.

“Quando os prefeitos das cidades em que ocorreram distúrbios violentos em 2020 se recusaram a permitir que a polícia parasse imediatamente os crimes que estavam ocorrendo, isso enviou uma mensagem aos criminosos em todo o país que os crimes seriam permitidos e que os criminosos não seriam tocados”, afirmou o NPA em comunicado.

“Muitas autoridades eleitas de ambos os partidos e em todos os níveis tomaram a mesma atitude. Não pediram desculpas aos seus cidadãos por não cumprirem a lei, mas acusaram os policiais de racismo sistêmico, afirmando que as polícias precisavam de reforma e que seus orçamentos deveriam ser reduzidos”, disse Betsy Brantner Smith, porta-voz da NPA.

Popularidade do Black Lives Matter em queda

A popularidade do movimento extremista, que justifica atos criminosos como sendo em defesa da causa negra e de demais minorias, vem caindo desde o ano passado. O mesmo instituto que realizou a pesquisa que apontou que a maioria dos norte-americanos querem que o Black Lives Matter seja investigado havia concluído apontou, em estudo feito em junho do ano passado, que 62% da população do país tinha uma opinião favorável quanto ao movimento. Um ano depois, uma pesquisa feita pelo Yahoo News/YouGov concluiu que a situação havia se invertido, e a maioria da população já não aprovava o movimento – apenas 42% dos americanos afirmaram ter uma opinião favorável quanto ao Black Lives Matter.

A principal causa para a queda na aprovação foram os habituais atos de vandalismo – em setembro de 2020, uma pesquisa do US Crisis Monitor apontou que 91% dos distúrbios violentos no país estavam ligados ao movimento.

Também pesa contra o grupo as notícias sobre o enriquecimento de seus fundadores. Em abril, a cofundadora do Black Lives Matter, Patrisse Khan-Cullors, comprou uma casa de 222 metros quadrados com área externa de cerca de mil metros quadrados, no valor US$ 1,4 milhão (equivalente a mais de R$7 milhões), em Los Angeles. A informação gerou numerosas críticas, sobretudo pelo fato de o movimento ser, em tese, anticapitalista.

Na ocasião, Hawk Newsome, líder de um grupo antirracista de Nova York que não é vinculado ao Black Lives Matter, pediu uma investigação para apurar como o movimento gasta seu dinheiro.



Gabriel Sestrem, Gazeta do Povo

"A CPI da Covid não investiga nada", por J.R. Guzzo

 

Omar Aziz, sentado, ao lado de Renan Calheiros, ao centro, e Randolfe Rodrigues, à esquerda.
Omar Aziz, sentado, ao lado de Renan Calheiros, ao centro, e Randolfe Rodrigues, à esquerda. | Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado


Se o Brasil tivesse instituições que valessem uma nota de R$ 2 e políticos com a qualidade profissional de um flanelinha, não teria acontecido uma aberração tão miserável como essa CPI da Covid. 

Tendo acontecido, não poderia ter nomeado um presidente investigado por corrupção alguns anos atrás pela Polícia Federal — sua própria mulher e três irmãos foram para a cadeia sob a acusação de meterem a mão em verbas da saúde. 

Também não teria um relator como esse que está aí, com nove processos penais no lombo e a fama pública de ser um dos políticos mais enrolados do Brasil diante das leis criminais. 

Não poderia, igualmente, ter como vice-presidente um indivíduo que não entendeu até agora o que é uma investigação parlamentar séria, já deu provas repetidas de histeria e trata como criminosos e inimigos da pátria todos os depoentes que fazem parte da sua listinha negra pessoal.

A CPI do Senado não investiga nada — existe unicamente para a mídia e a oposição conduzirem, há três meses, um show contra o governo. 

Centenas de depoimentos, diligências, perícias e tudo o mais foram se amontoando uns sobre os outros sem deixar claro, com um mínimo de competência no trabalho investigatório, o que houve realmente de errado, quem errou, quando, onde, no que e como. 

Não há um único inquérito penal que possa levar à condenação de alguém, mesmo porque não há nenhuma prova decente a respeito de nada ou de alguém até agora. 

Milhões de reais de dinheiro público são queimados em troca de literalmente coisa nenhuma.

O vice-presidente da CPI, que desde o começo do espetáculo quis disputar a boca de cena com os outros dois, parece ter encontrado de algum tempo para cá o papel que mais lhe satisfaz; talvez, sem saber, esteja tendo a grande oportunidade de colocar para fora, à vista de todos, o que realmente sempre quis ser e até agora esteve escondido nas dobras da sua estrutura psicológica. 

Está se revelando, talvez mais que os outros, um policialzinho frustrado e subitamente portador de uma farda — desses que sempre sonhou com um revólver na cinta e uma carteirinha escrita “Polícia”, para intimidar as pessoas e se comportar como o pequeno ditador de quarteirão que tanta gente conhece e lamenta.

Nada deixa o senador mais feliz do que chamar os jornalistas para ameaçar alguém de prisão, ou para contar que mandou a polícia prender alguém — neste último caso, um empresário que ele acusou de “evadir-se”, para não comparecer a um interrogatório na delegacia de polícia que está armada no Senado Federal. 

É o seu jeito de ser “autoridade” — por meio da repressão, como sonha boa parte da esquerda neste país. 

É o seu jeito de aparecer no noticiário. 

É um retrato acabado desta CPI.

Publicado originalmente na Gazeta do Povo

Revista Oeste

Live do presidente Bolsonaro no "Os Pingos Nos Is" - 29/07/2021

O STF tirou poderes do governo federal na pandemia? Veja o que dizem os juristas

 

O advogado Ives Gandra Martins | Foto: Divulgação
O advogado Ives Gandra Martins | Foto: Divulgação

Em vídeo publicado ontem, quarta-feira 28, em sua página oficial, no Facebook, o Supremo Tribunal Federal (STF) garantiu que jamais proibiu o governo do presidente Jair Bolsonaro de agir no combate à pandemia do coronavírus. A Corte questionou: “Uma mentira contada mil vezes vira verdade?” O vídeo informa ainda que, conforme decisão do plenário, União, Estados e municípios têm competência concorrente para agir na pandemia. A Revista Oeste ouviu a opinião de juristas sobre a decisão do STF, em sessão realizada em abril de 2020.


Confira:

  • Ives Gandra da Silva Martins, advogado e professor emérito da Faculdade de Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em artigo publicado na quarta-feira 28 no site Conjur
Advogado, jurista e professor emérito Ives Gandra Martins | Foto: Vivi Zanatta/Estadão Conteúdo

“Os Estados foram autorizados, em abril do ano passado, pelo STF, contra o disposto no artigo 21, inciso XVIII [Compete à União: planejar e promover a defesa permanente contra as calamidades públicas, especialmente as secas e as inundações], da Lei Suprema, que dá competência exclusiva à União de planejar e promover o combate a calamidades públicas, a combater a Covid-19 como quisessem. Receberam recursos vultosos da União. Abriu-se uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para conhecer se houve ou não corrupção ou desídia no combate à pandemia. A Suprema Corte, entretanto, não permitiu que os governadores que receberam recursos da União e foram autorizados a combater como desejassem a moléstia participassem da CPI, tornando-a, no máximo, uma comissão da meia verdade. Sem fazer um juízo de valor sobre o espirito cívico de magistrados e senadores, é compreensível que o povo possa entender que a Suprema Corte e o Congresso estão mais interessados em derrubar o governo do que apurar a verdade, na medida em que não se interessam em saber como o dinheiro enviado pela União foi empregado em cada unidade da federação, quando já houve inclusive governadores envolvidos em escândalos e possíveis irregularidades.”

  • Janaina Paschoal, deputada estadual pelo PSL-SP, advogada e professora licenciada de Direito Constitucional pela USP
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

“O Supremo não proibiu o presidente de agir, tanto, que o governo gederal implementou o auxílio emergencial, com rapidez e largo alcance. O presidente erra ao dizer que foi proibido de agir. Mas eu também não vejo que o STF tenha determinado ações conjuntas. Salvo melhor juízo, o que o STF fez foi dar (reconhecer) a autonomia a Estados e municípios. O curioso foi que alguns governadores gostaram dessa autonomia com relação ao presidente, mas se ressentiram quando os prefeitos quiserem exercê-la.”

  • Luiz Augusto Módolo, doutor e mestre em Direito Internacional e bacharel pela Faculdade de Direito da USP
O advogado Luiz Augusto Módolo | Foto: Divulgação

“Por decisão liminar do STF na ADPF 672, foram criadas, durante a pandemia, 5.596 políticas de saúde, número dos entes federativos (União, Estados, etc.) que poderiam decretar lockdown e quarentena. A União, em tese, teria poderes de coordenação, mas esses poderes foram, sim, esvaziados pelo STF, considerando que o SUS é um sistema tripartite. Na mesma ação, o STF diz claramente que a União não pode ir contra decisões dos outros entes no sentido de “intensificar ou ajustar o nível de proteção sanitária e epidemiológica nos âmbitos respectivos (…)”. E, sobre o lockdown, o STF afirmou que ele seria um dos meios “reconhecidamente eficazes” contra a pandemia e que, em suma, a União poderia apenas tomar medidas mais restritivas que os demais entes, mas nunca o contrário.”

“O fracasso do lockdown

  • Modesto Carvalhosa, advogado e autor de várias obras — entre elas, Da Cleptocracia para a Democracia em 2019: um Projeto de Governo e de Estado e O Livro Negro da Corrupção
modesto carvalhosa
Foto: Divulgação/Arquivo

“A decisão do Supremo foi a reafirmação do regime democrático federativo que a Constituição do Brasil instituiu e que garante aos Estados e municípios autonomia para decidir assuntos concretos de saúde pública. Ou seja, o prefeito é o primeiro a saber das necessidades de conteção da pandemia em cada município. A mesma coisa acontece com o Estado em relação às cidades. E a União tem a necessidade de participar de todo esse esforço, coordenando as medidas e as providências a tomar. Em que pese todas aquelas loucuras que eles realizam, não houve, por parte do Supremo, a supressão da responsabilidade da União sobre a pandemia.”

Assista ao vídeo:

Revista Oeste

General presidente do Clube Militar sobe o tom contra ministros: “Suprema corte desmoralizada”

 

General Eduardo José Barbosa, Presidente do Clube Militar, acaba de lançar um dura nota em direção aos ministros Supremo Tribunal Federal (STF).

Em fortes palavras, o general não poupou críticas para o que afirmou ser uma "vergonha".

Leia a nota na íntegra:

Inacreditável o nível vergonhoso de hipocrisia assumido pelo STF, utilizando sua página oficial para lançar assertiva mentirosa, buscando confundir a opinião pública.
Muito provavelmente para respaldar uma CPI esdrúxula, que mais parece um tribunal de inquisição, o STF vem a público afirmar que não impediu o Executivo Federal de coordenar as ações no combate à pandemia, quando todos que sabem ler um mínimo de português podem constatar que as decisões do Supremo deram a Governadores e Prefeitos o poder absoluto para decidirem o que bem entendessem, inclusive com medidas inconstitucionais e desvio escancarado de recursos públicos.
Isto, com certeza, contribuiu para piorar as consequências nefastas da pandemia, em muito lembrando governos passados rechaçados pela população em 2018, mas ainda protegidos por Ministros escolhidos, exatamente, por esses corruptos que permanecem impunes.
Não é de se estranhar que esses mesmos Ministros, não eleitos pelo povo, se promiscuam em discussões políticas (que não lhes cabem) e defendam, com vigor exacerbado, que não se melhore nosso sistema eleitoral para que seja mais transparente, com discurso semelhante àqueles que quase destruíram nosso País e desejam voltar ao poder.
Se o atual sistema é defendido pelos corruptos que não o querem transparente, já é um forte indício de que há algo errado...
General Eduardo José Barbosa - Presidente do Clube Militar 29 de julho de 2021

Jornal da Cidade

'Servidor' da GloboLixo, Marcelo Barreto é ironizado pela torcida do Flamengo

STF solta a pior fake news de sua historia

STF solta a pior fake news de sua historia...

Alexandre Garcia escancara hipocrisia da facção do STF

Oswaldo Eustáquio no 'Pânico' (29/07/2021)

Leda Nagle conversa com a epidemiologista Carla Domingues - E a duração das vacinas?

Os Pingos Nos Is 29/07/21

Governo comprova q o STF interveio de forma inconsequente no combate ao vírus chinês. Impediu que o governo federal enfrentasse diretamente a peste chinesa. Transferiu a Estados e Municípios a reação à pandemia. Deu no Covidão

 

As 'excelências' passaram a governadores e prefeitos qualquer decisão sobre o combate ao vírus chinês, inclusive a compra de respiradores, máscaras... a construção de  hospitais de campanha, tudo sem licitação, o que gerou o Covidão. A postura do Supremo não causou surpresa. Afinal, soltar Lula, o mais depravado ladrão da história do Brasil, encerrou definitivamente qualquer resquício de ética e seriedade na corte


Nota Oficial - SECOM - 29/07/2021

Em relação ao vídeo veiculado em perfil oficial do Supremo Tribunal Federal, observamos o seguinte:

- O Governo Federal agiu e segue agindo, durante toda a pandemia, enviando recursos a estados e municípios, bem como material hospitalar. Mobilizou toda sua estrutura federal, incluindo as aeronaves da FAB, para transportar remédios, oxigênio, materiais diversos e, sobretudo, pacientes.

- O nosso Governo também criou programas para a manutenção de empregos (PRONAMPE), bem como despendeu R$ 320 bilhões para atender os mais necessitados que foram obrigados a ficar em casa, sem meios de sobrevivência, via Auxílio Emergencial.

- Fake news desestimularam o tratamento inicial da doença, desrespeitando, inclusive, parecer do Conselho Federal de Medicina que atribui ao médico a decisão de receitar, com aquiescência do paciente ou familiar, o tratamento off-label (fora da bula).

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, em abril de 2020, que "não compete ao Poder Executivo afastar, unilateralmente, as decisões dos governos estaduais, distrital e municipais que adotaram importantes medidas restritivas como a imposição de quarentena, suspensão de atividades de ensino, restrições de comércio, atividades culturais e à circulação de pessoas.”

Desta forma, o STF delegou poderes para que Estados e Municípios fechassem o comércio, decretassem lockdown, fechassem igrejas, prendessem homens e mulheres em praças públicas ou praias, realizassem toque de recolher, etc.

O Governo Federal, por duas vezes, foi ao STF para que decretos de governadores, que violavam incisos do art. 5° da Constituição Federal, que trata das liberdades individuais, fossem declarados inconstitucionais. Lamentavelmente estas ações sequer foram analisadas.

Em nenhum momento este Governo deixou de respeitar o sagrado direito à liberdade de expressão de todos. Cometem atos antidemocráticos exatamente os que querem, pelo uso da força, calar quem se manifesta.

O Presidente da República sempre defendeu, mesmo sob críticas, que o vírus e o desemprego deveriam ser combatidos de forma simultânea e com a mesma responsabilidade. A fome também mata.

A vacina é uma realidade em nosso Governo. Fora os países produtores da mesma, o Brasil é aquele que mais investe em imunizantes e que mais vacinou sua população.

Mais do que nunca, o momento continua sendo o da união de todos no combate ao mal comum: o vírus, que é mortal para muitos.

Bolsonaro não perde a autencidade. E fala a verdade

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Bolsonaro afirma que STF cometeu crime, acusa de Fake News e diz que Barroso é contra a Democracia

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Bolsonaro afirma que STF divulgou fake news e ‘cometeu crime’

Presidente rebateu vídeo divulgado pela Corte em que o tribunal alega não ter limitado atribuições do governo federal na pandemia


Jair Bolsonaro criticou o Supremo Tribunal Federal e rebateu vídeo divulgado pela Corte sobre atribuições durante a pandemia de covid-19
Jair Bolsonaro criticou o Supremo Tribunal Federal e rebateu vídeo divulgado pela Corte sobre atribuições durante a pandemia de covid-19 | Foto: Alan Santos/PR

O presidente Jair Bolsonaro rebateu o Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quinta-feira, 29, em conversa com apoiadores ao deixar o Palácio da Alvorada. Ao comentar o vídeo divulgado ontem pela Corte em que o tribunal nega ter limitado o poder de ação do governo federal durante a pandemia de covid-19, Bolsonaro classificou essa informação como “fake news“.

“Vou rebater logo mais a nota do Supremo de ontem dizendo que não tirou poderes meus. Isso é fake news. O STF decidiu que as medidas restritivas impostas por governadores e prefeitos não poderiam ser modificadas por mim”, afirmou Bolsonaro.

“Então, o Supremo, na verdade, cometeu crime, ao dizer que prefeitos e governadores, de forma indiscriminada, poderiam simplesmente suprimir todo e qualquer direito previsto no artigo 5º da Constituição. Foi mais que um estado de sítio”, completou o presidente.

Em vídeo publicado nesta quarta-feira 28 na página oficial do STF no Facebook, a Corte indaga: “Uma mentira contada mil vezes vira verdade?”. O vídeo informa que, conforme decisão do plenário, União, Estados e municípios têm competência concorrente para agir na pandemia.


Fabio Matos, Revista Oeste

Brasil gera 1,5 milhão de empregos formais no primeiro semestre

Só em junho, país registrou um saldo positivo de 309 mil novas vagas com carteira assinada


Brasil terminou o primeiro semestre com saldo positivo entre contratações e demissões
Brasil terminou o primeiro semestre com saldo positivo entre contratações e demissões | Foto: Agência Brasília

Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quinta-feira, 29, mostram que a economia brasileira gerou cerca de 1,5 milhão de empregos com carteira assinada no primeiro semestre deste ano.

O resultado é completamente diferente do registrado no mesmo período de 2020, no auge da pandemia de covid-19. No primeiro semestre do ano passado, 1,19 milhão de vagas formais de trabalho haviam sido fechadas no país.

Ainda segundo o Caged, o Brasil criou, em junho, 309.114 empregos formais. No mês passado, foram registradas 1.601.001 contratações e 1.291.887 demissões no país.

Leia também: “Boletim Focus: projeção para o PIB sobe pela 14ª semana seguida”

Leia mais: “FMI revisa para cima projeção para o PIB do Brasil: 5,3% em 2021”

Fábio Matos, Revista Oeste

Chegada de Ciro Nogueira pode ajudar na aprovação do marco das ferrovias, diz Tarcísio

Ministro da Infraestrutura ressalta a importância de o Brasil ampliar e modernizar o transporte sobre trilhos


Proposta estabelece o regime de autorização
Proposta estabelece o regime de autorização | Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, afirmou nesta quinta-feira, 29, que se ampliam as chances de aprovação do marco das ferrovias no Congresso Nacional, com a chegada do senador Ciro Nogueira (PP-PI), novo chefe da Casa Civil. “A vinda dele é um fator que, sem dúvidas, contribuirá para o governo obter êxito nessa medida”, disse Tarcísio, em entrevista ao Jornal da Manhã, da rádio Jovem Pan.

Segundo o ministro da Infraestrutura, o marco é essencial para a modernização e a ampliação da malha ferroviária brasileira, deixada de lado a partir do governo Juscelino Kubitschek. Em linhas gerais, a proposta desobriga o poder público a fazer um processo licitatório para decidir quem vai operar um trecho ferroviário. O investidor interessado pode procurar o governo com um projeto de modo a explorar uma nova linha férrea. A União apenas analisa e autoriza.

Leia também: “O fim do gargalo da infraestrutura”, reportagem publicada na Edição 27 da Revista Oeste

Cristyan Costa, Revista Oeste

Vale registra lucro líquido de R$ 40 bilhões no 2º trimestre

No mesmo período do ano passado, no auge da pandemia, a empresa havia obtido ganhos de R$ 5,289 bilhões


Vale anunciou bons resultados no segundo trimestre de 2021
Vale anunciou bons resultados no segundo trimestre de 2021 | Foto: Reprodução/Mídias Sociais

A Vale anunciou na quarta-feira 28 que registrou um lucro líquido de R$ 40,095 bilhões no segundo trimestre deste ano. No mesmo período do ano passado, no auge da pandemia de covid-19, a empresa havia obtido ganhos de R$ 5,289 bilhões. O lucro da companhia em 2020 foi de R$ 26,7 bilhões.

De acordo com o relatório financeiro da Vale, a disparada se deve, principalmente, à forte alta do preço do minério de ferro, em meio a uma demanda crescente da China. O preço médio do minério de ferro mais do que dobrou em apenas um ano, chegando a US$ 182,8 por tonelada.

O Ebtda (índice de lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado da mineradora foi recorde no segundo trimestre de 2021 (R$ 59,178 bilhões). No mesmo período do ano passado, o resultado foi de R$ 18,1 bilhões.

No segundo trimestre, a receita líquida da Vale foi de R$ 87,8 bilhões, o que corresponde a um crescimento de R$ 18,5 bilhões em relação aos três primeiros meses do ano. No mesmo período de 2020, o montante foi de R$ 40,4 bilhões.

Fábio Matos, Revista Oeste