terça-feira, 20 de abril de 2021

Brasil atinge a maior média de doses diárias da vacinação contra o vírus chinês

 



O Brasil começou bem esta semana no quesito vacinação contra a Covid: esta segunda-feira (19) fechou o dia com a maior média diária de doses aplicadas desde o início da campanha de imunização, em janeiro. Com mais de 980 mil doses aplicadas neste dia 19, os últimos sete dias mantiveram uma média de 819 mil doses. Em relação à última segunda-feira (12), houve um crescimento de 4,5% na média diária de vacinação. 

Nos sete dias analisados, o Brasil aplicou 5,67 milhões de doses e bateu recorde de segundas doses na sexta (16): 620 mil doses em 24h.

Apoiada em recorte das primeiras doses, a torcida fúnebre alardeou que a vacinação “despencou”. Mas as segundas doses bateram recordes.


Levando-se em conta apenas os dias úteis, a média sobe para 935,4 mil vacinas diárias. No fim de semana, a média cai a pouco mais da metade.São 12,7% os brasileiros que receberam uma dose da vacina. A média mundial é 6,4%; na América do Sul, 10,1%, diz o Our World in Data.

A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

segunda-feira, 19 de abril de 2021

"CPI é sinônimo de farsa, chantagem e perda de tempo", por J.R. Guzzo

 


Futuro presidente da CPI da Covid, Omar Aziz (PSD-AM) - Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senad


Comissões parlamentares de inquérito, de qualquer nível e para qualquer finalidade, são possivelmente o maior clássico em matéria de fraude que a vida pública brasileira criou nos últimos 500 anos. Ao contrário do boi, nada se aproveita de uma CPI.

Jamais as investigações de deputados e senadores investigam realmente alguma coisa e, com certeza, jamais descobrem o que os seus criadores e participantes prometem descobrir. Na melhor das hipóteses, são pura perda de tempo e desperdício acintoso de dinheiro público. Na pior, e mais frequente, são apenas uma ferramenta para se fazer chantagem. Em qualquer dos casos, CPI é sinônimo de farsa, e farsa de terceira categoria. Um drama de circo teria vergonha de oferecer ao distinto público algo tão ruim.

Mesmo com esse histórico, a CPI inventada agora para “apurar responsabilidades” na administração da Covid promete ser um exagero em matéria de hipocrisia, desonestidade e mentira pura e simples. Não há absolutamente nada de concreto e objetivo a apurar – salvo, é óbvio, a única coisa que realmente deveria ser apurada: a roubalheira desesperada à qual estados e municípios se dedicam há mais de um ano, desde que receberam do STF a autonomia total para cuidar da epidemia e, por força da situação de emergência, ganharam o direito de fazer compras sem licitação.

Mas essa investigação, justamente, os parlamentares que agem no submundo do Congresso não querem fazer. Ladroagem e incompetência, só se for federal; a corrupção que de fato existe, a estadual e municipal, tem de continuar protegida.

Nada representa tão bem o espírito da coisa quanto as ameaças feitas por um dos pretendentes mais agitados à presidência da CPI. É uma obra prima. O homem, representante do Amazonas, afirmou em público — e foi levado altamente a sério por muito jornalista — que o governo federal “não fez nada para evitar a entrada do vírus no Brasil”. Acredite se quiser: foi isso mesmo o que ele disse, e é em cima dessa razão que ele quer processar o governo, certamente por genocídio.

Como assim, “não impediu”? E qual dos 200 países do mundo conseguiu impedir? Estados Unidos? Inglaterra? Austrália? A Europa supercivilizada? A África? O que ele sugere como explicação para os 3 milhões de mortes que a Covid causou no mundo até agora?

A estupidez, como se sabe desde sempre na política brasileira, é livre. O curioso é a ligeireza que os colegas do deputado e o resto do “Brasil que pensa” dedicam a surtos como esse – hoje em dia está valendo tudo, decididamente. Para coroar o seu desempenho, o candidato a chefe dessa nova farsa disse que não cederia a “pressões” para incluir os estados e municípios na CPI. É claro que não: seu estado, o Amazonas, é um daqueles em que mais se roubou por conta da epidemia.

Manaus descobriu-se de repente sem balões de oxigênio — pela simples razão de que os governos locais, que têm a responsabilidade direta pelo sistema hospitalar público, só foram se lembrar do problema quando as pessoas estavam morrendo por falta de ar. Mas o deputado não aceita “pressões”. CPI, só nos outros.


Gazeta do Povo

Íntegra do 'Direto ao Ponto' com Bia Kicis - 19/04/2021

José Maria Trindade: General Silva e Luna é um grande gestor

Marco Aurélio diz o que o pensa sobre impeachment de ministros do STF

Naufraga em audiência live que juntou Doria, Leite, Ciro, Haddad e Huck

Greta Thunberg parte para o ataque contra Bolsonaro

Uma imagem vale mais que mil palavras

Acordo entre governo e Congresso mantém emendas no Orçamento e deixa R$ 125 bi fora do teto de gastos

 O governo e o Congresso Nacional selaram um acordo que pode elevar a mais de R$ 125 bilhões os gastos de combate à pandemia de covid-19 fora da meta fiscal e do teto de gastos, a regra que limita o avanço das despesas à inflação. No mesmo acerto, o governo cedeu à pressão dos parlamentares e deve preservar R$ 16,5 bilhões em emendas dentro do Orçamento a partir de cortes em suas próprias despesas de custeio e investimento.

Programas de combate à pandemia ficaram sem limite especifíco, como queria o Congresso. Foto: Dida Sampaio/Estadão


O avanço das negociações veio na esteira de uma série de embates entre governo e Congresso em torno da sanção do Orçamento de 2021 e da demora no relançamento de programas emergenciais para atacar a nova onda mais agressiva de covid-19. "Ao final, quem tinha que ter tranquilidade conseguiu negociar para atender às necessidades orçamentárias e políticas do momento", disse o presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL).

Em uma das frentes, o líder do DEM na Câmara, Efraim Filho (PB), incluiu em um projeto que altera a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) uma emenda apresentada pelo senador Rogério Carvalho (PT-SE) que autoriza descontar da meta fiscal os gastos extraordinários na área de saúde e com programas de crédito a micro e pequenas empresas (Pronampe) e de redução de jornada e salário ou suspensão de contratos de trabalhadores (BEm). 

A meta hoje permite déficit de R$ 247,1 bilhões e poderia estourar com o lançamento dessas medidas. Já no caso do teto, essas despesas já ficam de fora por serem bancadas via créditos extraordinários.

O projeto não prevê limites de valor, o que técnicos da área econômica viram como risco de um “cheque em branco”, justamente o que o ministro da Economia, Paulo Guedes, queria evitar ao propor uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para “carimbar” os recursos, como revelou o Estadão/Broadcast.

No entanto, Efraim disse ao Estadão que a previsão é destinar R$ 10 bilhões ao BEm, R$ 10 bilhões ao Pronampe e R$ 20 bilhões para a saúde. Os valores são maiores que os divulgados pelo Ministério da Economia, que informou prever R$ 10 bilhões para o programa de emprego e R$ 5 bilhões para o de crédito às microempresas.

“Ninguém pode negar a necessidade de socorrer o setor produtivo e os desempregados. O cenário de terra arrasada na economia, com empresas fechando as portas, não interessa a ninguém. As vozes que dizem que é fura-teto são demagogia. O Brasil não pode ficar para trás, e isso não pode ser confundido com ‘cheque em branco’”, diz o líder. O texto foi aprovado nesta segunda, 19, na Câmara e no Senado.

O governo já tem hoje autorização para descontar do teto e da meta R$ 44 bilhões com o auxílio emergencial. Além disso, o Executivo já abriu três créditos extraordinários, no total de R$ 10,9 bilhões, em favor do Ministério da Saúde.

Há ainda as despesas herdadas do ano passado com aquisição de vacinas, infraestrutura turística (para um dos setores mais afetados) e resíduos do auxílio emergencial e do programa de emprego de 2020, cuja previsão está em pelo menos R$ 30,9 bilhões, segundo dados do Painel de Monitoramento do Tesouro Nacional. Com isso, a fatura prevista de gastos contra a covid-19 em 2021 pode alcançar R$ 125,8 bilhões.

Técnicos da área de orçamento têm criticado a saída encontrada pelo Congresso, uma vez que “dribla” regras fiscais e retoma práticas de governos petistas, que abatiam da meta fiscal os investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para tentar amenizar as preocupações com a situação das contas públicas. Além disso, o texto não elimina o temor dos técnicos em assinar e avalizar a abertura de créditos com valores tão vultosos sem dispositivo específico na Constituição.

No mesmo projeto, Efraim Filho incluiu um dispositivo que permite ao governo bloquear por decreto despesas discricionárias (que incluem custeio e investimentos) para recompor despesas obrigatórias, como benefícios previdenciários, seguro-desemprego e subsídios, que ficaram maquiadas em R$ 21,3 bilhões, segundo parecer de técnicos da Câmara com base em dados do Ministério da Economia.

O dispositivo vai ajudar a equipe econômica a concretizar o remanejamento que já vinha sendo estudado desde a semana passada e que tinha como objetivo preservar ao máximo as indicações de emendas de parlamentares, ainda que à custa de gastos do próprio Executivo. Segundo o líder do DEM, esse ‘corte na carne’ do governo será de R$ 9,5 bilhões.

Durante a votação do Orçamento, o relator, senador Marcio Bittar (MDB-AC), reduziu R$ 29 bilhões em despesas do Executivo e direcionou para emendas de relator, contemplando congressistas e ministérios do próprio governo. Após a aprovação, a equipe econômica passou a reclamar nos bastidores de que o acordo havia sido apenas para R$ 16,5 bilhões em emendas e passou a defender o veto parcial, o que levou a um desgaste de Guedes e sua equipe junto ao Congresso.

Nesta segunda, a ministra-chefe da Secretaria de Governo, Flávia Arruda, disse que governo e Congresso chegaram a um acordo para vetar R$ 10,5 bilhões das emendas. Isso, junto com o corte nas discricionárias, deve ser suficiente para manter as emendas no valor acertado com os deputados e senadores.

O líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR), disse que a emenda também vai ajudar na equação de resolução do impasse na sanção do Orçamento de 2021. “Estamos fazendo um acordo geral. Essa emenda deve resolver para ter um veto parcial (no Orçamento)”, disse.

TETO DE VIDRO

Veja as despesas que ficam de fora do teto de gastos e também da meta fiscal

Novos

  • R$ 44 bilhões do auxílio emergencial
  • R$ 10 bilhões do programa que permite às empresas reduzir salário e jornada ou suspender contratos (BEm)
  • R$ 10 bilhões para uma nova rodada de crédito subsidiado a micro e pequenas empresas
  • R$ 20 bilhões para novos gastos com saúde

Novos créditos para saúde já abertos em 2021

  • R$ 2,9 bilhões em 24/2
  • R$ 5,3 bilhões em 30/3
  • R$ 2,7 bilhões em 16/4  

Gastos que foram contratados em 2020, mas devem ser quitados neste ano

  • R$ 22,3 bilhões para aquisição de vacinas  
  • R$ 4,5 bilhões da rodada anterior do BEm
  • R$ 2,3 bilhões do auxílio emergencial de 2020
  • R$ 1,9 bilhão para infraestrutura turística

R$ 125,8 bilhões no total

Fonte: Ministério da Economia e Congresso Nacional

/ COLABOROU ANNE WARTH



Adriana Fernandes, Daniel Weterman e Idiana Tomazelli, O Estado de S.Paulo

Olho vivo: Sobre Hipócritas; Canalhas e Traidores! (ouça o podcast)

 

No artigo anterior apresentei uma visão geral dos riscos que corremos de ter o Brasil roubado de nós. E mesmo que a repercussão tenha sido muito representativa, considero que seja importante explicar melhor como a sociedade atual está configurada pois isso vai fazer toda a diferença em termos de uma reação que nos permita responder às ameaças que certamente vão se intensificar. Principalmente à medida que nos aproximarmos do Pleito Eleitoral, onde tudo pode acontecer...se a gente não se manifestar!

Essa segunda parte vai tentar explicar em que pé estamos, de tal forma que possamos identificar os inimigos reais e que, muitas vezes, estão bem na nossa trincheira jogando granadas em nossos calcanhares... e muitos, não raro, por desconhecer os fatos e não saber fazer uma boa escolha, sendo cooptados intelectualmente pela militância midiática de esquerda: os donos da verdade.

Atenção:

Este é um texto longo. Se preferir, ouvir a versão podcast (áudio) acesse o link que se encontra no final da página.

Então vamos juntos...

Há anos, ouvi uma definição de minha amiga Wilma Bolsoni que dizia que “A sociedade se divide em duas grandes classes de pessoas: as que tem brilho nos olhos... e as que não tem”!

Sempre me agradou a ideia de enxergar as pessoas e a sociedade por essa ótica...

Mas é preciso fazer uma leitura real da segmentação da sociedade atual, um tanto menos romântica, infelizmente.

E como a sociedade brasileira parece estar subdividida?

Acredito ser mais apropriado dizer que a sociedade Brasileira, na atualidade, parece estar dividida em quatro grupos principais:

O grupo dos Hipócritas: gente dissimulada que pode ser definida por suas ações em “fingir ter crenças; virtudes; ideias e sentimentos que na verdade não tem”. Estes são parasitas e vivem disso. Certamente, você mentalmente pode ter enquadrado muita gente, inclusive gente “famosa”, além de organizações poderosas, nessa categoria... não é difícil;

O grupo dos Canalhas: que por definição designa pessoas “desprovidas de moral e que não tem caráter”... e certamente, você também mentalmente já deve ter enquadrado uma série de pessoas nessa categoria: não faltam canalhas, principalmente na política.

O grupo dos Normais: gente com seus erros e acertos, mas que procuram não ser hipócritas e nem canalhas, por mais que seja “caro” ser assim, mas isso representa uma condição de princípios onde se busca respeitar as leis, as pessoas e ser solidário. Além disso, respeitar os direitos do outro, como condição essencial para que haja harmonia social, o que representa um dos pilares mais importante das relações humanas, de quem vive em sociedade. Direitos e deveres, são determinantes para se construir e preservar o “tecido social”, aquilo que Freud chamou de “Pacto Civilizatório”, sem o qual, o que se tem é o caos, que coloca em risco a própria sobrevivência humana sobre a Terra.

Podemos dizer então, que pessoas que carregam intensamente atributos como hipocrisia e Canalhice constituem o quarto Grupo, o dos “traidores”: gente ruim, maldosa, egocêntrica e que busca o poder a qualquer preço, custe o que custar e doa a quem doer. Sim, traidores dos princípios e valores que devem reger as relações humanas.

E está absolutamente claro como pessoas assim, tem usado a Pandemia para atingir objetivos pessoais, mesmo que provocando a destruição das economias, dos empregos e matando as pessoas de muitas formas: seja através de lockdows; seja através da demonização de remédios e tratamentos precoce e também, pela corrupção e desvios de recursos que deveriam ser aplicados para salvar vidas e que foram parar no bolso de bandidos.

Esses sim, são os verdadeiros “exterminadores em massa” da humanidade e que, como psicólogo, posso definir como sendo PSICOPATAS: que são seres manipuladores; desprovidos de emoção, amor e compaixão e, muitas vezes vistos como seres sedutores (e certamente você já conseguiu enquadrar alguns tantos personagens nesse perfil, não é mesmo?).

Se consideramos a definição dos 4 grupos acima, podemos dizer que o Grupo dos Hipócritas e dos Canalhas que produzem no seu extremo, o Grupo dos Traidores é formado por uma minoria em termos de número de pessoas, porém com muito poder, recursos e alcance do que o Grupo dos seres Normais, que são a maioria. Pessoas que representam o poder Oligárquico (Nacional e Global), por exemplo, certamente fazem parte desse grupo dos traidores.

Já o Grupo dos Normais, pode ser subdividido em dois subgrupos:

O dos Normais Idiotas Úteis: formado por pessoas “ideologizadas” que em geral não possuem um bom senso crítico e aceitam passivamente ou não, “verdades transplantadas” seja pela educação, seja pela cultura militante (muitos dos nossos artistas e professores, podem ser também, idiótas úteis, além de hipócritas, é claro). E quando falamos de educação e cultura, vemos como nas últimas décadas elas tem-se incumbido em idiotizar gerações de jovens: um documentário importante da Brasil Paralelo, denuncia isso em relação à primeira arte que é a música (recomendo ver).Em geral são gente jovem em sua maioria, leitores de “head lines” que aceitam como verdade absoluta boa parte dos absurdos que os militantes de esquerda lhes impõem cotidianamente e com isso, os manipulam, muitas vezes por uma vida inteira, infelizmente. Pessoas sensatas desistem de dialogar com essas pessoas, o que não é bom, pois isso as deixa nas trevas e vivendo numa bolha de alienados “uteis”.

O dos Normais esclarecidos: formado por pessoas que tem suas próprias convicções e opinião baseada na sua incessante busca por informação e conhecimento e ainda, outros que são frutos de uma educação onde a família tinha maior peso no processo educacional e na formação de valores. São em sua maioria, pessoas seniores e que cultivam o hábito da leitura ou possuem metodologia empírica baseada em valores essenciais. Muitos desses também podem ser conhecidos como “Tias e Tios do Zap”, que aprenderam com a vida e com a sua própria e rica experiência.

Uma característica importante da sociedade brasileira:

No que tange à religiosidade, cuja liberdade constitucional de culto foi cerceada pelo supremo recentemente: é relevante citar que em dados do IBGE de 2010 cerca de 64,6% dos brasileiros se disseram católicos (romanos); 22,2% se disseram protestantes (o que inclui os Evangélicos tradicionais, pentecostais e neopentecostais). Mesmo que uma pesquisa mais recente pelo Instituto Datafolha em dezembro de 2020 estabeleça que 50% dos Brasileiros seriam católicos (Romanos) e os Evangélicos teriam passado a ser 31% (algo como 65 milhões de brasileiros), é importante verificar que o Cristianismo responde por cerca de 86,8% dos brasileiros com base no IBGE em 2010 e 81% segundo Datafolha em 2020, representando a esmagadora maioria da população no nosso país.

Assim, talvez a agressão que o cerceamento às liberdades de cultos promovidos por Governadores e Prefeitos e “legalizado” inconstitucionalmente pelo Supremo, possa vir a se constituir num outro “tiro pela culatra”.

Cabe lembrar, que a perseguição que se faz aos Cristãos que se agiganta no mundo, como é o caso do que acontece hoje na China, representa um fator estruturante da geopolítica, que se apresenta com uma face a cada dia mais assustadora, e isso pode representar um fator adicional de resistência no nosso país, ou uma forma de aglutinação social contra os interesses que se arregimentam para nos tolher as liberdades em todos os sentidos, que representa o controle social típico das sociedades comunistas, cujas “embalagens” tem mudado mas o conteúdo é o mesmo.

A Conspiração contra o Brasil e os Brasileiros

Mais uma vez, quando falamos de que há uma conspiração para tomar o Brasil dos Brasileiros, estamos falando de um processo de manipulação generalizado de todas as instituições, cujo aparelhamento pela esquerda é flagrante, mas também de um processo de fragmentação e polarização social, como parte do processo de desestabilização que se busca implementar para enfraquecer o poder de resistência dos brasileiros e claro, do poder executivo constituído e eleito pela maior parte da população, cansada de arbítrio e corrupção.

E o que estou querendo dizer?

Estou dizendo que, uma vez que a missão dos grupos que se aglutinam contra o Brasil é destituir o Governo, recolocando a esquerda novamente no poder executivo, estamos em risco iminente de andar para traz, inclusive no que tange à monumental corrupção que tais governos implementaram no nosso país... algo que ainda persiste: não acabou.

Temos no processo de manipulação e “idiotização” de boa parte da população, principalmente pela ação da mídia e, inclua-se nesse grupo as Big Techs (plataformas de redes sociais), como falei, uma estratégia bastante clara dos nosso inimigos. E é claro, além disso, a ação meticulosa de cercear as liberdades de expressão e de mobilização social, como forma de esvaziar toda e qualquer reação da sociedade contra a conspiração em curso.

No artigo anterior, que recomendo a leitura para quem não o leu (clique no link para ler), apresentei uma visão geral passo a passo de como se formou o atual ambiente político e geopolítico que afeta o mundo pois é um movimento global, mas sobretudo o Brasil na atualidade: já que ao que parece somos a “bola da vez”. Esse movimento, que já vem produzindo a destruição das democracias na América Latina, está fortemente em curso para se materializar no Brasil nas eleições de 2022 e é disso também de que trata este segundo artigo.

Atualizando os principais elementos postos à mesa, na “guerra” que se apresenta:

Instauração da CPI da Covid: cujo objetivo principal é o de estabelecer um “palanque político” para a esquerda com vistas a tumultuar o ambiente político inviabilizando as principais pautas do país e levar o embate até as eleições, produzindo desgaste no governo e no presidente, mas que parece mesmo ter sido um tiro no pé. Mesmo que a comissão esteja (ao que tudo indica) infestada de “canalhas”, o fato de incluir a investigação dos Governos dos Estados e Municípios, deverá gerar um desgaste maior ao Supremo, à Mídia Militante, aos Estados e Municípios, como afirmei no artigo anterior. Mas não resta dúvida: um dos principais objetivos é mesmo emperrar o País e inviabilizar a aprovação, em tempo hábil, da PEC 135/19 que institui o voto impresso nas urnas eletrônicas.

Utilização estratégica dos Lockdows: o processo e vacinação em massa e agora, a CPI dos Estados e Municípios, vai jogar contra a estratégia dos Lockdows, enfraquecendo sobremaneira a tentativa de destruir a economia e os empregos, criando um caos social ainda maior. Ou seja, a Pandemia que era a maior arma contra o Brasil parece que vai perder força, a menos que outros fatores sejam incrementados nessa receita. As investigações vão impedir as fraudes que vem ocorrendo, inclusive a ocultação de insumos e as narrativas sobre caos nas estruturas de atendimento, além dos registros fraudulentos das estatísticas de infestação e óbitos.

O Projeto do Passaporte Sanitário: permanece em tramitação acelerada e representa uma tentativa adicional que, aliada a um lobby internacional pode contribuir para o cerceamento das liberdades individuais e a destruição da economia: constituindo-se numa espécie de lockdown adicional também, pela eliminação seletiva das liberdades de ir e vir. Essa é uma BOMBA que precisa ser desarmada.

O voto Eletrônico Auditado: continua sendo estratégico para a esquerda a não auditoria das urnas eletrônicas possibilitando considerável possibilidade de fraude. Esse possivelmente é o maior risco da nossa Democracia no momento.

A elegibilidade de Lula: mesmo que se questione a possibilidade de que os processos de Lula não possam ser anulados mesmo em face da decisão do STF que considerou incompetente a 13 Vara Federal de Curitiba, o que manteria e inelegibilidade de Lula, a decisão veio mesmo para tumultuar o ambiente político e talvez implementar uma terceira via, algo que veremos em breve. Nesse caso, os dados estão rolando...

As pesquisas Eleitorais: já estão surgindo as primeiras pesquisas que estabelecem não apenas Lula, mas vários “potenciais candidatos” que “derrotariam” Bolsonaro num eventual segundo turno. Assim, está sendo pavimentada a “estrada” que leva a uma eleição que pode “justificar” qualquer resultado desejável pelo “Establishment”: como falei...dá para eleger o síndico do prédio.

Urnas não auditáveis, Lula Elegível (ou não), terceira via (“frente ampla”), pesquisa sob “encomenda” e palanque da CPI: está criado o ambiente ideal para definir as eleições de 2022...a menos que essa bomba seja desarmada.

E COMO PODEMOS NOS DEFENDER DE TAMANHA OFENSIVA?

No artigo anterior, apontei alguns posicionamentos com vistas a nos contrapor à ofensiva em curso para “tomar o Brasil dos Brasileiros” como parte de um jogo Geopolítico que destituiu Trump nos EUA numa eleição, bastante duvidosa, para dizer o mínimo e que através do “Foro de São Paulo” se aglutinou para dominar e dominou a maioria dos países da América Latina, levando-os à ruína como já haviam feito no Brasil nos governos petistas.

Mas o que até aqui vinha dando certo, parece haver azedado neste mês de abril, quando Guillermo Lasso, candidato da direita venceu, em segundo turno, a esquerda do Equador, derrotando o candidato Andrés Arauz que em fevereiro vencera o primeiro turno. E claro, lá como aqui, recebendo uma economia destroçada pela esquerda e com minoria no parlamento, algo que pode estar sinalizando para uma contraofensiva como a que ocorreu no Brasil a partir de 2019. Mas, de toda forma isso parece ser um importante sinal para a esquerda do Brasil e talvez por isso, estejam tão estressados e com tanta pressa.

Não resta nenhuma dúvida de que o que representa a direita no Brasil, preserva uma importante fidelidade que se mantem apesar das narrativas, e que talvez tenha aumentado com as arbitrariedades que a militância “antibolsonarista” tem cometido contra a população e agora mexendo com as comunidades religiosas que apresentam um forte engajamento, o que certamente serve para ampliar o apoio ao governo atual, mas claro que nenhuma pesquisa honesta vai revelar isso.

Não resta a menor dúvida de que os interesses antagônicos ao Brasil e aos Brasileiros, passa por uma ação estratégica do Executivo e todas as estruturas políticas que o apoiam, mas sobretudo pelo engajamento e mobilização da população: afinal é quem tem mais a perder com um eventual retorno das facções criminosas que desejam tomar País.

MAIS QUE TUDO, É HORA DE AGIR

Talvez uma missão impossível seja fazer com que um HIPÓCRITA, deixe de ser hipócrita; que um CANALHA deixe de ser canalha e certamente, que um TRAIDOR se torne um ser do bem: em geral, traidores são PSICOPATAS e você não conseguirá fazer com que tais pessoas tenham sentimentos, amor e compaixão, como na fábula do SAPO E DO ESCORPIÃO, faz parte da natureza deles.

Mas é possível mostrar a VERDADE E OS FATOS para pessoas NORMAIS que, por alguma razão, estão confusas ou cooptadas pela militância de esquerda. Não é difícil mostrar a essas pessoas quem são os HIPÓCRITAS e os CANALHAS, como também os TRAIDORES, até porque hoje saíram do armário para se expor como nunca.

A ideia não fazer gostar ou deixar de gostar do Governo atual, mas entender que a quadrilha que ambiciona tomar o poder é contra todos nós, é contra o Brasil.

Não desanime:

Você tem que ser a luz de muitos que possivelmente estão nas trevas da ignorância e que precisam de sua ajuda para sair: o Brasil precisa de todos nós!

ACESSE AQUI A VERSÃO PODCAST (AUDIO)

Jornal da Cidade

Augusto Aras cobra explicação de governadores sobre números da vacinação nos Estados

 PGR detectou uma discrepância entre a quantidade de doses enviadas pelo governo federal aos Estados e o total de vacinas efetivamente utilizadas


Augusto Aras quer saber por que os Estados aplicaram menos doses de vacinas do que receberam do governo federal
Augusto Aras quer saber por que os Estados aplicaram menos doses de vacinas do que receberam do governo federal | Foto: Antonio Augusto/PGR

O procurador-geral da República, Augusto Aras, encaminhou um ofício aos governadores em que cobra explicações sobre o número baixo da vacinação contra a covid-19 nos Estados. A solicitação foi feita por meio do Gabinete Integrado de Acompanhamento da Epidemia de covid-19 (Giac).

O órgão detectou uma discrepância entre a quantidade de doses enviadas pelo governo federal aos Estados (mais de 48 milhões) e o total de vacinas efetivamente utilizadas (32,1 milhões até sexta-feira 16). O ofício é assinado por Aras e pela subprocuradora-geral da República Célia Regina Souza Delgado, coordenadora do Giac.

“As pautas de distribuição das vacinas às unidades federativas, elaboradas e divulgadas pelo Programa Nacional de Imunizações por meio de informes técnicos da campanha, já direcionam as prioridades para as quais aquelas doses devem ser destinadas”, diz o documento. Os dados referentes à vacinação nos Estados foram coletados pela PGR junto ao Ministério da Saúde, que reúne as informações na plataforma LocalizaSus.

No 1º dia de Silva e Luna, Petrobras ganha R$ 16 bilhões em valor de mercado

 Ações preferenciais subiram 5,80%, a R$ 24,28, enquanto as ordinárias avançaram 5,03%, a R$ 23,79


Joaquim Silva e Luna toma posse como presidente da Petrobras | Foto: Paulo Belote/Agência Petrobras
Joaquim Silva e Luna toma posse como presidente da Petrobras | Foto: Paulo Belote/Agência Petrobras

No primeiro dia com Joaquim Silva e Luna à frente de Petrobras, as ações da empresa dispararam e, em apenas um dia, o valor de mercado da petroleira fechou com expressiva alta: R$ 16,5 bilhões. As declarações do general Luna sobre alocação de capital, desinvestimentos e política de preços foram bem recebidas pelos investidores.

No fechamento, o valor de mercado da companhia havia aumentado para R$ 313,6 bilhões ante R$ 297 bilhões na sexta-feira 16. Apesar da valorização, a Petrobras ainda não alcançou os R$ 383 bilhões que valia em 18 de fevereiro, antes das notícias sobre a troca do presidente.

No fim dos negócios desta segunda-feira na B3, a bolsa de valores de São Paulo, as ações preferenciais subiram 5,80%, a R$ 24,28, enquanto as ordinárias avançaram 5,03%, a R$ 23,79.

Joaquim Silva e Luna tomou posse oficialmente nesta segunda-feira. Até 7 de abril, o general era o diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional. Ele recebeu muitos elogios do presidente Jair Bolsonaro por sua gestão à frente da hidrelétrica.

Afonso Marangoni, Revista Oeste

CPI da Covid caminha para virar palanque anti-Bolsonaro

PSOL e PCdoB vão ao STF para Bolsonaro decretar lockdown nacional

Governadores terão que explicar atraso na vacinação

AO VIVO! Bia Kicis é a entrevistada do 'Direto ao Ponto', com Augusto Nunes

"Como o progressismo tomou conta das empresas norte-americanas", por Richard Morrison

 

Livro explica como a lenta influência dos intelectuais esquerdistas transforma empresas em soldados na guerra cultural - Foto: Bigstock


Como a América corporativa, há muito considerada uma das instituições mais conservadoras do país, se tornou protagonista numa guerra cultural praticando todas as formas de militância progressista?

Hoje temos toda sorte de seminários sobre responsabilidade social e conferências sobre governança ambiental e social, nas quais administradores de todos os tipos se comprometem a promover o ativismo climático, a ideologia de gênero, o sindicalismo e outras causas. De alguma forma, vender um produto honesto a um preço justo se tornou uma preocupação secundária para o mundo corporativo, cada vez mais preocupado com acionistas que defendem causas difusas como “a comunidade local”, “o meio-ambiente global” e “a sociedade como um todo”.

Como chegamos a este ponto?

O analista político e de finanças pessoais Steve Soukup nos dá uma resposta fascinante e profunda em sua investigação do politizado mundo dos investimentos contemporâneo, “The Dictatorship of Woke Capital” [A ditadura do capital progressista].

A primeira metade do livro de Soukup é um resumão de um século e meio de história intelectual que cita nomes que vão de Adam Smith a Karl Marx, passando por Woodrow Wilson, Theodor Adorno, Saul Alinsky e Milton Friedman. Na história de Soukup, a mudança começou quando a Johns Hopkins University foi fundada, tendo por inspiração a Heidelberg University, da Alemanha, no final do século XIX. Ali, uma teoria política progressista começou a ganhar popularidade nos Estados Unidos. As mesmas tendências mais tarde ganharam força, depois que uma nova geração de marxistas chegou aos Estados Unidos, em meados do século XX.

Isso gerou uma revolução na forma de os teóricos de esquerda verem as atribuições do governo — e de outras instituições, como a iniciativa privada.

De acordo com os progressistas, nem a velha aristocracia nem a democracia liberal eram capazes de atingir os objetivos necessários da sociedade. Por isso era necessária uma nova elite esclarecida de administradores e burocratas. Esse era o progressismo de teóricos como Woodrow Wilson, Herbert Croly e John Dewey. Eles conferiram toda sorte de autoridade governamental aos administradores, mas ainda assim se consideravam alheios à política em si.

Por fim, cientistas políticos e especialistas em administração, liderados por acadêmicos como Dwight Waldo, da Universidade de Syracuse, concluíram que implementar as medidas democraticamente escolhidas não bastava. Esperava-se que a geração seguinte de especialistas substituísse seus padrões éticos e filosóficos por padrões apoiados pelos eleitores.

“Os funcionários públicos devem se tornar agentes ativos, esclarecidos e politizados da transformação”, como mais tarde diria um dos colegas de Waldo.

Essa é a receita para o que os críticos do governo chamam de “classe governante permanente” — funcionários públicos com emprego garantido, colaborando com ativistas de fora do governo e pondo suas decisões acima do eleitorado e dos representantes eleitos.

Mas a tendência de ver universitários esclarecidos desviando as instituições para fins progressistas não se restringe aos órgãos do governo. A mesma lógica por fim seria aplicada à administração das empresas privadas.

Soukup também conta como, ao mesmo tempo em que os estudiosos da administração expandiam suas disciplinas, autoproclamados radicais como Antonio Gramsci, na Itália, György Lukács, na Hungria, e Max Horkheimer, na Alemanha, tentavam recuperar a reputação e influência de Marx explicando várias das previsões fracassadas da teoria marxista. Quando os acadêmicos alemães da infame Escola de Frankfurt se exilaram nos Estados Unidos, durante a ascensão de Hitler ao poder, eles começaram a influenciar acadêmicos e escritores norte-americanos, o que levou ao surgimento de uma celebridade improvável da cultura pop, Herbert Marcuse.

Na imaginação popular, Marcuse estava associado aos movimentos políticos dos anos 1960, do radicalismo estudantil nos campi ao amor das comunas e praias dos Estados Unidos. Ainda que Soukup argumente que ele não exerceu uma influência tão direta assim sobre a política de esquerda, as ideias de Marcuse sobre os males do capitalismo e da sociedade burguesa fizeram parte da política de libertação que varreu o mundo no fim dos anos 1960 e começo dos anos 1970. Quando o então futuro ministro da Suprema Corte Lewis Powell lamentou a influência anticapitalista cada vez maior dos esquerdistas radicais, num memorando para a Câmara de Comércio dos EUA, em 1971, uma das poucas pessoas que ele criticou nominalmente, além de Ralph Nader e Eldridge Cleaver, foi Marcuse.

Essa revolução defendia não só que a economia capitalista é inerentemente exploradora, como o marxismo clássico ensina, mas também que toda a sociedade contemporânea é repressiva e desumanizante em relação a tudo, desde a família até a religião organizada, e que a educação conspirando para restringir nossa natureza e limitar nosso potencial infinito.

Como boa parte do “sistema” perdendo credibilidade, não à toda o comportamento do público em relação às empresas, ambivalente mesmo nas melhores situações, tenha se tornado mais hostil. Para os rebeldes, infelizmente nunca há matrículas nas universidades ou editoriais socialistas o bastante.

Se subtrairmos todos os que trabalham para agências governamentais e organizações sem fins lucrativos, mais de 70% dos norte-americanos trabalham na iniciativa privada, que busca o lucro. Isso significa que as ideias anticapitalistas vêm de dentro do sistema.

Esse conflito, o de que muitas pessoas — tanto funcionários do baixo escalão como em cargos de chefia — trabalham para empresas privadas pelas quais nutrem sentimentos ambivalentes não é produto do progressismo, mas a teoria acadêmica por trás dele não ajuda em nada. Meu colega Fred L. Smith Jr, do Competitive Enterprise Institute, tem escrito bastante sobre o assunto — líderes empresariais que sofrem de um complexo de inferioridade na profissão e sentem que precisam “recuperar” seu prestígio moral no mundo da sinalização da virtude esquerdista.

A segunda metade de The Dictatorship of Woke Capital enumera vária campanhas progressistas controversas encampadas por alguns dos maiores nomes de Wall Street: Apple, Disney e Amazon. Os temas variam, mas a tendência geral é preocupante. Em vez de se concentrarem no que fazem de melhor e permanecerem neutras na guerra cultura, as grandes empresas deslocam suas marcas para um ou outro lado da divisão política. Se isso será bom para os negócios é algo que ainda não se sabe.

Deixando de lado temas específicos, a influência de todos aqueles estudiosos progressistas e marxistas que o livro mostra pode ser vista na ideia contemporânea de que nenhuma instituição deve se manter alienada da política. Soukup escreve que “essa é uma batalha entre os que acreditam que a política é e deve mesmo ser a força por trás de todas as interações humanas e os que acreditam que a política é só uma parte da experiência humana, uma parte que deve ser a mais restrita e limitada possível”.

A tentativa de transformar toda empresa num soldado político não fará do mundo um lugar melhor. Não é preciso ser conservador, como Soukup, nem um defensor do livre-mercado, para perceber isso.


 Richard Morrison é editor sênior no Competitive Enterprise Institute

FEE - Foundation for Economic Education



Gazeta do Povo

Pujol afirma que Exército segue leal ‘ao Brasil e à Constituição’

General entregará o comando do Exército na terça-feira 20 a Paulo Sérgio Nogueira, escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro


Edson Pujol está deixando o comando do Exército
Edson Pujol está deixando o comando do Exército | Foto: Isac Nóbrega/PR

Em sua última solenidade oficial como comandante do Exército, o general Edson Pujol afirmou nesta segunda-feira, 19, ao lado do presidente Jair Bolsonaro, que as Forças Armadas se mantêm como “instituição de Estado” e são leais “ao Brasil e à Constituição”. As declarações foram dadas durante uma cerimônia de comemoração pelo Dia do Exército.

Pujol destacou o papel das Forças Armadas no combate à pandemia de covid-19. “No maior desafio experimentado por essa geração, ao lado das forças coirmãs, sob a coordenação do Ministério da Defesa e contribuindo com o esforço do governo federal, o Exército atua não somente com competentes profissionais de saúde, mas também na desinfecção de instalações, doações de sangue para recomposição dos estoques em hospitais, distribuição de alimentos, medicamentos, imunizantes, equipamentos e oxigênio”, disse o comandante.

“Nesta data, renova-se o compromisso da instituição de Estado secular, de integral devotamento à pátria e da justa e perfeita identificação com os ideais do povo brasileiro”, prosseguiu Pujol. “Inspirados em Guararapes, o Exército de Caxias manterá acesa a feérica chama do patriotismo, do sentimento do dever, da probidade e da lealdade ao Brasil e à Constituição.”

Em seu pronunciamento, Bolsonaro afirmou que o Dia do Exército “é uma data que orgulha a todos nós porque aniversaria aquele que nos dará a sustentação para que ninguém ouse ir além da nossa Constituição”. “Hoje é o nosso dia, é o dia de todos os brasileiros. Porque não existe quem não se identifique com o meu, com o seu, com o nosso Exército Brasileiro”, completou o presidente.

No fim de março, Bolsonaro trocou todo o comando das Forças Armadas. O então ministro da Defesa, Fernando de Azevedo e Silva, também deixou o cargo. Pujol entregará o comando do Exército na terça-feira 20 ao general Paulo Sérgio Nogueira.

Leia mais: “‘Oxigênio da vida é a nossa liberdade’, afirma Bolsonaro”

Fábio Matos, Revista Oeste

Vírus chinês: MPF questiona Estados sobre repasses federais

Subprocuradora Lindôra Araújo quer justificativa para a desativação de diversos hospitais de campanha construídos em 2020


Um hospital de campanha chegou a ser construído no Ginário do Ibirapuera, em São Paulo
Um hospital de campanha chegou a ser construído no Ginário do Ibirapuera, em São Paulo | Foto: Reprodução/Mídias Sociais

A subprocuradora-geral da República Lindôra Araújo encaminhou ofício aos governadores dos Estados brasileiros em que questiona repasses de verbas federais em ações de enfrentamento da pandemia do vírus chinês. Entre as questões, estão a utilização de recursos em hospitais de campanha, incluindo especificação dos valores repassados e a quantia redistribuída aos municípios, e a relação completa dos insumos e equipamentos das estruturas desativadas, com a comprovação da destinação de bens e valores.

Além disso, a subprocuradora-geral solicitou dados sobre o uso das verbas federais destinadas ao combate à pandemia — com o objetivo de investigar se algum valor foi realocado para outros fins. 

Araújo quer, ainda, a justificativa para a desativação de diversos hospitais de campanha construídos em 2020, considerando que a pandemia de covid-19 prossegue no país. O documento havia sido encaminhado aos Estados em 12 de março, mas, para Araújo, as informações eram insuficientes. Agora, o Ministério Público Federal quer os dados complementares no prazo de cinco dias.

Edilson Salgueiro, Revista Oeste

Deputado do covil do Lula, Paulo Pimenta vai a ato com homenagem a Hugo Chávez em Brasília

 

Ao centro, o deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS)
Ao centro, o deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) | Foto: Divulgação/Redes Sociais

Nesta segunda-feira, 19, o deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) participou do ato da embaixada venezuelana em Brasília para celebrar os 211 anos de independência da Venezuela. A celebração ocorreu na praça Bolívar e contou com a presença de militares venezuelanos fardados. De acordo com o jornalista Leonardo Coutinho, representantes dos governos chinês e russo também estavam presentes e, entre os seguranças, figuravam homens que usavam bonés do MST. Durante a celebração, foram feitas homenagens ao falecido presidente venezuelano Hugo Chavéz — responsável por implantar o socialismo no país vizinho.

Desde setembro de 2020, os funcionários da missão diplomática venezuelana não são mais considerados bem-vindos pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil. Entretanto, graças a um pedido de Pimenta que foi atendido pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, os funcionários ligados ao governo do ditador Nicolás Maduro não podem ser expulsos do solo brasileiro até o fim da pandemia.


Artur Piva, Revista Oeste

Prefeito de Belo Horizonte, Kalil isenta ônibus lotados e culpa faxineiras por casos de vírus chinês, escreve Ricardo Kertzman

 

Alexandre Kalil, - foto: Juarez Rodrigues/EM/D.A Press 


Bem ao estilo ''cabra-macho'' que lhe é peculiar, talvez na tentativa de intimidar quem lhe cerca, como fazem alguns bichos quando arreganham os dentes, o prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, em entrevista coletiva nesta segunda-feira (19/4), se rendeu à pressão pela reabertura da cidade, não sem antes desfilar uma série de comentários confusos e truncados, e distribuir culpas e recadinhos dissimulados.


Para não trombar com os empresários do transporte coletivo aliás, e a caixa-preta da BhTrans, hein, prefeito?, Kalil atirou no lombo de faxineiras e diaristas a responsabilidade pela disseminação do coronavírus, e não aos ônibus lotados. Disse que estudos apontam neste sentido. Serão os mesmos estudos que embasaram o fechamento da cidade com índices inferiores aos do presente? Faça-nos o favor. 


Misturando alhos com bugalhos, o prefeito falou em 2ª guerra mundial, em desembarque na Normandia e nos gatinhos 'raivosos' do Parque Municipal. Falou também dos moradores de rua e coleta de lixo, sempre isentando a si mesmo e a prefeitura de qualquer erro no visível caos urbano em que se encontra Belo Horizonte. Não dá para mover os mendigos nem dá para limpar o xixi nas calçadas, foi o que deu a entender.

Quando perguntado sobre a possibilidade de conversar com o presidente da República, obviamente numa alusão à sua condição de prefeito da capital do segundo estado mais importante da federação, Kalil se mostrou inaceitavelmente humilde, inferior: “se nem o governador de São Paulo consegue, eu é que vou conseguir?”. Bem, se vai ou não dobrar a ignorância do verdugo do Planalto, é uma coisa. Deixar de se impor, é outra.

Como não poderia ser diferente, sobrou também para a imprensa, que ''ó mostra as coisas feias'' Kalil, como todo populista sem grandes recursos intelectuais e verbais, na falta de argumentos para contrapor as críticas, culpa o mensageiro pelas más notícias. Ora, prefeito, a cidade está, sim, emporcalhada, degradada e abandonada à própria sorte. E já vinha assim bem antes da pandemia, inclusive.

Sobre o vírus chinês, restou clara a incapacidade de Ciro Gomes, ops!, de Alexandre Kalil assumir que não é possível, ainda que necessário, manter a cidade fechada por mais tempo. Não adianta não morrer de COVID e morrer de fome! Essa maldita doença exige equilíbrio entre restrições e abertura. Ninguém, em sã consciência,  e o prefeito vem se mostrando bastante consciente neste caso, deseja pilhas de mortos ou de falidos e desempregados.

Estado de Minas

Governo pretende injetar até R$ 6 bi no Pronampe

 Projeto permite que pequenas empresas peguem dinheiro emprestado para manter os negócios funcionando


O ministro da Economia, Paulo Guedes, comprometeu-se a acudir pequenas empresas
O ministro da Economia, Paulo Guedes, comprometeu-se a acudir pequenas empresas | Foto: Reprodução/Mídias Sociais

O ministro da Economia, Paulo Guedes, comprometeu-se a colocar entre R$ 5 bilhões e 6 bilhões no novo Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). 

O dinheiro será repassado ao Fundo Garantidor de Operações (FGO), e a expectativa é de que os bancos alavanquem até três vezes esse valor, garantindo até R$ 18 bilhões em crédito, informa a revista Exame

Para que o governo possa liberar os recursos do Pronampe, primeiro é preciso que o Congresso aprove o projeto de lei que permite a abertura de créditos extraordinários no Orçamento — PLN 2/2021. 

Os parlamentares devem votá-lo nesta segunda-feira, 19, ou amanhã, terça-feira 20. 

De autoria do senador Jorginho Mello (PL-SC), o texto prevê que a taxa de juros fixada será a taxa Selic mais 6% ao ano. 

A linha de crédito será limitada a 30% do que a empresa faturou no ano anterior. 

O Pronampe, criado em maio do ano passado, permite que pequenas empresas peguem dinheiro emprestado para manter os negócios funcionando. 

Esse valor pode ser usado seja para financiar as atividades, seja para investimentos e despesas operacionais. 

Em troca, as companhias comprometem-se a preservar o número de funcionários empregados.

Edilson Salgueiro, Revista Oeste

Bia Kicis é a entrevistada do ‘Direto ao Ponto’ desta segunda-feira (21h30), com Augusto Nunes

 Programa vai ao ar pelo canal Jovem Pan News, no YouTube, e pelo Panflix


Michel Jesus/Agência CâmaraAliada do presidente Jair Bolsonaro, ela foi eleita em março como a presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara

“Direto ao Ponto”, da Jovem Pan, entrevista nesta segunda-feira, 19, a partir das 21h30, a deputada federal Bia Kicis (PSL). Aliada do presidente Jair Bolsonaro, ela foi eleita em março como a presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados e afirmou, em entrevista ao programa “Os Pingos nos Is”, da Jovem Pan, que quer pautar projetos conservadores e que deseja fazer uma gestão “serena” e sem atritos. 

Desde que ocupou o posto, Bia já esteve envolvida em algumas polêmicas, como quando mandou apagar a palavra “genocida” dos registros da ata de uma reunião. 

Além disso, ela criticou a criação da CPI da Covid-19 no Senado Federal para investigar a atuação do governo durante a pandemia

“Estamos em meio a uma crise sanitária, econômica e política. Não deveria ser colocada [a CPI], não vai contribuir para o país”, defendeu a parlamentar. 

Bia será sabatinada, de forma presencial, pelo apresentador Augusto Nunes, por Amanda Klein, comentarista do programa “3 em 1”, da Jovem Pan, por Tatiana Farah, repórter especializada em política, por Graciliano Rocha, que foi editor-chefe do BuzzFeed News no Brasil e repórter da Folha de S. Paulo na cobertura da Lava Jato, e por Edilson Salgueiro Junior, repórter da Revista Oeste.

Esta é a 30ª edição do “Direto ao Ponto”. Kicis se soma a um time de entrevistados extremamente relevantes. Na última semana, foi sabatinado o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), que comentou as últimas decisões do Supremo, dando ênfase ao pedido de abertura da CPI da Covid-19 no Senado

Também já passaram pelo “Direto ao Ponto” o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello, o vice-presidente Hamilton Mourão, o governador de São Paulo, João Doria, a deputada estadual Janaína Paschoal, entre outros. 

A atração vai ao ar todas as segundas-feiras, das 21h30 às 23h, pelo canal Jovem Pan News, no YouTube, e pelo Panflix.

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