quinta-feira, 24 de setembro de 2026

Efeito Covil do Lula - Reprovação ao Congresso e STF chega a 64,4%, aponta pesquisa

Levantamento mostra índices de reprovação de 64,4% para o Congresso e 62,6% para o Supremo



Sessão plenária do Supremo Tribunal federal | Foto: Gustavo Moreno / STF


Pesquisa Futura/100% Cidades divulgada nesta quinta-feira (24) aponta que 64,4% dos eleitores reprovam a atuação do Congresso Nacional, enquanto 27,1% aprovam. Outros 8,5% não souberam responder ou preferiram não opinar.

Em relação ao STF, 62,6% dos entrevistados disseram reprovar a atuação da Corte, contra 27,9% que a aprovam. Nesse caso, 9,4% não souberam responder ou não quiseram opinar.

O levantamento ouviu 2 mil eleitores de todo o país com 16 anos ou mais, entre 19 e 23 de setembro, por meio de entrevistas telefônicas assistidas por computador (CATI). A pesquisa tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e intervalo de confiança de 95%. O estudo foi realizado com recursos próprios do instituto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-05268/2026.


Diário do Poder

ACM Neto lidera para o governo da Bahia com diferença acima da margem de erro

 

ACM Neto, candidato ao governo do Estado da Bahia - Foto: redes sociais.


Pesquisa Paraná Pesquisas registrada no TSE sob o número BA-00759/2026, feita entre 21 e 23 de setembro de 2026 com 1.400 eleitores em 60 municípios, mostra ACM Neto (União) à frente do governador Jerônimo Rodrigues (PT), acima da margem de erro, na corrida pelo Palácio de Ondina. A margem de erro é de 2,7 pontos percentuais, com 95% de confiança. As entrevistas foram presenciais e domiciliares.

Na espontânea, ACM Neto aparece com 35,0% e Jerônimo Rodrigues com 30,4%. Outros nomes somam menos de 1%. Não souberam ou não opinaram 29,5%; brancos e nulos, 4,1%.

No cenário estimulado com vários nomes, ACM Neto tem 46,7% e Jerônimo 42,0%. Ronaldo Mansur, Aroldo Felix, Ariel Capistrano e Maria Bona ficam abaixo de 1%. Brancos e nulos somam 5,2%; indecisos, 4,1%. Em relação à pesquisa de agosto do mesmo instituto (BA-07628/2026), ACM Neto recuou de 48,5% para 46,7% e Jerônimo subiu de 40,1% para 42,0%.

No confronto direto, o quadro se mantém apertado: ACM Neto 48,4% e Jerônimo Rodrigues 44,2%. Brancos e nulos caem para 4,4% e indecisos para 3,1%. A série do instituto aponta tendência de recuperação do governador: em um levantamento anterior de agosto ele tinha 40,0% contra 50,9% de ACM Neto.

O potencial de voto favorece ACM Neto
O total de 38,5% dizem que votariam com certeza em ACM Neto para governador; 23,3% poderiam votar; 36,1% não votariam de jeito nenhum. Em Jerônimo, 31,6% votariam com certeza, 23,7% poderiam votar e 42,9% rejeitam. Em um mês, o “voto certo” de Jerônimo subiu de 28,6% para 31,6%, enquanto o de ACM Neto recuou levemente de 39,7% para 38,5%.

ACM Neto vai melhor entre homens, eleitores de 25 a 34 anos, ensino médio e superior e população economicamente ativa. Jerônimo lidera entre os de 60 anos ou mais, ensino fundamental e não PEA.

No Senado, 62,3% não citaram nomes

Rui Costa lidera com 12,7%, seguido de João Roma (9,7%), Jaques Wagner (8,4%) e Angelo Coronel (7,4%).

No estimulado (cada eleitor podia indicar até dois nomes), Rui Costa chega a 46,3% das menções, Jaques Wagner a 34,0%, João Roma a 27,3% e Angelo Coronel a 25,1%. Os demais ficam abaixo de 4%. Na primeira opção, Rui Costa tem 30,6%, João Roma 18,4%, Jaques Wagner 16,2% e Angelo Coronel 11,4%.

A avaliação do governo Jerônimo Rodrigues registra 42,2% de ótimo/bom (13,4% ótimo e 28,8% bom), 22,8% regular e 33,4% ruim/péssimo. A aprovação é de 56,1% contra 40,7% de desaprovação. O índice de aprovação é o mais alto da série do instituto neste ano (53,9% em maio, 52,0% em julho e 53,4% no levantamento de agosto). A aprovação é maior entre os de 60 anos ou mais (64,9%) e ensino fundamental (67,3%); cai entre quem tem ensino superior (46,8% aprovam e 51,1% desaprovam).

A pesquisa foi auditada em pelo menos 30% das entrevistas. A amostra segue cotas de gênero, idade, escolaridade e renda.

Diário do Poder

Mensagens mostram lobista mandando fazer pagamentos para filho de Lula, ladrão mais depravado do Brasil

Celular de lobista revela ordens de repasses ao filho mais velho do presidente Lula, incluindo depósito de R$ 26.809 a agência de viagens e cobrança de R$ 100 mil a ex-secretário de Saúde de Goiânia


Lulinha e a amiga íntima Roberta Luchsinger


Mensagens recuperadas no celular da lobista Roberta Luchsinger mostram ordens de pagamento para Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente Lula (PT). As conversas, reveladas nesta quinta-feira (24), são as primeiras a documentar repasses da lobista ao filho do presidente, tratado por ela como “sócio” em diálogos com terceiros.

Repasse para agência de viagens

Em mensagem enviada a seu motorista, Ulisses Barbosa Viana Junior, em 25 de julho de 2024, Luchsinger encaminhou o valor “26.809” e afirmou que era preciso “pagar mais isso para Fábio na TTW”. Viana Junior confirmou a tarefa e, na sequência, enviou um comprovante de depósito de R$ 26.809 para a agência de viagens TTW Group — empresa onde trabalha Marina Mantega, filha do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega e amiga de Luchsinger, segundo o site Metrópoles, .

A TTW é apontada pela coluna como a agência usada pela lobista para organizar viagens internacionais suas e de Lulinha, incluindo uma ida à Finlândia para observar o fenômeno da aurora boreal.

Em outra troca de mensagens, no dia 29 de novembro de 2024, Luchsinger perguntou ao motorista: “Cadê o dinheiro?”. Em seguida, orientou: “Tem que levar lá no Fábio”. Ao saber que o valor estava no porta-malas de um veículo, respondeu que ele deveria, após um compromisso próprio, pegar um Uber, “deixará grana no Fábio” e seguir viagem em outro carro.

Cobrança de R$ 100 mil a ex-secretário

Segundo o Metrópoles, Luchsinger também cobrou, em tom agressivo, um pagamento de R$ 100 mil ao ex-secretário de Saúde da Prefeitura de Goiânia, Quesede Ayres Henrique. A mensagem — “Ô Quesede, tu dá um jeito de fazer esse pix, porra, que o homem tá me cobrando” — foi enviada no dia 8 de novembro de 2024, data em que Lulinha embarcou para Lisboa em voo da Latam que partiu de Guarulhos às 22h40.

De acordo com a reportagem, Henrique depositou o valor na mesma noite na conta da empresa RL Consultoria, de propriedade de Luchsinger, por meio de uma empresa comercial de Goiânia. Henrique se entregou à polícia em dezembro de 2024: ele era investigado por suspeita de desvio de R$ 10 milhões na pasta da Saúde do município.

Investigações no STF

Fatos relacionados a Lulinha e a Luchsinger são apurados em três inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF), segundo a reportagem. O principal deles — com as investigações mais avançadas — trata de suspeita de tráfico de influência no Ministério da Saúde para a venda de fármacos derivados de maconha, como o CBD, tendo como investigados Lulinha, Luchsinger e o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS.

Um segundo inquérito apura possíveis pagamentos de Luchsinger a pessoas do entorno do presidente Lula, entre elas o ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola. Uma terceira apuração investiga suspeita de tráfico de influência na Dataprev, estatal de processamento de dados.



Davi Pereira - Diário do Poder

Luxuosa suíte no hotel escolhido por Lula em Nova York tem diária de marajá: R$30 mil. Veja fotos

 

Suíte no Hyatt custa R$30 mil por dia


Os poucos que podem desfrutar da experiência de Lula e se hospedar no Hyatt Grand Central New York, um dos dois hotéis que o pagador de impostos bancou para o petista passar 48 horas nos Estados Unidos, precisam preparar o bolso. Esta coluna cotou uma diária no opulento hotel: a suíte presidencial sai pela bagatela de R$30 mil por dia e conta com vários luxos distribuídos pelos 130 m² da instalação, como uma bela e grande TV (50”), com canais pay-per-view, e, destaca o hotel, um cofre.


Suíte do luxuoso Hyatt, hotel de Lula e comitiva durante participação da assembleia da ONU

Granfino

A sala de jantar acomoda seis pessoas confortavelmente. O banheiro com hidromassagem, claro, é todo feito de refinado mármore branco.

Olho no GPS

Bem localizado, o hotel tem na vizinhança atrações como Museu de Arte Moderna (1,4 km), Empire State (1,2 km) e o Central Park (4,1km).

Almoço salgado

O restaurante do hotel oferece opções como Atlantic Salmon e Tomatillo Salsa. Os pratos – individuais – custam mais de R$175 cada.

Por nossa conta

A comitiva de Lula precisou de dois hotéis para aboletar os aspones. O outro foi hotel Park Lane. A hospedagem passa dos R$3,2 milhões.


Diário do Poder

quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Comitiva de Lula a Nova York torra R$3,2 milhões em hotéis de alto luxo por apenas 48 horas

 

A comitiva foi mantida em separadp, no Hotel Prk Lne (esq.), ms Lula escolheu o Grand Hotel Hyatt, de altíssimo luxo. .


Lula (PT) nunca desaponta aqueles que apostaram que o presidente manteria o padrão de gastança do nosso dinheiro na rápida passagem por Nova York (EUA) para alugar ouvidos na Assembleia Geral da ONU. O petista ficou menos de 48 horas em solo norte-americano, mas a fatura somente em hospedagem já ultrapassa os R$3,2 milhões. A sempre numerosa comitiva de aspones, que rendeu até reportagens na imprensa internacional, continua constrangendo os diplomatas brasileiros.

Pode esbanjar

Com o exército de aspones, a comitiva se dividiu em duas. Todos se refestelaram em dois dos mais exclusivos hotéis de Nova York, claro.

Como magnata

Lula se isolou no Grand Hyatt New York, altíssimo padrão, conta paga por antecipação: R$2.217.655,99 por dois pernoites.

Coisa de magnata

A maior parte da comitiva aboletou-se no Hotel Park Lane e a farra custou ao pagador de impostos R$1.014.867,56, afora os “extras”.

Mania de grandeza

O staff de Lula ainda incomodou a cidade alugando cavaletes para bloquear o trânsito na porta do hotel: foram mais R$8,7 mil gastos.


Diário do Poder

terça-feira, 22 de setembro de 2026

Atlas/Estadão: 85,1% acreditam que ministros do STF estão envolvidos no caso Master

 Levantamento mostra crescimento da desconfiança dos brasileiros em relação aos integrantes da Corte; em março, porcentual era de 66,1%


Sessão extraordinária foi marcada por ofensas entre alguns ministros | Foto: Reprodução/STF | Foto: Reprodução/STF 

A percepção de que ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) têm envolvimento direto no caso Banco Master cresceu entre os brasileiros, segundo pesquisa Atlas/Estadão divulgada nesta terça-feira, 22. O levantamento revela que 85,1% dos entrevistados responderam que “sim, há envolvimento direto de ministros do STF no caso do Banco Master”. 

Entre os participantes, 4,4% disseram não acreditar em envolvimento direto de integrantes da Corte, enquanto 10,5% afirmaram não saber responder. Em março, quando a mesma pergunta foi feita, 66,1% apontavam envolvimento direto e 14,9% diziam que não. Na ocasião, 18,9% declararam não saber. 

A pesquisa ouviu 1.852 brasileiros entre 17 e 21 de setembro, por meio de recrutamento digital aleatório. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.


Édson Fachin retirou de André Mendonça a relatoria do caso Master | Foto: Antônio Augusto/ST


A percepção de que ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) têm envolvimento direto no caso Banco Master cresceu entre os brasileiros, segundo pesquisa Atlas/Estadão divulgada nesta terça-feira, 22. O levantamento revela que 85,1% dos entrevistados responderam que “sim, há envolvimento direto de ministros do STF no caso do Banco Master”. 

Entre os participantes, 4,4% disseram não acreditar em envolvimento direto de integrantes da Corte, enquanto 10,5% afirmaram não saber responder. Em março, quando a mesma pergunta foi feita, 66,1% apontavam envolvimento direto e 14,9% diziam que não. Na ocasião, 18,9% declararam não saber.

A pesquisa ouviu 1.852 brasileiros entre 17 e 21 de setembro, por meio de recrutamento digital aleatório. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

Desconfiança de ministros do STF varia entre grupos Os maiores índices de percepção de envolvimento aparecem entre jovens de 16 a 24 anos (99,3%), moradores da Região Norte (99,2%), eleitores que não votaram no segundo turno da eleição presidencial de 2022 (98,7%) e evangélicos (95,8%). 

Entre os grupos com maior proporção de entrevistados que não acreditam no envolvimento direto estão os autodeclarados agnósticos ou ateus (14,8%), brasileiros com renda familiar entre R$ 5 mil e R$ 10 mil (10,5%), pessoas de 60 a 100 anos (9,5%) e eleitores que votaram em Luiz Inácio Lula da Silva em 2022 (9%)..

Os dados também mostram diferenças por sexo, escolaridade e religião. A percepção de envolvimento é maior entre homens do que entre mulheres e cresce conforme aumenta o nível de escolaridade. Entre as religiões, evangélicos aparecem com porcentual superior ao de católicos, ateus, agnósticos e seguidores de outras crenças. 

Na divisão regional, os moradores do Nordeste apresentam proporção menor de respostas indicando envolvimento direto de ministros em comparação com entrevistados das demais regiões. 

Isabela Jordão - Rerista Oeste

Maioria dos brasileiros quer impeachment de Moraes e Toffoli

 

Brasileiros querem STF sem mafiosos (Foto: Gustavo Moreno/STF).


Pesquisa Atlas/Estadão aponta que 60,5% dos brasileiros defendem o impeachment imediato do ministro Dias Toffoli e 49,8% o de Alexandre de Moraes, ambos do STF, em razão do caso Banco Master.


O levantamento, feito entre 17 e 21 de setembro de 2026 com 1.852 pessoas (recrutamento digital aleatório, margem de erro de 2 pontos percentuais e 95% de confiança), foi realizado após a sessão tumultuada em que o plenário do Supremo debateu a abertura de investigação contra Moraes.


Os percentuais acima correspondem a quem considera já existirem indícios suficientes para o afastamento imediato. Outros 31,9% (Moraes) e 26,1% (Toffoli) só aprovariam o impeachment se as apurações confirmassem envolvimento. São contrários 15,1% e 6,5%, respectivamente. Os que não souberam responder ficaram em 3,2% e 6,8%.


O escândalo envolve o banqueiro Daniel Vorcaro. Relatório da Polícia Federal, revelado pelo Estadão, descreve mensagens em que Vorcaro pede auxílio a Moraes sobre investigações do banco. Há também registros de que o ministro teria editado minuta de contrato de R$ 131 milhões entre o Master e o escritório da mulher, Viviane Barci de Moraes, além de outro contrato de R$ 50 milhões pago com cotas de aeronaves. O banco ainda teria emitido cartões de crédito com limite de R$ 300 mil para os filhos do ministro.


Toffoli foi ligado ao caso pelo resort Tayayá, no Paraná, que pertencia formalmente a familiares dele e tinha como cotista um fundo cujo beneficiário final seria Fabiano Zettel, cunhado e operador de Vorcaro. O ministro chegou a relatar processos da Operação Compliance Zero, mas deixou o caso após a revelação do vínculo econômico. O processo foi redistribuído a André Mendonça.


Em pesquisa AtlasIntel de março, 49,3% já defendiam o impeachment de Toffoli. 

O percentual subiu 11 pontos. A piora na avaliação ocorre mesmo com novas revelações envolvendo também filhos de Kassio Nunes Marques e Luiz Fux, além de reuniões de Vorcaro com Mendonça e Gilmar Mendes.


O caso Master tem piorado a percepção pública sobre o STF, segundo o instituto.

Tiago Vasconcelos - Diário do Poder