terça-feira, 28 de junho de 2022

'Os Pingos Nos Is' - Augusto Nunes, Ana Paula Henkel, Roberto Motta, José Maria Trindade e Vitor Brown analisam a impressionante recepção dos alagoanos ao presidente Bolsonaro, como já havia ocorrido na última semana em Pernambuco, na Paraíba e em Santa Catarina

Quem é o presidente mais popular do mundo?

Neymar tem R$ 1,1 bilhão a receber do PSG. Não é fácil se livrar do brasileiro

 O jornal El País conseguiu 'incendiar' a imprensa mundial, menos na França



Enquanto vários veículos de comunicação especulam sobre sua saída do PSG, Neymar segue farreando




O períodico de Madrid publicou que Neymar foi avisado que o PSG não não quer mais seguir com seu futebol. Apesar de ter renovado, em 2021, seu contrato até 2025, com extenção até 2027, a direção do clube teria resolvido se livrar do brasileiro.

Por conta da reformulação de conceitos que dominará o PSG, desde a chegada do português Luís Campos, como executivo de futebol, no lugar do brasileiro demitido Leonardo.

De acordo com a matéria, Mbappé teria sido fundamental para que a direção entendesse que o brasileiro seria péssimo exemplo. O atacante, em conversa com a cúpula do clube, com o presidente Nasser Al-Khelaifi teria mostrado a 'péssima influência' do camisa 10 do time.

Que o brasileiro que não gostaria de treinar, tendo atuado com três ou quatro quilos a mais do seu ideal. E também pelo seu comportamento fora de campo.

O pai do jogador teria sido avisado. E respondido que há contrato assinado e que o PSG deve 200 milhões de euros, cerca de R$ 1,1 bilhão ao filho.

Neymar teria ficado 'humilhado' e gostaria de jogar em outro clube.

A matéria repercutiu em inúmeros veículos de comunicação de vários países. Inclusive com as indefectíveis matérias sobre possibilidades de onde o brasileiro pode jogar.

Chelsea, por conta do treinador Thomaz Tuchel, com quem trabalhou no PSG. No Manchester United, para formar dupla com Cristiano Ronaldo.

Newcastle, por conta do dinheiro da família real da Arábia Saudita, que assumiu o clube.

O 'eterno' retorno ao Barcelona, por conta do que fez no melhor momento de sua carreira.

Ou a Juventus, que formará uma grande equipe para esta nova temporada.

Mbappé teria traído Neymar, para a cúpula do PSG, 

de acordo com matéria do jornal El País.

AFP

O que chega a ser muito estranho é que os veículos de comunicação da França, principalmente os de Paris, seguem trabalhando com a permanência de Neymar no PSG.

A cobrança será muito mais forte, com a chegada de Luís Campos, que trabalhou com Mbappé no Monaco. Mas que Neymar seguirá na França.

E que não houve comunicado algum sobre saída. Mas apenas que o modo de trabalho será muito diferente do que era na época de Leonardo.

Neymar segue sendo considerado jogador importantíssimo para o elenco, que está sendo reforçado. 

A preocupação principal não seria com Neymar, mas com a saída de Mauricio Pochettino. Christophe Galtier, que se desligou do Nice, deverá ser o novo treinador do PSG. E ele é muito mais exigente no aspecto disciplinar do que o argentino.

Enquanto isso, sem dar a menor demonstração de preocupação sobre a matéria que teria recebido o aviso de que não continuaria no PSG, Neymar aproveita as férias no Brasil.

Postou fotos com a namorada em uma festa junina que fez em sua mansão, em Mangaratiba. Para variar, inúmeras fotos e vídeos foram divulgados. Desde ele cantando com o velocista Paulo André até modelos em roupas 'caipiras' estilizadas, muito curtas. O de sempre.

A grande diferença é que Neymar já tem 30 anos e está a cinco meses de uma Copa do Mundo. 

E que não há a menor menção de preparação especial para a temporada que começará no próximo mês.

Nem para tentar fazer do PSG pela primeira vez campeão da Champions League.

Ou lutar para fazer o Brasil reconquistar a Copa do Mundo, depois de 20 anos.

Não, apenas fotos das farras que mal começaram. 

Neymar está em férias, é seu direito farrear, mas não custava se preservar, se preparar para o próximo semestre de extrema cobrança, no PSG com 'novo espírito' e na Seleção Brasileira, desesperada para voltar a ser campeã no Catar.

Mas ele segue seu roteiro.

Farras, poses e fotos nas redes sociais.

É um dono de um talento absurdo.

Mas não é exemplo de comportamento para atletas de alto nível.

Situação que Brasil e França sabem 'de cor'.

Neymar cantando na sua mansão em Mangaratiba. Com o velocista PA. 

As farras recomeçaram

REPRODUÇÃO/INSTAGRAM

Só que a situação não é tão banal quanto a apresentada pelo artigo de Diego Torres no El País.

O PSG tem mesmo o compromisso de pagar 200 milhões de euros, cerca de R$ 1,1 bilhão, a Neymar.

Se o clube não quer seguir com ele, não precisaria avisar.

E sim buscar outra equipe.

Alertar que deseja negociá-lo é uma atitude incoerente.

Não confirmada, por exemplo, pelo L'Equipe, pelo Parisien, jornais que vivem os bastidores do PSG.

Enquanto isso, fantasiado de caipira, Neymar festeja...

Cosme Rímoli, R7

Brasil tem menor patamar de mortes violentas em 11 anos, diz estudo

Apesar de redução de 6% em relação a 2020, país segue como o primeiro colocado mundial em crimes dessa categoria

Seis Estados (de Norte e Nordeste) apresentaram aumento de crimes no levantamento de 2021
Seis Estados (de Norte e Nordeste) apresentaram aumento de crimes no levantamento de 2021 | Foto: Reprodução

O Brasil registrou em 2021 o menor patamar de mortes violentas em 11 anos, segundo levantamento do Anuário Brasileiro de Segurança Pública. O estudo, divulgado nesta terça-feira, 28, informa que o país teve queda de 6% nos crimes dessa categoria, em comparação com 2020.

Em números absolutos, foram 47,5 mil mortes no ano passado, contra 50,4 mil em 2020. Realizado desde 2007, o levantamento estatístico se baseia em dados oficiais disponibilizados por governos e departamentos de segurança pública.

Apesar da queda, o Brasil segue como líder em mortes violentas no mundo, com cerca de 20% dos crimes dessa categoria registrados em 2021. Na sequência, aparecem Índia (com 40.651 homicídios) e México (36.579).

Os números divulgados pelo Anuário Brasileiro de Segurança Pública integram a categoria de mortes violentas intencionais — homicídios, latrocínios, lesões corporais seguidas de morte e mortes cometidas pela polícia.

Alguns números do estudo:

  • 9%: a Região Norte foi a única do país que registrou alta em 2021;
  • Amapá tem a maior taxa do país, com 53,8 mortes violentas por 100 mil habitantes;
  • 49%: Amazonas teve o maior aumento entre 2020 e 2021;
  • seis Estados tiveram alta entre 2020 e 2021: Amazonas (49%), Amapá (33%), Piauí (11%), Rondônia (10%), Roraima (9%) e Bahia (1%);
  • os homens foram 90% das vítimas de homicídios e latrocínios;
  • 99,2% são as vítimas homens em mortes causadas por policiais;
  • os negros foram 78% das vítimas de homicídios e 84% das vítimas de mortes cometidas por policiais.

Leia tambémO Brasil da barbárie, artigo de Bruno Freitas publicado na Edição 117 da Revista Oeste.

Revista Oeste

Trump: 'EUA não são mais uma grande nação e se tornaram uma piada'

Ex-presidente cita crise energética e supostas derrotas na política externa para criticar decisões do governo de Joe Biden 

Donald Trump destacou em discurso inflação em patamar histórico
Donald Trump destacou em discurso inflação em patamar histórico | Foto: Reprodução/Flickr

Em excursão, já em clima de eleição presidencial de 2024, o ex-presidente Donald Trump afirmou que os EUA não são mais “uma grande nação” e que hoje o país é tratado como “uma piada”. A declaração provocativa aconteceu no sábado 25, durante um comício no Estado de Illinois.

“Não é mais uma grande nação. É uma nação em declínio, odeio dizer isso a vocês”, afirmou Trump, diante de seus apoiadores em Mendon.

“Talvez o mais importante, uma nação que nos últimos dois anos não é mais respeitada nem ouvida em todo o mundo. É uma nação que, em muitos aspectos, se tornou uma piada.”

Para sustentar sua opinião, Trump focou seu discurso na política externa do governo Joe Biden. Inicialmente, destacando aspectos da crise de energia e combustíveis.

“Uma nação que tem a inflação mais alta em mais de 40 anos e também os custos de energia mais altos de sua história. Não é mais independente de energia ou dominante como era apenas dois anos atrás. É uma nação que está implorando à Venezuela e à Arábia Saudita por petróleo.”

O ex-presidente também se referiu à retirada das tropas norte-americanas do Afeganistão e à resistência diplomática na invasão russa da Ucrânia.

“É uma nação que se rendeu no Afeganistão, deixando para trás soldados mortos, cidadãos norte-americanos e US$ 85 bilhões do melhor equipamento militar do mundo”, disse Trump. “É uma nação que permitiu que a Rússia devastasse um país, a Ucrânia, matando centenas de milhares de pessoas, e isso só vai piorar. Isso nunca teria acontecido comigo, e não aconteceu comigo.”

Por fim, o membro do Partido Republicano disse acreditar que os Estados Unidos não têm tido a firmeza necessária para lidar com o armamento militar de nações não alinhadas politicamente.

“É uma nação que está permitindo que o Irã construa uma enorme arma nuclear e que a China use os trilhões de dólares que nos tirou para se tornar um rival militar. Será um desastre para o mundo.”

Revista Oeste

Sachsida fala à comissão da Câmara sobre combustíveis

Presidente do Brasil é Pop Star!!!