quinta-feira, 14 de maio de 2026

Pai de Daniel Vorcaro é preso

Henrique Vorcaro, pai de Daniel Vorcaro - Foto: Reprodução/Redes sociais

Detalhes das movimentações suspeitas de Henrique Vorcaro O Coaf detalhou que a Multipar concentrou operações de mais de R$ 1 bilhão exclusivamente entre contas relacionadas ao ex-dono do Banco Master. Desde o início da apuração, a participação do pai de Daniel Vorcaro nas irregularidades já era alvo de suspeitas, com indícios que apontavam para tentativas de esconder bens.

Henrique Vorcaro, pai de Daniel Vorcaro, ex-proprietário do Banco Master, durante uma operação deflagrada nesta quinta-feira, 14, em Belo Horizonte. A detenção foi autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). 

Sete mandados de prisão foram expedidos no âmbito da Operação Compliance Zero, que tem como alvo integrantes do grupo intitulado “A turma”.

De acordo com o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), Henrique Vorcaro, que exerceu a presidência da Multipar, é suspeito de envolvimento em transações que somaram R$ 1 bilhão no período de 2020 a 2025. As movimentações financeiras teriam sido realizadas para ocultar ativos e dificultar o rastreamento do patrimônio.


Detalhes das movimentações suspeitas de Henrique Vorcaro 

O Coaf detalhou que a Multipar concentrou operações de mais de R$ 1 bilhão exclusivamente entre contas relacionadas ao ex-dono do Banco Master. Desde o início da apuração, a participação do pai de Daniel Vorcaro nas irregularidades já era alvo de suspeitas, com indícios que apontavam para tentativas de esconder bens.

Yasmin Alencar - Revista Oeste

Pai de Daniel Vorcaro é preso

Sete mandados de prisão foram expedidos no âmbito da Operação Compliance Zero, que tem como alvo integrantes do grupo intitulado 'A turma'



Henrique Vorcaro, pai de Daniel Vorcaro - Foto: Reprodução/Redes sociais 


nvestigações sobre fraudes financeiras resultaram na prisão de Henrique Vorcaro, pai de Daniel Vorcaro, ex-proprietário do Banco Master, durante uma operação deflagrada nesta quinta-feira, 14, em Belo Horizonte. A detenção foi autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). 

Sete mandados de prisão foram expedidos no âmbito da Operação Compliance Zero, que tem como alvo integrantes do grupo intitulado “A turma”.

De acordo com o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), Henrique Vorcaro, que exerceu a presidência da Multipar, é suspeito de envolvimento em transações que somaram R$ 1 bilhão no período de 2020 a 2025. As movimentações financeiras teriam sido realizadas para ocultar ativos e dificultar o rastreamento do patrimônio.


Detalhes das movimentações suspeitas de Henrique Vorcaro

 O Coaf detalhou que a Multipar concentrou operações de mais de R$ 1 bilhão exclusivamente entre contas relacionadas ao ex-dono do Banco Master. Desde o início da apuração, a participação do pai de Daniel Vorcaro nas irregularidades já era alvo de suspeitas, com indícios que apontavam para tentativas de esconder bens.  


Yasmin Alencar - Revista Oeste

7 mandados de prisão: veja quem são os alvos da Compliance Zero

André Mendonça, ministro do STF, retirou o sigilo da decisão com a qual mandou prender o pai de Daniel Vorcaro


Ministro André Mendonça, relator do Caso Master no STF - Foto: Ton Molina/Fotoarena/Estadão Conteúdo


O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), derrubou o sigilo do procedimento relativo à prisão do pai de Daniel Vorcaro. 

Trata-se da sexta fase da Operação Compliance Zero, que mira irregularidades nas ações do Banco Master e do entorno de Vorcaro. Henrique foi preso em Minas Gerais. Ele iria embarcar nesta quinta para Brasília para visitar seu filho na carceragem da Superintendência da PF.

O pai de Vorcaro é suspeito de se beneficiar de desvios do Banco Master, por meio de operações fraudulentas com fundos de investimento. Segundo a investigação da PF, o dono do Master tentou esconder R$ 2 bilhões na conta do pai. 

A Polícia Federal também cumpre outros seis mandados de prisão preventiva em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. 


Veja quem são os alvos com mandado de prisão preventiva: 

• Henrique Moura Vorcaro; 

• David Henrique Alves; 

• Victor Lima Sedlmaier; 

• Rodrigo Pimenta Franco Avelar Campos; 

• Manoel Mendes Rodrigues; 

• Anderson Wander da Silva Lima; e 

• Sebastião Monteiro Júnior.

• Erlene Nonato Lacerda; 

• Helder Alves de Lima; 

• Katherine Venâncio Telles; 

• Valéria Vieira Pereira da Silva; e 

• Francisco José Pereira da Silva. 


Para outros cinco investigados, Mendonça impôs medidas cautelares diversas da prisão, como proibição de se ausentar da comarca em que residem e do país, devendo entregar seus respectivos passaportes na Polícia Federal no prazo de 24 horas. 


Veja quem são os investigados:

• Erlene Nonato Lacerda; 

• Helder Alves de Lima; 

• Katherine Venâncio Telles; 

• Valéria Vieira Pereira da Silva; e 

• Francisco José Pereira da Silva. 

 

Já em relação a Valéria Vieira Pereira da Silva, Mendonça determinou o afastamento preventivo e imediato da função pública de Delegada da Polícia Federal. Ela também está proibida de manter contato com servidores e policiais federais, da ativa ou aposentados, e de acessar as dependências da Polícia Federal, assim como Francisco José 

Loriane Comeli - Revista Oeste

Corruptores que se enrolaram na Lava Jato financiaram filme sobre o ex-presidiário Lula

 

Enrolados na Lava Jato bancaram filme de Lula


O atônito PT parece, também, esquecido ao ignorar que o filme “Lula, o filho do Brasil” foi bancado por ao menos quatro empresas que, tempos depois, foram reveladas como corruptoras e protagonistas de um dos maiores escândalos de corrupção do Brasil: a Lava Jato. O pastelão, de 2009, recebeu caminhões de dinheiro das empreiteiras Odebrecht, Camargo Correa e OAS, que mais tarde viram seus controladores atrás das grades. Outra que colocou grana no filme de Lula foi a manjada JBS.

Era o presidente

Diferente de Jair e Flávio Bolsonaro, Lula estava na Presidência da República quando as empresas bancaram o filme.

Passa no caixa

Em dezembro de 2009, empreiteiras patrocinadoras do filme assinaram ao menos cinco contratos com a Petrobras. No total: R$8,9 bilhões.

Antro conhecido

Os contratos envolviam a refinaria Abreu e Lima, antro de corrupção. Em janeiro de 2024, Lula achou uma boa ideia retomar as obras paralisadas.

Telefone vermelho

A JBS, de Wesley e Joesley Batista, até fez delação premiada. Hoje, com livre trânsito no governo, Lula até usa telefone dos irmãos para ligações.

Diário do Poder

quarta-feira, 13 de maio de 2026

Escravidão e culpa coletiva, por Wanjiru Njoya

 

Muito tem sido dito sobre o papel da escravidão na história dos Estados Unidos, e, embora essa história não possa ser recontada em um artigo breve, é importante esclarecer alguns dos princípios éticos que sustentam a instituição da escravidão à luz dos debates contemporâneos sobre pagamentos compensatórios pela escravidão (conhecidos como compensações). Diversos estados manifestaram a intenção de pagar compensações pela escravidão. Por exemplo, o New York Times relata que,

“Quase 200 anos após o fim oficial da escravidão em Nova York, a Câmara Municipal aprovou, na quinta-feira, uma legislação que autoriza a criação de uma comissão para estudar os efeitos devastadores da escravidão e desenvolver um plano para conceder compensações pelos danos causados”.

Nesses debates, em vez de nos limitarmos a considerar se os estados que generosamente se dispõem a pagar compensações sequer podem arcar com isso — já que apenas o projeto de compensações da Califórnia é estimado em US$ 800 bilhões — também é importante abordar as questões éticas subjacentes.

Antiético e imoral

A partir de uma perspectiva rothbardiana, a razão pela qual a escravidão é errada é que ela viola o princípio da autopropriedade. A autopropriedade é um direito natural inerente a todos os seres humanos, do qual decorre que nenhum homem pode ser proprietário de outro. Em The Ethics of Liberty [A Ética da Liberdade], Rothbard cita com aprovação a seguinte passagem de William Lloyd Garrison:

“O direito de desfrutar da liberdade é inalienável.(…) Todo homem tem direito ao seu próprio corpo — aos produtos de seu próprio trabalho — à proteção da lei(…). Todas essas leis que estão agora em vigor, admitindo o direito à escravidão, são, portanto, perante Deus, completamente nulas e sem efeito(…) e, portanto, devem ser imediatamente abolidas”.

A partir da perspectiva do direito romano, Edgar Shumway explica que a escravidão era uma instituição jurídica fundamentada tanto no direito das pessoas quanto no direito de propriedade: o escravo era,

“(…)um objeto de propriedade e posse, alienável como outros bens(…) mas o fato de o escravo ser um ser humano o diferenciava de outros objetos de propriedade e aproximava sua posição, em certos aspectos importantes, da de um descendente sob autoridade parental”.

É claro que, examinada à luz dos princípios éticos de Rothbard, a legislação romana nesse ponto é antiética e imoral. Mas uma coisa é afirmar que códigos jurídicos históricos eram “eticamente insatisfatórios”, como coloca Shumway, e outra bem diferente é sustentar que algo deve ser feito agora para corrigir e reparar essa injustiça histórica. É nesse ponto que os ativistas das compensações se desviam.

Culpa coletiva

Podemos reconhecer que foi errado que traficantes africanos de escravos capturassem seus próprios conterrâneos e os vendessem como escravos, mas isso implica que devemos agora exigir que estados africanos contemporâneos, como a Nigéria, expiem esses crimes históricos? Da mesma forma, foi errado que piratas árabes saqueassem as Ilhas Britânicas durante séculos, capturando ingleses, córnicos e irlandeses em suas casas e vendendo-os em mercados de escravos no Norte da África, mas isso significa que estados norte-africanos atuais, como Argélia e Tunísia, deveriam pagar compensações ao Reino Unido?

Do ponto de vista ético, a ideia de que pessoas hoje devem pagar por crimes históricos ignora o princípio moral básico de que a punição por um crime só pode ser aplicada ao próprio criminoso, e não aos seus descendentes. Como lembra David Gordon, “a responsabilidade moral é individual, e não coletiva”.

Além disso, surgem considerações utilitaristas quanto à viabilidade de corrigir injustiças históricas por meio da imposição de penalidades financeiras aos pagadores de impostos atuais. Os pagadores de impostos deveriam ser obrigados a compensar todas as injustiças históricas já ocorridas na história do país? Caso contrário, como se decidiria quais injustiças históricas “merecem” compensações e quais não? Walter E. Williams observou que, “Além dos afro-americanos, irlandeses, italianos, judeus, porto-riquenhos, poloneses, chineses, japoneses, suecos e a maioria dos outros grupos étnicos compartilharam a experiência de serem discriminados de uma forma ou de outra”. A isso poderíamos acrescentar a experiência do Sul durante a Reconstrução. Lew Rockwell explica que, “Após a Guerra entre os Estados, a ‘Reconstrução’ da União tiranizou o Sul” — uma grave injustiça para a qual não se oferece qualquer restituição. Nenhum argumento baseado em princípios foi apresentado pelos defensores das compensações que explique porque alguns grupos étnicos merecem compensações e outros não.

No que diz respeito à questão ética, uma posição às vezes apresentada é a de que a escravidão seria a “pior” injustiça histórica e, portanto, distinta de todas as demais injustiças do passado. Essa não é uma posição baseada em princípios, já que a escravidão não é pior do que o assassinato — vítimas de assassinato, independentemente de sua raça, não deveriam então ter direito a compensações superiores às vítimas da escravidão?

Algumas pessoas tentaram construir uma hierarquia do mal com base, por exemplo, no número de vítimas de determinado crime ou em legados mais duradouros, como diferenças de renda e riqueza entre grupos nos dias atuais. O problema com todas essas medidas vitimistas de “quem sofreu mais” é que o sofrimento é subjetivo, e qualquer comparação sobre qual sofrimento foi o “pior” carece de um fundamento baseado em princípios. Uma posição ética deve se apoiar em princípios morais sólidos, e não em tentativas de avaliar quem sofreu “mais”.

A análise de Laurence Thomas no artigo The Morally Obnoxious Comparisons of Evil: American Slavery and the Holocaust [As Comparações Moralmente Repugnantes do Mal: a Escravidão Americana e o Holocausto, em tradução livre] ilustra o que acontece quando se faz esse tipo de tentativa — todos os grupos passam a sentir que o mal histórico sofrido por seu próprio grupo foi diminuído ou menosprezado. Em vez de produzir um “vencedor” claro nessa disputa vitimista, isso apenas aprofunda ainda mais todos os grupos em seu próprio senso de ressentimento.Por essas razões, Murray Rothbard rejeitou toda a noção de culpa coletiva. Em seu ensaio “Guilt Sanctified” [A Culpa Venerada, em tradução livre] , ele argumentou:

“Hoje, toda a cultura é caracterizada por uma culpa coletiva massiva, e qualquer um que deixe de fazer as devidas declarações públicas de adesão a uma longa lista de culpas solenemente proclamadas é literalmente afastado da vida pública. A culpa está em toda parte, é onipresente, e nos é imposta pelos mesmos canalhas que antes nos prometeram uma libertação fácil. Uma breve enumeração: culpa por séculos de escravidão, culpa pela opressão e estupro das mulheres, culpa pelo Holocausto, culpa pela existência das pessoas com deficiência, culpa por comer e matar animais, culpa por estar acima do peso, culpa por não reciclar o lixo, culpa por ‘profanar a Terra’”.

Em vez de tentar determinar quem merece receber dinheiro dos pagadores de impostos por suas queixas históricas e quanto deveria receber, devemos rejeitar toda a premissa e nos resguardar contra cair nas armadilhas da culpa coletiva e da punição coletiva.




Wanjiru Njoya -  Mises Brasil

Flávio cobrou R$61 milhões de Vorcaro para bancar filme sobre Bolsonaro

Gravações mostram Flávio Bolsonaro pedindo dinheiro ao banqueiro; valor total negociado chegaria a R$134 milhões


Ator Jim Caviezel como Jair Bolsonaro no filme "Dark Horse". (Foto: Reprodução/Instagram @therealjimcaviezel)

O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, teria pago cerca de R$ 61 milhões para financiar o filme biográfico Dark Horse, que retrata o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Os recursos teriam sido solicitados pelo senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ), segundo reportagem do site The Intercept Brasil.

De acordo com a publicação, conversas e áudios atribuídos a Flávio Bolsonaro e Vorcaro mostram tratativas sobre o financiamento da produção cinematográfica. Um dos diálogos teria ocorrido em 15 de novembro de 2025, um dia antes da primeira prisão de Vorcaro no âmbito da Operação Compliance Zero e dois dias antes da liquidação do Banco Master.

Ainda segundo o Intercept, os pagamentos teriam ocorrido entre fevereiro e maio de 2025, em pelo menos seis operações financeiras, somando cerca de R$ 61 milhões.

O valor total negociado para o projeto chegaria a R$ 134 milhões, mas não haveria confirmação de que todo o montante foi efetivamente repassado.

Parte dos recursos teria sido transferida pela empresa Entre Investimentos e Participações, em parceria com companhias ligadas a Vorcaro, para o fundo Havengate Development Fund LP, sediado no Texas (EUA) e, segundo a reportagem, controlado por aliados do deputado federal Eduardo Bolsonaro.

Em um áudio supostamente enviado em 8 de setembro de 2025, Flávio teria demonstrado preocupação com atrasos nos pagamentos da produção do filme.

“Eu fico sem graça de ficar te cobrando… está em um momento muito decisivo aqui do filme. E tem muita parcela para trás, e está todo mundo tenso…”, teria dito o senador.

Ele também teria citado o risco de problemas envolvendo a produção e nomes do elenco internacional.

“Imagina a gente dando calote no Jim Caviezel… nos caras renomados do cinema americano, mundial. Pô, ia ser muito ruim”, teria afirmado.

Em nota, Flávio afirma que apenas procurou um patrocínio privado para o filme do pai. Veja abaixo a nota completa:

“Mais do que nunca é fundamental a instalação da CPI do Banco Master. É preciso separar os inocentes, dos bandidos. No nosso caso, o que aconteceu foi um filho, procurando patrocínio PRIVADO para um filme PRIVADO sobre a história do próprio pai. Zero de dinheiro público. Zero de lei Rouanet. Conheci Daniel Vorcaro em dezembro de 2024, quando o governo Bolsonaro já havia acabado, e quando não existiam acusações nem suspeitas públicas sobre o banqueiro. O contato é retomado quando há atraso no pagamento das parcelas de patrocínio necessárias para a conclusão do filme. Não ofereci vantagens em troca. Não promovi encontros privados fora da agenda. Não intermediei negócios com o governo. Não recebi dinheiro ou qualquer vantagem. Isso é muito diferente das relações espúrias do governo Lula e seus representantes com Vorcaro. Por isso, reitero, CPI do MASTER JÁ”.



Mael Vale - Diário do Poder

Governo corrupto do ex-presidiário Lula torrou mais de R$2 trilhões só neste ano

 

Esplanada dos Ministérios, Brasília



O governo corrupto do ex-presidiário Lula já conseguiu torrar mais de R$2 trilhões, este ano, segundo a plataforma Ga$to Brasil, ferramenta da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Confederação das Associações Comerciais do Brasil (CACB), que contabiliza os gastos das esferas dos governos municipais, estaduais e federal. A administração federal de Lula (PT) é, de longe, o maior gastão: torrou mais de R$912 bilhões, até o momento.

Executivo federal

Só o Poder Executivo federal, sob responsabilidade direta do governo petista, gastou R$117 bilhões com pessoal e encargos, este ano.

Comparação

O Legislativo federal, que inclui o Congresso Nacional e Tribunal de Contas da União, gastou pouco mais de R$2 bilhões no mesmo período.

Quase metade

As 27 administrações estaduais gastaram somadas R$531 bilhões e os mais de 5,5 mil governos municipais, R$542 bilhões.