quinta-feira, 5 de março de 2026

Lulinha pagava mesada para ‘dono’ do sítio de Atibaia

Lulinha transferiu cerca de R$ 700 mil para Jonas Leite Suassuna Filho, o Jonas Suassuna



Sítio de Atibaia tinha até "pedalinhos" com nomes de netos do presidente Lula e foi alvo de investigação na Operação Lava Jato Foto: Reprodução


Informações obtidas a partir da quebra de sigilo bancário de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha,  revelam que o filho do presidente Lula mantinha um fluxo financeiro regular de pagamentos em favor do empresário Jonas Suassuna, que aparece como um dos proprietários oficiais do sítio em Atibaia (SP).

As transferências foram realizadas por meio de TED e não apresentam descrição sobre a finalidade dos pagamentos. Os valores foram depositados em uma conta de Suassuna no banco Santander, vinculada a uma agência localizada no bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro. Lulinha transferiu cerca de R$ 700 mil para Suassuna.Os repasses eram feitos mensalmente, na maioria das vezes no valor de R$ 10 mil. Em alguns períodos, porém, os valores foram maiores e chegaram a R$ 50 mil nos meses de junho e julho de 2024.

Suassuna é ex-sócio de Lulinha na empresa BR4 Participações e figurava como um dos proprietários formais do sítio localizado em Atibaia, no interior de São Paulo, imóvel que ganhou notoriedade em investigações relacionadas à Operação Lava Jato. Na época em que o caso se tornou público, o empresário também era responsável pelo pagamento do aluguel do apartamento onde Lulinha morava.

Os registros bancários apontam ainda que a conta analisada movimentou aproximadamente R$ 19,3 milhões entre 2022 e 2025. A defesa de Lulinha afirma que o empresário não tem relação com investigações sobre descontos indevidos em aposentadorias e diz que prestará esclarecimentos ao Supremo Tribunal Federal, considerado o foro adequado para tratar do caso.

Rodrigo Vilela - Diário do Poder


Dirigentes do BC receberam mesada de Vorcaro, aponta relatório da PF

 Indícios de que o dono do Banco Master teria ajudado um deles em uma viagem para a Disney


Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil



Dois ex-dirigentes do Banco Central (BC) teriam recebido pagamentos mensais do banqueiro Daniel Vorcaro para ajudar o Banco Master a escapar da fiscalização do próprio órgão regulador. A informação consta em relatório da Polícia Federal (PF) enviado ao ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça.

A investigação faz parte da Operação Compliance Zero, onde Mendonça também determinou a prisão do banqueiro. 

Segundo a decisão de Mendonça, o ex-diretor de Fiscalização do BC, Paulo Sérgio Neves de Souza, e o ex-chefe-adjunto do Departamento de Supervisão Bancária, Belline Santana, teriam atuado como “consultores informais” de Vorcaro enquanto ainda ocupavam cargos no Banco Central.

De acordo com a PF, eles recebiam dinheiro para repassar informações internas e orientar o banqueiro sobre como apresentar pedidos ao próprio BC.

Nesta quarta-feira (4), os dois foram alvo de medidas cautelares: passaram a usar tornozeleira eletrônica, estão proibidos de acessar os sistemas do Banco Central e não podem frequentar a sede da autarquia. Também foram cumpridos mandados de busca e apreensão.

Paulo Sérgio e Belline foram afastados dos cargos em janeiro deste ano por determinação do próprio Banco Central, que abriu investigação interna para apurar suspeitas envolvendo o Banco Master.

A operação da PF foi baseada, em parte, em informações repassadas à Justiça pelo próprio BC. As investigações indicam ainda que empresas fictícias teriam sido criadas para simular a prestação de serviços dos servidores ao banqueiro.

De acordo com o relatório, Vorcaro solicitava orientações estratégicas sobre reuniões institucionais, elaboração de documentos e como tratar temas sensíveis perante o Banco Central.

Em mensagens de WhatsApp obtidas pela investigação, Paulo Sérgio teria enviado ao banqueiro uma imagem com a portaria de sua nomeação para o cargo de chefe-adjunto de Supervisão Bancária. Vorcaro respondeu: “Parabéns”.

A PF também aponta que o ex-diretor teria repassado informações sobre movimentações financeiras consideradas suspeitas pelo órgão regulador.

Além dos pagamentos, há indícios de que Vorcaro teria ajudado Paulo em uma viagem para a Disney, em Orlando, nos Estados Unidos.

Diário do Poder

Vorcaro diz que encontro com Lula, Galípolo e ministros 'foi ótimo'

 Conversas obtidas pela PF mostram a reação do ex-banqueiro à reunião no Palácio do Planalto


Daniel Vorcaro, que foi preso nesta quarta-feira, 4, por determinação do STF | Foto: Esfera Brasil/Divulgação 


A Polícia Federal (PF) encontrou mensagens no celular de Daniel Vorcaro nas quais o ex-banqueiro avalia como “ótima” uma reunião que teve com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ministros do governo no Palácio do Planalto. Os registros são de uma conversa entre o dono do Banco Master e sua então namorada, Martha Graeff, em 4 de dezembro de 2024.

Pela manhã, ela desejou boa sorte ao namorado e afirmou torcer para que ele alcançasse seu objetivo no encontro. Pouco antes das 14h, Vorcaro respondeu que a reunião havia terminado. “Acabou agora. Foi ótimo”, escreveu. “Muito forte. Ele chamou o presidente do Banco Central que vai entrar e três ministros.” 

O encontro ocorreu fora da agenda oficial e reuniu Lula, Vorcaro, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, Gabriel Galípolo — então recémindicado para a presidência do Banco Central (BC) — e o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, que teria articulado a reunião.


Guido Mantega foi ministro da Fazenda nos governos de Lula e Dilma | Foto: Reuters/Ueslei Marcelino/File Photo 

Apesar de ter sido realizado no Palácio do Planalto e contar com a presença de ministros, o encontro não foi registrado na agenda oficial da Presidência. Segundo fontes ouvidas pelo portal UOL, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD-MG), também participou da reunião.

Na madrugada anterior ao encontro, Vorcaro contou à namorada que o presidente do BC — não se sabe se Galípolo ou o então titular, Roberto Campos Neto —, havia mencionado a casa do casal no exterior. 

“Acredita que o presidente do Bacen já falou da nossa casa?”, escreveu, em referência a um imóvel que mantinham em Miami. “Como ele sabe? Falou pra quem? Isso te prejudica?”, questionou Martha. “Não. Zero”, respondeu Vorcaro. “Agora virou irrelevante.”


Daniel Vorcaro e sua namorada, a influenciadora Martha Graeff | Foto: Reprodução/Redes Sociais

Naquele período, o empresário negociava a compra de uma mansão em Miami por US$ 85,2 milhões (cerca de R$ 460 milhões). O imóvel atualmente está na mira da PF para eventual ressarcimento de credores do Banco Master. 


Reuniões com Vorcaro no Planalto não constavam na agenda 

Durante a reunião no Planalto, segundo relatos de pessoas presentes, Vorcaro teria reclamado da suposta concentração do sistema bancário brasileiro e da atuação dos grandes bancos, que, segundo ele, estariam tentando prejudicá-lo. 

Lula respondeu que o assunto não era de competência direta do governo e que caberia ao BC apurar eventual perseguição.


Sede do Banco Central, que decretou a liquidação do Master em 28 de novembro - Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil 

Meses depois, já sob a presidência de Gabriel Galípolo, o BC rejeitou a venda do Banco Master ao Banco de Brasília e posteriormente decretou a liquidação da instituição, apontando uma fraude estimada em R$ 12 bilhões. 

Em entrevista ao UOL, Lula afirmou ter dito a Vorcaro que “não haverá posição política pró ou contra o Banco Master” e que o caso seria alvo de uma “investigação técnica” conduzida pelo BC. 

Registros revelam ainda que o dono do Master esteve no Palácio do Planalto ao menos quatro vezes entre 2023 e 2024, em reuniões que não constaram na agenda oficial. 

Isabela Jordão - Revista Oeste

NY: Toffoli, Moraes e esposa jantaram em mesa do Master - Temer e Meirelles... também

Convidados de Vorcaro e de João Doria...



Aspecto do luxuoso restaurante Fasano, em Nova York - Foto: divulgação


O ministro do STF Alexandre de Moraes e sua esposa, Viviane Barci, e também o ministro Dias Toffoli ocuparam lugares em uma mesa reservada ao Banco Master em um jantar durante a realização da Lide Brazil Conference, em Nova York (EUA), em novembro de 2022. A mesa era denominada “2 Banco Master“, segundo registro em planilha que consta da investigação.

O evento ocorreu no restaurante Fasano New York, na 5ª Avenida, que abriu excepcionalmente naquele domingo para receber a clientela vip, e foi patrocinado pelo banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, de acordo com apuração do jornalista Paulo Capelli, do site Metrópoles.

Em outra mesa, identificada por “1 Banco Master”, sentaram-se com Daniel Vorcaro o ex-presidente Michel Temer, a esposa Marcela Temer, o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles, o então governador de São Paulo e CEO do Lide, João Doria e o ministro aposentado do STF Carlos Ayres Britto.

Os nomes de Moraes, Toffoli e Viviane Barci aparecem na planilha de organização das mesas do jantar. Na mesma mesa estava o empresário Nelson Tanure, apontado pela Polícia Federal como sócio oculto do Banco Master e que, segundo a investigação, teria “exercido influência por meio de fundos e estruturas societárias complexas”.

Os três citados estão no centro da crise envolvendo a instituição financeira. Toffoli vendeu sua participação no Resort Tayayá, no Paraná, para um fundo do cunhado de Vorcaro. Já o escritório de advocacia de Viviane Barci firmou contrato de R$ 129 milhões para defender o Banco Master.

Diário do Poder

A propriedade privada e seus detratores - Samuel Vaz-Curado

 

A propriedade privada sempre esteve no centro das discussões sobre liberdade, prosperidade e civilização. Alguns a veem como pilar essencial da vida em sociedade; outros, como um obstáculo a ser superado. Mas afinal, qual é o papel da propriedade privada na organização e no progresso social?

Escassez, conhecimento e ação humana

Toda ação humana depende de dois ingredientes: conhecimento e recursos escassos. O conhecimento é o guia que nos orienta sobre como agir; os recursos são os meios materiais que tornam a ação possível.

Sem direitos de propriedade – isto é, sem o direito de controlar recursos escassos –, o conhecimento não pode ser colocado em prática. Nesse caso, o campo da ação desaparece, substituído pelo conflito e pela política coercitiva.

Direitos de propriedade não podem ser relativizados

Muitos argumentam que a propriedade é secundária, “coisa de ricos”, menos importante que a vida humana. Mas isso é um erro fundamental. A propriedade não está separada de nós. Vivemos em um mundo físico e material, feito de terras, ferramentas e bens escassos.

A propriedade decide os conflitos. Sem propriedade privada, tudo se torna político: cada disputa passa a depender de força ou de decisões arbitrárias. Como afirmou Ludwig von Mises:

“Uma sociedade que escolha entre um sistema de propriedade privada e um sistema sem propriedade não escolhe entre dois sistemas sociais; mas entre a cooperação social e a desintegração da sociedade.”

As diferentes teorias sobre a sociedade atribuem à propriedade o centro de qualquer análise. Há detratores e defensores da propriedade privada. Para Mises, “o programa do liberalismo, se condensado em uma única palavra, seria: propriedade”. No extremo do outro lado, Karl Marx resumiu sua teoria em uma frase igualmente simples: “A teoria do comunismo pode ser resumida em uma única frase: abolição da propriedade privada.”

Essa tensão atravessa a história do pensamento. Jean-Jacques Rousseau viu na apropriação original da terra a origem de guerras e desigualdades. Pierre-Joseph Proudhon foi ainda mais radical: “A propriedade é roubo! A propriedade é despotismo… [é] impossível, porque é homicídio.”

Essas definições detratoras da propriedade privada caminharam juntas para uma aversão completa. No limite das ideologias coletivistas, o objetivo é a abolição da propriedade. Para Marx, a abolição da propriedade seria também a “emancipação completa de todos os atributos e sentidos humanos”, a superação da alienação.

A tragédia da história: coletivização e fome

Partindo dessas ideologias, os experimentos de supressão da propriedade privada no século XX tiveram consequências devastadoras. Citemos dois casos emblemáticos em sociedades dominadas pelo coletivismo.

O Holodomor é um caso emblemático porque representa não apenas a falência do modelo comunista, mas os perigos da concentração do poder em mãos que buscam ativamente punir e matar “grupos dissidentes”.

Na União Soviética, os camponeses (mais de 80% da população à época) foram coagidos a entregar suas terras e alocados em fazendas coletivas. A produção despencou, e Joseph Stalin confiscou mais de 70% do que era produzido. Esses esforços de coletivização eram parte de uma perseguição do estado aos ucranianos, em particular, dada sua resistência nacionalista ao projeto soviético. Como resultado, estima-se de 4 a 10 milhões de pessoas que morreram de fome na Ucrânia entre 1932 e 1933.

A China comunista, pode-se argumentar, não buscou deliberadamente a morte de camponeses em suas políticas de coletivização agrícola. Mas a fome e a morte por inanição foram colhidas por milhões de pessoas durante a política do Grande Salto Adiante.

Mao Tsé-Tung promoveu políticas de coletivização ainda mais radicais do que as da União Soviética: plantio forçado em solos inférteis, extermínio de pardais (o que multiplicou parasitas) e perseguição aos que estocassem grãos. Entre 20 e 43 milhões de pessoas morreram de fome, violência e exaustão.

O debate brasileiro: função social da propriedade

Mas não precisamos ir longe na história nem na geografia para constatar que, mesmo após experimentos fracassados, a ideologia coletivista ainda domina a política. No Brasil, a Constituição de 1988 prevê que a propriedade deve cumprir sua “função social”, sujeitando imóveis à desapropriação e vinculando a terra a critérios definidos pelo estado. O MST, por exemplo, defende a limitação do tamanho das propriedades e a noção de que a terra deve atender a objetivos sociais múltiplos (arte, lazer, comunicação, cultura etc.).

Esse discurso amplia indefinidamente os “direitos básicos”, mas na prática abre caminho para a erosão da liberdade individual e para a subjugação da propriedade privada.

O que são direitos de propriedade?

Direitos de propriedade são formas de alocação pacífica dos recursos escassos. Seu propósito é reduzir ou evitar conflitos sobre o uso das coisas. Existem três pilares para definição de direitos de propriedade.

O primeiro é a autopropriedade – cada indivíduo é dono do seu próprio corpo. O segundo é a apropriação original (ou homesteading) – o primeiro a usar um recurso sem dono adquire o direito sobre ele. E o terceiro é o contrato voluntário – a transferência de propriedade por troca, doação ou venda.

Esses princípios permitem que possamos usar recursos escassos de modo pacífico e produtivo, em vez de violento e conflituoso.

A propriedade como pilar da civilização

Diversos pensadores mostraram a ligação inseparável entre propriedade e civilização. Mises afirmou: “se a história da civilização pode nos ensinar alguma coisa, é que a propriedade privada está indissoluvelmente ligada à civilização.” Friedrich Hayek defendeu que “o sistema de propriedade privada é a mais importante garantia de liberdade, não apenas para aqueles que possuem propriedade, mas também para aqueles que não a possuem.”

Murray Rothbard, por sua vez, argumentou que, “na natureza humana, o direito à autopreservação implica o direito à propriedade.” E Hans-Hermann Hoppe disse: “Para haver cooperação pacífica entre os homens, deve existir uma produção genuína de bens de consumo – além da mera apropriação de bens fornecidos pela natureza.”

A história, a teoria e a experiência mostram que, sem propriedade privada, não há liberdade nem civilização. Defender a propriedade privada é defender a cooperação social, a paz e o florescimento humano. Relativizá-la é abrir espaço para conflitos, arbitrariedades e tragédias.




Samuel Vaz-Curado -  Mises Brasil

Gastos do desgoverno Lula já superam R$1 trilhão em 2026

 

Fachada do Palácio do Planalto em Brasília |-Foto: Antônio Cruz / Agência Brasil


Os gastos do governo brasileiro ultrapassaram a marca de R$1 trilhão nesta quarta-feira (4), segundo a plataforma Gasto Brasil, da Associação Comercial de São Paulo e da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB). A conta inclui gastos públicos primários dos governos municipais, estaduais e – especialmente – do governo federal do PT, que torrou mais de R$402 bilhões desde o início do ano.

Faça as contas

Os 27 governos estaduais respondem por mais de R$280 bilhões, em 2026, enquanto os mais de 5,5 mil municípios custaram R$309 bilhões.

Pessoal federal

O Gasto Brasil aponta que apenas o Poder Executivo do governo federal já torrou mais de R$52 bilhões com pessoal e encargos, em 2026.

Poderes em 2026

Na soma das três esferas de governo, o Executivo gastou R$269 bilhões com pessoal; o Judiciário, R$9,4 bilhões; e o Legislativo, R$7 bilhões.


Diário do Poder

Farmacêutica de ex-ministro Walfrido dos Mares Guia liga o ex-presidiáfrio Lula e Vorcaro

 


O ex-presidiário Luiz Inácio Lula da Silva (PT) - Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil


A ligação de Daniel Vorcaro a Lula (PT) ainda está por ser investigada. Um dos fatos mais intrigantes é que o petista recebeu por quatro vezes, fora da agenda, o banqueiro preso; uma delas por uma hora e meia. Mas foi o ‘socorro’ a empresário em dificuldades, em Minas Gerais, que pode virar batom na cueca: tratava-se de Walfrido dos Mares Guia, duas vezes ministro de Lula. A saída era a farmacêutica Biomm, que precisava de um investidor e de um governo gastador, e seus problemas acabariam.

‘Salvador’ em ação

Após a posse de Lula, Vorcaro aparece, vira sócio e sacramenta tudo na inauguração da fábrica da Biomm em Nova Lima (MG), em abril de 2024.

Felizes para sempre?

Lula fez questão de ir e o amigo discursou agradecido, claro: restavam-lhe 8% da Biomm, um quarto da Cartago, de Vorcaro, mas estava feliz.

Só podia gerar rombo

O governo Lula enterrou na Biomm R$203 milhões da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e mais R$133 milhões do BNDES e BDMG.

Exclusivo das tetas

Logo a Biomm fecharia contratos milionários com o governo Lula. Os críticos dizem que nunca vendeu um só frasco de nada ao setor privado.