quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Candidato declara patrimônio de meio bilhão de reais



Otaviano Pivetta, ricaço com patrimônio de mais de R$500 milhões (Foto: Divulgação/Publicanos)

São 195 os registrados no Tribunal Superior Eleitoral que vão disputar o cargo de governador em 26 estados, além do Distrito Federal, nas eleições de outubro. O patrimônio da turma soma R$1.250.693.915,06, conforme tabulado por esta coluna com base na declaração de bens que os candidatos apresentaram ao TSE. Apenas o candidato mais rico tem fortuna que representa quase o somatório de todo restante da lista: Otaviano Pivetta (Republicanos-MT), com mais de meio bilhão de reais.

Grana de sobra

Pivetta é o barão da vez. Soma mais de R$575,6 milhões em bens e valores. A 2ª colocada, Maria do Carmo (AM) tem R$118,4 milhões.

Clube dos endinheirados

O clube dos milionários é bem representativo, são 71 candidatos de diversos partidos e de todas as regiões do Brasil.

Bancada da pindaíba

Do total, 37 candidatos nada declaram de patrimônio. Yuri Ezequiel (UP-PB), pobre convicto, declarou R$353,89, mal investidos na poupança


Diário do Poder

Sob o 'cartel lula-stf-globolixo'', plano de saúde dos senadores gera rombo milionário: arrecada pouco mais de R$5 milhões e torra R$40 milhões

Grana dos pagadores de Impostos garante a benesse a 79 senadores, 187 ex-senadores e 363 dependentes .Orgia que só uma republiqueta de banana comandada por corrupto poder bancar.





É deficitário o plano de saúde de senadores, ex-senadores e, claro, dependentes de suas excelências. Todos se penduram na benesse que, sem escolha, é custeada pelo pagador de impostos. Levantamento do Ranking dos Políticos considerou a despesa ao longo de 2025, apenas de usuários do sangue azul, sem os servidores. São 79 senadores, 187 ex-senadores e mais 363 dependentes. A arrecadação foi de R$5.179.524,92. As despesas são bem maiores, R$40.476.846,63.

Gota no oceano

Os R$5 milhões vieram de contribuições dos beneficiários. Soma-se a esse valor a merreca de R$86 mil em coparticipação.

Cabe tudo

O rombo abarca indenizações e restituições, pagamentos a prestadores de serviços de saúde, tratamentos de longo prazo etc, etc, etc...

Câmara no azul

Na Câmara, a assistência consegue ser superavitária. Foram R$8,35 milhões em arrecadação contra R$8,22 milhões em despesas.

É só comparar

O custo por beneficiário da Câmara foi de R$520,88 por mês. No deficitário Senado, o valor salta para R$5.362,59.


Com informações do Diário do Poder

terça-feira, 18 de agosto de 2026

Trump escala novo chefe para América Latina em meio a atrito com o Brasil

 Empresário Juan Pablo Segura assume setor no Departamento de Estado com foco na segurança de fronteiras




O empresário Juan Pablo Segura assumiu o comando do Escritório de Assuntos do Hemisfério Ocidental no Departamento de Estado dos Estados Unidos. O novo secretário-assistente indicado pelo presidente Donald Trump declarou que vai priorizar a segurança de fronteiras e a liquidação de cartéis na América Latina.

Segura prometeu alinhar o departamento às diretrizes da Casa Branca. O novo diplomata criticou decisões judiciais do Brasil que impõem multas e vetos ao funcionamento de redes sociais norte-americanas. “Bloquear o acesso a informações e aplicar multas a empresas sediadas nos EUA por se recusarem a censurar pessoas que vivem nos Estados Unidos é incompatível com valores democráticos”, declarou o secretário.


Desgaste diplomático

 A Casa Branca efetivou a troca no comando da região em meio ao desgaste diplomático com o governo brasileiro. O Departamento de Estado cancelou o visto da embaixadora do Brasil em Washington, Maria Luiza Ribeiro Viotti, no início de agosto. A medida respondeu ao travamento da aprovação de Daniel Perez como novo embaixador norte-americano no Brasil. 

O Itamaraty segurou o aval oficial depois que a Casa Branca divulgou o nome do diplomata sem consulta prévia às autoridades brasileiras. O governo Lula também vetou a entrada de dois representantes norte-americanos no país semanas antes da retaliação de Washington.


Erich Mafra - Revista Oeste

Alexandre de Moraes quer enterrar seu pai vivo, diz Flávio Bolsonaro

Candidato a presidente da República diz que o maior líder popular da história do Brasil não pode falar com pessoas sequer na porta de casa


Senador Flávio Bolsonaro ao lado do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro - Foto: redes sociaiis


O senador e candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), repudiou nesta terça-feira (18) as medidas e decisões que o seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), tende a cumprir a mando do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo o primogênito do ex-mandatário, o ministro deseja “enterrar Bolsonaro vivo”.

O senador destacou as decisões em que Bolsonaro está proibido de falar com pessoas fora de sua residência, no Condomínio Solar de Brasília, onde cumpre pena desde março.

“O relator do processo dele, o ministro Alexandre de Moraes, sequer permite que ele se comunique por carta, proíbe a visita de seus filhos […]. Ele quer matar, ele quer enterrar vivo o presidente Bolsonaro”, disse Flávio em entrevista à Rádio Itatiaia.

Segundo o senador, as medidas impostas ao seu pai causam comoção em seu eleitorado e resultam em apoio à sua campanha presidencial.

“As pessoas se indignam mais, mas pensam cada vez mais nele. Por onde eu ando, as pessoas vêm me abraçar e chorar e dizer assim: “Esse abraço aqui é pro seu pai, manda um abraço pro seu pai”, prosseguiu em sua fala.

Atualmente, o líder da direita está proibido de receber visita de aliados políticos e de familiares. A decisão veio a ser deferida após o episódio envolvendo a leitura da chamada “Carta aos Brasileiros”, em uma live de Flávio.

Moraes afirma em sua decisão que condenou Bolsonaro a 27 anos e três meses de prisão, que ele está proibido de se manifestar publicamente ou em rede social, seja privada ou por meio de terceiros.

Luan Carlos - Diário do Poder



Filho do ex-presidiário, Lulinha orientou lobista sobre nota fiscal para empresário alvo da PF

 Filho do descondenado Lula pediu a Roberta Luchsinger que emitisse documento para Cleber Ribas, que recebeu R$ 85,7 mi em contratos com o governo


O filho de Lula, Lulinha, e a amiga Roberta Luchsinger, uma duplama medonha Foto: Reprodução/Redes sociais

Mensagens apreendidas pela Polícia Federal (PF) mostram que Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, orientou a lobista Roberta Luchsinger a emitir uma nota fiscal para o empresário Cleber Ribas, dono da 3Structure It Ltda., empresa que fechou contratos de R$ 85,7 milhões com o governo federal. 

Os diálogos fazem parte de uma investigação que apura a relação do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com empresários e sua possível atuação junto a órgãos públicos. A conversa foi divulgada pela coluna de Tácio Lorran no portal Metrópoles.

Eduardo Gabas, ex-ministro da Previdência, para ir à Praia do Forte, na Bahia. Na conversa, a lobista relatou ter acionado integrantes dos governos federal e estadual.


Carlos Gabas e Dilma Roussef | Foto: Divulgação

Pronto, já falei com Fernando, com contador, com governador, com secretários, com todo mundo”, afirmou. Na sequência, Lulinha escreveu: “Emite a NF pro Cleber”. Roberta respondeu: “Já fiz”. O filho do presidente reagiu: “Boaaaaa”. 

O empresário Cleber Ribas também é investigado pela PF no mesmo inquérito. Segundo informações obtidas pela coluna, a 3Structure teria pago pelo menos R$ 150 mil à empresa de Roberta Luchsinger, a RL Consultoria, por serviços de “prospecção de clientes” e identificação de oportunidades de negócios no setor de tecnologia.


Contratos com o governo federal

Criada em 2019 e sediada em Florianópolis, a 3Structure It celebrou seis contratos com o governo federal, no valor total de R$ 85,7 milhões. Pelo menos cinco deles foram firmados por meio de processos  licitatórios.


Roberta Luchsinger e Flávio Dino - Foto: Reprodução/ Instagram/@roberta.luchsinge

O maior negócio foi realizado com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome. Em 2023, a pasta contratou a empresa para fornecer uma solução destinada à sustentação do ambiente analítico de dados do ministério. 

O valor acumulado supera R$ 42 milhões. Outro contrato foi firmado com a Telebras. Segundo mensagens analisadas pela PF, Roberta Luchsinger mantinha interlocução com integrantes da estatal. 

O relatório policial registra ainda que, em 31 de maio de 2023, Cleber Ribas pediu a Roberta uma reunião com Lulinha. Dias depois, o empresário informou que Rodrigo Assumpção havia assumido a presidência da Dataprev. 

As investigações envolvendo Lulinha foram autorizadas pelos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça e Flávio Dino. Entre os pontos analisados estão os contatos do filho do presidente com empresários e sua eventual atuação em órgãos do governo federal. 


O ministro do STF André Mendonça - Foto: Victor Piemonte/STF 

Reunões de Roberta e Lulinha com integrantes do governo 

As mensagens também indicam que Roberta e Lulinha mantinham contatos com integrantes do núcleo do governo Lula. Em uma conversa, o filho do presidente menciona reuniões com Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, então chefe de gabinete de Lula, e Swedenberger Barbosa, o Berger, que ocupava a SecretariaExecutiva do Ministério da Saúde. Marcola era um dos principais assessores do presidente e mantinha interlocução com integrantes do governo. 

Segundo as investigações, teria facilitado o acesso do lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, ao Ministério da Saúde. Antunes é investigado no caso que apura descontos indevidos em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Segundo a

Antunes é investigado no caso que apura descontos indevidos em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Segundo a Esporte sem Firula, ele teria repassado R$ 1,5 milhão a Roberta Luchsinger. 

Em uma das transferências, o lobista teria dito a um interlocutor que o dinheiro seria destinado ao “filho do rapaz”. Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola .

 A PF também identificou mensagens nas quais Roberta tratava da compra de um par de brincos de diamantes, os chamados solitários, e de um colar para Marcola. Segundo interlocutores da defesa do ex-assessor, as joias custaram R$ 9,2 mil e estavam relacionadas a um empréstimo de R$ 249 mil feito por ele com Roberta, posteriormente quitado com juros e correção. Em outra conversa, Roberta afirma que ela e Lulinha atuavam em um “nível diferenciado” e diz que “o futuro é a Suíça”. O diálogo também menciona contatos com integrantes do governo. Defesas contestam interpretação 


Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola - Foto: Reprodução/Internet

Antunes é investigado no caso que apura descontos indevidos em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Segundo a Esporte sem Firula, ele teria repassado R$ 1,5 milhão a Roberta Luchsinger. 

Em uma das transferências, o lobista teria dito a um interlocutor que o dinheiro seria destinado ao “filho do rapaz”. Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola | Foto: Reprodução/Internet 

A PF também identificou mensagens nas quais Roberta tratava da compra de um par de brincos de diamantes, os chamados solitários, e de um colar para Marcola. 

Segundo interlocutores da defesa do ex-assessor, as joias custaram R$ 9,2 mil e estavam relacionadas a um empréstimo de R$ 249 mil feito por ele com Roberta, posteriormente quitado com juros e correção.. 

Em outra conversa, Roberta afirma que ela e Lulinha atuavam em um “nível diferenciado” e diz que “o futuro é a Suíça”. O diálogo também menciona contatos com integrantes do governo. Defesas contestam interpretação Esporte sem Firula.

Os advogados Guilherme Suguimori e Marco Aurélio de Carvalho classificaram a divulgação como possível violação do sigilo funcional e disseram que a seleção de trechos pode produzir “narrativas distorcidas da realidade”. Segundo eles, a defesa só se manifestará nos autos depois de ter acesso integral aos dados obtidos nas quebras de sigilo. 


Lulinha mudou-se para a Espanha em julho de 2025 - Foto: Reprodução/Redes sociais - Imagem criada com o auxílio de inteligência artificial 


A defesa de Cleber Ribas afirmou não ter condições de comentar mensagens às quais não teve acesso integral. Segundo os advogados, a relação entre o empresário e Lulinha é “estritamente pessoal”, decorrente de amizade, “sem qualquer vínculo profissional ou comercial”.

Com oo governo federal foram firmados “na mais absoluta transparência”, seguindo os procedimentos administrativos previstos em lei e “sem o favorecimento de quem quer que seja”. O advogado Roberto Podval, que assumiu a defesa de Roberta Luchsinger, informou que não comentaria o caso em razão do sigilo do inquérito. 

O pagamento de R$ 150 mil da 3Structure It à empresa de Roberta já havia sido identificado pela PF. Segundo Cleber Ribas, a RL Consultoria foi contratada para prestar assessoria na prospecção de clientes e identificação de oportunidades de negócios no setor de tecnologia.


Antônio Camilo Antunes, o ‘Careca do INSS’ - Foto: Carlos Moura/Agência Senado 

A defesa sustenta que a operação foi legítima, regularmente escriturada, contabilizada, tributada e documentada. Também afirma que o serviço não teve relação com os contratos da 3Structure It com o governo federal.

Roberta e Lulinha também aparecem nas investigações sobre a atuação de Antonio Carlos Camilo Antunes. Segundo a apuração, o Careca do INSS tentava viabilizar um contrato milionário para a compra de cannabis medicinal pelo Ministério da Saúde. A iniciativa acabou interrompida com a deflagração da Operação Sem Desconto, da PF, que investiga um esquema de descontos não autorizados em benefícios de aposentados e pensionistas do INSS.


Isabela Jordão - Revista Oreste

Descondenado Lula ignora dados sobre Segurança e Educação

 

Foto: Reprodução/Band.


Ao tentar justificar a recusa do seu governo de priorizar o combate à criminalidade, Lula (PT) usou dados falsos para sustentar sua “tese”. Ele disse que enquanto um presidiário custaria em média R$35 mil a Estados como São Paulo, “um menino na universidade custa R$20 mil”. Mais uma vez, como se jacta sempre, Lula mentiu. O gasto médio do poder público com a população carcerária é de R$31.653 anuais por detento, enquanto o custo por aluno de universidade federal, bem maior, bate os R$52.533.

Custo por aluno

Lula deveria se interessar pelos dados do Ministério da Educação. Saberia que gasto médio com um universitário é de R$4.377 mensais.

Custo por detento

E saberia que a Secretaria Nacional de Políticas Penais, cujo titular ele nem conhece, aponta o custo médio dos presidiários: R$2.637 por mês.

Estados se viram

Lula não sabe que os Estados investem por aluno da Educação Básica, US$3.668. Perto da Argentina (US$ 3.679), longe da OCDE: US$ 11.914.


Diário do Poder

Ex-presidiário Lula expõe embaixadora do Brasil a virar ‘persona non grata’ nos EUA

 

Diplomata Maria Luiza Ribeiro Viotti (Foto>Jefferson Rudy/Ag. Senado)


Apesar de poder a qualquer momento chamar de volta para o Brasil a embaixadora que teve o visto “cancelado” nos Estados Unidos, Lula (PT) e seu governo decidiram manter Maria Luiza Viotti em Washington com só um propósito: a utilização eleitoral da situação e especialmente da eventual declaração de “persona non grata” e deportação da diplomata brasileira. As razões de Lula são meramente eleitorais, transformando o caso em mote de campanha. Experientes diplomatas ouvidos pela coluna que têm Viotti em alta conta, uma profissional exemplar, confirmam a suspeita: “só a eleição explica”.

Advertência dada

O governo do PT e o chanceler Mauro Vieira já foram advertidos que Viotti está mesmo sujeita a ser declarada “persona non grata” pelos EUA.

Não faltaram avisos

Lula foi avisado por semanas sobre o risco de retaliação do governo dos EUA pela demora em aprovar o embaixador americano para o Brasil.

Pura malvadeza

Com visto cancelado, Viotti já não é reconhecida como embaixadora do Brasil, na prática. Mas o Planalto ordenou sua permanência nos EUA.

Nem aí

Ao saber do possível agravamento da crise, Lula avisou que a análise sobre a aceitação do embaixador americano fica para depois da eleição.

Diário do Poder