sábado, 15 de maio de 2021

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Bolsonaro compra mais 100 milhões de doses de vacinas e amplia imunização

Augusto Nunes “O Lula é um morimbundo ambulante, Mercadante maluco”

Farmácia de manipulação datafolha

Infraestrutura prevê R$ 260 bi em investimento privado até fim de 2022

Ministro diz que montante é quase 40 vezes o orçamento da pasta


O ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, disse hoje (14) que as concessões de ativos públicos à iniciativa privada deverão render ao país cerca de R$ 260 bilhões em investimentos em infraestrutura até o final de 2022. De acordo com Freitas, o montante é aproximadamente 40 vezes o orçamento do ministério. 

“Nós teremos alguns leilões de grande porte ainda no ano de 2021 e vamos fazer leilões importantes em 2022, e R$ 260 bilhões significam 40 vezes o orçamento disponível no Ministério da Infraestrutura. Então, não dá para comparar. Nós não temos outro caminho para alavancar a infraestrutura”, destacou no Abdib Fórum 2021, evento virtual da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib).

Segundo o ministro, os impactos econômicos desse processo não serão imediatos, mas farão do país “um grande canteiro de obras” dentro de alguns anos. “A repercussão econômica demora um pouquinho para vir, porque a gente está falando de contrato de concessão, que tem uma fase inicial de serviços, é o tempo de elaboração de projeto, obtenção de licença, sobretudo obtenção de funding [captação de recursos] no mercado”, disse.

“Mas a gente pode projetar que em 2024, 2025 e 2026, o Brasil vai se tornar um grande canteiro de obras”, reforçou.

Entre os projetos citados pelo ministro Tarcísio de Freitas que deverão ocorrer até lá, destacam-se a concessão do Porto de Santos, do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, e do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo.(ABr)

Diário do Poder

Brasil aplicou 57 milhões de doses e segue vacinando mais que o dobro da média mundial

Brasil se consolida como quarto país que mais vacinou no planeta, atrás de China, Estados Unidos e Índia


O Brasil superou nesta sexta a marca de 57 milhões de vacinas contra a covid aplicadas na população em 118 dias de campanha e se consolida como quarto país que mais vacinou no planeta, atrás de China, Estados Unidos e Índia. Foram aplicadas 38,2 milhões de primeiras doses, 18,2% da população, e cerca de 19 milhões de pessoas, 9% da população, que receberam a segunda dose e são consideradas imunizadas contra covid. 

Rico, influente e grande produtor de vacinas, os EUA haviam imunizado, aplicado duas doses, 22,5% após 118 dias de vacinação. Nós temos 9%.

Com 18,2% dos habitantes recebendo ao menos uma dose, o Brasil está vacinando mais que o dobro da média mundial, atualmente em 8,8%.


A média diária de doses aplicadas foi de 138,9 mil em janeiro, 227,9 mil em fevereiro, 463,6 mil em março e 822,1 mil doses diárias em abril.

A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder

Só o Brasil mantém votação com urnas eletrônica e sem voto impresso

Hoje, três dezenas de países adotaram diversas versões de urna eletrônica, todas com voto impresso



O Brasil já perdeu há muito tempo o direito ao ufanismo pela criação da urna eletrônica, em 1996. Além de usar equipamentos anacrônicos, de 1ª geração, o Brasil é o único País do mundo a não adotar o voto impresso, entre os que têm sistema eletrônico de votação. Hoje, três dezenas de países adotaram diversas versões de urna eletrônica, todas com voto impresso. Enquanto isso, a urna brasileira perde espaço. O Equador, que a utilizou em 2004, optou pelas urnas de segunda e terceira gerações. 

Já há 13 anos, 39 estados dos EUA, 3 do México e várias províncias do Canadá passaram a exigir voto impresso em urnas eletrônicas.

Até o Paraguai desconfia na urna eletrônica brasileira: após testá-la entre 2003 e 2006, proibiu sua utilização desde 2008.

Em 2011, a Argentina iniciou a implantação de equipamentos eletrônicos de 3ª geração, com registros simultâneos de voto impresso e digital.Em 2009, a Alemanha proibiu urna eletrônica sem voto impresso para garantir ao eleitor o direito de conferir o destino do seu voto.

A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.