sexta-feira, 28 de agosto de 2026

Ex-presidiário Lula mente descaradamente ao ‘JN’ negando conhecer lobista sócia de Lulinha; e ainda a chamou de ‘pilantra’

Logo após Lula mentir, apareceram nas redes sociais fotos mostrando sua relação com Roberta Luchsinger



Roberta Luchsinger faz o L em uma das muitas fotos ao lado do descondenado Lula.


Lula (PT) protagonizou momento de grande constrangimento ao ser pego mentindo durante entrevista ao vivo no Jornal Nacional, da TV Globo. Quando o assunto chegou à lobista Roberta Luchsinger — sócia do seu filho Fábio Luís, o Lulinha, e alvo de três inquéritos da Polícia Federal por tráfico de influência e corrupção —, a resposta foi peremptória: nunca a viu, nunca conversou com ela, ela nunca esteve próxima dele. “Não conheço essa moça”, afirmou. Chamou-a de “pilantra” e ironizou a mensagem em que ela dizia ter sido convidada por ele a escolher um cargo no governo.

A lobista com Lula, que disse não a conhecer.

Logo em seguida, voltaram a circular as muitas fotos que documentam o relacionamento entre Lula e Roberta Luchsinger, em diversos momentos diferentes. Não são imagens obscuras ou de origem duvidosa. Estavam no Instagram da própria Roberta: ao lado de Lula e Janja em 2022; na comemoração da nomeação de Daniela Teixeira ao STJ, em 2023, com o presidente no meio das duas; e em post de aniversário do petista, em outubro daquele ano, elogiando-o como “o melhor presidente que esse país já teve”. Outros registros a mostram em eventos da família e da militância petista.

Lula e a lobista que disse não conhecer.

Roberta Luchsinger não é uma figura distante. É apontada pela PF como integrante de um núcleo, com Lulinha e o empresário Fernando Bittar, voltado a intermediar negócios milionários no governo Lula. Mensagens apreendidas mostram a lobista falando em nome do filho do presidente (“eu sou o Fábio”), projetando ganhos de dezenas de milhões, cobrando “somos governo” e relatando que Lula a teria chamado para escolher “onde queria ficar”. Ela recusou, segundo o próprio relato, para permanecer na “sociedade” com Fábio e Fernando. Lulinha é alvo de inquéritos no STF por tráfico de influência. Roberta fez dezenas de visitas a ministérios e ao Planalto fora da agenda oficial.

Lula passou vergonha ao ser desmentido em minutos, logo após a entrevista. Ao escolher a negação absoluta — “nunca vi essa moça na minha vida” — Lula comprometeu a credibilidade de tudo o mais que disse na entrevista e em outras ocasiões. Afinal, quem mente sobre o que está documentado em fotos públicas enfraquece o resto do que diz na mesma conversa: sobre o filho, sobre as investigações, sobre o governo.

A política brasileira está saturada do “não sabia” de Lula no escândalo de corrupção do mensalão em seu primeiro governo, há mais de duas décadas. Desta vez o arquivo visual estava à mão de qualquer um com acesso ao Instagram.

O efeito é imediato: a denegação não protegeu Lulinha nem desfez as suspeitas da PF. Apenas deixou a impressão de que, diante da câmera, o presidente preferiu o risco da mentira óbvia ao ônus de admitir proximidade com quem hoje está no centro de três inquéritos.

Com o Diário do Poder

quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Cleitinho se mantém na liderança em pesquisa para o governo de Minas Gerais

Disputa pela segunda vaga no Senado está acirrada, entre Carlos Viana (PSD) e Domingos Sávio (PL), segundo Real Time Big Data


Cleitinho Azevedo lidera em todos os cenários-| Foto: Facebook/Cleitinho Azevedo a -A 


O candidato Cleitinho Azevedo (Republicanos) continua na liderança na disputa pelo governo de Minas Gerais, segundo levantamento do Real Time Big Data divulgado nesta quinta-feira (27). Ele, que é senador, perdeu 3 pontos desde a pesquisa anterior, mas aparece com 33% das intenções de voto no cenário estimulado, 18 pontos à frente de Patrus Ananias (PT), que registra 15%. Alexandre Kalil (PDT) tem 13%, enquanto Mateus Simões (PSD) chega a 11%.

A pesquisa também mediu a intenção de voto espontânea, na qual os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados. Nesse cenário, a indefinição ainda domina: 60% não sabem ou não indicam candidato. Mas Cleitinho também é o líder. Ele aparece com 11%, seguido por Patrus, com 5%, e Kalil e Simões, com 4% cada um. Gabriel (MDB) soma 2%; Flávio Roscoe (PL) e Romeu Zema (Novo) têm 1% cada um. Outros nomes somam 3%, enquanto brancos e nulos representam 9%.

 

Vantagem de Cleitinho nas pesquisas em Minas Gerais 

O levantamento testou seis possíveis disputas no segundo turno. Cleitinho mantém vantagem em todos os confrontos nos quais é incluído. Contra Kalil, marca 46% a 35%. Diante de Simões, vence por 46% a 31%. Na simulação contra Patrus, a diferença é menor: 45% a 40%.

A avaliação do governo de Minas Gerais também foi incluída no levantamento. Simões, atual governador, que substituiu Zema, tem 56% de aprovação, enquanto 40% desaprovam sua administração. Na avaliação geral, 41% consideram a gestão regular. 

As classificações ótima ou boa e ruim ou péssima aparecem empatadas, com 28% cada uma. Na corrida pelas duas cadeiras de Minas Gerais no Senado, Marília Campos (PT) lidera, com 24% das intenções de voto no cenário estimulado. 

A segunda vaga tem uma disputa acirrada. Carlos Viana (PSD) e Domingos Sávio (PL) aparecem com 13% cada um, seguidos por Marcelo Aro (PP), com 12%, e Áurea Carolina (Psol), com 9%. O levantamento ouviu 2 mil eleitores mineiros entre 22 e 26 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. 


Eugênio Goussinsk - Revista Oeste

ACM Neto abre 10,2 pontos e pode vencer no 1º turno na BA

 Candidato do União Brasil também lidera na pesquisa espontânea



Foto: redes sociais


O ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) mantém a liderança na disputa pelo governo da Bahia, segundo pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas divulgada no início de agosto. No cenário estimulado de primeiro turno, Neto aparece com 48,9% das intenções de voto, contra 38,7% do governador Jerônimo Rodrigues (PT).
A diferença de 10,2 pontos percentuais ocorre dentro da margem de erro de 2,7 pontos.

Na pesquisa anterior do mesmo instituto, em julho, Neto tinha 49,2% e Jerônimo 37,5%. Outros nomes testados — Ronaldo Mansur (PSOL), com 0,7%, Aroldo Félix (UP) e José Estêvão (DC), com 0,1% cada — ficaram residualmente. Brancos, nulos e “nenhum” somaram 7%; indecisos, 4,4%.

Na espontânea, quando o eleitor cita o nome sem lista, Neto lidera com 31,2% e Jerônimo com 22,9%. O índice de “não sabe” chega a 39,1%.Em simulação de segundo turno entre os dois principais, ACM Neto venceria com 50,9% a 40% de Jerônimo. Brancos/nulos/nenhum ficaram em 6,1% e indecisos em 2,9%.

A rejeição favorece o opositor: 41% dos entrevistados disseram que não votariam de jeito nenhum em Jerônimo, contra 28,2% que rejeitam Neto.

Apesar da desvantagem eleitoral, a gestão de Jerônimo Rodrigues é aprovada por 55,2% dos baianos. A desaprovação fica em 41,5% e 3,3% não opinaram.

Na avaliação qualitativa, 39,9% consideram o governo “ótimo” ou “bom” (14,9% ótimo e 25% bom). Outros 24% classificam como “regular”. A avaliação negativa (“ruim” + “péssimo”) soma 34,4%.

Senado: petistas na frente

Na disputa pelas duas vagas ao Senado, Rui Costa (PT) lidera com 44,6% das citações, seguido por Jaques Wagner (PT), com 35,1%. Como cada eleiACM Netotor podia indicar até dois nomes, os percentuais ultrapassam 100%. João Roma (PL) aparece com 24,1% e Angelo Coronel (Republicanos) com 21,9%. Demais candidatos ficaram abaixo de 7%.

Jaques Wagner é o mais rejeitado para o Senado (34,1%), à frente de Rui Costa (23,1%).

Metodologia

O Paraná Pesquisas ouviu 1.400 eleitores presencialmente, em 60 municípios da Bahia, entre 31 de julho e 2 de agosto de 2026. A margem de erro é de 2,7 pontos percentuais, com 95% de confiança. O levantamento, contratado pelo portal Bahia Notícias, está registrado no TSE sob o número BA-03043/2026.

Os números mostram uma polarização estável entre Neto e Jerônimo, com o governador recuperando alguns pontos em relação a julho, mas ainda atrás tanto no primeiro quanto no segundo turno. A aprovação da gestão petista permanece majoritária, o que pode influenciar a campanha nos próximos meses.

Diário do Poder

PGR se antecipa à defesa de Lulinha para tentar mandar ação à 1ª instância - É o desespero para tentar salvar Lula, o chefe da quadrilha

 

Paulo Gonet, chefe da Procuradoria Geral da República (PR) e Lula (PT): sempre de mãos dadas - Foto: assessoria/PR


Nomeado por Lula para o cargo de procurador-geral da República, Paulo Gonet pediu para que o processo envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, saísse do Supremo Tribunal Federal (STF) antes mesmo de os advogados do filho mais velho do petista fazer a solicitação. Quem relata dois dos inquéritos envolvendo Lulinha é o ministro do STF André Mendonça. A rapidez do solícito Gonet na iniciativa de remeter o processo à primeira instância também ocorreu antes de os advogados terem acesso integral aos autos.

Morreu na praia

Apesar da proativa iniciativa da PGR, a coluna apurou que a expectativa da defesa é que André Mendonça mantenha o processo no Supremo.

Curiosa ‘parceria’

Advogado de Lulinha disse à coluna que “reconhece e aplaude” a manobra da PGR para tentar tirar o processo de Mendonça. Claro.

Serviço feito

Já que a PGR tomou à frente da pressão para remeter o caso à 1ª instância, a defesa oficial de Lulinha nada fará até Mendonça decidir.

Sem prazo

A coluna já antecipou que é remota a chance de o ministro, que não tem prazo ou pressa para despachar, mandar o processo à 1ª instância.


Diário do Poder

PF aponta pressão de lobista ligada a Lulinha por negócios de Careca do INSS

"Temos q colocar Fábio em cima do Berge rsrs", diz mensagem. Berge era o nº do Ministério da Saúde



Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha |- Foto: Reprodução / Redes Sociais


A Polícia Federal aponta que a lobista Roberta Luchsinger buscou a intervenção de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho de Lula (PT), para tentar viabilizar negócios de interesse do empresário Antônio Camilo Antunes, o Careca do INSS, junto ao Ministério da Saúde.

Mensagens encontradas no celular de Roberta mostram movimentações para acelerar negociações envolvendo a contratação de material derivado de canabidiol e de kits para combate à dengue. Nenhum dos dois contratos foi firmado.

Segundo a PF, as conversas indicam que Roberta tentava viabilizar os negócios antes da mudança de Lulinha para a Espanha, em 2025. Em 23 de janeiro daquele ano, ela relatou ao empresário Gustavo Gaspar que Antunes pressionava pela conclusão dos negócios, mas não fazia o mesmo diretamente com Fábio Luís. Na sequência, afirmou que havia tratado do assunto com Lulinha e que seria necessário que ele “se mexesse”.

A Polícia Federal interpretou o diálogo como indicação de que as demandas de Antunes dependeriam da intervenção de Fábio Luís. Gaspar, empresário e ex-assessor do senador Weverton Rocha (PDT-MA), também participava das negociações.

Lulinha “em cima do Berge”

Em 27 de janeiro de 2025, Roberta afirmou que buscava “capitalizar” Antunes e pressionava Swedenberger do Nascimento Barbosa, então secretário-executivo do Ministério da Saúde, conhecido como Berger, para acelerar a compra dos kits contra a dengue.

Em uma das mensagens, escreveu: “Correr para o Berger comprar isso logo”.

Para a Polícia Federal, a lobista também indicou que havia urgência porque “Fábio vai embora”, em referência à mudança de Lulinha para o exterior.

Os documentos registram conversas entre Roberta e Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula. Segundo a investigação, ela tratava dos negócios com o governo desde março de 2024. Naquele mês, Roberta afirmou a Marcola que havia feito Gaspar investir na empresa de canabidiol e pediu que ele pressionasse Berger.

Em maio, escreveu: “Temos q colocar Fábio em cima do berge rsrs”.

Marcola respondeu “blz”.

Em novembro de 2024, Roberta disse a Marcola que Fábio Luís, então em Portugal, havia pedido que ele pressionasse Berger sobre os negócios. As conversas mencionam um churrasco para o qual Roberta pediu que Marcola levasse o então secretário-executivo.

Antônio Camilo Antunes tornou-se posteriormente um dos principais alvos da Operação Sem Desconto, que investiga irregularidades em benefícios de aposentados e pensionistas. Ele está preso desde setembro de 2025. Gaspar atualmente cumpre prisão domiciliar.

A defesa de Marco Aurélio Ribeiro afirma que ele jamais intermediou negociações ou encaminhou documentos relacionados a compras ou licitações no Ministério da Saúde, na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ou em outros órgãos. Segundo a defesa, a ausência de acesso à íntegra dos autos e os vazamentos de trechos da investigação estariam sendo usados para distorcer os fatos e interferir no processo eleitoral.

Lucas Soares - Diário do Poder

Dívida de empresas em recuperação soma R$180 bilhões, sob governo hostil ao setor privado

Custo elevado do crédito, juros nas alturas etc fragilizam quem empreende e emprega no Brasil


Reprodução


O volume de dívidas de grandes empresas brasileiras em recuperação judicial ou extrajudicial chegou a cerca de R$180 bilhões, levando as reestruturações corporativas ao maior nível já registrado no país.

A entrada da Braskem nesse grupo reforça um movimento que ganhou força em 2026. Empresas de diferentes setores vêm recorrendo à renegociação de passivos para reorganizar o caixa, alongar vencimentos e reduzir a pressão financeira sobre suas operações.

Como informa a plataforma Faria Lima News, o cenário vai além de casos isolados. O custo elevado do crédito, o peso dos juros sobre dívidas acumuladas e a dificuldade de refinanciamento aumentaram a pressão sobre companhias com estruturas financeiras mais fragilizadas.

Com isso, as recuperações passaram a refletir uma deterioração mais ampla do crédito corporativo brasileiro, atingindo grupos de grande porte e ampliando o volume de dívidas submetidas a processos de reestruturação.

Esse fenômeno ganhou dimensões recordes no atual governo Lula (PT), acusado de criar e ampliar um ambiente hostil para quem empreende e investe no Brasil.



Diário do Poder

quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Marcel van Hattem lidera disputa ao Senado no RS, aponta pesquisa

 Candidato do NOVO aparece com 20% das intenções de voto, seguido por Manuela D’Ávila, Sanderson, Rigotto e Pimenta



Deputado federal Marcel van Hattem. (Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados).


O deputado Marcel van Hattem (NOVO) lidera a disputa pelas duas vagas ao Senado pelo Rio Grande do Sul, segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (25). No resultado consolidado do primeiro e do segundo voto, em cenário estimulado, o candidato registra 20%.

Manuela D’Ávila (PSOL) aparece em segundo lugar, com 19%. Na sequência estão Sanderson (PL), com 17%; Germano Rigotto (MDB), com 15%; e Paulo Pimenta (PT), também com 15%.

Frederico Antunes (PSD) tem 5%, enquanto Milton Cardoso (PSDB) e Luciano do MBL (UP) registram 1% cada. Brancos e nulos somam 4%, e 3% não souberam ou não responderam.

A pesquisa ouviu 1.600 eleitores entre 20 e 24 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O levantamento está registrado no TSE sob o número RS-09640/2026.



Diário do Poder