quinta-feira, 27 de agosto de 2026

PGR se antecipa à defesa de Lulinha para tentar mandar ação à 1ª instância - É o desespero para tentar salvar Lula, o chefe da quadrilha

 

Paulo Gonet, chefe da Procuradoria Geral da República (PR) e Lula (PT): sempre de mãos dadas - Foto: assessoria/PR


Nomeado por Lula para o cargo de procurador-geral da República, Paulo Gonet pediu para que o processo envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, saísse do Supremo Tribunal Federal (STF) antes mesmo de os advogados do filho mais velho do petista fazer a solicitação. Quem relata dois dos inquéritos envolvendo Lulinha é o ministro do STF André Mendonça. A rapidez do solícito Gonet na iniciativa de remeter o processo à primeira instância também ocorreu antes de os advogados terem acesso integral aos autos.

Morreu na praia

Apesar da proativa iniciativa da PGR, a coluna apurou que a expectativa da defesa é que André Mendonça mantenha o processo no Supremo.

Curiosa ‘parceria’

Advogado de Lulinha disse à coluna que “reconhece e aplaude” a manobra da PGR para tentar tirar o processo de Mendonça. Claro.

Serviço feito

Já que a PGR tomou à frente da pressão para remeter o caso à 1ª instância, a defesa oficial de Lulinha nada fará até Mendonça decidir.

Sem prazo

A coluna já antecipou que é remota a chance de o ministro, que não tem prazo ou pressa para despachar, mandar o processo à 1ª instância.


Diário do Poder

PF aponta pressão de lobista ligada a Lulinha por negócios de Careca do INSS

"Temos q colocar Fábio em cima do Berge rsrs", diz mensagem. Berge era o nº do Ministério da Saúde



Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha |- Foto: Reprodução / Redes Sociais


A Polícia Federal aponta que a lobista Roberta Luchsinger buscou a intervenção de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho de Lula (PT), para tentar viabilizar negócios de interesse do empresário Antônio Camilo Antunes, o Careca do INSS, junto ao Ministério da Saúde.

Mensagens encontradas no celular de Roberta mostram movimentações para acelerar negociações envolvendo a contratação de material derivado de canabidiol e de kits para combate à dengue. Nenhum dos dois contratos foi firmado.

Segundo a PF, as conversas indicam que Roberta tentava viabilizar os negócios antes da mudança de Lulinha para a Espanha, em 2025. Em 23 de janeiro daquele ano, ela relatou ao empresário Gustavo Gaspar que Antunes pressionava pela conclusão dos negócios, mas não fazia o mesmo diretamente com Fábio Luís. Na sequência, afirmou que havia tratado do assunto com Lulinha e que seria necessário que ele “se mexesse”.

A Polícia Federal interpretou o diálogo como indicação de que as demandas de Antunes dependeriam da intervenção de Fábio Luís. Gaspar, empresário e ex-assessor do senador Weverton Rocha (PDT-MA), também participava das negociações.

Lulinha “em cima do Berge”

Em 27 de janeiro de 2025, Roberta afirmou que buscava “capitalizar” Antunes e pressionava Swedenberger do Nascimento Barbosa, então secretário-executivo do Ministério da Saúde, conhecido como Berger, para acelerar a compra dos kits contra a dengue.

Em uma das mensagens, escreveu: “Correr para o Berger comprar isso logo”.

Para a Polícia Federal, a lobista também indicou que havia urgência porque “Fábio vai embora”, em referência à mudança de Lulinha para o exterior.

Os documentos registram conversas entre Roberta e Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula. Segundo a investigação, ela tratava dos negócios com o governo desde março de 2024. Naquele mês, Roberta afirmou a Marcola que havia feito Gaspar investir na empresa de canabidiol e pediu que ele pressionasse Berger.

Em maio, escreveu: “Temos q colocar Fábio em cima do berge rsrs”.

Marcola respondeu “blz”.

Em novembro de 2024, Roberta disse a Marcola que Fábio Luís, então em Portugal, havia pedido que ele pressionasse Berger sobre os negócios. As conversas mencionam um churrasco para o qual Roberta pediu que Marcola levasse o então secretário-executivo.

Antônio Camilo Antunes tornou-se posteriormente um dos principais alvos da Operação Sem Desconto, que investiga irregularidades em benefícios de aposentados e pensionistas. Ele está preso desde setembro de 2025. Gaspar atualmente cumpre prisão domiciliar.

A defesa de Marco Aurélio Ribeiro afirma que ele jamais intermediou negociações ou encaminhou documentos relacionados a compras ou licitações no Ministério da Saúde, na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ou em outros órgãos. Segundo a defesa, a ausência de acesso à íntegra dos autos e os vazamentos de trechos da investigação estariam sendo usados para distorcer os fatos e interferir no processo eleitoral.

Lucas Soares - Diário do Poder

Dívida de empresas em recuperação soma R$180 bilhões, sob governo hostil ao setor privado

Custo elevado do crédito, juros nas alturas etc fragilizam quem empreende e emprega no Brasil


Reprodução


O volume de dívidas de grandes empresas brasileiras em recuperação judicial ou extrajudicial chegou a cerca de R$180 bilhões, levando as reestruturações corporativas ao maior nível já registrado no país.

A entrada da Braskem nesse grupo reforça um movimento que ganhou força em 2026. Empresas de diferentes setores vêm recorrendo à renegociação de passivos para reorganizar o caixa, alongar vencimentos e reduzir a pressão financeira sobre suas operações.

Como informa a plataforma Faria Lima News, o cenário vai além de casos isolados. O custo elevado do crédito, o peso dos juros sobre dívidas acumuladas e a dificuldade de refinanciamento aumentaram a pressão sobre companhias com estruturas financeiras mais fragilizadas.

Com isso, as recuperações passaram a refletir uma deterioração mais ampla do crédito corporativo brasileiro, atingindo grupos de grande porte e ampliando o volume de dívidas submetidas a processos de reestruturação.

Esse fenômeno ganhou dimensões recordes no atual governo Lula (PT), acusado de criar e ampliar um ambiente hostil para quem empreende e investe no Brasil.



Diário do Poder

quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Marcel van Hattem lidera disputa ao Senado no RS, aponta pesquisa

 Candidato do NOVO aparece com 20% das intenções de voto, seguido por Manuela D’Ávila, Sanderson, Rigotto e Pimenta



Deputado federal Marcel van Hattem. (Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados).


O deputado Marcel van Hattem (NOVO) lidera a disputa pelas duas vagas ao Senado pelo Rio Grande do Sul, segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (25). No resultado consolidado do primeiro e do segundo voto, em cenário estimulado, o candidato registra 20%.

Manuela D’Ávila (PSOL) aparece em segundo lugar, com 19%. Na sequência estão Sanderson (PL), com 17%; Germano Rigotto (MDB), com 15%; e Paulo Pimenta (PT), também com 15%.

Frederico Antunes (PSD) tem 5%, enquanto Milton Cardoso (PSDB) e Luciano do MBL (UP) registram 1% cada. Brancos e nulos somam 4%, e 3% não souberam ou não responderam.

A pesquisa ouviu 1.600 eleitores entre 20 e 24 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O levantamento está registrado no TSE sob o número RS-09640/2026.



Diário do Poder

O emprego secreto que mantém Lulinha na Espanha

 Defesa de Fábio Luís afirma que a permanência dele em Madrid se apoia em um vínculo de trabalho. Mas se recusa a dizer qual, ao alegar privacidade


Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva - Foto: Reprodução/Redes sociais

O que mantém Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, com permissão para residir na Espanha é um emprego, afirma a defesa do filho do presidente a Oeste. Questionado sobre a denúncia que pede à Justiça espanhola para investigar se a empresa de Lulinha seria de fachada e se ela teria ligação com a residência dele no país, o advogado Marco Aurélio Carvalho respondeu que a permanência do brasileiro em Madrid não depende da companhia, e sim de um vínculo de trabalho. Só não diz qual.

“A presença dele em Madrid não está vinculada a essa empresa”, declarou Carvalho. “É um outro vínculo de trabalho, que não está associado a essa empresa.” A autorização de residência, segundo ele, é regular e independe da Synapta — a firma que Lulinha abriu em janeiro e que a própria defesa admite estar inativa. “Há cobertura da legislação espanhola para manter a empresa inativa”, diz o advogado, que descarta qualquer irregularidade. 

Ao se negar revelar qual o vínculo empregatício do filho de Lula, Carvalho diz que Lulinha “quer ter algum grau de privacidade” e que não pretende torná-lo público. Garante apenas que o trabalho “não tem relação direta ou indireta com qualquer tema de interesse do governo brasileiro”, e promete que, “no momento oportuno”, o cliente dará “as explicações necessárias”.

O advogado também contesta a imagem de vida abastada. Ao contrário do que noticiou a imprensa, o advogado enfatiza que Lulinha não mora no condomínio de luxo El Jardín de La Moraleja, em Madrid. “Não vive nesse imóvel, e no momento oportuno vai fazer prova disso”, diz. Para Carvalho, o filho de Lula “tem uma vida simples, sem luxo” e vive “com o resultado dos esforços do próprio trabalho”.


Lulinha é alvo de três inquéritos no STF

 Lulinha é alvo de três inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF) — dois com André Mendonça e um com Flávio Dino — por suspeita de tráfico de influência em negócios com o governo federal. Mudou-se para Madrid em meados de 2025, enquanto era investigado no Brasil.


Yasmin Alencar - Revista Oeste

Ex-presidiário Lula não consegue dizer que ‘não sabia’ sobre escândalo envolvendo Lulinha, Marcola e lobista

 

Momento em que Lula fugia das perguntas sobre o escândalo envolvendo Lulinha e assessores próprios.


A dificuldade de Lula (PT) em enfrentar o escândalo de corrupção e tráfico de influência no núcleo mais íntimo de seu governo ficou escancarada nesta terça (25), durante sua visita ao QG do Exército. No evento, ele mesmo se ofereceu aos jornalistas, mas, indagado sobre revelações devastadoras envolvendo principalmente seu próprio filho Lulinha em negócios milionários no seu governo, simplesmente caiu fora. Constrangedor. Pensava estar em “ambiente controlado”, só que não.

Somente aplausos

Lula condiciona presença em eventos e entrevistas, como definem seus assessores, a “ambientes controlados”, sem riscos de “surpresas”.

Fugindo do debate

Nos bastidores, a falta de respostas convincentes sobre o escândalo é vista como a principal razão para Lula fugir do debate da Band, domingo.

Mais uma lorota

Quando Lula foge de perguntas sobre o próprio filho e seus amigos de décadas, o discurso de “não haverá privilégio” soa mais uma lorota.

Falta convencer

Lula já tentou a tática do “não sabia”, mandou Lulinha “provar inocência”, mas não consegue dizer, olho no olho, que nada tem com o esquema.


Diário do Poder

terça-feira, 25 de agosto de 2026

Raquel Lyra lidera disputa em Pernambuco com 44%

 Governadora abre oito pontos sobre João Campos, segundo pesquisa Quaest




A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), lidera a disputa pelo governo estadual com 44% das intenções de voto, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta terça-feira, 25. O ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) aparece em segundo lugar, com 36%. A diferença é de oito pontos percentuais.

 O candidato Ivan Moraes (Psol) tem 1%, enquanto os demais nomes testados não pontuaram. Os eleitores indecisos representam 12%, sendo que 7% afirmaram que pretendem votar em branco, nulo ou não votar. O levantamento ouviu 1.302 eleitores entre 21 e 24 de agosto, com margem de erro de três pontos percentuais.


Cenário de segundo turno em Pernambuco - 47% contra 37%

Em uma eventual disputa direta entre Raquel Lyra e João Campos, a governadora também aparece numericamente à frente. Ela teria 47% dos votos, contra 37% do ex-prefeito do Recife, uma diferença de dez pontos percentuais. 

O resultado mostra uma mudança em relação aos primeiros levantamentos do ano. Em abril, João Campos aparecia à frente de Raquel na pesquisa Quaest. Desde então, a governadora passou a liderar os cenários testados pelo instituto. 

A pesquisa também avaliou a administração de Raquel Lyra. Seu governo é aprovado por 68% dos entrevistados, enquanto 24% desaprovam a gestão. A avaliação positiva da gestão chega a 46%, segundo o levantamento.\


Revista Oeste