domingo, 25 de setembro de 2022

Motociata e Carreata agora em São Paulo em apoio a Bolsonaro

Na França, incêndio atinge maior mercado do mundo

Rungis, localizado a sul de Paris, ocupa 234 hectares — área um pouco maior que a de Mônaco

Um incêndio toma conta de Rungis, maior marcado do mundo
Um incêndio toma conta de Rungis, maior marcado do mundo | Foto: Reprodução/Twitter

Um incêndio está atingindo o maior mercado do mundo, localizado no município de Rungis, em Paris, na França. Imagens que circulam nas redes sociais neste domingo, 25, mostram uma torre de fumaça escura no ar. O armazém vende especialmente produtos e alimentos frescos.

O Corpo de Bombeiros pediu aos cidadãos que fiquem longe da área, enquanto combatem as chamas. Não há informações sobre possíveis vítimas.

Localizado a 7 quilômetros a sul de Paris, o Rungis ocupa 234 hectares — área um pouco maior que a de Mônaco. O mercado, com mais de 12 mil funcionários, movimenta € 9 bilhões em vendas por ano. O empreendimento foi construído para substituir o antigo mercado de Les Halles na capital francesa, que fechou em 1969.

A decisão de construir o Rungis foi tomada pelo general e ex-presidente francês Charles de Gaulle. O objetivo era criar um empreendimento mais prático, moderno e acessível. O mercado está perto de aeroportos, rodovias, estradas e ferroviárias, o que facilita o fornecimento de alimentos provenientes de toda a Europa e Marrocos.

Aproximadamente 3 mil restaurantes fazem compras diariamente no Rungis. Outros 30 mil fazem pedidos para entrega, incluindo restaurantes na Ásia e no Oriente Médio. Esse mercado é o maior fornecedor atacadista para profissionais de gastronomia francesa: há peixes, queijos, frios, temperos e orgânicos.

Revista Oeste

Federer se despede do tênis

 O tenista suíço, de 41 anos, jogou ao lado de Rafael Nadal em sua última partida pelo esporte

Roger Federer se despediu das quadras na sexta-feira 23
Roger Federer se despediu das quadras na sexta-feira 23 | Foto: Reprodução

Roger Federer, um dos maiores tenistas de todos os tempos, pôs um ponto final em sua carreira na sexta-feira 23. Em uma partida de duplas, ao lado de Rafael Nadal, o suíço se despediu das quadras com uma derrota: 2 sets a 1, de virada, para os norte-americanos Frances Tiafoe e Jack Sock.

Depois de disputar seu último ponto, Federer, 41 anos, desabou em lágrimas e acabou acolhido pelos colegas. Em seguida, o suíço atravessou a quadra e cumprimentou todos os tenistas que participam da Laver Cup, uma das competições do esporte.

O telão da arena mostrou um vídeo com mensagens de seus contemporâneos, como Novak Djokovic, Nadal e Andy Murray.

“Foi um dia maravilhoso”, ressaltou Federer. “Disse aos rapazes: ‘Estou feliz, não estou triste’. Curti amarrar o cadarço pela última vez. Com todas as partidas e tendo todos aqui, não foi tão estressante, embora parecesse que teria uma lesão em algum momento. Jogar com Rafa, no mesmo time, e ter todas as lendas aqui… A sensação é de uma comemoração para mim. No fim, é isso que parece. Obrigado!”

Ele se emocionou ainda mais depois de se dirigir à sua mulher, Mirka. “Minha esposa me deu muito apoio”, disse. “Ela poderia ter me parado há muito tempo, mas não fez isso. Ela me manteve competindo e permitiu que eu jogasse.”

O anúncio da aposentadoria

Em comunicado emitido na quinta-feira 15, Federer recordou que, nas três temporadas mais recentes, enfrentou uma série de lesões e cirurgias. Apesar do esforço para retornar às competições, o suíço disse que “conhece os limites e as capacidades” do seu corpo e que “a mensagem é clara”.

“Joguei mais de 1,5 mil partidas ao longo dos últimos 24 anos”, contou. “O tênis me tratou com mais generosidade do que eu poderia sonhar. Agora, preciso reconhecer quando é a hora de encerrar minha carreira competitiva.”

Edilson Salgueiro, Revista Oeste

Bolsonaro - Acelera para Cristo em São Paulo

Ajuste na pandemia, único no mundo, ajuda o País

 

Sobre o desemprego, Paulo Guedes antecipou que o Brasil deve fechar 2022 com a taxa de desocupação mais baixa dos últimos 15 anos - por volta de 8% Foto: Marcello Casal Jr/ ABr


O governo de Jair Bolsonaro será o primeiro, desde 1988, a entregar no último ano de sua gestão um gasto primário menor do que o herdado do governo anterior, levando-se em conta a proporção do PIB. O feito é atribuído pelos economistas ao forte ajuste fiscal que o governo executou durante a pandemia, caso único no mundo. Gastos primários são os que financiam os serviços públicos e as despesas com pessoal, encargos sociais, transferências para estados e municípios e investimentos.

Segurando a onda

Gasto primário menor em 2020 do que em 2018 somente será possível após a manutenção nominal das despesas.

Salários sob controle

Um dos pontos essenciais para “segurar” o gasto primário foi a contenção de despesas com pessoal em 2021 e 2022.

Reforma deu certo

A contas públicas também usufruem da eficácia maior do que a esperada da reforma da previdência sobre benefícios do INSS.

Diário do Poder

Agronegócio ‘fascista’ não cai na conversa do Loola

 

Ex-presidiário Loola - Foto: Ricardo Stuckert


Foi um tiro no pé tentativa de Lula, a menos de 10 dias da eleição, de fazer um afago no agronegócio brasileiro, elogiando o setor – no Canal Rural, do seu amigo do peito Joesley Batista – por sua importância para a economia. A lorota do “encantador de serpentes” foi vista como tal. Ninguém esquece que ele chamou o setor de “fascista” e do seu apoio e estímulo às invasões e destruição de propriedades feitas pelo MST.

Peixe fora d’água

Vice-presidente da federação da agricultura e pecuária de SP (Faesp), Tirso Meirelles diz ser “no mínimo estranho” ver Lula no Canal Rural.

Não colou

“Mais do que palavras, esperamos atitudes mais efetivas e concretas para mostrar que está revendo suas posições”, disse Meirelles.

A verdade conhecida

Depois de Lula dizer que MST só invade “terra improdutiva”, choveram imagens e vídeos de plantações destruídas e gado morto em invasões.

Trabalho revolta

Um setor como o agronegócio, que rala muito pelo país, sempre é alvo de pancadas de políticos conhecidos pela notória aversão ao trabalho.

Diário do Poder

'Inferno no Gelo'