terça-feira, 21 de julho de 2026

Governo corrupto do ex-presidiário Lula pagou R$ 837 mil a escritório que atuou na defesa de Alexandre de Moraes

 Valor também inclui serviços relacionados às sanções tarifárias impostas pelos EUA 


Os presidentes Lula (à esq.) e Alexandre de Moraes, do TSE (à dir.), durante cerimônia de diplomação do petista na Corte - 12/12/2022 - Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

O governo Lula pagou cerca de R$ 850 mil ao escritório norteamericano Arnold & Porter Kaye Scholer LLP pelos serviços relacionados à Lei Magnitsky aplicada ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e a sanções dos Estados Unidos a


Os dados referentes ao que já foi gasto constam de relatórios da Advocacia-Geral da União (AGU) obtidos por Oeste, com exclusividade, via Lei de Acesso à Informação.


A banca emitiu quatro faturas acerca dos dois casos, que somam pouco mais de US$ 150 mil — a quantia em reais considera a cotação do dólar à época. Os registros dividem o valor da seguinte forma:


• US$ 108.866,96 pela atuação relacionada à Magnitsky; • US$ 45.034,50 por serviços referentes a sanções tarifárias. 


 Na ocasião, a AGU emitiu uma nota que justificou a contratação. “Estão incluídas no escopo de atuação do contrato quaisquer medidas de caráter punitivo aplicadas contra os interesses do Estado brasileiro, de empresas e de agentes públicos brasileiros, tais como tarifas, denegações de visto, bloqueio de ativos e restrições financeiras”, afirmou. 

O órgão destacou que o escritório tem atuação no setor regulatório e comercial e longa experiência em litígios internacionais. A empresa conta com mais de mil advogados que atuam em 16 sedes em diferentes países. 

Em 12 de dezembro de 2025, o Departamento do Tesouro dos EUA retirou Moraes, a mulher dele, Viviane Barci, e o Instituto Lex da lista de sancionados pela Magnitsky








O 'presidente' da República, Luiz Inácio Lula da Silva, concede ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, a Grã-Cruz, o mais alto grau da Ordem de Rio Branco, em solenidade realizada no Palácio do Itamaraty, em Brasília (21/11/2023) | Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo 


O Arnold & Porter é o segundo escritório norte-americano contratado pelo Estado brasileiro que atua em uma questão relacionada a Moraes. 

Paralelamente, o Foley Hoag LLP representa a União na ação movida por Rumble e Trump Media que cita o ministro nos EUA. 

A coluna revelou que o Brasil já desembolsou mais de R$ 1 milhão pela atuação da banca na ação das big techs. As empresas pedem explicações na Justiça norte-americana sobre ordens sigilosas expedidas por Moraes que violaria a Constituição dos EUA. O Foley Hoag LLP cuida de processos do Brasil no estrangeiro desde 2019.


Cristyan Costa - Revista Oeste

Trump concede green card e fortalece proteção a Eduardo Bolsonaro

Documento garante ao ex-deputado o direito de viver e trabalhar nos EUA por tempo indeterminado


Green Card de Eduardo Bolsonaro. (Foto: Reprodução).


O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, concedeu o Green Card ao ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro o que, na prática, fortalece medidas de proteção ao ex-deputado que denunciou ser vítima de perseguiçãodo regime brasileiro.

O documento garante ao filho do ex-presidente Jair Bolsonaro o direito de viver, trabalhar e estudar nos Estados Unidos por tempo indeterminado, sem necessidade de autorizações especiais.

Com a residência permanente, Eduardo passa a ter praticamente os mesmos direitos de um cidadão norte-americano, embora não possa votar nas eleições do país.

A concessão do documento ocorre cerca de um mês após Eduardo Bolsonaro ser condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a quatro anos e dois meses de reclusão pelo crime de coação no curso do processo.

Segundo o STF, ficou comprovado que o ex-parlamentar atuou para interferir no julgamento da ação penal em que Jair Bolsonaro foi condenado por tentativa de golpe de Estado.

O ex-deputado mora nos Estados Unidos desde o início de 2025, quando se licenciou do mandato na Câmara dos Deputados, alegando sofrer perseguição política no Brasil.

Segundo a publicação, o pedido de residência permanente havia sido protocolado há mais de um ano. A informação é colunista Mônica Bergamo.

Mael Vale - Diário do Poder

segunda-feira, 20 de julho de 2026

Faroeste à Brasileira

 Gustavo Segré, Maria De Carli e Luís Artur Nogueira debatem os principais assuntos do país





Acompanhe os tópicos discutidos nesta edição do Faroeste à Brasileira 

Assista no • Moraes mantém prisão domiciliar de Bolsonaro e suspende visitas ‘político-eleitorais’ até o fim das eleições; 

• Moraes nega autorização para Milei visitar Bolsonaro; 

• Lula recebeu ao menos 16 estrangeiros enquanto esteve preso; • Decretos de Lula sobre big techs entram em vigor sob pressão da oposição; 

• Alcolumbre usou avião da FAB para participar do Festival de Parintins; 

• Zema promete privatizar Petrobras e Banco do Brasil e usar recursos em obras de infraestrutura; 

• Ciro diz que votaria em Caiado para presidente, mas não cita Flávio; 

• Flávio Bolsonaro recusa segurança da PF durante campanha presidencial; 

• PF inicia ação nacional para segurança de candidatos à Presidência; 

• Cartório impede Wagner de vender imóvel de R$15,8 milhões um dia após operação da PF; 

• Família de ministro do TCU vence licitação bilionária no Porto de Santos; e 

• Governo federal destina R$ 200 mil para formação de pilotos de drones no Rio de Janeiro. 


Revista Oeste

Janja, mulher do descondenado, em números

 A jornalista Raphaela Ribas compila alguns gastos da primeira-dama


 

A primeira-dama do PT,  Janja da Silva,  e uma das aeronaves da FAB -\ Foto: Reprodução/X


A jornalista Raphaela Ribas mostra, na coluna de economia da Edição 331 da Revista Oeste, que os gastos da primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, vão além das viagens internacionais que ela realizou desde que o petista Luiz Inácio Lula da Silva reassumiu a Presidência da República, em janeiro de 2023. 

“A primeira-dama do Brasil tem uma equipe de 12 pessoas à sua disposição. Um custo médio estimado de R$ 160 mil por mês — com esse valor dá para pagar cerca de 31 professores da rede pública”, informa Raphaela. “Mesmo com tantas pessoas ao seu redor, nenhuma conseguiu evitar o incômodo internacional de Janja ao xingar o empresário Elon Musk em um evento produzido por ela. Realizado no Rio de Janeiro, em 2024, o Festival Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza — o ‘Janjapalooza’ — recebeu aporte de mais de R$ 83 milhões de estatais e nunca ficou clara a contribuição prática contra a fome e a pobreza. O Tribunal de Contas da União começou a investigar, mas o assunto se esvaneceu.” 


Sem se esquecer das viagens de Janja

 Raphaela também cita que, no decorrer dos últimos quatro anos, a mulher de Lula já embarcou para cerca de 40 países. Além disso, mostra que críticas às viagens internacionais e aos gastos são tachados como “misoginia”.



Diante de militares, casal Janja & Lula desembarca de avião durante uma das inúmeras viagens feitas desde janeiro de 2023 |- Foto: Ricardo Stuckert/PR 


“Janja já foi para 38 países como primeira-dama, mais do que seu marido, Lula. Entre hotéis luxuosos e passeios, permanece o mistério do seu trabalho”, destaca o texto de Oeste. “Sem resposta, ela tenta tirar o foco da prestação de contas e jogar acusações às pessoas: quem a questiona ou a chama de gastadeira é misógino. 

O termo quer dizer aversão, ódio ou preconceito por alguém ser mulher. Ela é uma das principais defensoras da criação de uma lei que compara a misoginia ao racismo. Mas aí surge outra dúvida sobre sua infindável contribuição: usar o gênero como pretexto para impedir opiniões contra alguém não é mais um tipo de censura?” 

As nformações a respeito da primeira-dama brasileira são apenas uma parte da coluna de Raphaela Ribas na atual edição de Oeste. A íntegra do texto “Confissão de incompetência abala credibilidade” está disponível à base de assinantes da publicação digital. 


Anderson Scardoelli - Revista Oestde

domingo, 19 de julho de 2026

Flávio Gordon e 'O sequestro político de Jair Bolsonaro'

 'Um homem já silenciado nas redes, proibido de comunicar-se inclusive por intermédio de terceiros, vê-se agora privado do convívio com o filho e do encontro com um aliado internacional'


Reprodução X


Um juiz que teme o veredicto das urnas já não é juiz: é parte interessada, um carcereiro, um tirano” , escreve Flávio Gordon, sobre a decisão de Alexandre de Moraes que ele define como sequestro do ex-presidente Jair Bolsonaro

Se ainda restava alguma dúvida quanto à natureza do regime que se instalou no Brasil sob o disfarce da defesa da democracia, a rotina de despachos que emana do gabinete de Alexandre de Moraes encarregouse de dissipá-la. Aos analistas, poupa-se o trabalho de teorizar sobre o que é um estado de exceção quando basta, para demonstrá-lo, a simples crônica dos fatos.

Na segunda-feira 13, o ministro do Supremo Tribunal Federal suspendeu por 90 dias as visitas do senador Flávio Bolsonaro ao próprio pai, punindo o crime imperdoável de haver lido em público uma carta manuscrita do ex-presidente Jair Bolsonaro dirigida “aos brasileiros”. 

No sábado 18, coroando a obra com o requinte próprio dos déspotas meticulosos, Moraes negou até mesmo a visita de Javier Milei, chefe de Estado de uma nação vizinha e aliada, como se a presença de um presidente estrangeiro à cabeceira de um septuagenário em prisão domiciliar constituísse ameaça à ordem constituciona.

nte-se à lógica que preside o conjunto: um homem já silenciado nas redes, proibido de comunicar-se inclusive por intermédio de terceiros, vê-se agora privado do convívio com o filho e do encontro com um aliado internacional. E tudo isso “até o fim das eleições deste ano”.


Moraes e o sequestro de Bolsonaro 

Alexandre de Moraes é inteiramente movido pelo calendário eleitoral. O processo aí é mero pretexto para o seu real objetivo: extirpar da disputa política não apenas um homem, mas um movimento inteiro, aquilo que a nomenklatura judiciária, valendo-se do vocabulário emprestado da imprensa progressista internacional, batizou de “populismo de extrema direita”. 

 Flávio Bolsonaro, agora pré-candidato ao Palácio do Planalto, resumiu o essencial ao dizer que usar a força do Estado para satisfazer devaneios pessoais não é Justiça, mas vingança. Um juiz que teme o
devaneios pessoais não é Justiça, mas vingança. Um juiz que teme o veredicto das urnas já não é juiz: é parte interessada, um carcereiro, um tirano… É assim que o parceiro de Daniel Vorcaro entrará para a história, essa bem menos condescendente que as presentes instituições nacionais. 

Flávio Gordon - Revista Oeste

Ex-presidiário Lula abaixa cabeça para o tarifaço chinês de 67%

 


Lula e Janja em um dos convescotes na China - Foto: divulgação.


O governo Lula (PT) trabalhou claramente pelo tarifaço de 25%, valioso para campanha de reeleição, e aproveitou para esconder dos brasileiros os 67% impostos pela China à carne bovina exportada pelo Brasil. A conclusão é óbvia: a negligência não foi só frente ao tarifaço dos Estados Unidos. É sistêmica. Adotar populismo antiamericano e silenciar diante do tarifaço da China, que afeta diretamente o agronegócio — motor da economia — revela viés ideológico e não “defesa da soberania”.

Como cordeirinho

Em vez de negociar, Lula atacou Trump, atribuiu o tarifaço a opositores, para xingá-los “traidores da pátria, mas nada diz sobre a China.

Tortura chinesa

Enquanto os EUA adicionam 25% às tarifas, a China foi cruel, taxando violentamente o principal item de exportação do Brasil para aquele país.

Silêncio de tiete

A China impõe à carne cota anual baixa, atingida em junho, e adiciona sobretaxa de 55%. Total: 67%. Tiete da ditadura chinesa, Lula se calou.

Ninguém merece

Nos dois casos, o País paga a conta por depender excessivamente de commodities e pelo governo negligente, populista e eleitoreiros no pode


Diário do Poder

sábado, 18 de julho de 2026

Maioria de Estados afetados pelo tarifaço dos EUA, por culpa do 'cartel lula-stf-globolixo, votou no candidato da quadrilha, o mais notório dos larápios do planeta

 

Só mesmo numa trepubloiqueta de banana... Foto: Reprodução/Band)


Dados cruzados pela coluna de um levamento divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostram que a maioria dos estados afetados pela tarifa extra de 25% a produtos exportados para os Estados Unidos votou em Lula para presidente, no segundo turno de 2022. Pelos números, entre 2026 e 2025, 20 estados apresentaram variação negativa nas exportações, sendo o Rio Grande do Norte, governado pela petista Fátima Bezerra, com pior desempenho, – 72%.

Segue a lista

Alagoas, que também votou em Lula, aparece na sequência de maior queda nas exportações aos Estados Unidos, retração de 64,9%.

Variação

A lista dos estados percentualmente mais afetados segue com o Acre, queda de 62,8%. O estado, o terceiro, deu mais votos a Jair Bolsonaro.

Acima de 50%

Em quarto lugar, o último com retração superior a 50%, está Tocantins, que, de acordo com os números da CNI, registrou queda de 52,1%.

Conseguiram crescer

Registraram alta: RO (+49,1%), GO (+42,1%), DF (+34,2%), MT (25,8%), RJ (+15,4%), MS (+13,7%) e, único lulista com elevação, PB (+5,9%).


Diário do Poder