quarta-feira, 11 de março de 2026

STF não encontra saída para maior crise de credibilidade de sua história - Ora, ora... Só outro STF mais corrupto que esse montado por FHC, Lula, Dilma e Temer

 

Ministro do STF Edson Fachin. Foto: Carlos Moura/SCO/STF


O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, tem discutido reservadamente com os ministros saídas institucionais para a maior crise de credibilidade da história da Corte, mas suas opções são limitadas por questões regimentais, políticas e jurídicas. A mais temida por envolvidos seria incentivar o afastamento voluntário de Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, por exemplo, mas a medida, “dura e necessária”, dizem juristas com atuação no tribunal, não faz o estilo do cauteloso Fachin. Tanto assim que ele só pensa no STF do futuro, com seu Código de Conduta.

PGR catatônico

Outra opção seria encaminhar as suspeições à Procuradoria Geral da República, mas seu titular Paulo Gonet também é alvo de críticas.

‘Sob ataque’?

Ministros defendem que o STF estaria “sob ataque” e que a Fachin não resta alternativa senão defender a instituição e blindar os envolvidos.

Uísque em Londres

Como nada está tão ruim que não possa piorar, revela-se que Daniel Vorcaro bancou gastos extravagantes de ministros em Londres.

Saída é logo ali

Há ministros convencidos de que, sem o STF tomar providências, ao Senado não restará alternativa senão abrir processos de impeachment.

Em Tempo: STF não encontra saída para maior crise de credibilidade de sua história - Ora, ora... Só outro STF mais corrupto que  esse montado por FHC,Lula, Dilma e Temer.


Com informações do Diário do Poder

terça-feira, 10 de março de 2026

Vorcaro bancou degustação milionária de whisky para Moraes e Toffoli em Londres

Conta de US$640,8 mil (R$3,2 milhões) foi paga em clube londrino exclusivo




 
Daniel Vorcaro -(Foto: Redes Sociais).


O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, em sessão sigilosa realizada no dia 12 de fevereiro de 2026, retirar o ministro Dias Toffoli da função de relator de um inquérito que envolve o Banco Master. A determinação ocorreu após a análise de um dossiê de 200 páginas elaborado pela Polícia Federal (PF), que expôs a relação de proximidade entre o magistrado e o fundador da instituição financeira, Daniel Vorcaro.

O ponto focal da discussão foi um evento de degustação de whisky de alto luxo ocorrido em Londres, em abril de 2024, integralmente financiado pelo banqueiro, que é alvo de investigações por supostas irregularidades no Banco Master.

A lista de aproximadamente 40 presentes incluiu figuras proeminentes do cenário jurídico e político brasileiro, como os ministros do STF Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, o então ministro da Justiça Ricardo Lewandowski, o procurador-geral da República Paulo Gonet, o presidente da Câmara Hugo Motta e o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues.

A celebração aconteceu no George Club, um estabelecimento exclusivo no sofisticado bairro de Mayfair, durante a realização do 1º Fórum Jurídico, Brasil de Ideias. Segundo registros encaminhados pela PF à CPMI do INSS, apenas a sessão de degustação de rótulos da marca Macallan teve um custo aproximado de US$ 640,8 mil (cerca de R$ 3,2 milhões na cotação do período).

O valor cobriu serviços de gastronomia, entretenimento e o fornecimento de charutos. Ao término da experiência, cada convidado foi presenteado com uma garrafa da bebida, cujas edições especiais podem variar de R$ 1 mil a mais de US$ 100 mil.

O empresário Daniel Vorcaro, que também atuou como palestrante no fórum, chegou a celebrar a composição do público em mensagens privadas: “Todos os ministros do Brasil, do STF, STJ etc, e euzinho discursando”.

Dados adicionais revelam que a programação completa na capital inglesa alcançou cifras de US$ 6 milhões. Os custos abrangeram hospedagem no hotel The Peninsula, apresentações musicais de artistas como o cantor Seal e os DJs Hugel e Keinemusik, além de logística para até 70 pessoas. No dia posterior à degustação, um grupo reduzido participou de um jantar e happy hour no clube Annabel’s.

Questionado sobre o episódio durante a sessão do tribunal, o ministro Alexandre de Moraes confirmou sua ida ao evento, mas descartou que a participação gerasse qualquer tipo de impedimento legal. “Nesse encontro, vários estávamos lá”, disse, minimizando o evento. “Eu estava lá. Andrei Rodrigues estava lá. Depois fomos todos juntos a um pub, tomamos Macallan.”

A investigação também destacou vínculos profissionais entre familiares dos magistrados e o grupo econômico de Vorcaro. À época dos fatos, Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, já atuava como advogada para o Banco Master. Da mesma forma, o escritório da família de Ricardo Lewandowski manteve contrato com o empresário entre agosto de 2023 e setembro de 2025, período que coincidiu com sua gestão à frente do Ministério da Justiça no governo de Luiz Inácio Lula da Silva.


Diário do Poder

Argentina reconhece manifestante do 8/1 como refugiado

 Relatório faz críticas ao processo conduzido pelo STF no Brasil


O presidente da Argentina, Javier Milei, durante um evento - Foto: Cristina Sille/Reuters 


O governo da Argentina reconheceu como refugiado o caminhoneiro Joel Correa, manifestante do 8 de janeiro. Correa fugiu para o país depois de ser condenado a 13 anos de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF). 

O catarinense, de Tubarão, teria supostamente cometido abolição violenta do Estado de Direito, tentativa de golpe, entre outros crimes.

Assinada em 4 de março, a decisão foi tomada pela Comissão Nacional para os Refugiados (Conare), ligada à Jefatura de Gabinete de Ministros. O órgão concluiu que Correa atende aos critérios da legislação local e da Convenção de Genebra de 1951. 

Conforme o parecer da Conare, não foram identificadas provas diretas que vinculassem Correa a atos de vandalismo durante o protesto de 2023. “No caso do solicitante, esta Secretaria-Executiva considera que não existem provas suficientes que possam afastar sua presunção de inocência nem justificar sua implicação nos crimes graves de direito comum que lhe são imputados e que poderiam levar à aplicação de uma cláusula de exclusão”, disse órgão. 

Ainda de acordo com o documento, Correa manifestou “temor fundado de perseguição” caso retornasse ao Brasil. O órgão sustentou que a condenação pelo STF está ligada à atribuição de opinião política decorrente da presença dele na manifestação contra o governo Lula. Segundo o texto, “a perseguição alegada está vinculada à opinião política atribuída ao solicitante”.

O documento ainda menciona críticas ao processo do STF, como limitações à defesa e a realização do julgamento pelo próprio tribunal, em vez de ser na primeira instância. Para a Conare, essas circunstâncias levantam dúvidas sobre o respeito às garantias do devido processo legal. Por isso, ao conceder o refúgio, o órgão concluiu que não há evidências suficientes de participação direta do solicitante nos crimes atribuídos aos responsáveis pelos ataques às sedes dos Três Poderes. 


Manifestantes sobem a rampa do Congresso Nacional, em 8 de janeiro de 2023 | Foto: Reprodução/Wikimedia Commons 

Com o reconhecimento, Correa passa a ter direito de residência legal na Argentina e pode permanecer no país com proteção das autoridades locais. A medida também impede, em princípio, que ele seja devolvido ao Brasil, em virtude do princípio internacional do non-refoulement, que proíbe a expulsão ou extradição de pessoas que alegam risco de perseguição no país de origem. 

Na prática, isso significa que Correa poderá viver e trabalhar regularmente na Argentina enquanto mantiver o status de refugiado. Caso o Ministério da Justiça do Brasil apresente um pedido de extradição, a decisão da comissão argentina tende a dificultar o envio dele de volta, já que o reconhecimento do refúgio pressupõe que o sujeito pode sofrer perseguição se retornar. 

O status de refugiado, contudo, não é permanente. A legislação prevê que ele pode ser revogado se surgirem provas de participação em 10/03/2026, 14:27 Argentina reconhece manifestante do 8 de janeiro como refugiado https://revistaoeste.com/no-ponto/argentina-reconhece-manifestante-do-8-1-como-refugiado/ 5/12 crimes graves, se for constatada fraude no processo de solicitação ou se o refugiado cometer delitos no país que concedeu a proteção. 


Cristyan Costa - Revista Oeste

Argentina reconhece manifestante do 8/1 como refugiado

 Relatório faz críticas ao processo conduzido pelo STF no Brasil



O presidente da Argentina, Javier Milei, durante um evento - Foto: Cristina Sille/Reuters 


O governo da Argentina reconheceu como refugiado o caminhoneiro Joel Correa, manifestante do 8 de janeiro. Correa fugiu para o país depois de ser condenado a 13 anos de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF). 

O catarinense, de Tubarão, teria supostamente cometido abolição violenta do Estado de Direito, tentativa de golpe, entre outros crimes.

Assinada em 4 de março, a decisão foi tomada pela Comissão Nacional para os Refugiados (Conare), ligada à Jefatura de Gabinete de Ministros. O órgão concluiu que Correa atende aos critérios da legislação local e da Convenção de Genebra de 1951. 

Conforme o parecer da Conare, não foram identificadas provas diretas que vinculassem Correa a atos de vandalismo durante o protesto de 2023. “No caso do solicitante, esta Secretaria-Executiva considera que não existem provas suficientes que possam afastar sua presunção de inocência nem justificar sua implicação nos crimes graves de direito comum que lhe são imputados e que poderiam levar à aplicação de uma cláusula de exclusão”, disse órgão. 

Ainda de acordo com o documento, Correa manifestou “temor fundado de perseguição” caso retornasse ao Brasil. O órgão sustentou que a condenação pelo STF está ligada à atribuição de opinião política decorrente da presença dele na manifestação contra o governo Lula. Segundo o texto, “a perseguição alegada está vinculada à opinião política atribuída ao solicitante”.

O documento ainda menciona críticas ao processo do STF, como limitações à defesa e a realização do julgamento pelo próprio tribunal, em vez de ser na primeira instância. Para a Conare, essas circunstâncias levantam dúvidas sobre o respeito às garantias do devido processo legal. Por isso, ao conceder o refúgio, o órgão concluiu que não há evidências suficientes de participação direta do solicitante nos crimes atribuídos aos responsáveis pelos ataques às sedes dos Três Poderes. 


Manifestantes sobem a rampa do Congresso Nacional, em 8 de janeiro de 2023 | Foto: Reprodução/Wikimedia Commons 

Com o reconhecimento, Correa passa a ter direito de residência legal na Argentina e pode permanecer no país com proteção das autoridades locais. A medida também impede, em princípio, que ele seja devolvido ao Brasil, em virtude do princípio internacional do non-refoulement, que proíbe a expulsão ou extradição de pessoas que alegam risco de perseguição no país de origem. 

Na prática, isso significa que Correa poderá viver e trabalhar regularmente na Argentina enquanto mantiver o status de refugiado. Caso o Ministério da Justiça do Brasil apresente um pedido de extradição, a decisão da comissão argentina tende a dificultar o envio dele de volta, já que o reconhecimento do refúgio pressupõe que o sujeito pode sofrer perseguição se retornar. 

O status de refugiado, contudo, não é permanente. A legislação prevê que ele pode ser revogado se surgirem provas de participação em 10/03/2026, 14:27 Argentina reconhece manifestante do 8 de janeiro como refugiado https://revistaoeste.com/no-ponto/argentina-reconhece-manifestante-do-8-1-como-refugiado/ 5/12 crimes graves, se for constatada fraude no processo de solicitação ou se o refugiado cometer delitos no país que concedeu a proteção. 


Cristyan Costa - Revista Oeste

O problema do Brasil não é a desigualdade, é a falta de bilionários - Catharina Donato

 

No Brasil existe uma obsessão quase patológica com a desigualdade. Ela é tratada como o grande pecado original da sociedade, a explicação mágica para todos os males nacionais: pobreza, violência, falta de oportunidades e até o mau humor nacional. Sempre que algo dá errado lá está ela: a desigualdade. Essa narrativa criou o vilão perfeito, e no Brasil ele atende pelo nome de bilionário.

A lógica é simples, emocional e profundamente equivocada: se existem bilionários, é porque alguém está sendo explorado. Logo, bilionários não deveriam existir. O problema dessa narrativa não é apenas sua carga moralista infantil, mas a inversão completa de causa e efeito. Onde enriquecer é exceção, a pobreza vira regra, e não o contrário. Países não empobrecem porque alguém enriqueceu, eles empobrecem quando quase ninguém consegue enriquecer. 

Como seria um mundo sem Amazon, WhatsApp ou Netflix? Um mundo sem bilionários? A resposta é simples: um mundo mais pobre, mais injusto, com menos empregos, menos inovação, menos concorrência e produtos piores a preços mais altos. Tudo o que hoje existe porque alguém teve incentivo para investir, arriscar e crescer simplesmente não existiria. Bilionários não surgem por decreto nem por exploração mística; surgem quando milhões de pessoas, de forma voluntária, escolhem pagar por algo que consideram melhor do que as alternativas. Sem os bilionários, quem mais sofre não é o rico, mas o mais pobre, que perde empregos, produção em escala e, consequentemente, o acesso a bens e serviços mais baratos. 

Bilionários não são a causa da pobreza. São um sintoma de sociedades que funcionam. Se a desigualdade fosse, por si só, um problema econômico, o mundo simplesmente não faria sentido. Afinal, países extremamente desiguais como Suíça, Estados Unidos e Singapura seguem atraindo investimentos, inovando, criando empregos e oferecendo padrões de vida incomparavelmente superiores aos de países “igualitários” na miséria. Já os que escolheram essa obsessão moral conseguiram um feito notável: igualaram quase todos… na pobreza.

O erro central não é uma mera confusão entre desigualdade e pobreza, mas uma estratégia recorrente de quem lucra com a expansão do estado. Desigualdade é uma comparação relativa. Pobreza é uma condição absoluta. Uma pessoa pode viver muito melhor hoje, ter acesso a bens, serviços e oportunidades impensáveis décadas atrás, e ainda ser considerada “desigual” em relação a alguém mais rico. Ao transformar essa diferença relativa em escândalo moral, desloca-se o foco do verdadeiro responsável pela miséria: o estado. O problema nunca foi alguém ter muito, o problema é alguém não ter o mínimo, e em vez de tentar mitigar o problema, o estado posa de salvador, atacando quem produz riqueza e mantendo a população obediente e dependente, com a promessa eterna de redistribuir o dinheiro dos outros.

Ninguém é obrigado a enriquecer um bilionário, ainda assim milhões de pessoas decidem todos os dias que aquilo que ele oferece vale mais do que o dinheiro que possuem. Até o crítico mais feroz dos “bilionários malvadões” os financia voluntariamente, sem a imposição, coerção e ameaça que são típicas apenas do estado. Em um mercado livre, bilionários só existem porque o consumidor assim decide. No Brasil, essa lógica parece ofensiva, aqui o sucesso é sempre suspeito. Quem enriquece precisa se explicar, quem fracassa precisa ser protegido. O empresário bem-sucedido é visto como alguém que “tirou” algo de outrem, e não como alguém que criou valor.

O discurso dominante encara a riqueza como um jogo de soma zero, quando ela é exatamente o oposto: um processo de criação contínua. Para um bilionário surgir no livre mercado, ele teve que criar um excedente de valor para a sociedade, que é muito maior do que a fortuna que ele acumulou. Como explica Ludwig von Mises, a desigualdade de renda e riqueza é uma característica essencial da economia de mercado, pois é justamente ela que faz o empreendedor servir melhor os consumidores.

Enquanto posa de paladino contra a desigualdade e trata bilionários como criminosos morais, o estado é o maior fabricante de desigualdade do país. É ele quem sufoca empregos com burocracia, insegurança jurídica e custos artificiais, pressionando salários para baixo e tornando cada vez mais difícil mudar de emprego ou conseguir o primeiro, algo que qualquer manual básico de oferta e demanda explica, mas que muitos políticos fingem ignorar. Ao mesmo tempo, são os políticos que tiram dinheiro do mais pobre por meio de impostos e inflação e transfere aos mais ricos e bem relacionados, disfarçando esse processo com a retórica de políticas “gratuitas”. Nada é de graça: o estado tira a perna de quem trabalha, entrega o dinheiro a empresários amigos do poder e depois devolve uma bengala, exigindo aplausos pela caridade. A desigualdade que ele diz combater é exatamente a que ele cria. E da qual vive.

O resultado é previsível: em vez de remover obstáculos para que mais pessoas prosperem, o estado torna-se um sócio majoritário indesejado que só aparece para cobrar e dificultar. O Brasil é pobre porque trata o sucesso como imoral, o fracasso como virtude e faz da inveja uma política pública. Essa hostilidade à riqueza não protege os pobres, protege apenas a mediocridade institucional. 

Não é coincidência que o Brasil tenha poucos bilionários produtivos e muitos bilionários que enriqueceram próximos ao poder. Onde o mercado é sufocado, o capital não desaparece, ele muda de estratégia: em vez de inovação, busca privilégio; em vez de servir consumidores, passa a servir políticos. O problema não é a existência de bilionários, mas o tipo de bilionários que o sistema incentiva a criar. 

Fingir combater a desigualdade atacando a riqueza é como tentar curar a febre quebrando o termômetro. Pode aliviar a angústia moral de alguns, mas não resolve nada, pelo contrário: piora a situação. Uma sociedade saudável não é aquela onde todos têm a mesma renda, mas aquela onde todos têm a chance real de prosperar, onde o sucesso não é tratado como crime. E se o estado, isto é, os políticos, desejassem que o Brasil saísse da espiral da miséria, já teriam abandonado há muito tempo a fantasia de igualdade imposta. Bilionários não são um defeito do sistema, mas um sinal de que ele está funcionando. A ausência deles, ao contrário, revela um ambiente hostil à criação de riqueza, perfeito para políticos administradores da pobreza.

O problema do Brasil nunca foi a desigualdade. O problema é que quase ninguém consegue prosperar sem pedir permissão ao estado.


Catharina Donato - Mises Brasil

Brasil se isola do combate ao tráfico por ‘ideologia’

 

(Foto: Ricardo Stuckert/PR)



O governo Lula (PT) optou por um isolamento vergonhoso e fugiu da coalizão “Escudo das Américas” de 13 países contra o tráfico e cartéis de narcotraficantes. O Brasil preferiu se unir a Colômbia e México, governos lenientes nesse combate, e ficou de fora. Ainda paga o mico de defender a não inclusão de PCC e Comando Vermelho na lista de entidades terroristas proposta pelos EUA. Na prática, protege as gangues da ação conjunta para desarticular redes criminosas por meio de cooperação em inteligência, forças policiais e finanças dos 13 países dessa iniciativa.

Ideologia ignorante

O governo do Brasil expõe priorização ideológica que beira a insanidade. E Lula não quer desagradar seu novo ídolo, o colombiano Gustavo Petro.

Petro, o leniente

Sancionado pelos EUA no ano passado por “envolvimento no tráfico ilícito de drogas”, Petro defende “diálogo” com narcotraficantes e cartéis.

Auge do sectarismo

Lula coloca a ideologia acima do interesse coletivo, ignorando pesquisas nacionais apontando segurança como a maior preocupação do brasileiro.






Oposição quer investigar repasses do milionário ex-presidiário Lula para Lulinha, alvo da CPMI do INSS

 

Lula e Fabio Luiz Lula da Silva, o "Lulinha" - Foto: Fábio Campanato/Agência Brasil.


A grana que Lula despejou nas contas de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, virou alvo da oposição, que quer escrutinar a movimentação financeira do filho do presidente, que tem uma amiga enrolada na falcatrua do INSS. Na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado já tramita pedido à Polícia Federal para investigar “cifra aproximada de R$25 milhões” do herdeiro de Lula. No bolo, mais de R$720 mil são de transferências entre o petista e Lulinha.

Alô, Receita

Na declaração de bens de Lula, tem R$7,4 milhões. Mas a maior parte, R$5,5 milhões, está imobilizada em uma espécie de previdência privada.

Mérito da CPMI

Foi a CPMI do INSS que aprovou a quebra do sigilo bancário de Lulinha e revelou que o presidente repassou o caminhão de dinheiro ao filho.

2+2

Somando o dinheiro em espécie (declarado), com créditos que aparecem nos bens assumidos à Justiça Eleitoral, faltam ainda R$266 mil.

Coisa de milionário

A movimentação financeira de Lulinha é na casa dos milhões. Mais de R$4 milhões por ano em 2022 e 2023 e mais de R$7,2 milhões em 2024.


Diário do Poder