Há um ponto comum na campanha contra a Lava Jato e, óbvio, a favor da corrupção.
Velhos pilantras da política nacional, como Renan Calheiros, Ciro Gomes, Rodrigo Maia e Roberto Requião cerram fileiras ao lado da organização criminosa do Lula contra a moralização do país.
O mais grave para a nação é que esses meliantes têm o apoio escancarado de ministros do Supremo Tribunal Federal, como Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli, para ficar nos mais agressivos defensores da bandalheira.
O que não surpreende, afinal Lewandowski e Toffili foram postos na Corte pelo presidiário Lula. A quem continuam a servir acintosamente.
A postura dos dois 'juízes' dispensa maiores explicações.
Afora políticos e integrantes do Supremo, a campanha contra a Lava Jato tem o reforço da velha mídia corrupta.
Folha, Veja, Globo e Estadão destinam generosos espaços aos criminosos, à volta da bandalheira.
O celerado Juiz Inácio Lula da Silva dá entrevista a jornalistas, a soldo da quadrilha, direto da cela que ocupa na Polícia Federal, em Curitiba.
Como se estivesse no boteco da esquina ou no Palácio do Planalto à época em que 'comandava' o país.
E assaltava Petrobras, BNDES, Eletrobras, Banco do Brasil, Correios e fundos de pensão.

Têm razão juristas sérios, jornalistas sérios, quando indicam que só o povo nas ruas impedirá a escalada bandida para barrar a moralização do país.
Ou alguém duvida que o impeachment de Dilma 'trambique' ou a prisão de Lula teria ocorrido sem pressão popular?
Neste dia 25, próximo domingo, vamos ocupar as ruas para impedir que a bandidagem volte a dominar o Brasil.
