Em outro email anexado ao inquérito da Operação Custo Brasil, o empresário Joaquim Maranhão - também preso na semana passada - reclama de ter que dividir a propina com "mais pessoas", mantendo a participação de Alexandre Romano.
"O tempo passa e as pessoas vão sendo substituídas e o Alexandre fazendo acordos e nos trazendo mais despesas (...) toda vez que entra mais pessoas, nós dividimos a conta com ele, preservando sempre a sua participação. Não aceito nenhum desconto a mais que combinamos."
Trato é trato.
