quinta-feira, 20 de julho de 2017

Carlos Fernando dos Santos Lima: "Jânio de Freitas deixou de ser jornalista para se transformar em porta-voz de pessoas envolvidas em crimes na Lava Jato"

Com O Antagonista



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O procurador Carlos Fernando dos Santos Lima tem a melhor página do Facebook.
A Lava Jato é atacada pelas macacas de auditório de Lula e de Michel Temer.
Hoje ele bateu em Jânio de Freitas, macaca de auditório de Lula, e no editorialista do Estadão, macaca de auditório de Michel Temer.
Sobre Jânio de Freitas, que acusou Sergio Moro de ter condenado Lula sem provas, Carlos Fernando dos Santos Lima disse:
Jânio de Freitas há muito tempo deixou de ser um jornalista para se transformar em um mero porta-voz de pessoas envolvidas em crimes na Lavajato. Uma carreira jogada fora. Falta-lhe integridade jornalista nas suas críticas. Dizem que o pior cego é o que não quer ver, mas nesse caso, o pior cego é o que vê e diz que não viu. Lastimável.
Sobre o editorialista do Estadão, que acusou a PGR de vazamentos, ele disse:
A sorte do Estadão é que o editorialista não tem qualquer responsabilidade em provar o que escreve. O Ministério Público pelo menos se obriga a provar para o juiz tudo o que afirma. Afirmar que os vazamentos tem origem no Ministério Público é fácil e conveniente para o jornal, pois se integra às manobras do jornal para desacreditar o atual PGR. Por trás disso está a defesa de Temer.
Quanto a futura PGR, não é verdade que ela tenha atribuído vazamentos ao Ministério Público. Usar as palavras de Raquel Dodge para causar discórdia e descrença nos trabalhos do Ministério Público mostra apenas que o editorialista usa da intriga como técnica jornalística.

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