quinta-feira, 16 de fevereiro de 2023

Raquel Welch morre aos 82 anos

Raquel Welch construiu sua carreira no show business em torno do apelo sexual com um toque cômico

Raquel Welch, nome artístico de Jo Raquel Tejada foi uma atriz estadunidense lembrada por seus papéis nas décadas de 60 e 70 | Foto: Divulgação/ 20 Century Fox
Raquel Welch, nome artístico de Jo Raquel Tejada foi uma atriz estadunidense lembrada por seus papéis nas décadas de 60 e 70 | Foto: Divulgação/ 20 Century Fox

Raquel Welch, considerada símbolo sexual nos anos 60 e presente no show business por 50 anos, morreu nesta quarta-feira, 15, em Los Angeles. Ela tinha 82 anos. A causa da morte não foi divulgada.

Sua carreira começou em 1966, no filme “One Million Years BC”, como uma mulher das cavernas. Ela apareceu no pôster de divulgação do longa, em uma paisagem rochosa pré-histórica e vestindo um biquíni de pele de corça. Ela tinha 26 anos na época.

Segundo o New York Times, Welch ficou em terceiro lugar entre as cem estrelas femininas mais sexy do século XX, escolhidas pela Playboy. A atriz sempre recusou a atuar nua.

“Eu definitivamente usei meu corpo e apelo sexual de forma vantajosa em meu trabalho, mas sempre dentro dos limites”, disse. “Reservo algumas coisas para minha vida privada e elas não estão à venda”.

Raquel Welch ganhou um Globo de Ouro por seu papel na adaptação de Richard Lester de “Os Três Mosqueteiros”, de 1973, interpretando uma francesa desajeitada do século 17, dividida entre duas vidas – como a esposa de um senhorio e a costureira da rainha.

Seu último filme foi “How to Be a Latin Lover”, em 2017 – um drama cômico sobre um gigolô interpretado por Eugenio Derbez. Suas últimas aparições na televisão foram em “Date My Dad”, também em 2017, uma série canadense-americana, em um papel recorrente como a sogra mexicana do protagonista.

Revista Oeste