
(Atualizado às 12h04)
A quem interessa barrar o projeto anticrime de Sérgio Moro?
O Brasil é um dos países mais violentos do planeta.
Mata-se no país como se estivéssemos oficialmente em guerra.
Aqui, em face da impunidade e da bandidagem que assola os Poderes da República, assiste-se a um movimento sincronizado entre Judiciário (STF) e Legislativo contra qualquer campanha anticrime.
É um acinte e uma agressão à nação, sobretudo à imensa maioria de brasileiros que não têm exércitos de advogados para defendê-los, como ocorre, por exemplo, em relação a Luiz Inácio Lula da Silva, o mais esfuziante dos ladrões da Lava Jato.
Aliás, a campanha degenerada contra a Lava Jato encabeçada por Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Rodrigo Maia, Renan Calheiros, Davi Alcolumbre e a velha imprensa corrupta, retratada nos jornais Folha de São Paulo, Grupo Globo, O Estado de São Paulo e revista Veja, não deixa dúvida de que o país corrupto que se cristalizou nos últimos anos explica a contrariedade dessas 'forças' que operam com impertinência para estancar a caça aos criminosos.
Quer dizer, a caça a eles mesmos. Agem escancaradamente para se proteger.
Nas redes sociais consagra-se a máxima de que 'só os criminosos são contra o pacote anticrime de Sérgio Moro'.
Não surpreende que Lula e sua organização criminosa estejam empenhados em detonar a Lava Jato. Empenho iniciado antes mesmo de o corrupto número 1 do Brasil ir para o xilindró.
Uma rápida espiada nos protagonistas da campanha a favor da impunidade não deixa dúvida de que os incomodados com o projeto anticrime estão atuando em causa própria.
A postura do Supremo Tribunal Federal e do Congresso Nacional é um atentado aos brasileiros sérios, que trabalham, pagam impostos e sustentam uma Corte e um Parlamento que deveriam zelar pela integridade e segurança do cidadão.