O grupo Americanas protocolou nesta quinta-feira, 19, pedido de recuperação judicial, informaram a CNN e o jornal Valor Econômico. A medida é uma “trégua” que a empresa pede à Justiça para não pagar suas dívidas enquanto tenta se recuperar.
A dívida da companhia chega a R$ 43 bilhões e envolve credores financeiros, trabalhistas e fornecedores. O único credor que ficou de fora foi o banco BTG, porque obteve uma liminar na Justiça.
O pedido é o quarto maior caso já registrado no país, perdendo apenas para as recuperações judiciais da Odebrecht (R$ 80 bilhões), Oi (R$ 65 bilhões) e Samarco (R$ 65 bilhões).
Depois do pedido de recuperação judicial, a Americanas vai precisar apresentar um plano de recuperação dos seus negócios, que geralmente envolve venda de ativos e um pesado desconto na dívida. Os bancos vão ter que provisionar as perdas em seus balanços, o que vai afetar a lucratividade. Além do BTG, os principais credores são Bradesco, Safra, Banco do Brasil, entre outros.
A crise na Americanas
A companhia viu sua situação financeira se deteriorar rapidamente desde quarta-feira 11, quando veio à tona inconsistências contábeis de R$ 20 bilhões. Sérgio Rial, que havia assumido o posto de CEO apenas nove dias antes, renunciou ao cargo ao detectar os problemas.
A Americanas, uma das maiores redes varejistas da América Latina, é controlada pelo trio Jorge Paulo Lehman, Marcel Teles e Beto Sucupira. Estão em curso investigações para saber se houve uma fraude nas contas da companhia.
Revista Oeste
Em Tempo: É só o primeiro grande escândalo da 'era Lula-STF'? Pode apostar que não! Afinal, Lula, Lemann e cia. acham que a proteção do STF lhes permitirárá produzir bandalheiras maiores que o Mensalão e o Petrolão;
Em Tempo II: lembrar que esse escândalo se aproxima do da Odebrecht (R$ 80 bilhões), Oi (R$ 65 bilhões) e Samarco (R$ 65 bilhões). O da Samarco está 'protegido' por Rodrigo Pacheco, presidente do Congresso Nacional e cupincha de Lula,
