segunda-feira, 16 de setembro de 2019

Segue o esforço de facção do STF, das lideranças do Congresso e da mídia corrupta em melar a Lava Jato. Novidade, como cantava o velho sambista em 'Brejo da Cruz' antes de se prostituir, é a ameaça de Lewandowski em anular tudo, se os parceiros não tomarem a decisão rápido de soltar Lula


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Divulgação



Atualizado às 20h
O ministro Ricardo Lewandowski ameaçou cancelar as sentenças da Lava Jato, se o plenário do Supremo Tribunal Federal "demorar muito" para analisar o caso da anulação de uma sentença.
Leia-se, tomar a decisão de soltar Lula, o maior ladrão da Lava Jato.

No dia 27 de agosto, a Primeira Turma do STF anulou, por 3 votos a 1, a condenação de Aldemir Bendine, quadrilheiros da organização criminosa do Lula e, imaginem, presidente do Banco do Brasil e da Petrobras.
Bendine foi condenado por corrupção e lavagem de dinheiro em uma ação ligada à Lava Jato. Foi a primeira vez que o Supremo anulou uma decisão do ex-juiz Sergio Moro, hoje ministro da Justiça.
Texto original

A tentativa de uma facção do Supremo Tribunal Federal, do boa parte do Congresso Nacional, à frente os presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e da Câmara, Rodrigo Maias, e da velha imprensa corrupta em melar a CPI da Lava Toga causa surpresa zero ao cidadão minimamente informado.

É da natureza dessa gente o esforço em manter o 'status quo'.

Como são párias do sistema que levou o país à degradação a partir de FHC, e a bandalheira foi à estratosfera nos governos tenebrosos Lula-Dilma, buscam sem pejo barrar a continuação da faxina ética que animou o Brasil sob a Lava Jato.

A autoestima do brasileiro com a prisão de criminosos do colarinho branco foi às alturas.

Não por acaso, figuras nebulosas do STF, do Congresso Nacional e da mídia viciada, leia-se Veja, Globo, Folha e Estadão, atuam sistematicamente para desacreditar Sergio Moro e a Lava Jato, que pela primeira vez na história do Brasil mandaram ao xilindró elementos inescrupulosos da política e do meio empresarial.

Por oportuno, lembrar que FHC, porta voz da campanha contra a moralização do Brasil, foi contra o impeachment de Luiz Inácio Lula da Silva, no Mensalão, mais tarde condenou a prisão do celerado chefe da organização criminosa e, antes, tentou impedir o impeachment de Dilma 'trambique', sob o argumento medonho de que a quadrilheira de Lula é uma 'senhora honrada'.

O povo nas ruas derrotou FHC e outros defensores da continuação da roubalheira que levou ao terrível assalto à Petrobras, ao BNDES, ao Banco do Brasil, aos fundos de pensão de estatais, à Eletrobras, aos Correios...

Se os brasileiros irados não tivessem ido às ruas, provavelmente Lula continuaria no poder pessoalmente ou através de um de seus prepostos.

Todo aquele processo de revolta popular iniciado no Mensalão e que acabou desaguando no Petrolão, em face da impunidade que manteve Lula e empresários soltos para roubar, e que foi prolongado por pelo menos mais 10 anos, ameaça ser retomado agora se, repita-se, Supremo, Congresso e imprensa corrupta conseguirem intimidar ou inibir o povo de voltar às ruas para exigir a continuação da faxina ética.

Os sinais de melhora da economia são claros. Mas, o enfraquecimento do combate à corrupção pode devolver o país aos tenebrosos tempos não tão distantes.

O antídoto à escalada da facção do STF, do Congresso Nacional e da imprensa corrupta é o povo nas ruas.

Neste 25 de setembro veremos o pulso das ruas.

Que restaure-se a moralidade!

A propósito, o governo que assumiu em primeiro de janeiro deste ano chega a 260 dias sem um único caso de corrupção na máquina pública.

É um alento, depois de tipos como Sarney, Collor, FHC, Lula e Dilma terem ocupado o Palácio do Planalto.