Um país sério; um país corrupto. Um povo sério; um povo corrupto.
Raros países investem tanto na indústria cinematográfica, no teatro ou em shows quanto os Estados Unidos.
Investimentos com recursos públicos? Insignificantes. Quase zero.
Quando Francis Ford Coppola fez 'Apocalypse Now', o filme foi um fracasso de público e a crítica caiu de pau.
A produção aconteceu pouco depois de 'O Poderoso Chefão', um dos maiores sucesso de bilheteria e de crítica da história do cinema.
A trilogia do 'Chefão' é antológica.
'Apocalypse Now' hoje é considerado um clássico. Há poucos anos críticos ingleses o consideraram um dos 20 melhores filmes de todos os tempos.
Pois bem, o fracasso inicial do filme de Coppola levou o diretor à quase falência.
O episódio é apenas um exemplo de que num país sério quem não tem competência não se...
E não é o caso de Coppola, um gênio da indústria cinematográfica.
E como funcionam as 'artes' no Brasil.
A viúva, leia-se, os trouxas contribuintes, bancam artistas milionários.
Na música, no cinema, no teatro.
De Chico Buarque a Ivete Sangalo, passando por Gilberto Gil, Caetano Veloso, Cláudia Leite, sem exceção, todos recorrem à grana do povo para garantir que os bolsos estarão sempre abarrotados com dinheiro do povo.
Não arriscam um tostão próprio.
Esses artistas são como os políticos que mamam na teta da viúva. Tão corruptos, quanto aqueles que ganham mandato no Legislativo ou no Executivo. Federal, estadual ou municipal.
Artistas adoram criticar políticos. Desde que não sejam da quadrilha do Lula.
Que diferença de postura dos 'nossos' artistas para os artistas que causam suspiros em multidões de países sérios.
Por oportuno, vale lembrar que esses 'artistas' defenderam que a organização criminosa do Lula permanecesse no poder. Nenhuma dessas figuras indigitadas engrossou a magnifica multidão de 6 milhões de brasileiros que forçaram o Congresso Nacional a apear do poder Lula, Dilma e demais integrantes da corja luloptista.
Tudo bem, muitos bandidos continuam no poder. Afinal, isto é Brasil!
O escândalo da Lei Rouanet simboliza a diferença entre os 'artistas brasileiros' e artistas dos Estados Unidos.
Na terra do Tio Sam, quem não tem competência não se estabelece. E não apenas nas artes.
Aqui, os pilantras ficam milionários descaradamente.
E relutam em largar o osso.
Chico, Gil, Caetano, Ivete, Milton, Marieta, Fernanda(s)... que o digam.