terça-feira, 12 de abril de 2016

A prisão do conselheiro presidencial Gim Argello confirma que todos os melhores amigos de Dilma são casos de polícia

Com Blog do Augusto Nunes - Veja


Um dia depois de começar a perder o mandato, Dilma Rousseff sofreu uma perda afetiva especialmente dolorosa: a Lava Jato prendeu o ex-senador Gim Argello. É provável que a presidente fique um bom tempo fisicamente distante do meliante engaiolado nesta terça-feira por ter usado uma paróquia da Igreja Católica para embolsar propinas pagas pelas empreiteiras do Petrolão.
Ao fracassar na tentativa de renovar o mandato no Senado, Argello foi excluído da turma com direito ao foro privilegiado. Mas seguiu intocado o status de amigo íntimo e conselheiro de Dilma, que até tentou nomeá-lo ministro do Tribunal de Contas da União. O bandido de estimação da presidente só não chegou lá porque os integrantes da instituição entenderam que safadeza tem limite e vetaram a indicação.
Dilma chefia um governo infestado de prontuários. As relações especialíssimas que mantém com figuras como Erenice Guerra e Gim Argello informam que todos os melhores amigos da presidente são casos de polícia. Mas a pior governante de todos os tempos continua jurando que tem muito apreço pela honestidade.