domingo, 30 de agosto de 2026

Lula humilha seu fotógrafo na Bahia e depois vê protesto de petistas em BH… por dinheiro

Enfurecido com falha no microfone, Lula gritou no palanque com seu assessor, à vista de todos


Lula se dirigiu grosseiramente ao seu fotógrafo que faz as vezes de "coordenador de audiovisual"- Foto: reprodução redes sociais.

O candidato Lula (PT) estava nitidamente nervoso, até descontrolado, no “day after” (dia seguinte) à desastrosa entrevista que concedeu ao Jornal Nacional, da TV Globo. Durante comício no Largo do Guarani, no bairro da Liberdade, em Salvador, ele tratou com grosseria o seu fotógrafo particular Ricardo Stuckert, apontado como “coordenador de audiovisual da campanha”, para reclamar de problemas com seu microfone. Enfurecido, Lula gritou e gesticulou para Stuckert, a ponto de sua exclamação “é a quinta vez!” ter sido captada à distância por câmeras de celulares.
O nervosismo de Lula tem sido atribuído à repercussão negativa da sua entrevista ao “JN”, marcada por suas mentiras em série, como quando afirmou nunca ter visto a lobista Roberta Luchsinger, sócia do filho Lulinha investigados pela Polícia Federal por negócios milionários em seu governo. Nos minutos seguinte à mentira de Lula, tentando se descolar do escândalo Luchsinger-Lulinha, as redes sociais foram inundadas por fotos suas lado da mulher, inclusive em situações familiares.
Na plateia e nas redes sociais, a atitude de Lula foi interpretada como “humilhação” ao subordinado. Frases como “se ele maltrata assim quem trabalha com ele, imagine o povo” apareceram em muitos posts.
Já em Belo Horizonte, Lula participou neste sábado (29) de ato voltado ao eleitorado feminino, mas o destaque foi o protesto de militantes petistas por dinheiro. Eles se dizem insatisfeitos com a divisão de recursos de campanha no partido.
Um grupo de petistas protestou no local e exibiu uma faixa com a frase: “As mulheres da base do PT-MG não aceitam ser tratadas como laranja”. A ala descontente distribuiu um manifesto assinado por 13 deputados federais e estaduais do PT. No texto, eles afirmam que destinar “recursos ínfimos e irrisórios” representa “a mais grave instrumentalização da mulher na política”.

Diário do Poder