Candidato afirma que promessa de esperança do governo Lula deu lugar a medo, insegurança e dificuldades sociais
Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência da República. (Foto: Reprodução/Youtube/Canal Flávio Bolsonaro)
urante o ato que marcou o início de sua campanha ao Palácio do Planalto, neste domingo (16), em Copacabana, no Rio de Janeiro, o senador Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que o presidente Lula (PT) é o “caloteiro da esperança”.
Em discurso aos apoiadores, Flávio afirmou que parte dos brasileiros que acreditaram nas promessas de campanha do petista teria passado a enfrentar medo, insegurança e dificuldades sociais.
“Pra essas pessoas que acreditaram que Lula traria esperança pro povo brasileiro. O que era esperança virou medo”, declarou.
Ao falar sobre a população em vulnerabilidade, o senador afirmou que “as pessoas em situação de rua dobraram o número de pessoas em situação de rua durante o governo atual”.
Segundo ele, a situação representa o abandono de brasileiros que precisam viver nas ruas.
Pessoas que têm que dormir em cima de um pedaço de papelão, enrolar um cobertor, muitas vezes sob chuva, a esperança pra eles virou frio, virou humilhação”, disse.
Flávio também direcionou parte do discurso às mulheres vítimas de violência. O senador questionou o que dizer às mulheres que acreditaram que o governo do PT iria protegê-las e afirmou que algumas acabaram vítimas de assassinatos.
“O que dizer pra uma mulher que acreditou no PT e foi abandonada, que foi assassinada por um vagabundo covarde, só pelo simples fato de ser mulher?”, afirmou.
O candidato também citou a situação do Ceará, que é comandado pelo petista Elmano de Freitas. Dirigindo-se aos moradores do Estado, afirmou que pessoas do bairro de Morada Nova teriam sido obrigadas a deixar suas casas após uma determinação do governo estadual.
“Você que é do Ceará e está me ouvindo, e mora no bairro de Morada Nova, e teve que deixar sua casa junto com a sua família, porque o governo do Heleno mandou você sair de casa”, disse.
Segundo Flávio, moradores que deixaram suas residências precisaram recorrer a parentes ou amigos ou, em alguns casos, ficaram sem ter para onde ir.
“Pra essas pessoas que acreditaram que Lula traria esperança pro povo brasileiro. O que era esperança virou medo”, declarou.
Diário do Poder