terça-feira, 6 de outubro de 2026

Em mensagem a Vorcaro, amigo dá o recado: ‘GM quer jantar com você’

 Intermediação também envolvia o então cunhado do ministro, lobista Chiquinho Feitosa



Ministro Gilmar Mendes, do STF. (Foto: Rosinei Coutinho/STF)


O advogado Ciro Soares tentou aproximar Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, do ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, segundo mensagens obtidas pelo Estadão. A intermediação também envolvia o então cunhado do ministro, o ex-senador Francisco Feitosa de Albuquerque Lima, conhecido como Chiquinho Feitosa (Republicanos).

Nas conversas, Soares relata encontros com Mendes sobre assuntos de interesse de Vorcaro e tenta marcar um jantar entre os dois. Em 17 de junho de 2024, às 23h20, escreveu ao banqueiro: “O GM queria que vc fosse jantar com ele. Aí fomos só nós quatro”. Vorcaro não teria atendido a tempo. Mais cedo, Soares havia dito que Chiquinho o esperava e que ele ia para a casa do ministro.

Gilmar Mendes negou o encontro. Por meio da assessoria, afirmou que o jantar não ocorreu, que não convidou Vorcaro e que, naquele dia, teve reunião de pesquisa no Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP) às 18h, lançamento de livro às 18h30 e evento religioso em casa às 19h30. Disse ainda que as mensagens foram trocadas entre terceiros, que não responde por afirmações alheias e que não manteve contato com os interlocutores citados para tratar de assuntos do Banco Master.

A tentativa de aproximação, segundo os diálogos, começou no início de 2024. Em 31 de janeiro, Soares escreveu a Vorcaro que teria “uma reunião do nosso assunto às 11:30” em Brasília e orientou o banqueiro a procurar Mendes em um almoço do grupo Esfera em homenagem ao procurador-geral da República, Paulo Gonet: “Procure ele. No meu nome e do Chiquinho Feitosa. GM já está ciente da sua ida”. Mendes classificou o almoço como evento público, com várias autoridades, e não como encontro reservado.

Em 11 de abril, Soares enviou a Vorcaro o telefone de Feitosa. No mesmo dia, o banqueiro fez o primeiro contato direto com o então cunhado do ministro. Em 5 de junho, o advogado relatou “ótima reunião” com Feitosa e Mendes. Em 12 de junho, disse que estava no IDP com os dois e pediu um encontro urgente em São Paulo. Em 29 de junho, após o Fórum Jurídico de Lisboa, organizado por Mendes, escreveu: “Ontem foi do caralho. Ontem foi muito bom. GM é foda”. No mesmo dia, afirmou estar com o ministro e enviou foto ao lado de Gonet e do desembargador do TRF-1 Newton Ramos.

Soares, por assessoria, disse que não há irregularidade nos diálogos. Afirmou que, no período das mensagens, não havia investigação contra Vorcaro, então um empresário de sucesso, e que seria natural ter interlocução com diferentes setores.

O Estadão já havia revelado que o Banco Master contratou Chiquinho Feitosa por R$ 500 mil mensais para tentar obter benefícios em processos no STF que seriam julgados por Mendes. O ministro votou contra os interesses do banco nessas ações, embora em uma delas o grupo de Vorcaro tenha comemorado efeito restrito a casos posteriores à decisão. O próprio Mendes confirmou ter recebido Vorcaro e advogados do Master para tratar de causa bilionária.

Um dos casos envolvia precatórios da Usina Agroindustrial Tabu, na Paraíba, adquiridos por fundos do Master. Mendes e outros ministros votaram contra o banco e a empresa. O outro tratava de regras para abertura de cursos de medicina. O Master era sócio e financiador de uma universidade com cursos nessa área. Como relator, Mendes votou para que o Ministério da Educação concluísse a análise de pedidos já protocolados, com regra de transição. Em 24 de maio de 2024, o sócio Maurício Quadrado escreveu a Vorcaro: “Acabou a votação das medicinas! Ganhamos”. Em 8 de agosto, disse ter obtido liminares para liberar vestibulares.

A assessoria de Mendes afirmou que o voto seguiu a posição do governo federal e que a regra de transição repetiu critério fixado em agosto de 2023, antes das mensagens. Informou que as liminares citadas saíram na primeira instância — no caso da AELBRA/Ulbra, em 7 de agosto de 2024 — e que Mendes se opôs a resultados favoráveis às faculdades, pedindo destaque para julgamento presencial quando a tendência no plenário virtual favorecia as instituições.

Diário do Poder

Em mensagem a Vorcaro, amigo dá o recado: ‘GM quer jantar com você’

 Intermediação também envolvia o então cunhado do ministro, lobista Chiquinho Feitosa


Ministro Gilmar Mendes, do STF. (Foto: Rosinei Coutinho/STF)


O advogado Ciro Soares tentou aproximar Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, do ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, segundo mensagens obtidas pelo Estadão. A intermediação também envolvia o então cunhado do ministro, o ex-senador Francisco Feitosa de Albuquerque Lima, conhecido como Chiquinho Feitosa (Republicanos).

Nas conversas, Soares relata encontros com Mendes sobre assuntos de interesse de Vorcaro e tenta marcar um jantar entre os dois. Em 17 de junho de 2024, às 23h20, escreveu ao banqueiro: “O GM queria que vc fosse jantar com ele. Aí fomos só nós quatro”. Vorcaro não teria atendido a tempo. Mais cedo, Soares havia dito que Chiquinho o esperava e que ele ia para a casa do ministro.

Gilmar Mendes negou o encontro. Por meio da assessoria, afirmou que o jantar não ocorreu, que não convidou Vorcaro e que, naquele dia, teve reunião de pesquisa no Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP) às 18h, lançamento de livro às 18h30 e evento religioso em casa às 19h30. Disse ainda que as mensagens foram trocadas entre terceiros, que não responde por afirmações alheias e que não manteve contato com os interlocutores citados para tratar de assuntos do Banco Master.

A tentativa de aproximação, segundo os diálogos, começou no início de 2024. Em 31 de janeiro, Soares escreveu a Vorcaro que teria “uma reunião do nosso assunto às 11:30” em Brasília e orientou o banqueiro a procurar Mendes em um almoço do grupo Esfera em homenagem ao procurador-geral da República, Paulo Gonet: “Procure ele. No meu nome e do Chiquinho Feitosa. GM já está ciente da sua ida”. Mendes classificou o almoço como evento público, com várias autoridades, e não como encontro reservado.

Em 11 de abril, Soares enviou a Vorcaro o telefone de Feitosa. No mesmo dia, o banqueiro fez o primeiro contato direto com o então cunhado do ministro. Em 5 de junho, o advogado relatou “ótima reunião” com Feitosa e Mendes. Em 12 de junho, disse que estava no IDP com os dois e pediu um encontro urgente em São Paulo. Em 29 de junho, após o Fórum Jurídico de Lisboa, organizado por Mendes, escreveu: “Ontem foi do caralho. Ontem foi muito bom. GM é foda”. No mesmo dia, afirmou estar com o ministro e enviou foto ao lado de Gonet e do desembargador do TRF-1 Newton Ramos.

Soares, por assessoria, disse que não há irregularidade nos diálogos. Afirmou que, no período das mensagens, não havia investigação contra Vorcaro, então um empresário de sucesso, e que seria natural ter interlocução com diferentes setores

O Estadão já havia revelado que o Banco Master contratou Chiquinho Feitosa por R$ 500 mil mensais para tentar obter benefícios em processos no STF que seriam julgados por Mendes. O ministro votou contra os interesses do banco nessas ações, embora em uma delas o grupo de Vorcaro tenha comemorado efeito restrito a casos posteriores à decisão. O próprio Mendes confirmou ter recebido Vorcaro e advogados do Master para tratar de causa bilionária.

Um dos casos envolvia precatórios da Usina Agroindustrial Tabu, na Paraíba, adquiridos por fundos do Master. Mendes e outros ministros votaram contra o banco e a empresa. O outro tratava de regras para abertura de cursos de medicina. O Master era sócio e financiador de uma universidade com cursos nessa área. Como relator, Mendes votou para que o Ministério da Educação concluísse a análise de pedidos já protocolados, com regra de transição. Em 24 de maio de 2024, o sócio Maurício Quadrado escreveu a Vorcaro: “Acabou a votação das medicinas! Ganhamos”. Em 8 de agosto, disse ter obtido liminares para liberar vestibulares.

A assessoria de Mendes afirmou que o voto seguiu a posição do governo federal e que a regra de transição repetiu critério fixado em agosto de 2023, antes das mensagens. Informou que as liminares citadas saíram na primeira instância — no caso da AELBRA/Ulbra, em 7 de agosto de 2024 — e que Mendes se opôs a resultados favoráveis às faculdades, pedindo destaque para julgamento presencial quando a tendência no plenário virtual favorecia as instituições.


Diário do Poder

'Flávio Day': bolsa bate recorde e fecha em alta de 7,7%; dólar cai

 

Flávio Bolsonaro gesticula durante um evento de campanha eleitoral em Belo Horizonte - 18/8/2026 | Foto: Washington Alves/Reuters


O Ibovespa fechou esta segunda-feira, 5, em alta de 7,7%, aos 206.911,89 pontos, depois da liderança do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no primeiro turno da eleição presidencial. O resultado representa o maior nível de fechamento da história da Bolsa brasileira e a maior alta diária do índice desde março de 2020. 

Durante o pregão, o principal índice da B3 chegou a avançar 9,1%, aos 209.605,70 pontos. O Ibovespa reúne as ações das empresas mais negociadas na Bolsa e funciona como uma referência do desempenho do mercado acionário brasileiro.

O dólar à vista, por sua vez, terminou o dia em queda de 4,12%, cotado a cerca de R$ 5. A moeda norte-americana chegou a R$ 4,95 durante as negociações. Foi a maior queda diária do dólar diante do real desde 2018. 

O movimento ocorreu um dia depois de Flávio terminar o primeiro turno à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Com 100% das urnas apuradas, o senador recebeu 47,03% dos votos válidos, ante 45,16% do petista. Os dois disputam o segundo turno em 25 de outubro.


A queda do dólar impacta desde combustíveis até alimentos | Foto: Canva Pro/Divulgação


Efeito Flávio: ações de bancos e varejistas avançam Entre as ações que compõem o Ibovespa, Magazine Luiza terminou o dia com alta de 24,18%, enquanto Cosan avançou 23,79%, B3 subiu 22,63% e BTG Pactual ganhou 22,52%. 


As ações da Petrobras também avançaram

Os papéis ordinários (PETR3) subiram 6,68%, enquanto os preferenciais (PETR4) tiveram valorização de 8,19%. Com isso, a estatal alcançou R$ 751 bilhões em valor de mercado.


Mateus Conte - Revista Oeste

segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Após liderança de Flávio e avanço da direita, Bolsa de Valores bate recorde histórico

Ibovespa disparou 7,85% e superou pela primeira vez os 200 mil pontos



Flávio Bolsonaro. (Foto: Divulgação/Charles Vieira).


A liderança de Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno da eleição presidencial, combinada com o avanço de forças de direita e centro-direita no Congresso, foi recebida com forte reação positiva pelos mercados brasileiros nesta segunda-feira (5). O Ibovespa atingiu um novo recorde histórico, enquanto o dólar voltou a se aproximar da marca de R$ 5.

O principal índice da Bolsa brasileira subiu 7,85% e fechou aos 207.190 pontos, depois de alcançar 209.605 pontos durante o pregão, o maior nível intradiário já registrado. Foi a primeira vez que o Ibovespa encerrou uma sessão acima dos 200 mil pontos.

O dólar também refletiu a mudança de percepção dos investidores. A moeda norte-americana recuou 4,13% e fechou cotada a R$ 5,001, menor valor em cinco meses. Na sexta-feira (2), a divisa havia encerrado o pregão em torno de R$ 5,22.

O movimento não ficou restrito ao mercado doméstico. O ETF EWZ, principal fundo de ações brasileiras negociado em Nova York, chegou a registrar alta de cerca de 12,6%, sinalizando forte procura por ativos brasileiros no exterior.

Mael Belfort - Diário do Poder

Lula foi o mais votado na penitenciária da Papuda, onde estão Vorcaro e Careca do INSS

Flávio fiou em segundo lugar; Michelle foi a mais votada para o Senado



Complexo Penitenciário da Papuda


Lula (PT) foi o candidato mais votado para presidente na seção eleitoral instalada no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, no primeiro turno das eleições deste domingo (4). Na seção 0420 da 18ª Zona Eleitoral do Distrito Federal, o petista recebeu 74 votos, contra 70 do senador Flávio Bolsonaro (PL).

Na sequência ficaram Ronaldo Caiado (PSD), com 6 votos; Renan Santos (Missão), com 4; e Augusto Cury (Avante), com 2. A seção registrou ainda 3 votos em branco e 3 nulos.

Dos 185 eleitores aptos, 162 compareceram — cerca de 87,6% — e 23 não votaram. A urna atende presos provisórios, que mantêm os direitos políticos por não terem condenação criminal transitada em julgado. Presos com condenação definitiva não votam.

Entre os aptos a votar no complexo estavam Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, preso preventivamente, o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, e o ex-presidente do INSS Alessandro Stefanutto.

Para o Senado, a mais votada na mesma seção foi Michelle Bolsonaro (PL), com 68 votos, seguida de Érika Kokay (PT), com 62, Leila do Vôlei (PDT), com 58, e Bia Kicis (PL), com 54, segundo registros divulgados por veículos que acompanharam a apuração.

O resultado local contrasta com o cenário nacional do primeiro turno, em que Flávio Bolsonaro liderava a disputa presidencial com a quase totalidade das urnas apuradas. Os números da Papuda constam do boletim de urna do Tribunal Superior Eleitoral.

Diário do Poder

‘Cala a boca, Janja’, diz mãe de Nikolas, ‘mexeu com o piá errado’ de 3,1 milhões de votos

A mãe do deputado Npuxa o coro de “cala a boca, Janja”, após o filho se tornar o deputado federal mais votado da história


Ruth Ferreira, mãe do depuado Nikolas Ferreira - Foto: reprodução das redes sociais.

No comitê de campanha de Nikolas Ferreira (PL-MG), em Belo Horizonte, a mãe do deputado, Maria Ruth Ferreira de Oliveira, respondeu neste domingo (4) às ofensas da primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, com a frase que circulou nas redes: “Cala a boca, Janja”, que completou: “mexeu com o piá errado”.

Ruth levantou o coro de “cala a boca, Janja” entre apoiadores que acompanhavam a apuração e, apontando para o telão com os números do Tribunal Superior Eleitoral, ironizou: “Olha aqui o piá de bosta”. No mesmo painel, uma montagem exibia a expressão “piá de ouro”, em contraste com o xingamento usado pela primeira-dama. O público repetiu gritos contra Janja. Nikolas conquistou 3,1 milhões de votos, maior votação de um deputado federal na História do Brasil.

A troca de ataques vinha da reta final da campanha. Em 29 de setembro, em ato de Lula (PT) em Salvador, Janja chamou Nikolas de “piá de bosta”. Ela explicou que a expressão é usada no Paraná — “piá” significa menino — para quem “faz alguma coisa errada” e afirmou que o deputado deveria “lavar a boca” antes de falar do presidente e ainda precisaria “comer muito arroz com feijão” para se comparar a ele. Lula, no mesmo palanque, referiu-se ao parlamentar como “canalha”.

Janja repetiu o termo nos dias seguintes. Em Belo Horizonte, na sexta-feira (2), disse “um salve para todo mundo de Minas Gerais, menos para o piá de bosta” e que “Minas é muito maior que esse piá de bosta”. No Rio de Janeiro, voltou a usar a expressão. Nikolas respondeu em comício e nas redes que o ataque seria “um elogio” e perguntou por que “um jovem de 30 anos, que nasceu na favela”, teria feito a primeira-dama “perder a linha”.

O estopim foi um vídeo em que Nikolas criticou uma fala de Lula sobre mulheres serem “tocadas” desde cedo, atribuindo conotação sexual ao trecho. A campanha do presidente sustentou que a declaração foi retirada de contexto — ligada, segundo o Planalto, a exames preventivos e à resistência masculina aos cuidados de saúde — e acionou o TSE pedindo a retirada das publicações.

Nas urnas, a resposta veio em votos. Com a apuração praticamente encerrada em Minas Gerais, Nikolas foi reeleito com cerca de 3,119 milhão de votos, segundo registros da noite de domingo, e se tornou o deputado federal mais votado da história do Brasil. Superou a própria marca de 2022, quando recebeu cerca de 1,49 milhão de votos e já havia sido o mais votado do país naquele pleito, e ultrapassou o recorde anterior de Eduardo Bolsonaro, de cerca de 1,84 milhão em 2018. O segundo colocado na disputa histórica desta eleição foi Lucas Pavanato (PL-SP), com cerca de 3,038 milhão de votos.

A cena no comitê — a mãe do deputado devolvendo em público o xingamento da primeira-dama diante do placar da apuração — sintetizou o tom da reta final em Minas: ofensa pessoal de um lado, recorde de votação do outro.


Diário do Poder

domingo, 4 de outubro de 2026

Vídeos: Ex-presidiário Lula ignora lei e pede voto na boca de urna, e ainda joga no chão a bandeira do Brasil

Descondenado esteve acompanhado de Alckmin, Haddad, Tebet, Marina e Padilha... Tuti buoma gente


  Petista votando nas eleições de 2026. (Foto: Redes sociais).

O presidente e candidato à reeleição Lula (PT) votou neste domingo (4), em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, e parecia tão à vontade que até mesmo chegou a pedir votos a jornalistas.

O detalhe é que, no dia da eleição, pedidos de voto são proibidos e podem caracterizar crime de boca de urna, conforme o artigo 39, § 5º, II, da Lei nº 9.504/1997.

Antes disso, o atual presidente da República posou para fotos segurando a bandeira do Brasil no local de votação, ao lado do seu vice, Geraldo Alckmin, e nesse momento fez um gesto transmitido pela TV registrado em imagens que viralizaram: ele amassa a bandeira e depois a descarta, usando a mãos esquerda. As imagens não mostram a bandeira no chão, mas nada indica que tenha acontecido algo diferente disso. Até mesmo seu prestimoso fotógrafo pessoal não conseguiu evitar o gesto porque apareceu apenas na sequência.

Lula chegou ao local de votação por volta das 9h05, acompanhado de Alckmin, do candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT), das candidatas ao Senado Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede), além do ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Após votar, o petista falou sobre a importância da escolha dos eleitores:

“As pessoas têm que votar pensando no Brasil, nos filhos, nos netos, no futuro que vão deixar”, afirmou.

Veja os vídeos abaixo:

Diário do Poder