quarta-feira, 29 de julho de 2026

Estes são os 9 melhores filmes de todos os tempos, segundo os usuários do AdoroCinema

 Se você está procurando pela lista definitiva dos melhores filmes de todos os tempos, você chegou ao lugar certo. O AdoroCinema reúne, aqui, a lista com os 9 melhores filmes de todos os tempos, segundo seus leitores. Mesmo que a sétima arte continue evoluindo e inovando seu repertório nesses mais de 100 anos de história, alguns clássicos são atemporais e continuam conquistando o coração dos cinéfilos.

É por isso que O Poderoso Chefão (1972) ocupa o topo da lista de favoritos do público do AdoroCinema, seguido de Um Sonho de Liberdade (1994), drama de 1995 estrelado por Morgan Freeman. A lista popular também destaca no pódio A Lista de Schindler (1993), filme vencedor do Oscar de Melhor Filme e Melhor Diretor para Steven Spielberg.

O ranking reúne os filmes com a soma das notas mais altas dadas pelo leitores. Preparado para um passeio pela história do cinema? Confira abaixo a lista dos 9 melhores filmes de todos os tempos, de acordo com os usuários do AdoroCinema.

Os 9 melhores filmes de todos os tempos



1. O Poderoso Chefão (1972)

2. Um Sonho de Liberdade (1994)

3. A Lista de Schindler (1993)

4. Forrest Gump - O Contador de Histórias (1994)

5. O Rei Leão (1994)

6. À Espera de um Milagre (1999)

7. O Senhor dos Anéis - O Retorno do Rei (2003)

8. Batman - O Cavaleiro Das Trevas (2008)

9. Vingadores: Ultimato (2019)


AdoroCinema 

terça-feira, 28 de julho de 2026

Trump prorroga emergência nacional contra o Brasil por mais um ano

 Governo dos Estados Unidos mantém em vigor ordem executiva que embasa medidas econômicas e cita o tratamento dado a Bolsonaro


Trump: 'Espero trabalhar junto para construir uma relação poderosa entre a Colômbia e os EUA' | Foto: Reprodução/X | Foto: Reprodução/X


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prorrogou por mais um ano a emergência nacional declarada contra o Brasil. A decisão mantém em vigor a ordem executiva baseada na International Emergency Economic Powers Act (IEEPA), legislação que autoriza o presidente norteamericano a adotar medidas econômicas em situações consideradas de emergência. 

O documento, publicado nesta terça-feira, 28, afirma que o Brasil representa uma ameaça “incomum e extraordinária” à segurança nacional, à política externa e à economia dos Estados Unidos. A renovação será publicada oficialmente no Federal Register nesta quartafeira, 29


A notificação de Donald Trump também volta a mencionar o ex-presidente Jair Bolsonaro | Foto: Reprodução/site Casa Branca


A medida não cria uma nova emergência nacional nem amplia as sanções já existentes. Ela apenas estende por mais um ano a ordem executiva assinada por Trump em 30 de julho de 2025. 

Na ocasião, o presidente norte-americano anunciou uma tarifa adicional de 40% sobre produtos brasileiros com base na IEEPA. A ordem executiva serviu como fundamento jurídico para a adoção das medidas econômicas.  

Casa Branca mantém críticas ao governo brasileiro 

Ao justificar a prorrogação, a Casa Branca afirmou que continuam válidos os argumentos apresentados no ano passado. Segundo o governo dos Estados Unidos, políticas e ações do governo brasileiro seguem afetando interesses norte-americanos. 

O documento sustenta que o Brasil restringe a liberdade de expressão de cidadãos dos Estados Unidos, viola direitos humanos e prejudica interesses relacionados à proteção de cidadãos e empresas norteamericanas

A notificação também volta a mencionar o ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo o texto, integrantes do governo brasileiro promovem perseguição política contra Bolsonaro, familiares e apoiadores. 

De acordo com a Casa Branca, esse cenário contribui para um “colapso deliberado do Estado de Direito”, além de favorecer intimidação por motivação política e violações de direitos humanos. 

A renovação ocorreu com base na National Emergencies Act, legislação que permite ao presidente dos Estados Unidos manter, de forma anual, emergências nacionais previamente declaradas..

Revista Oeste

Máquina de propaganda do ex-presidiário Lula torra R$840 milhões somente no ano eleitoral de 2026


 Uma dupla medonha - Lula e ministro da Propaganda, Sidônio Palmeira. Foto: assessoria PR


A máquina de propaganda do governo corrupto Lula (PT), bancada com impostos, opera sem limites neste ano eleitoral. Quase inimputável nos tribunais superiores, Lula estendeu essa condição a seu governo, o que explica a olímpica indiferença do Tribunal Superior Eleitoral sobre o fato de haver gasto entre janeiro e junho R$255,3 milhões, superando seu recorde de 2009, e tem R$584,7 milhões para torrar sem piedade até outubro. Total: R$840 milhões que fazem falta em segurança, saúde, educação etc.

Boca do caixa

A linha entre publicidade legítima e promoção eleitoral se desfaz e expõe uma sofisticada operação de influência paga com dinheiro público.

Incomparável

Gastos abusivos da propaganda de Lula até junho de 2026 somam mais que o triplo dos gastos do governo Bolsonaro no ano eleitoral de 2022.

Pagou, levou

A gastança cria relação de dependência financeira que, em ano eleitoral, suaviza notícias negativas e prioriza pautas desfavoráveis à oposição.

É ruim, esconde

A bolha informativa bancada pelo pagador de impostos não disfarça o objetivo de diluir críticas e ampliar a mensagem oficial.

Diário do Poder

segunda-feira, 27 de julho de 2026

A era da luz prometida pelo lulopetismo, por Flávio Gordon

 

Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil | Foto: Marcelo Câmara/Agência Brasil


 "Tirando os massacres, as mortes e as fomes pelas quais o comunismo foi responsável, a pior coisa do sistema era a mentira oficial, isto é, a mentira de que todos eram obrigados a participar […] Cheguei à conclusão de que o objetivo da propaganda nos países comunistas não era persuadir, e muito menos informar, mas humilhar e emascular” – escreve Theodore Dalrymple em Viagens aos Confins do Comunismo. 

Referindo-se particularmente à ditadura de Nicolae Ceaușescu, na Romênia, Dalrymple menciona a perversa desfaçatez do regime em autoproclamar-se parteiro de uma “era da luz” no instante mesmo em que, graças ao colapso econômico, a luz era racionada no país. Não bastava empobrecer o romeno; era preciso, ainda, obrigá-lo a aplaudir de pé o próprio apagão travestido de aurora socialista.

Pois o Brasil de 2026 acaba de ganhar sua própria efeméride socialista. O Descondenado-em-chefe sancionou duas leis: uma altera a LDB para tornar obrigatória, na educação básica, a “educação política” (leia-se doutrinação pró-PT); outra institui a Semana Nacional da Ética e da Cidadania, a ser celebrada todo mês de maio com direito a campanhas de – contenham o riso – “combate à corrupção” em escolas, órgãos públicos e emissoras de TV.

Sim, quem conduzirá a campanha contra a corrupção será o PT – a sigla do Mensalão, do Petrolão, dos apartamentos no Guarujá, dos aditamentos milionários da Odebrecht, do Aposentão (o saque bilionário aos aposentados do INSS), etc. É como se a Venezuela de Nicolás Maduro tivesse decretado, diante de sua população famélica, uma “Semana Nacional da Nutrição”. O cinismo é idêntico: não se trata de ensinar ética aos jovens, mas de expropriar a própria palavra, esvaziá-la de sentido e recolocá-la, feito troféu, na vitrine de quem nem sabe o seu real significado.

Dalrymple tinha razão: o objetivo dessa propaganda nunca foi informar. É humilhar o cidadão que ainda se lembra do que aconteceu, obrigando-o a repetir, em sala de aula, a fábula oficial de que os arquitetos do saque são também os professores da virtude. Bem-vindos à era de luz prometida pelo lulopetismo.



Flávio Gordon - Revista Oeste 

domingo, 26 de julho de 2026

Letalidade policial é maior em estados da esquerda

 

(Foto: Reprodução/ PMBA)


Estados sob comando de governadores da esquerda renovaram a triste posição no topo do ranking da letalidade policial, registra a mais recente edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública (2026, com dados de 2025). O Amapá, de Clécio Luís (à época do Solidariedade, agora no União) tem a pior taxa de mortes pelas polícias do país: 17,1 para cada 100 mil habitantes. O índice mostra a manutenção do número em relação à última edição do levantamento, que registra o mesmo valor.

PT presente

Logo atrás do Amapá está a polícia da Bahia, de Jerônimo Rodrigues e há quase 20 anos sob domínio do PT no Executivo. Taxa de 10,6.

Ficou pior

Sergipe, do lulista Fábio Mitidieri (PSD), subiu no ranking e está em terceiro (8,4). Na edição anterior o índice estava em 6,3.

Segue a lista

O Pará trocou de posição com Sergipe e está na sequência, com 7,3. A direita aparece só em quinto lugar, com a polícia goiana, índice de 4,9.

Lá em cima

Todos os estados destacados têm índices superiores ao da média nacional, em 3,1. Número que piorou em relação ao ano passado (2,9).

Diário do Poder

sábado, 25 de julho de 2026

Assista ao vivo o lançamento da candidatura de Flávio Bolsonaro


O Partido Liberal (PL) iniciou neste sábado (25), em São Paulo, à convenção nacional que oficializa o lançamento da candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República nas eleições deste ano.

O evento reúne lideranças da direita e prevê discursos de integrantes do partido, além da participação do presidente da Argentina, Javier Milei, convidado para a convenção.

Filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro, Flávio disputa pela primeira vez uma eleição presidencial.

Acompanhe ao vivo:

Diário do Poder 


sexta-feira, 24 de julho de 2026

Flávio Gordon - O que a KGB deixou escrito sobre Cuba

 A infiltração cubano-soviética no Brasil não era apenas fantasia da direita fardada


Foto: Shutterstock


E m algum momento de 1976, num escritório da Direção-Geral de Inteligência cubana em Luanda, um agente da DGI fotografava, peça por peça, a fiação de uma máquina de cifra suíça instalada na embaixada do Brasil em Angola. O equipamento havia chegado de Moscou nas mãos de um técnico do Décimo Sexto Diretório da KGB, especializado em interceptação de sinais. O objetivo era simples: decifrar as comunicações diplomáticas de Brasília. 

O episódio, documentado nos arquivos que o coronel Vasili Mitrokhin contrabandeou do QG da inteligência soviética e que o historiador britânico Christopher Andrew organizou no livro The World Was Going Our Way: The KGB and the Battle for the Third World, é mais que um detalhe curioso de arquivo empoeirado. Trata-se da marca registrada de um método: havia muito tempo que Havana deixara de ser uma ilha caribenha simpática ao socialismo e se tornara sócia operacional de Moscou na tarefa de espionar, influenciar e, quando possível, capturar o Brasil.

Capa do livro The World Was Going Our Way, de Christopher Andrew e Vasili Mitrokhin - Foto: Divulgação

Essa é a história que boa parte da nossa intelligentsia progressista preferiria manter enterrada — e que o Departamento de Estado americano acaba de trazer de volta à luz, num extenso relatório divulgado há alguns dias, intitulado Cuba: The Capital of 21st Century Communism. O documento, elaborado sob a gestão do secretário Marco Rubio, sustenta uma tese que qualquer estudioso da Guerra Fria conhece há tempos: Cuba jamais teve poder militar ou econômico para disputar a ...












Flávio Gordon - Revista Oestde