quinta-feira, 13 de agosto de 2026

PF prende presidente da Conafer por fraude no INSS - E Lula, o chefe da quadrilha maior, quando volta para o xilindró?

 Carlos Roberto Ferreira Lopes estava foragido desde novembro e se entregou em Brasília



O presidente da Conafer, Carlos Roberto Ferreira Lopes - Foto: Carlos Moura/Agência Senado


O pecuarista Carlos Roberto Ferreira Lopes se entregou à Polícia Federal (PF) em Brasília na noite desta quarta-feira, 12. O presidente da Confederação Nacional de Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais do Brasil (Conafer) era o último alvo foragido da Operação Sem Desconto.

Os agentes cumpriram o mandado de prisão logo que o investigado se apresentou na Superintendência Regional da corporação no Distrito 

A PF vai encaminhar o empresário para o sistema penitenciário depois de concluir os trâmites burocráticos. Esquema no INSS e tempo na clandestinidade A Justiça Federal buscava Lopes desde novembro de 2025 por causa do envolvimento da Conafer nas irregularidades contra o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). As investigações apontam a entidade como peça central no desvio de recursos de aposentados e pensionistas.

O empresário mineiro permaneceu escondido durante nove meses enquanto a polícia avançava sobre os bens do grupo. A corporação identificou patrimônio em nome do pecuarista espalhado por diferentes regiões do país. 


Lojas em aeroporto e imóveis de alto padrão 

Lopes mantinha residências registradas em áreas nobres. O empresário é dono de um apartamento no bairro de Moema, na capital paulista, e possui quatro imóveis no Distrito Federal, divididos entre o Recanto das Emas e o Jardim Botânico.

O investigado abriu também o quiosque Jaguar no Aeroporto Internacional de Brasília em 2023. O estabelecimento funciona na entrada do terminal com capital social declarado de R$ 100 mil e comercializa peças de arte indígena.

Erich Mafra - Revista Oeste


Em TempoE Lula, o chefe da quadrilha maior, quando volta para o xilindró?

Foto mostra Haddad e traficante no mesmo palco, como Tarcísio afirmou

 

Fernando Haddad (PT) divide palanque com a traficante Alessandra Moja


Fernando Haddad (PT) disse primeiro “não lembrar” que esteve no mesmo palco ou palanque com a traficante Alessandra Moja, durante visita de Lula (PT) à Favela do Moinho, em São Paulo, em junho de 2025. Depois, afirmou que Tarcísio de Freitas “mentiu”, ao lembrar o caso durante debate na Band. Quem mente não é o governador de São Paulo. Foto mostra Haddad com o ex-ministro Márcio França (PSB) no mesmo palanque da criminosa que a Polícia Civil prenderia em 8 de setembro.

Imagens oficiais

O petista de memória seletiva até contestou a existência de imagens do episódio, mas existem e foram feitas até pelo Canal Gov, do governo.

Homenagem do PT

Naquele 26 de junho, três mulheres chamadas ao palco pelo PT, diante de Lula, foram anunciadas como “lideranças comunitárias”. Só que não.

Liderança do crime

Entre as “lideranças” estava a traficante que seria presa logo depois na Operação Sharpe, do Gaeco, Polícia Civil e Polícia Militar.

Sob comando do PCC

A cena acabou transmitida e reproduzida na imprensa. Só não checou quem não quis. A mulher e o irmão são acusados de ligação ao “PCC”.


Diário do Poder

Globolixo demite Joana de Assis.apresentadora do SporTV

 Tinha 20 anos de empresa e é dispensada pelo canal



A jornalista Joanna de Assis: 20 anos de Globo - Foto: Reprodução/Redes sociai


Joanna ingressou na Globo em 2006 e construiu uma carreira marcada pela cobertura de grandes eventos esportivos, incluindo Copas do Mundo e Jogos Olímpicos. A apresentadora também participou de diferentes atrações do SporTV.


Globlixoo mantém sequência de cortes A demissão faz parte de uma série de mudanças promovidas pela Globo em sua área esportiva. O canal também realizou alterações em programas e na composição das equipes, com novas decisões previstas para os próximos dias. 

A saída de Joanna se soma a uma extensa lista de profissionais conhecidos que deixaram o setor esportivo da Globo nos últimos anos. Entre eles estão nomes históricos como Galvão Bueno, Cléber Machado e Milton Leite, além de Eduardo Moreno, Rembrandt Júnior e Odinei Ribeiro.

Fábio Bouéri - Revista Oeste

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Filmado bebendo, juiz grava vídeo e chama Moraes de corrupto

 O episódio levou à abertura de uma sindicância pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais e ao afastamento de Salles


Juiiz de segundo grau Milton Lívio Lemos Salles, do TJ-MG



O juiz de segundo grau Milton Lívio Lemos Salles, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG), publicou um vídeo nas redes sociais após a repercussão das imagens em que aparece bebendo vinho e fumando durante uma sessão virtual. Na gravação, o magistrado afirma ser vítima de difamação e faz acusações contra integrantes do Judiciário, incluindo o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a quem chama de corrupto. As acusações foram feitas sem que o juiz apresentasse provas para sustentá-las.

 

No vídeo, Salles também direciona críticas ao próprio TJ-MG, ao STF e ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). O magistrado afirma ter conhecimento de supostas irregularidades no Judiciário e diz que estaria disposto a enfrentar as consequências das declarações.

 

As declarações foram feitas depois que o comportamento do juiz durante uma sessão de julgamento por videoconferência ganhou repercussão. Nas imagens, ele aparece ingerindo vinho diretamente de uma garrafa e fumando enquanto participava da sessão. A audiência precisou ser interrompida, e os processos que estavam sob responsabilidade do magistrado foram redistribuídos.


O episódio levou à abertura de uma sindicância pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais e ao afastamento de Salles. O Conselho Nacional de Justiça também suspendeu o magistrado de suas funções e determinou que ele não tenha acesso ao tribunal e aos sistemas eletrônicos da Corte.

 

O caso agora também envolve as declarações feitas no segundo vídeo. Além da conduta durante a sessão, as acusações contra integrantes de tribunais e contra Moraes poderão ser consideradas nas apurações sobre a atuação do magistrado.

Diário do Poder

Patrimônio do governador do Amapá cresce 460% em apenas quatro anos. Quem identificar alguém decente no covil do Lula...

 

Lula e o aliado Clécio Luís, governador milionário do Amapá - Foto: assessoria/PR.


São nove os governadores que estão no cargo e vão buscar a reeleição este ano. Quase todos tiveram aumento no patrimônio. Alguns com elevação que supera os 460%, como é o caso de Clécio Luís, com passagem pelo Rede, PT, Psol, Solidariedade e, agora, no União Brasil. Os quatro anos no governo do Amapá parecem ter feito bem às finanças de Clécio, que, em 2022, declarou patrimônio de R$88,5 mil. Agora, o governador admitiu à Justiça Eleitoral ter R$R$497,9 mil em bens.

Petista 407% mais rico

O petista Elmano de Freitas (Ceará) também viveu tempos de bonança. O patrimônio decolou de R$72,1 mil (2022) para R$366,4 mil.

Pobre Riedel

Eduardo Riedel (PP-MS) é o único “mais pobre”. O patrimônio encolheu em 4 anos e desceu de R$20,7 milhões para R$16,1 milhões.

Modesta variação

Dos que tiveram aumento, Raquel Lyra (PSD-PE) registra a oscilação mais modesta, 5,56%. Passou de R$340,5 mil para R$359,4 mil.

É o admitido

A coluna chegou aos valores após cruzar os dados repassados pelos próprios candidatos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Diário do Poder

terça-feira, 11 de agosto de 2026

STF já tem DNA e fatos mostrando ser falsa acusação contra Alfredo Gaspar

Farsa avança contra vice de Flávio e Gilmar é pressionado a atestar prova em DNA



Relator da CPMI do INSS, deputado Alfredo Gaspar (União-AL). (Foto: Geraldo Magela/Agência Senado)


Alvo de uma denúncia desmentida imediatamente pela filha da suposta vítima, há quase cinco meses, o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) depende exclusivamente do Supremo Tribunal Federal (STF) para atestar a falsidade da acusação de estupro de vulnerável. O ataque classificado pelo parlamentar como criminoso e infame foi exposto no momento em que o relator da CPMI do INSS pedia prisão do filho do presidente Lula (PT) mais o indiciamento de 216 suspeitos do roubo bilionário a aposentados e pensionistas, no fim de março. 

O deputado alagoano agora é vice na chapa presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL), a mais competitiva da oposição, que foi tragada para um factoide político que “não é recente, não versa sobre estupro e não envolve Alfredo Gaspar”, como destaca a defesa do opositor mais implacável de Lula e de seu filho Fábio Luis Lula da Silva, o “Lulinha”.

Sob a resiliência do alagoano que tem buscado meios republicanos de preservar sua honra, os brasileiros dependem do ministro do STF Gilmar Mendes acolher a petição do deputado para agilizar a perícia do material genético fornecido pelo próprio parlamentar. Não há dilema. Se o DNA é capaz de demonstrar a falsidade da imputação de estupro, que sequer é reconhecido pela vítima, o que impede a cúpula da Justiça do Brasil dar um desfecho célere ao caso?

Veja o que disse a filha da suposta vítima do caso:



Nesta reportagem, o Diário do Poder expõe que a defesa de Alfredo já fez chegar ao STF elementos que confirmam a acusação sem provas deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) e da senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS), difundida mesmo sem ter origem em fontes identificadas e com prints de procedência duvidosa. 

Alfredo se recusa a apelar à suposta vítima ou a explorar ou corroborar com falas de um denunciante (Luiz Antônio Lopes) que relatou uma suposta trama envolvendo pagamento para fabricar a acusação. Mas sua defesa expôs que a própria filha da suposta vítima relatou que sua mãe era jovem ao conceber em relação sexual consensual com um primo de Alfredo, o juiz Maurício Brêda.

Este magistrado alagoano, que teria 14 anos à época do fato não criminoso, somente soube que era pai décadas depois, procurou a filha, registrou a paternidade e passou a participar da vida dela.


Deputado Alfredo Gaspar realizando exame de DNA de forma voluntária – Foto: redes Sociais.


Documentos e genética como provas A defesa de Alfredo Gaspar construiu uma narrativa documental e técnica capaz de dissolver a controvérsia política com o rigor pericial. Mas o STF segue permitindo que o caso paute o debate público e eleitoral, com potencial de influenciar a agenda política do parlamentar e o voto do eleitor.

“O DNA do Peticionário foi extraído sob a supervisão do Poder Judiciário, do Perito Oficial, da Polícia Federal e do Ministério Público e está acautelado com os órgãos oficiais”, diz um trecho do pedido para que o STF determine o confronto imediato do DNA, reforçando que a prova já existe, é oficial e está disponível para ser imediatamente confrontado com o da “criança” mencionada na notícia-crime.

Alfredo busca não apenas a demonstração científica da inexistência de vínculo genético, mas também o arquivamento célere do procedimento preliminar, caso o exame confirme a exclusão da paternidade. A estratégia jurídica é transformar a disputa política em questão técnica e objetiva. 

Se excluído o vínculo genético, “desmorona a espinha dorsal da imputação e, com ela, a credibilidade da própria fonte”, sustenta a defesa do deputado. O DNA, prossegue a defesa, é prova “insuscetível de manipulação, de retórica ou de conveniência de calendário”.

E sua produção sob cadeia de custódia judicial tornaria inatacável a demonstração da inocência do parlamentar. 

O que Gilmar Mendes já sabe: Na petição dirigida ao ministro Gilmar Mendes, a defesa de Alfredo Gaspar expôs e documentou o seguinte: 

– Descreveu a peça inaugural como desprovida de prova: os noticiantes teriam se baseado em informações que “chegaram ao conhecimento dos noticiantes” e em prints de origem e integridade desconhecidas; 

– Afirmou que a Procuradoria-Geral da República já se manifestou contra a instauração de inquérito originário, limitando o caso a procedimento preliminar

Mostrou que ação cautelar na 3ª Vara Cível de Maceió autorizou Gaspar a coletar e guardar seu material genético, que está preservado para eventual confronto;

– Autorizou o compartilhamento desse material com a Suprema Corte

Disponibilizou boletins de ocorrência e termos de declaração que relatam, entre outros pontos, a existência de um suposto esquema de montagem de narrativa com pagamento a uma pessoa identificada como “Marcela”;

Expôs relatos de testemunhas que apontam para a possibilidade de coordenação política da acusação, incluindo o boletim da Polícia Legislativa que relata que uma assessora do seu gabinete recebeu ligação de alguém que descreveu uma armação para imputar o crime ao parlamentar;

emonstrou que a criança, fruto do relacionamento denunciado falsamente como estupro, foi reconhecida formalmente como filha de Maurício Breda, já é adulta, chama-se Lorilene Pereira Marcelo da Silva. Ela é casada e possui filhos, um deles de 8 anos. E já gravou vídeo desmentindo a acusação contra Alfredo Gaspar;

Pediu que o material genético já recolhido e acautelado seja submetido, em até 72 horas, a exame comparativo com a criança mencionada na notícia de fato;

Admitiu que seja determinada nova coleta de material genético do parlamentar, também em prazo de 72 horas, caso o tribunal entenda necessária nova diligência; 

– Justificou a pressa com o argumento de que a circulação contínua da acusação na mídia causa dano reputacional diário e irreparável, especialmente em ano eleitoral, quando Gaspar figura como vice em uma chapa que, segundo a narrativa política, é a principal adversária da reeleição do presidente Lula.

O que está em jogo 

Para Gaspar, urge provar que a acusação é falsa e recuperar a capacidade de atuar politicamente sem a sombra de uma investigação que, na avaliação de sua defesa, não tem justa causa mínima para evoluir a inquérito.

Para o Supremo, a decisão envolve avaliar, com celeridade e técnica, se a prova genética disponível é suficiente para encerrar o procedimento preliminar ou se são necessárias novas diligências.

 Para a democracia, o desfecho dá aos brasileiros mais capacidade de avaliar sua decisão legítima e livre de voto, longe da nebulosa acusação. Lindbergh e Soraya alegaram ter apenas cumprido dever de expor uma denúncia grave recebida. E negam ter articulado acusação falsa.

Diário do Poder




Flávio critica Alexandre de Moraes por busca e apreensão contra fonte de jornalista

 Candidato do PL à Presidência chamou a ação de 'arbitrariedade' e pediu unidade da categoria


O ministro do STF Alexandre de Moraes e o senador do PL Flávio Bolsonaro - Foto: Montagem sobre reprodução/Redes sociais 


O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, criticou nesta terçafeira, 11, a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou busca e apreensão contra a fonte de um jornalista no Maranhão. Em frente ao seu QG de campanha, em Brasília, o senador afirmou que a medida é uma “arbitrariedade” e fere o sigilo da fonte.

O ministro Alexandre de Moraes ordenou a operação contra Raimundo Cutrim, ex-secretário de Estado do Maranhão, a quem os investigadores apontam como o informante do jornalista Luís Pablo nas reportagens que denunciaram o suposto uso irregular de carros oficiais pelo ministro Flávio Dino e seus familiares. Cutrim trabalhou como delegado da Polícia Federal — hoje aposentado — e faz oposição política a Dino.


Flávio critica Moraes e pede unidade da imprensa 

Em sua fala, Flávio afirmou que a decisão de Moraes expõe a gravidade do momento vivido pelo país. “Um ministro do Supremo se sentiu incomodado e determina a busca e apreensão na fonte de vocês. Que segurança a fonte de vocês vai ter para conversar com vocês e vocês fazerem o trabalho da imprensa?”, indagou.

Flávio também criticou a falta de apuração do conteúdo das denúncias. O advogado de Cutrim, José Berilo de Freitas Leite, afirmou em nota enviada a Oeste que “a decisão de hoje fala que, depois da quebra dos aparelhos telefônicos do jornalista, a polícia concluiu que quem foi a fonte foi Raimundo Cutrim. Ou seja, estão investigando a fonte do jornalista, mas não investigam o que o jornalista denunciou, que foi o uso irregular dos carros oficiais”.

Flávio chamou a atenção para a necessidade de unidade da imprensa contra o que classificou como “abuso, ilegalidade e arbitrariedade”. “Eu acho que tem que haver um momento de unidade da própria imprensa contra esse tipo aí de abuso, de ilegalidade, de arbitrariedade”, afirmou. O candidato do PL também associou a decisão de Moraes ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Mais uma vez é determinado pelo articulador político do Lula em Brasília, que foi o Alexandre de Moraes”, disse. 

Flávio sugeriu que a imprensa cobre o posicionamento de outros ministros do STF sobre o caso. “Eu acho que seria caso vocês cobrarem o posicionamento de outros ministros com relação a esse fato que aconteceu aí, para eles se posicionarem. Eu acho que o momento é de todo mundo se posicionar.”


Vanessa Araujo - Revista Oeste