sexta-feira, 14 de agosto de 2026

Falsa filiação de Flávio Bolsonaro expõe vulnerabilidade no sistema da Justiça Eleitoral. Pudera! Com esse covil de ladrões 'governando' o Brasil inexiste segurança no País

Quem fez isso não é “zé mané”, conhece a legislação ou foi orientado por especialista



Pré-candidato à Presidência da República, senador Flávio Bolsonaro (PL) |- Foto: Divulgação / Flickr Flávio Bolsonaro


Temendo a retomada da desconfiança nacional relativa à insegurança das urnas eletrônicas, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) se apressou em negar que seu sistema tivesse sido hackeado para o cometimento dos crimes envolvendo a falsa “filiação” de Flavio Bolsonaro ao Missão, com o objetivo de inviabilizar o registro de sua candidatura. Quem fez isso não é “zé mané”, conhece a legislação ou foi orientado por especialista, porque a filiação a novo partido cancela de imediato a filiação anterior.

Criminoso sabia

Ao contrário do que muitos pensam, para se desfiliar a um partido não precisa de qualquer comunicação formal. Basta se filiar a outro.

Há juízes em Brasília

O crime seria perfeito se o presidente do TSE fosse outro, mas o ministro Nunes Marques restabeleceu a filiação ao PL quando percebeu a jogada.

Termina aos 45

O crime daria certo se fosse descoberto fora do prazo. Seria tão inútil reclamar quanto se queixar após o fim do jogo do pênalti não marcado.

A quem interessava?

Políticos de quase todos os partidos se manifestaram sobre a criminosa falsa filiação de Flávio, mas o silêncio do governo provocou suspeitas..

Com o Diário do Poder

quinta-feira, 13 de agosto de 2026

Plano de Flávio prevê reduzir maioridade penal, extinguir ministérios e limitar decisões do STF

 Documento reúne medidas para segurança, economia, educação e funcionamento do Estado



O senador Flávio Bolsonaro, candidato do Partido Liberal (PL) à presidência do Brasil, gesticula durante evento de anúncio de Alfredo Gaspar como vice-presidente na chapa presidencial brasileira , em Brasília, Brasil, 5 de agosto de 2026.-  Foto: REUTERS/Adriano


O plano de governo do candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, prevê medidas nas áreas de segurança pública, economia, educação, saúde e funcionamento do Estado — como mudanças nas regras para o Supremo Tribunal Federal (STF), redução da maioridade penal e extinção de ministérios.

O programa “Para o Brasil Vencer o Atraso”, a que Oeste teve acesso, tem 76 páginas e está dividido em nove eixos:

1. Brasil sem Medo; 

2. Brasil por Elas; 

3. Brasil sem Fila; 

4. Brasil Mais Barato; 

5. Brasil que Prepara;

6. Brasil que Prospera; 

7. Brasil que Cresce; 

8. Brasil que Cumpre a Constituição; 

9. Brasil que Não Volta Atrás. Evaristo de Mirand 



Plano de Flávio estabelece meta de crescimento de 4% ao ano 

Na segurança pública, o candidato propõe ao menos duplicar os investimentos federais no setor, construir cinco presídios federais de segurança máxima e instalar mais de 1 milhão de câmeras de videomonitoramento. O programa também prevê classificar facções como Primeiro Comando da Capital e Comando Vermelho como organizações narcoterroristas e criar o Sistema Nacional de Fronteiras.

Além disso, o plano defende reduzir a maioridade penal de 18 para 16 anos e endurecer a responsabilização de adolescentes a partir dos 14 anos em crimes graves. Outra proposta permite a castração química de condenados por estupro e abuso de crianças, desde que uma lei sobre o tema seja aprovada pelo Congresso. 

Na economia, Flávio estabelece como meta um crescimento de 4% ao ano durante a próxima década. O programa prevê R$ 900 bilhões em quatro anos para rodovias, ferrovias, portos e aeroportos, além de medidas para estimular investimentos privados.

O candidato também propõe revisar impostos, reduzir o Imposto sobre Valor Agregado — tributo sobre o consumo previsto na reforma tributária — e desonerar combustíveis e energia elétrica. Na área fiscal, o programa prevê extinguir pelo menos dez ministérios, reduzir cargos comissionados e combater os chamados supersalários no serviço público.

Na área social, o plano afirma que os programas existentes serão preservados e aperfeiçoados. Entre as propostas estão a retomada do Casa Verde e Amarela, com meta de 2,5 milhões de residências, e a criação do programa Ganha-Ganha, pelo qual determinadas ações dos participantes poderão formar um histórico para facilitar o acesso a crédito, juros menores e cashback. 

Para as mulheres, o programa propõe criar a Central da Mulher, destinada a reunir serviços de segurança, saúde, orientação jurídica e psicológica, capacitação profissional, emprego e crédito.

 Também prevê monitoramento eletrônico de agressores submetidos a medidas protetivas e ampliação de creches em período integral, com vouchers onde não houver vagas públicas. 

Na educação, o plano defende a adoção do método fônico na alfabetização, a criação de novas escolas cívico-militares e a inclusão de conteúdos como robótica, educação financeira, empreendedorismo e inteligência artificial. 

O programa também prevê ampliar o ensino técnico em parceria com empresas. Na administração pública, Flávio propõe digitalizar 100% dos serviços federais e utilizar inteligência artificial para integrar atendimentos. 

Na saúde, o plano prevê um prontuário eletrônico único, além do uso de telessaúde e da contratação da rede privada em horários ociosos para atender pacientes do Sistema Único de Saúde. 


TSE restabelece filiação de Flávio ao PL, após ‘molecagem’ que o filiou ao Missão

 Decisão que viabiliza o registro da candidatura foi do presidente do TSE



Senador Flávio Bolsonaro, que disputará a Presidência da República - Foto: Agência Senado



O ministro Kassio Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou que a filiação do senador Flávio Bolsonaro ao Partido Liberal (PL) seja restabelecida. A decisão atende a pedido da defesa do pré-candidato à Presidência e resolve o impasse criado por uma filiação indevida ao partido Missão, que havia sido registrada no sistema da Justiça Eleitoral.

A alteração constava em certidão de filiação partidária: Flávio aparecia desfiliado do PL em 12 de agosto de 2026 e filiado ao Missão no mesmo dia (por volta das 23h17). Como o Missão já havia oficializado a candidatura de Renan Santos à Presidência, a situação impedia o PL de registrar o nome de Flávio — o prazo final para registro de candidaturas é 15 de agosto.

O TSE informou que a filiação ao Missão “não foi fruto de hackeamento do sistema de filiação partidária”, mas sim de “uso indevido da ferramenta por parte de alguém que possuía as credenciais da legenda para efetivar filiações”. Nunes Marques determinou providências à Procuradoria-Geral Eleitoral e a instauração de inquérito pela Polícia Judiciária para apurar o episódio. O pedido de desfiliação de Flávio do Missão também estava em análise.

A campanha de Flávio classificou o ocorrido como fraude e “molecagem”, solicitou imediatamente o restabelecimento da filiação original ao PL e pediu investigação à Polícia Federal. O partido Missão, por sua vez, afirmou ter sido “vítima de uma tentativa de filiação fraudulenta”, disse ter tentado cancelar o cadastro (sem sucesso imediato) e informou ter notificado o gabinete do senador dias antes.

Com a decisão de Nunes Marques que restabelece a filiação de Flávio ao PL, o caminho fica aberto para o registro da candidatura do senador pelo partido, ainda dentro do prazo legal.

Diário do Poder

PF prende presidente da Conafer por fraude no INSS - E Lula, o chefe da quadrilha maior, quando volta para o xilindró?

 Carlos Roberto Ferreira Lopes estava foragido desde novembro e se entregou em Brasília



O presidente da Conafer, Carlos Roberto Ferreira Lopes - Foto: Carlos Moura/Agência Senado


O pecuarista Carlos Roberto Ferreira Lopes se entregou à Polícia Federal (PF) em Brasília na noite desta quarta-feira, 12. O presidente da Confederação Nacional de Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais do Brasil (Conafer) era o último alvo foragido da Operação Sem Desconto.

Os agentes cumpriram o mandado de prisão logo que o investigado se apresentou na Superintendência Regional da corporação no Distrito 

A PF vai encaminhar o empresário para o sistema penitenciário depois de concluir os trâmites burocráticos. Esquema no INSS e tempo na clandestinidade A Justiça Federal buscava Lopes desde novembro de 2025 por causa do envolvimento da Conafer nas irregularidades contra o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). As investigações apontam a entidade como peça central no desvio de recursos de aposentados e pensionistas.

O empresário mineiro permaneceu escondido durante nove meses enquanto a polícia avançava sobre os bens do grupo. A corporação identificou patrimônio em nome do pecuarista espalhado por diferentes regiões do país. 


Lojas em aeroporto e imóveis de alto padrão 

Lopes mantinha residências registradas em áreas nobres. O empresário é dono de um apartamento no bairro de Moema, na capital paulista, e possui quatro imóveis no Distrito Federal, divididos entre o Recanto das Emas e o Jardim Botânico.

O investigado abriu também o quiosque Jaguar no Aeroporto Internacional de Brasília em 2023. O estabelecimento funciona na entrada do terminal com capital social declarado de R$ 100 mil e comercializa peças de arte indígena.

Erich Mafra - Revista Oeste


Em TempoE Lula, o chefe da quadrilha maior, quando volta para o xilindró?

Foto mostra Haddad e traficante no mesmo palco, como Tarcísio afirmou

 

Fernando Haddad (PT) divide palanque com a traficante Alessandra Moja


Fernando Haddad (PT) disse primeiro “não lembrar” que esteve no mesmo palco ou palanque com a traficante Alessandra Moja, durante visita de Lula (PT) à Favela do Moinho, em São Paulo, em junho de 2025. Depois, afirmou que Tarcísio de Freitas “mentiu”, ao lembrar o caso durante debate na Band. Quem mente não é o governador de São Paulo. Foto mostra Haddad com o ex-ministro Márcio França (PSB) no mesmo palanque da criminosa que a Polícia Civil prenderia em 8 de setembro.

Imagens oficiais

O petista de memória seletiva até contestou a existência de imagens do episódio, mas existem e foram feitas até pelo Canal Gov, do governo.

Homenagem do PT

Naquele 26 de junho, três mulheres chamadas ao palco pelo PT, diante de Lula, foram anunciadas como “lideranças comunitárias”. Só que não.

Liderança do crime

Entre as “lideranças” estava a traficante que seria presa logo depois na Operação Sharpe, do Gaeco, Polícia Civil e Polícia Militar.

Sob comando do PCC

A cena acabou transmitida e reproduzida na imprensa. Só não checou quem não quis. A mulher e o irmão são acusados de ligação ao “PCC”.


Diário do Poder

Globolixo demite Joana de Assis.apresentadora do SporTV

 Tinha 20 anos de empresa e é dispensada pelo canal



A jornalista Joanna de Assis: 20 anos de Globo - Foto: Reprodução/Redes sociai


Joanna ingressou na Globo em 2006 e construiu uma carreira marcada pela cobertura de grandes eventos esportivos, incluindo Copas do Mundo e Jogos Olímpicos. A apresentadora também participou de diferentes atrações do SporTV.


Globlixoo mantém sequência de cortes A demissão faz parte de uma série de mudanças promovidas pela Globo em sua área esportiva. O canal também realizou alterações em programas e na composição das equipes, com novas decisões previstas para os próximos dias. 

A saída de Joanna se soma a uma extensa lista de profissionais conhecidos que deixaram o setor esportivo da Globo nos últimos anos. Entre eles estão nomes históricos como Galvão Bueno, Cléber Machado e Milton Leite, além de Eduardo Moreno, Rembrandt Júnior e Odinei Ribeiro.

Fábio Bouéri - Revista Oeste

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Filmado bebendo, juiz grava vídeo e chama Moraes de corrupto

 O episódio levou à abertura de uma sindicância pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais e ao afastamento de Salles


Juiiz de segundo grau Milton Lívio Lemos Salles, do TJ-MG



O juiz de segundo grau Milton Lívio Lemos Salles, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG), publicou um vídeo nas redes sociais após a repercussão das imagens em que aparece bebendo vinho e fumando durante uma sessão virtual. Na gravação, o magistrado afirma ser vítima de difamação e faz acusações contra integrantes do Judiciário, incluindo o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a quem chama de corrupto. As acusações foram feitas sem que o juiz apresentasse provas para sustentá-las.

 

No vídeo, Salles também direciona críticas ao próprio TJ-MG, ao STF e ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). O magistrado afirma ter conhecimento de supostas irregularidades no Judiciário e diz que estaria disposto a enfrentar as consequências das declarações.

 

As declarações foram feitas depois que o comportamento do juiz durante uma sessão de julgamento por videoconferência ganhou repercussão. Nas imagens, ele aparece ingerindo vinho diretamente de uma garrafa e fumando enquanto participava da sessão. A audiência precisou ser interrompida, e os processos que estavam sob responsabilidade do magistrado foram redistribuídos.


O episódio levou à abertura de uma sindicância pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais e ao afastamento de Salles. O Conselho Nacional de Justiça também suspendeu o magistrado de suas funções e determinou que ele não tenha acesso ao tribunal e aos sistemas eletrônicos da Corte.

 

O caso agora também envolve as declarações feitas no segundo vídeo. Além da conduta durante a sessão, as acusações contra integrantes de tribunais e contra Moraes poderão ser consideradas nas apurações sobre a atuação do magistrado.

Diário do Poder