quinta-feira, 11 de junho de 2026

Ex-presidiário Lula gera rombo de R$137,1 bilhões em 1 ano, mas se queixa de ‘pauta-bomba’ do Senado

Governo petista consegue gastar sem cobertura mais que o ano da pandemia




O Senado Federal ignorou as pressões do governo Lula (PT), principalmente do ministro da Fazenda, Dario Duringan, que se envolveu pessoalmente na tentativa de impedir o que acabou aprovado nesta quarta-feira (10): um projeto de renegociação de dívidas de produtores rurais.

O projeto vem sendo chamado de “pauta-bomba” pelo govrno que tem superado todos os recordes de gastos sem cobertura, registrando um rombo superior àquele verificado durante a pandemia, em 2020, sem que a população esteja enfrentando tragédia semelhante,

A chama “equipe econômica” estima que essa “pauta-bomba” produzirá impacto fiscal de R$ 817 bilhões para a União nos próximos 13 anos. O rombo nas contas públicas, no governo Lula, ultrapassou R$137,1 bilhões nos últimos doze meses.

A votação ocorreu no mesmo dia em que comissões do Senado aprovaram uma PEC que afrouxa regras de aposentadoria para agentes de saúde e um projeto que eleva o piso salarial de médicos e cirurgiões-dentistas.

Diário do Poder 

quarta-feira, 10 de junho de 2026

CCJ da Câmara aprova redução da maioridade penal - Veja os quadrilheiros de Lula que votaram a favor da impunudade

Ao todo, foram 44 deputados favoráveis e 18 contrários; para a PEC seguir em tramitação, Motta precisa criar a comissão especial para discutir a proposta


Comissão da CCJ da Câmara durante discussão da PEC da redução da maioridade penal para 16 anos - Foto: Renato Araújo/Câmara dos Deputado

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aprovou, nesta quarta-feira, 10, a admissibilidade da PEC 32/2015, que trata da redução da maioridade penal para 16 anos. 

Ao todo, foram 44 deputados favoráveis à proposta e 18 contrários. Não houve abstenção na votação da PEC, que durou quase três horas. 

Agora, para que a matéria siga em tramitação, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), precisa criar a comissão especial para a discussão da proposta.


Placar da votação da PEC da maioridade penal na CCJ da Câmara - Foto: Divulgação/YouTube 

O relator da proposta na CCJ, deputado Coronel Assis (PL-MT), já havia apresentado um parecer favorável pela admissibilidade da PEC no fim de maio — contudo, a votação foi adiada depois de um pedido de vista coletivo feito por deputados de esquerda. 



O relator da PEC da maioridade penal na CCJ da Câmara, deputado Coronel Assis (PL-MT) | Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados

No parecer, O ponto central do parecer é a defesa da admissibilidade da proposta. Coronel Assis sustentou que a maioridade penal aos 18 anos não é cláusula pétrea e pode ser alterada por emenda constitucional. O parecer reconhece que, mesmo com eventual redução da maioridade penal, jovens responsabilizados criminalmente precisam ter garantias preservadas. 


Tratamento separado dos adultos 

O parecer reconheceu que, mesmo com eventual redução da maioridade penal, jovens responsabilizados criminalmente precisam ter garantias preservadas. 

Entre elas estão a separação dos adultos, acesso a tribunal especializado e vedação a penas cruéis, degradantes, de morte ou prisão perpétua. Segundo o relator, essas exigências decorrem dos tratados internacionais ratificados pelo Brasil. 

• Torna adolescentes de 16 e 17 anos penalmente imputáveis; e 

• Permite que passem a responder criminalmente como adultos.


Com informações de Sarah Oeres - Revista Oeste

terça-feira, 9 de junho de 2026

Código no ‘STF dos EUA’ lembra pequenas causas

 

Juízes da Suprema Corte dos Estados Unidos. Foto: Fred Schilling/Supreme Court

Foram apenas viagens e estadias com tudo pago ou falta de declaração de impedimento de ministros que levaram a Suprema Corte dos Estados Unidos a adotar, em 2023, um Código de Conduta para seus integrantes. Viram nessas regalias “violações éticas”, mas nada que se aproxime da contratação de escritório de advocacia de parentes de ministros por valores espantosos ou participação qualquer deles em empresas com participação em grandes empreendimentos, como um ressorte de luxo.

Simples

O código prevê integridade, imparcialidade, distanciamento da política e atividade extrajudicial somente compatível com obrigações judiciais.

Primeira vez

O código de conduta foi o primeiro da Suprema Corte dos EUA. E os motivos parecem coisa de de julgamento de pequenas causas.

Salário e só

Juízes do Supremo dos EUA recebem US$320 mil (R$1,66 milhão) de salário anual. Outras remunerações são proibidas, com raras exceções.

Nada de Master

Membros da Corte podem ser pagos para dar aulas em universidades ou palestras educacionais (jurídicas). Eventos corporativos são proibidos.

Diário do Poder


domingo, 7 de junho de 2026

Governo deve pagar advogado americano para Alexandre de Moraes. Isso custa muito caro. Mas... e os milhões recebidos do Vorcaro?

 

Foto: Rosinei Coutinho/STF


O tribunal federal da Flórida pode não reconhecer legitimidade da AGU, a Advocacia-Geral da União, na defesa de Alexandre de Moraes na ação das empresas Rumble e Trump Media. A AGU é órgão do Poder Executivo, subordinado a Lula (PT) e não ao Supremo Tribunal Federal (STF). Porém, na prática, a AGU se limitará a contratar advogado americano. Em dólares. Advogados quase de ponta com atuação na Flórida cobram de US$300 a US$600 (R$3.120) a hora, mas grandes firmas (“big law”) só se mexem a partir de US$1.000 (R$5,2 mil) e as “top partners” ultrapassam US$1.300 (R$6.760) a hora. A depender da duração, processo desse tipo pode custar milhões de dólares.

Alô, Constituição

A AGU recebeu ordens do presidente do STF para defender Moraes, mas é órgão da Presidência, não presta obediência ao chefe do Judiciário.

Pode isso, STF?

A separação de poderes, pilar da Constituição de 1988, impede que um poder utilize recursos do outro para fins corporativos ou pessoais.

Primeira Emenda

Moraes é acusado de expedir ordens de censura, inclusive secretas, que violam a Constituição dos EUA, garantidora da liberdade de expressão.

Rota para o brejo

Sem rever ou debater as decisões de Moraes, o regime opta por uma rota que mistura Poderes e expõe o contribuinte a custos muito elevados.

Diário do Poder

sábado, 6 de junho de 2026

O que Vorcaro ainda não contou sobre o contrato com a mulher de Moraes?

 Ex-dono do Banco Master chegou a elaborar um novo acordo para garantir o pagamento total dos R$ 129 milhões



Daniel Vorcaro era mesmo uma mãe para a mulher do ministro Alexandre de Moraes. 

Ele não só assinou um contrato estupendo com o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, no valor de R$ 129 milhões, dividido em parcelas de R$ 3,6 milhões, como chegou a tratar de providenciar um novo contrato para que as prestações continuassem a ser pagas até o final do prazo estipulado, no caso de o Banco Master, o contratante no papel, ser vendido.

A jornalista Malu Gaspar publicou que a informação constava em um dos anexos da delação rejeitada pela Polícia Federal. Escreveu a jornalista: “Pessoas próximas ao ex-banqueiro que confirmaram a informação afirmam que esse segundo documento teria sido feito em agosto de 2025 porque já havia a previsão de venda do banco no curto prazo e, nesse caso, seria preciso garantir o pagamento de todo o valor estipulado no primeiro contrato, de R$ 3,6 milhões mensais entre janeiro de 2024 a janeiro de 2027, mesmo que o escritório já não estivesse mais vinculado ao Master, que era o cliente inicial”.

A jornalista Malu Gaspar publicou que a informação constava em um dos anexos da delação rejeitada pela Polícia Federal. Escreveu a jornalista: “Pessoas próximas ao ex-banqueiro que confirmaram a informação afirmam que esse segundo documento teria sido feito em agosto de 2025 porque já havia a previsão de venda do banco no curto prazo e, nesse caso, seria preciso garantir o pagamento de todo o valor estipulado no primeiro contrato, de R$ 3,6 milhões mensais entre janeiro de 2024 a janeiro de 2027, mesmo que o escritório já não estivesse mais vinculado ao Master, que era o cliente inicial”. 

Para garantir que os pagamentos fossem feitos até o fim, o novo contrato seria assinado com outra empresa de Vorcaro, cujo nome não constava do anexo da delação rejeitada. 

Mário Sabino - Revista Oeste

A reflexão liberal sobre o Estado contemporâneo e uma Constituição social-democrata

 A promessa de promover bem-estar coletivo acabou ampliando conflitos e reduzindo a autonomia social


Adriano Dorta: 'A reflexão liberal sobre o Estado contemporâneo e uma Constituição social-democrata'

O Estado moderno concentrou o poder político e substituiu a fragmentação feudal por uma autoridade soberana, territorial e burocrática. O ideal liberal tentou domesticar esse poder, reduzindoo a um Estado de direito limitado, próximo ao modelo do nightwatchman state: um Estado voltado à segurança, à justiça, à proteção da propriedade e ao cumprimento dos contratos. 

Após a Segunda Guerra Mundial, o Estado moderno se tornou o Estado contemporâneo. Esse Estado, entretanto, não se limita a garantir ordem e segurança; ele promete organizar a sociedade, corrigir desigualdades e fornecer um cardápio de direitos sociais. A constituição social-democrata, ao contrário da tradição liberal, não pensa em conter o poder estatal e da maioria, mas pensa em empoderar pessoas ou instituições que consigam guiar a sociedade. 

É uma tentativa de manter a economia de mercado — não por preferência, mas porque ela se mostrou mais eficiente do que todos os outros sistemas rivais — e, ao mesmo tempo, buscar a justiça social. Então, a Constituição garante os serviços públicos e legitima o Estado a buscar uma agenda de bem-estar através da redistribuição de riqueza. Para os liberais, a economia de mercado é um espaço marcado pelos ganhos mútuos da troca e pela cooperação social pacífica sob a divisão do trabalho. O processo de mercado, por meio da propriedade, da orientação dos preços, da atração dos lucros e da disciplina das perdas, fornece os incentivos necessários envoltos em sinais para o aprendizado social constante dos participantes.

A social-democracia rejeita os resultados de uma economia de mercado. O mercado não é um árbitro justo para fazer justiça social. Portanto, o Estado não é apenas mais eficiente em lidar com essa dinâmica como também teria a responsabilidade natural de fazê-lo. Apesar de a economia de mercado ser eficiente, o Estado tem o dever ou função de intervir nessas relações para expandir a agenda dos direitos sociais, possibilitar a redistribuição de renda e, finalmente, alcançar a justiça social. 


O que é o Estado contemporâneo 

A ordem liberal tenta manter um arranjo social e político que não permita a dominação do espaço público ou privado. O objetivo é tentar achar um arcabouço institucional que conceda mais autonomia e oportunidade para que cada indivíduo possa florescer. 

Enquanto os liberais estão focados nos direitos civis, a socialdemocracia até os aceita, mas, quando esses direitos se contrapõem aos direitos sociais, os direitos sociais terão maior peso na discussão. O exemplo clássico é o artigo sobre a propriedade privada. Para os liberais, a propriedade deveria ser inviolável. Já para a socialdemocracia, o direito à propriedade pode existir, mas, ao mesmo tempo, deve atender ao bem-estar coletivo. 


 – Artigo 5º, inciso XXII: Garante o direito à propriedade privada. 

• – Artigo 5º, inciso XXIII: Estabelece, como contrapeso direto, que a propriedade atenderá à sua função social. 

Esse arranjo institucional cria um incentivo perverso à busca por um “salvador da pátria”: alguém que teria um plano genial capaz de guiar mais de 213 milhões de pessoas para a glória. Ser liberal na contemporaneidade é como viver em um castelo na Idade Média durante um cercamento por dois ou mais exércitos que também estão em guerra entre si. 

São diversos grupos brigando pela chance de chegar ao executivo federal. A disputa é simplesmente pelo poder. Por quê? Porque é sabido que o conjunto de regras que temos no Brasil não garante que, caso homens maus cheguem ao poder, causem o mínimo dano possível.

Se você tem medo de que seu adversário político chegue ao poder, isso significa que quem chega ao poder pode causar um grande estrago. Por isso, a preocupação principal passa a ser alcançar o poder. A Constituição foi criada como um meio de limitar o poder daqueles que chegassem ao governo. Já no Brasil, a Constituição dá poderes amplos demais aos tomadores de decisão. 

Em vez de limitar o Estado, ela multiplica suas obrigações, seus poderes e suas justificativas de intervenção. A Constituição brasileira transforma quase toda aspiração social em Direito Constitucional. Essas aspirações viram obrigações estatais. 

O Estado contemporâneo é um Estado que oferece um menu de direitos resguardados pela Constituição. Quando uma Constituição transforma quase toda aspiração social em direito, ela também transforma quase toda dimensão da vida em assunto de Estado. Se o Estado deve fornecer, então ele deve planejar. Se deve planejar, deve tributar. Se deve tributar, deve fiscalizar. Se deve fiscalizar, deve regular. Se deve regular, deve criar burocracias, critérios, exceções, subsídios, prioridades e mecanismos de coerção. O Direito positivado, nesse ponto, revela seu núcleo inevitável: a coerç

O Estado contemporâneo se tornou uma ferramenta de engenharia social, e a Constituição social-democrata, em vez de conter essa tendência, a legitima. Ela amplia a dependência da sociedade em relação ao poder público e frequentemente entrega o oposto do que promete. A experiência mostra que poderes concedidos em nome do interesse público podem ser capturados por interesses privados. Regulações feitas para proteger consumidores podem proteger empresas estabelecidas contra concorrentes. Leis trabalhistas feitas para proteger trabalhadores podem excluir os mais pobres, os jovens e os menos produtivos. Subsídios criados para promover desenvolvimento podem sustentar grupos empresariais com conexão política. Direitos sociais podem justificar estruturas burocráticas caras, ineficientes e resistentes a qualquer controle real: a coerção.

Quando isso acontece, a sociedade deixa de buscar soluções por meio da cooperação voluntária, da concorrência, da responsabilidade individual, da inovação e das comunidades locais. A economia de ganhos mútuos da troca e de cooperação social pacífica sob a divisão do trabalho é substituída pela política e por seu jogo de soma zero, em que um partido ganha apenas à custa do outro. A civilidade desaparece quando a filiação partidária se torna a base para os espólios.

Isso desloca o interesse para a captura do aparato estatal. A política se torna o caminho mais lucrativo, destruindo a ordem espontânea e premiando decisões jurídicas e legislativas. Por isso, uma Constituição deve desconfiar não apenas do censor, do policial e do governante autoritário, mas também do planejador benevolente, do regulador bem-intencionado e do legislador que promete justiça social sem assumir os custos reais de sua promessa. 

Uma Constituição que não faz isso deixa de cumprir sua função essencial. A coerção não se torna menos coerção porque vem acompanhada de uma justificativa nobre. O Brasil, porém, escolheu uma Constituição que promete emancipar a sociedade por meio do Estado. O resultado é que a sociedade se vê permanentemente obrigada a disputar o Estado para sobreviver. A promessa era cidadania; o resultado é dependência. A promessa era justiça social; o resultado é captura política. A promessa era proteção; o resultado é uma máquina que todos temem quando está nas mãos do adversário, mas que quase todos desejam controlar. 


A tragédia brasileira 

A crítica liberal ao Estado contemporâneo brasileiro não é apenas que ele é grande, caro ou ineficiente. É que ele foi constitucionalmente autorizado a ser tudo isso. Nossa Constituição social-democrata não apenas permite a expansão do poder; ela fornece argumento moral, jurídico e institucional para justificá-la. Por isso, a disputa política deixa de ser sobre limitar o Estado e passa a ser sobre capturá-lo. Essa busca pela captura aumentou a falta de civilidade. 

O rancor é o que move o governo federal. Essa disputa criou desconfiança e minou a criação de uma sociedade civil forte. Talvez essa seja a maior tragédia brasileira: temos uma sociedade criativa, trabalhadora e capaz de encontrar caminhos, mas que insiste em entregar seu destino a uma estrutura política que concentra poder demais. Em vez de limitar o Estado para libertar a sociedade, continua tentando encontrar o governante certo para usar a máquina da maneira certa.

Mas a máquina é o problema.

Revista Oeste

André Mendonça defende aucontenção judicial e pede respeito ao Poder Legislativo

Ministro do STF ainda criticou os que defendem o ativismo judicial quando é conveniente


Ministro do STF André Mendonça durante evento em Curitiba em 05/jun/26 - Foto: divulgação.


O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta sexta-feira (5) que o Judiciário deve respeitar o Poder Legislativo. “Os tribunais devem respeitar as leis. Ela é a sua fonte, a sua matriz de interpretação e aplicação do Direito. O que defendo é a justa aplicação da lei. Ela não é só um detalhe, ela é essencial. É a garantia para que haja igualdade e liberdade”, ressaltou o magistrado ao participou do XVI Simpósio de Direito Constitucional no Teatro Guaíra, em Curitiba.

O ministro também defendeu uma atuação pautada pela autocontenção judicial e pelo fortalecimento do princípio da legalidade. “Eu tenho defendido uma atuação pela perspectiva da autocontenção, o que significa o fortalecimento do princípio da legalidade. Entendo que a legalidade é essencial para a segurança jurídica do País e também para o desenvolvimento em todos os setores da sociedade”, afirmou.

André Mendonça ainda avaliou que a relação entre os Poderes vive um momento de tensão e que esse cenário exige maior respeito às decisões tomadas pelo Legislativo.

“Hoje eu entendo que há uma situação de tensão na relação entre os Poderes e isso passa, volto a dizer, pelo fortalecimento do princípio da legalidade”, disse. “A lei tem como sua origem o Poder Legislativo. Não cabe ao Poder Judiciário, além da interpretação, ter um papel criativo ou inovador em torno da legislação. Esse talvez seja hoje o grande ponto de tensão entre os Poderes: o respeito, por parte do Judiciário, àquilo que é promulgado ou legislado a partir de uma decisão no âmbito do Legislativo”, destacou.

Ele ainda criticou os que defendem o ativismo judicial quando é conveniente e reforçou o seu posicionamento citando um exemplo prático. “Eu sou crítico a isso. E pergunto a esses que defendem o ativismo se são realmente favoráveis. Alguns dizem sim. Mas daí volto a questionar: e se em 10 anos mudar a composição do STF e houver uma maioria considerada conservadora? Você continua a favor do ativismo judicial? Essas pessoas respondem não. Ou seja, o ideal de Justiça não pode ser circunstancial”, afirmou.

O XVI Simpósio de Direito Constitucional segue até sábado e conta com a participação de juristas, magistrados, membros do Ministério Público, advogados, professores, pesquisadores e estudantes de diversas regiões do Brasil.

Diário do Poder