segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Lobista bancava casa de R$ 100 mil para Lulinha, aponta PF

 Mensagens indicam ameaça de corte de passagens aéreas para manter imóvel usado por filho de Lula


 Reprodução


A Polícia Federal (PF) investiga se a lobista Roberta Luchsinger arcava com despesas de aproximadamente R$ 100 mil por mês para manter uma residência usada por Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 

Segundo reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, mensagens analisadas pelos investigadores mostram que Roberta chegou a ameaçar interromper o pagamento de passagens aéreas para Lulinha como forma de continuar custeando a locação do imóvel.

ha: revisão de gastos A informação consta de um dos inquéritos da PF que apuram suspeitas de tráfico de influência envolvendo Lulinha, Roberta e empresários que buscavam negócios com órgãos do governo federal. Os investigadores analisaram conversas entre a lobista e o filho do presidente e identificaram indícios de que ela assumia despesas pessoais relacionadas a ele. 

Em uma conversa registrada em agosto de 2024, Roberta teria informado a Lulinha que precisaria rever os gastos relacionados à residência. De acordo com a PF, o diálogo sugere que o pagamento de passagens aéreas para o filho de Lula era uma prática recorrente e que poderia ser interrompido em razão dos custos do imóvel.

A investigação também aponta que a relação financeira entre Roberta e Lulinha ocorreu no período em que a lobista mantinha tratativas com integrantes do governo federal. A PF apura se Lulinha utilizava sua  proximidade com autoridades para facilitar reuniões e negociações de interesses privados. A PF identificou ainda pagamentos milionários feitos pelo empresário Cléber Ribas à empresa de Roberta. Segundo os investigadores, ele teria repassado ao menos R$ 2,5 milhões de março de 2024 a dezembro de 2025. A apuração busca esclarecer se os pagamentos estavam relacionados à atuação da lobista junto ao governo. 

A PF identificou ainda pagamentos milionários feitos pelo empresário Cléber Ribas à empresa de Roberta. Segundo os investigadores, ele teria repassado ao menos R$ 2,5 milhões de março de 2024 a dezembro de 2025. A apuração busca esclarecer se os pagamentos estavam relacionados à atuação da lobista junto ao governo.

Entre os negócios investigados estão tratativas envolvendo a Dataprev e a venda de medicamentos à base de Cannabis ao governo federal. A PF afirma haver indícios de uma relação de interesses econômicos entre Lulinha, Roberta e o empresário Fernando Bittar.\

 Lulinha é alvo de três inquéritos da Polícia Federal. As investigações tramitam no Supremo Tribunal Federal, sob relatoria dos ministros André Mendonça e Flávio Dino. A defesa de Lulinha nega irregularidades e questiona a forma como as informações da investigação foram obtidas e divulgadas.

Fábio Bouéri - Revista Oeste

Patrocínios do Flamengo: faturamento 2026

 

Arrascaeta - Astro maior do Flamengo - Reprodução


Flamengo fatura R$ 463,75 milhões com a camisa em 2026

O dado mais relevante e imediato: o Flamengo alcançou aproximadamente R$ 463,75 milhões em receitas anuais oriundas exclusivamente de patrocínios estampados no seu uniforme principal e no uniforme inferior em 2026. Esse patamar coloca o clube em posição isolada no futebol brasileiro, com uma arrecadação que supera, segundo a reportagem, a maioria das receitas de patrocínio de clubes da Série A somadas em muitos casos. A cifra é resultado de um conjunto de contratos distribuídos por múltiplas propriedades do uniforme — master, fornecedor de material esportivo, omoplata, costas, mangas, barra traseira, calção, meião e número da camisa — e não depende de uma única fonte, o que traz previsibilidade e escala financeira ao Rubro-Negro.

Composição detalhada das receitas do uniforme

Valores nominais por espaço do uniforme

A composição do montante segue com números específicos e distribuídos entre as propriedades da camisa. O patrocínio master com a Betano responde por R$ 268,5 milhões anuais, ou seja, mais da metade do total apurado apenas com o uniforme. A fornecedora Adidas figura com R$ 70 milhões fixos por ano, valor que explicitamente não inclui royalties e metas contratuais — sinal de que o real valor da parceria pode ser consideravelmente maior ao longo da temporada. Outras propriedades relevantes: BRB (omoplata) R$ 42,6 milhões; Hapvida (costas) R$ 23,8 milhões; Shopee (manga) R$ 13 milhões; Assist Card (barra traseira) R$ 10,8 milhões.

No uniforme inferior, o clube também capitaliza com espaços específicos: o calção soma WAP (R$ 5,5 milhões) e GAC Motors (R$ 7,15 milhões), elevando o valor total do espaço para além de R$ 12 milhões. O meião é patrocinado pelo Zé Delivery por R$ 4,2 milhões, enquanto o número da camisa traz a Texaco pelo mesmo valor, R$ 4,2 milhões. Integrando essas cifras, chega-se ao montante de R$ 463,75 milhões anuais apontado pela reportagem.

Previsibilidade financeira: contratos e calendário

Um dos pilares desse modelo é a previsibilidade: a maioria dos contratos citados possui duração entre três e quatro anos, criando receita recorrente independentemente de resultados esportivos imediatos. Na prática, o clube garante quase meio bilhão de reais por temporada apenas com patrocínios, sem contar premiações por títulos, bilheteria ou direitos de transmissão. Dividido ao longo do ano, esse volume representa cerca de R$ 38 milhões mensais — um montante que, segundo a matéria, é suficiente para cobrir grande parte da folha salarial do futebol profissional do clube.

Como esse cenário foi construído: reestruturação e profissionalização

A reportagem aponta que o atual cenário não nasceu de forma abrupta. Ele é fruto de um processo iniciado a partir de 2013, quando o Flamengo iniciou uma reestruturação financeira que priorizou contratos sustentáveis e a organização das finanças. Nos anos seguintes, a profissionalização dos departamentos de marketing e comercial permitiu ampliar receitas de forma consistente. Mesmo em momentos adversos, como a pandemia de 2020 — o único período recente com déficit mencionado —, a estrutura montada possibilitou recuperação rápida.

A parceria com o BRB é citada como emblemática: firmada em momento de incerteza econômica, ajudou a manter o fluxo de caixa e abriu caminho para modelos de negócios ligados ao banco digital associado ao clube. Esse tipo de acordo ilustra duas linhas estratégicas: captação de receita imediata e construção de ativos de negócio (licenciamentos, produtos co-branded, plataformas digitais) que potencializam ganhos no médio prazo.

Potencial oculto além do valor fixo

A matéria chama atenção para elementos que não entram na conta dos R$ 70 milhões fixos da Adidas, por exemplo. O contrato com a fornecedora inclui royalties sobre vendas de produtos licenciados e metas comerciais que podem elevar o montante final. Além disso, a última renovação ampliou a autonomia do clube sobre licenciamento, permitindo ao Flamengo explorar collabs, desenvolver produtos próprios e firmar parcerias adicionais com outras marcas. Esse movimento reduz a dependência do montante fixo e amplia o potencial de monetização da marca, transformando a exposição do uniforme em receita direta e indireta.

Impacto competitivo e concentração de receitas

A diferença entre o Flamengo e os demais clubes brasileiros é enfatizada na reportagem: em muitos casos, a receita total de patrocínios de equipes da Série A não se aproxima do valor obtido pelo Flamengo apenas com a camisa. Essa concentração de receita coloca o Rubro-Negro em vantagem competitiva clara, criando maior margem para investimentos em elenco, infraestrutura e projetos estratégicos. Ao mesmo tempo, evidencia uma tendência de mercado: as marcas de maior alcance nacional e internacional convergem mais facilmente para clubes com grande torcida e exposição midiática, ampliando a diferença entre as principais agremiações e o resto do mercado.

Análise de impacto para o Flamengo (consequências práticas)

Financeiramente, a capacidade de garantir R$ 463,75 milhões por ano só com o uniforme implica em três frentes concretas de impacto: estabilidade operacional, capacidade de investimento e poder de barganha. Na primeira frente, a previsibilidade citada reduz o risco de liquidez para operações correntes e pagamento de salários; na segunda, abre espaço orçamentário para contratações, manutenção e ampliação de estruturas (centros de treinamento, ações de base, projetos comerciais); na terceira, confere ao clube maior poder de negociação em janelas de renovação contratual e em futuras vendas de patrocínio.

Contudo, a reportagem também aponta o outro lado: manter esse nível de arrecadação exige resultados esportivos, visibilidade e capacidade de negociação contínua. A presença frequente do clube em decisões, a exposição midiática e o tamanho da torcida sustentam o interesse das marcas, mas são fatores que demandam manutenção constante. Há, portanto, um risco inerente à dependência relativa dessa receita: uma queda de desempenho prolongada ou redução da exposição pode tornar renegociações mais difíceis ou forçar ajustes nos valores contratados.

Perspectivas e cenários futuros apontados

A reportagem identifica cenários distintos, condicionados a três variáveis principais: desempenho esportivo, manutenção da exposição de mídia e estratégia comercial do clube. No cenário mais favorável, a continuidade de presença em decisões nacionais e internacionais e a exploração ampliada do licenciamento podem elevar a receita além dos valores fixos atualmente contabilizados, especialmente se royalties e metas comerciais da Adidas e demais parceiros forem plenamente atingidos. A autonomia sobre licenciamento já conquistada permite ao clube multiplicar fontes de receita através de collabs e produtos próprios.

No cenário neutro, a manutenção dos contratos e o cumprimento das cláusulas mínimas resultariam na continuidade do patamar atual — quase meio bilhão por temporada — conferindo estabilidade, mas exigindo disciplina fiscal para evitar dependência excessiva de receitas de curto prazo. No cenário adverso, queda de visibilidade e resultados poderia pressionar renegociações e reduzir o apetite de grandes marcas, comprimindo receitas e obrigando o clube a reequilibrar a previsibilidade financeira com medidas de contenção de gastos.

Adicionalmente, a reportagem menciona que o Flamengo caminha para R$ 2 bilhões em receitas e reduz dependência da TV, o que, se confirmado em outras frentes de receita além do uniforme, indicaria uma diversificação ainda maior das fontes e uma menor sensibilidade às oscilações dos contratos televisivos. Essa perspectiva, contudo, depende da materialização de outras linhas de receita e da manutenção da vantagem comercial construída.

Riscos, desafios e necessidades estratégicas

Manter a vitrine que atrai patrocinadores exige mais do que um bom departamento comercial: demanda consistência esportiva, governança que mantenha a previsibilidade jurídica e contábil dos contratos, e capacidade de inovação no licenciamento. O mercado publicitário esportivo tende a valorar exposição em campo, engajamento da torcida e capacidade de conversão em vendas (o que está ligado aos royalties e metas comerciais mencionadas). Assim, investimentos em experiência do torcedor, presença digital e produtos licenciados não são apenas complementares, mas centrais para sustentar e ampliar os números atuais.

Outro desafio apontado é evitar a concentração excessiva em um único parceiro: embora a Betano represente mais da metade do total com R$ 268,5 milhões, o modelo adotado pelo clube — diversificar por propriedades do uniforme — reduz o risco de dependência. Ainda assim, manter o equilíbrio entre um patrocínio master robusto e uma rede de apoiadores que cubram diferentes espaços é um exercício contínuo de gestão de portfólio comercial.

Conclusão editorial: síntese e visão crítica

O quadro apresentado pela reportagem do Ser Flamengo mostra um Rubro-Negro que, a partir de reestruturações iniciadas em 2013 e da profissionalização comercial, elevou a monetização do uniforme a um patamar de destaque nacional: R$ 463,75 milhões anuais apenas com patrocínios estampados. Esse resultado é fruto de um modelo deliberado de diversificação de propriedades do uniforme, contratos com duração média de três a quatro anos e exploração ampliada do licenciamento, elementos que trazem previsibilidade e escala. Ao mesmo tempo, a matéria expõe a dupla face dessa vantagem: a sustentabilidade do modelo depende de manutenção de desempenho esportivo, visibilidade e capacidade de negociação.

Do ponto de vista estratégico, o Flamengo tem hoje uma combinação rara — torcida massiva, exposição midiática e estrutura comercial — que justifica a concentração de grandes marcas em seus uniformes. No horizonte, a expansão do licenciamento e a exploração de royalties podem elevar ainda mais o patamar de receitas, contribuindo para a meta mais ampla citada na reportagem de caminhar a R$ 2 bilhões em receitas e reduzir a dependência da TV. No entanto, o desafio segue sendo transformar vantagem de curto prazo em estabilidade de longo prazo: isso passa por governança responsável, investimento contínuo em imagem e produto, e disciplina esportiva que mantenha o clube nas janelas decisivas em que as marcas mais valorizam presença.

Fonte: Ser Flamengo — https://serflamengo.com.br/patrocinios-do-flamengo-quanto-o-clube-fatura-com-a-camisa-em-2026/

Lulinha vive em condomínio de luxo em Madri - Imagina quem paga a orgia do filho do ex-presidiário?

Filho do descondenado Lula se mudou para a Espanha com a família em 2025 e mora em imóvel de cerca de 250 m², com aluguel e taxas de € 5,8 mil por mês


Lulinha, filho do presidente Lula da Silva - Foto: Reprodução/Redes sociais


Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, vive em um dos bairros mais luxuosos de Madri, capital da Espanha. O filho do ex-presidiário Luiz Inácio Lula da Silva se mudou para o país com a família em 2025, durante a eclosão do escândalo de fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A informação foi divulgada pelo jornal Poder360, que contesta a afirmação do vice-presidente do PT, Washington Quaquá. 

O político afirmou que Lulinha vivia em condições precárias na Espanha. 

Ao contrário, o filho de Lula ocupa um apartamento no condomínio fechado El Jardín de La Moraleja. A região reúne mansões de empresários e famosos, como o ator Richard Gere e os jogadores de futebol milionários Vini Júnior e Rodrygo Goes, do Real Madrid. 



Portaria do condomínio Villas de La Moraleja, onde mora o jogador de futebol Rodrygo, do Real Madrid, que é vizinho de Lulinha, cujo apartamento fica em empreendimento ao lado - Foto: Reprodução/ Poder360

Renda exigida para aluguel supera R$ 100 mil Para quem sobrevivia limpando bunda dc elefater erm São Paulo... É um acinte... 

O imóvel fica na Rua Camino de los Jardines e tem cerca de 250 metros quadrados. O gasto mensal com aluguel e taxas chega a € 5,8 mil, cerca de R$ 35 mil. A regra imobiliária espanhola exige comprovação de renda três vezes maior que o aluguel. 

Assim, a renda mensal estimada para o contrato é de € 17,4 mil, cerca de R$ 104 mil. Segundo o veículo, a família consome produtos brasileiros por meio de entregas locais. O condomínio tem segurança 24 horas, piscinas, academia, salão de festas e áreas de lazer. 

O empreendimento fica no município de Alcobendas, a cerca de 20 minutos de carro do centro de Madri. 

 O filho do ex-presidiário abriu a empresa de informática Synapta em Madri no início de 2026. 

A companhia usa um endereço de coworking e desconhecida. Lulinha é alvo de três inquéritos Lulinha é alvo de três inquéritos na Polícia Federal. As investigações apuram suspeitas de tráfico de influência e corrupção. No entanto, ele não consta como réu. Uma testemunha afirmou que Lulinha recebia mesada de R$ 300 mil do empresário conhecido como Careca do INSS. Ele também atuou com a lobista Roberta Luchsinger para fechar contratos com o governo. Segundo o texto, a proximidade com a equipe presidencial deu vantagens competitivas nas negociações


Imagem mostra como é o condomínio onde vive Lulinha na Espanha - Imagem: Reprodução/ Poder360

Lulinha é alvo de três inquéritos na Polícia Federal. As investigações apuram suspeitas de tráfico de influência e corrupção. No entanto, ele não consta como réu. Uma testemunha afirmou que Lulinha recebia mesada de R$ 300 mil do empresário conhecido como Careca do INSS. 

Ele também atuou com a lobista Roberta Luchsinger para fechar contratos com o governo. 

Segundo o texto, a proximidade com a equipe presidencial deu vantagens competitivas nas negociações. 

A reportagem do Poder360 também revela que tentou entrar em contato com Lulinha por meio de envio de correspondência ao condomínio. O porteiro do local, porém, teria agido por orientação do morador e negado a presença dele no local.

Letícia Alves - Revista Oeste

Filipe Martins pede revisão de pena imposta pelo 'cartel lula-STF-globolixo' após justiça dos EUA apontar fraude em documento usado para sua prisão

 Justiça dos EUA teria reconhecido que documento citando entrada de ex-assessor nos EUA em 2022 seria falso


Filipe Martins com seu advogado Jeffrey Chiquini - (Foto: Rosinei Coutinho/STF).


A defesa do ex-assessor de Assuntos Internacionais do governo Bolsonaro, Filipe Martins, afirmou que irá pedir revisão da pena imposta ao réu após a confirmação de fraude envolvendo sua documentação e registro de entrada nos Estados Unidos, atestada por decisão da Justiça daquele país. A defesa espera a divulgação dos nomes que estão envolvidos na fraude, solicitados pelo juiz do caso, nos EUA, Gregory A. Presnell.

A Justiça norte-americana reconheceu que era falso um documento criado pela Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA (CBP) sobre entrada de Filipe Martins nos Estados Unidos, em 30 de dezembro de 2022. Sobre isso, a defesa de Martins diz ter conseguido essa informação após mover uma ação contra o Departamento de Estado norte-americano.

Com base neste registro agora considerado fraudulento, o ministro Alexandre de Moraes (STF), relator dos casos envolvendo a suposta tentativa de golpe de Estado, decretou a prisão preventiva de Martins.

A ata da reunião da Justiça da Flórida seria do dia 26 de março de 2026, mas acabou sendo divulgada nesta semana. O documento descreveria o momento em que o juiz Gregory A. Presnell faz críticas à procuradora-assistente dos Estados Unidos, Joy Warner. Presnell foi nomeado juiz pelo então presidente democrata Bill Clinton.

“Há um registro falso que foi inserido nos registros da Patrulha de Fronteira e que prejudicou consideravelmente uma pessoa.” O governo reconhece a falsidade dessa informação e sua gravidade. (…) a pessoa que foi afetada por isso — a saber, que foi presa por causa disso — tem o direito de saber como isso aconteceu e quem foi responsável”, diz o documento, revelado originalmente na reportagem da Folha de S. Paulo.

A expectativa da defesa do ex-assessor da presidência da República, agora, é que o governo norte-americano entregue em breve todas as movimentações referentes ao período em que houve a inserção do nome do Filipe no sistema de imigração. Filipe Martins foi condenado a 21 anos de prisão por suposta tentativa de golpe de Estado.

Luan Carlos- Diário do Pocer

Covil do Lula - Advogado que defendeu Deolane nas redes sociais é ligado a ONG associada ao PCC

 Investigações apontam atuação de Marcos Roberto Cebola na estruturação e na documentação da Pacto Social


Advogado Marcos Roberto Cebola e Silva - Foto: Reprodução

O Ministério Público de São Paulo (MPSP) afirma que o advogado Marcos Roberto Cebola e Silva é ligado à ONG Pacto Social & Carcerário, que seria um braço operacional do Primeiro Comando da Capital o

Cebola, como é conhecido, ganhou projeção ao defender a influenciadora Deolane Bezerra nas redes sociais. O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público, afirma que a Pacto Social & Carcerário operava diretamente para o PCC. Fundada em 2019, a ONG funcionava como o Setor das Reivindicações do PCC, ao promover ações judiciais e mobilizações no sistema penitenciário.

Cebola teria atuado para articular a estruturação da ONG, de acordo com o portal Metrópoles. Documentos e depoimentos confirmam o vínculo dele com a organização. No entanto, a Justiça não cita o advogado como fundador formal nem representante jurídico oficial da Pacto Social. Relatórios atribuem essa função a Renan Bortoletto, condenado a seis anos e nove meses de prisão.


ONG alterou estatuto para defender PCC

 Policiais apreenderam relatórios de atividades da ONG com Ketheleen Camila Sousa Lemos na Penitenciária 2 de Presidente Venceslau. O próprio Cebola confirmou sua presença em uma fotografia da entidade durante uma audiência. O investigador Helmuth Hans Ramsdorf Junior relatou que o advogado se identificou na imagem e mencionou a facção criminosa.

Em fevereiro de 2022, a Pacto Social alterou seu estatuto em cartório. A mudança permitiu propor ações judiciais coletivas para detentos não associados. O Gaeco afirma que dois denunciados modificaram o texto para beneficiar presos do PCC. Cebola assinou documentos dessa fase de expansão da ONG

Publicou 17 vídeos em defesa de Deolane nas redes sociais e chamou a série de “InPrudente”. Além disso, protocolou notícia de fato no CNJ, no CNMP, no Ministério Público, na Justiça e na OAB. Ele pediu uma apuração independente sobre processos que, segundo ele, resultaram na prisão da influenciadora.

Cebola publicou vídeos em favor de Deolane O advogado publicou 17 vídeos em defesa de Deolane nas redes sociais e chamou a série de “InPrudente”. Além disso, protocolou notícia de fato no CNJ, no CNMP, no Ministério Público, na Justiça e na OAB. Ele pediu uma apuração independente sobre processos que, segundo ele, resultaram na prisão da influenciadora.

Em um dos vídeos, ele questiona o valor de R$ 27 milhões atribuído à movimentação financeira de Deolane. Segundo ele, a quantia teria considerado tanto os valores que entraram quanto os que saíram da conta, contabilizando o mesmo dinheiro duas vezes. 


Deolane Bezerra foi presa por lavagem de dinheiro - Foto: Reprodução/Record

Ele argumenta ainda que o relatório final da investigação utilizou a expressão “em tese” para tratar das condutas atribuídas a Deolane 


Letícia Alves - Revista Oeste

Tarcísio tem 52% e vence no 1º turno em São Paulo

 Governador aparece 17 pontos à frente do petista em pesquisa


Num eventual segundo turno, Tarcísio também aparece à frente de Haddad | Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil



Tarcísio de Freitas (Republicanos) venceria Fernando Haddad (PT) no primeiro turno da eleição para o governo de São Paulo, segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta segunda-feira, 24.

O governador aparece com 52% das intenções de voto, enquanto o exprefeito de São Paulo registra 35%. A diferença entre os dois é de 17 pontos porcentuais. 


Tarcísio mantém vantagem no 2º turno 

Num eventual segundo turno, Tarcísio também aparece à frente de Haddad. O governador marca 54%, contra 36% do petista. A diferença chega a 18 pontos porcentuais nessa simulação.

O Real Time Big Data entrevistou 2 mil eleitores em todo o Estado de São Paulo entre 19 e 22 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais, para mais ou para menos. O intervalo de confiança é de 95%. O instituto financiou o próprio levantamento. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo SP-01347/2026.


Erich Mafra - Revista Oeste

Governo corrupto do ex-presidiário Lula toma R$100 bilhões dos brasileiros em dez dias

 Valor foi arrecadado somente entre 11 e 21 deste mês de  agosto 




O governo Lula (PT) conseguiu tomar dos pagadores de impostos mais de R$100 bilhões em apenas dez dias, segundo dados do Impostômetro, ferramenta mantida da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). 

Entre 11 e 21 de agosto, o total arrecadado pelo governo disparou de R$2,5 trilhões para mais de R$2,6 trilhões. Até o fim do ano terão sido tomados inéditos R$4,12 trilhões do bolso dos brasileiros. A informação é da Coluna Claudio Humberto, do Diário do Poder.

Pela primeira vez na História, o pagador de impostos vai ver sair do bolso mais de R$4 trilhões, outro recorde histórico sob o governo Lula (PT).

Entre 2024 e 2025 a arrecadação cresceu quase 10%: passou de R$3,62 trilhões para R$3,98 trilhões. Este ano vai chegar aos R$4,13 trilhões.

Apesar de bater recorde nos impostos, a plataforma Gasto Brasil aponta que o governo Lula já gastou quase R$1 trilhão a mais que arrecadou.

Diário do Poder