quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Comitiva de Lula a Nova York torra R$3,2 milhões em hotéis de alto luxo por apenas 48 horas

 

A comitiva foi mantida em separadp, no Hotel Prk Lne (esq.), ms Lula escolheu o Grand Hotel Hyatt, de altíssimo luxo. .


Lula (PT) nunca desaponta aqueles que apostaram que o presidente manteria o padrão de gastança do nosso dinheiro na rápida passagem por Nova York (EUA) para alugar ouvidos na Assembleia Geral da ONU. O petista ficou menos de 48 horas em solo norte-americano, mas a fatura somente em hospedagem já ultrapassa os R$3,2 milhões. A sempre numerosa comitiva de aspones, que rendeu até reportagens na imprensa internacional, continua constrangendo os diplomatas brasileiros.

Pode esbanjar

Com o exército de aspones, a comitiva se dividiu em duas. Todos se refestelaram em dois dos mais exclusivos hotéis de Nova York, claro.

Como magnata

Lula se isolou no Grand Hyatt New York, altíssimo padrão, conta paga por antecipação: R$2.217.655,99 por dois pernoites.

Coisa de magnata

A maior parte da comitiva aboletou-se no Hotel Park Lane e a farra custou ao pagador de impostos R$1.014.867,56, afora os “extras”.

Mania de grandeza

O staff de Lula ainda incomodou a cidade alugando cavaletes para bloquear o trânsito na porta do hotel: foram mais R$8,7 mil gastos.


Diário do Poder

terça-feira, 22 de setembro de 2026

Atlas/Estadão: 85,1% acreditam que ministros do STF estão envolvidos no caso Master

 Levantamento mostra crescimento da desconfiança dos brasileiros em relação aos integrantes da Corte; em março, porcentual era de 66,1%


Sessão extraordinária foi marcada por ofensas entre alguns ministros | Foto: Reprodução/STF | Foto: Reprodução/STF 

A percepção de que ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) têm envolvimento direto no caso Banco Master cresceu entre os brasileiros, segundo pesquisa Atlas/Estadão divulgada nesta terça-feira, 22. O levantamento revela que 85,1% dos entrevistados responderam que “sim, há envolvimento direto de ministros do STF no caso do Banco Master”. 

Entre os participantes, 4,4% disseram não acreditar em envolvimento direto de integrantes da Corte, enquanto 10,5% afirmaram não saber responder. Em março, quando a mesma pergunta foi feita, 66,1% apontavam envolvimento direto e 14,9% diziam que não. Na ocasião, 18,9% declararam não saber. 

A pesquisa ouviu 1.852 brasileiros entre 17 e 21 de setembro, por meio de recrutamento digital aleatório. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.


Édson Fachin retirou de André Mendonça a relatoria do caso Master | Foto: Antônio Augusto/ST


A percepção de que ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) têm envolvimento direto no caso Banco Master cresceu entre os brasileiros, segundo pesquisa Atlas/Estadão divulgada nesta terça-feira, 22. O levantamento revela que 85,1% dos entrevistados responderam que “sim, há envolvimento direto de ministros do STF no caso do Banco Master”. 

Entre os participantes, 4,4% disseram não acreditar em envolvimento direto de integrantes da Corte, enquanto 10,5% afirmaram não saber responder. Em março, quando a mesma pergunta foi feita, 66,1% apontavam envolvimento direto e 14,9% diziam que não. Na ocasião, 18,9% declararam não saber.

A pesquisa ouviu 1.852 brasileiros entre 17 e 21 de setembro, por meio de recrutamento digital aleatório. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

Desconfiança de ministros do STF varia entre grupos Os maiores índices de percepção de envolvimento aparecem entre jovens de 16 a 24 anos (99,3%), moradores da Região Norte (99,2%), eleitores que não votaram no segundo turno da eleição presidencial de 2022 (98,7%) e evangélicos (95,8%). 

Entre os grupos com maior proporção de entrevistados que não acreditam no envolvimento direto estão os autodeclarados agnósticos ou ateus (14,8%), brasileiros com renda familiar entre R$ 5 mil e R$ 10 mil (10,5%), pessoas de 60 a 100 anos (9,5%) e eleitores que votaram em Luiz Inácio Lula da Silva em 2022 (9%)..

Os dados também mostram diferenças por sexo, escolaridade e religião. A percepção de envolvimento é maior entre homens do que entre mulheres e cresce conforme aumenta o nível de escolaridade. Entre as religiões, evangélicos aparecem com porcentual superior ao de católicos, ateus, agnósticos e seguidores de outras crenças. 

Na divisão regional, os moradores do Nordeste apresentam proporção menor de respostas indicando envolvimento direto de ministros em comparação com entrevistados das demais regiões. 

Isabela Jordão - Rerista Oeste

Maioria dos brasileiros quer impeachment de Moraes e Toffoli

 

Brasileiros querem STF sem mafiosos (Foto: Gustavo Moreno/STF).


Pesquisa Atlas/Estadão aponta que 60,5% dos brasileiros defendem o impeachment imediato do ministro Dias Toffoli e 49,8% o de Alexandre de Moraes, ambos do STF, em razão do caso Banco Master.


O levantamento, feito entre 17 e 21 de setembro de 2026 com 1.852 pessoas (recrutamento digital aleatório, margem de erro de 2 pontos percentuais e 95% de confiança), foi realizado após a sessão tumultuada em que o plenário do Supremo debateu a abertura de investigação contra Moraes.


Os percentuais acima correspondem a quem considera já existirem indícios suficientes para o afastamento imediato. Outros 31,9% (Moraes) e 26,1% (Toffoli) só aprovariam o impeachment se as apurações confirmassem envolvimento. São contrários 15,1% e 6,5%, respectivamente. Os que não souberam responder ficaram em 3,2% e 6,8%.


O escândalo envolve o banqueiro Daniel Vorcaro. Relatório da Polícia Federal, revelado pelo Estadão, descreve mensagens em que Vorcaro pede auxílio a Moraes sobre investigações do banco. Há também registros de que o ministro teria editado minuta de contrato de R$ 131 milhões entre o Master e o escritório da mulher, Viviane Barci de Moraes, além de outro contrato de R$ 50 milhões pago com cotas de aeronaves. O banco ainda teria emitido cartões de crédito com limite de R$ 300 mil para os filhos do ministro.


Toffoli foi ligado ao caso pelo resort Tayayá, no Paraná, que pertencia formalmente a familiares dele e tinha como cotista um fundo cujo beneficiário final seria Fabiano Zettel, cunhado e operador de Vorcaro. O ministro chegou a relatar processos da Operação Compliance Zero, mas deixou o caso após a revelação do vínculo econômico. O processo foi redistribuído a André Mendonça.


Em pesquisa AtlasIntel de março, 49,3% já defendiam o impeachment de Toffoli. 

O percentual subiu 11 pontos. A piora na avaliação ocorre mesmo com novas revelações envolvendo também filhos de Kassio Nunes Marques e Luiz Fux, além de reuniões de Vorcaro com Mendonça e Gilmar Mendes.


O caso Master tem piorado a percepção pública sobre o STF, segundo o instituto.

Tiago Vasconcelos - Diário do Poder

Frete do voo de Alexandre de Moraes em jato de Vorcaro custaria cerca de R$350 mil

 Legacy 650 fez o trajeto entre São Paulo e Rio de Janeiro



Câmera registrou Alexandre de Moraes e esposa em jatinho de Daniel Vorcaro



Um voo em um jato Legacy 650, semelhante ao utilizado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e sua esposa, Viviane Barci de Moraes, tem custo estimado em R$350 mil. O valor consta em anúncio de uma plataforma de cotações de táxi aéreo.

Um vídeo divulgado no último domingo (20) mostra Moraes e a esposa desembarcando da aeronave no aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro.  A informação sobre o voo foi divulgada pelo jornal O Globo.

O Legacy 650 é o modelo mais luxuoso da Prime You, empresa de compartilhamento de bens que tinha Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, como sócio.

Segundo o jornal carioca, a plataforma Flapper possui um anúncio de voos em um Legacy 650 com imagens iguais às utilizadas no material da Prime You. Para o trecho SP–RJ, o valor indicado é de US$68,58 mil, aproximadamente R$350,4 mil na cotação considerada.

Em março, o gabinete de Moraes negou que o ministro tivesse utilizado aeronaves de empresas ligadas a Vorcaro. A manifestação ocorreu após reportagem da Folha de S.Paulo informar que o ministro havia viajado ao menos oito vezes com aeronaves do empresário.

Na ocasião, o gabinete classificou como “falsas” as informações e afirmou que Moraes “jamais viajou em nenhum avião de Vorcaro ou em sua companhia e de Zettel”. A afirmação foi desmentida pelo vídeo divulgado no fim de semana.

Lucas Soares - Diário do Poder

segunda-feira, 21 de setembro de 2026

Governo leva mais de 70 pessoas com Lula para a Assembleia da ONU

Lista inclui ministros, assessores e servidores; número total de brasileiros enviados a Nova York pode ser maior


O presidente Lula da Silva, que tenta a reeleição neste ano | Foto: Reprodução/X/@CongressoEmFoco


A comitiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a estrutura mobilizada pelo governo federal para a passagem do presidente por Nova York envolvem dezenas de pessoas. Pelo menos 73 integrantes do Executivo receberam autorização para viajar à cidade durante a 81ª Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) e eventos realizados no mesmo período.

O número consta de levantamento feito a partir de atos publicados no Diário Oficial da União (DOU) até a sexta-feira 18. A relação reúne ministros, assessores, servidores e integrantes de diferentes órgãos do governo federal.

O contingente, contudo, pode ser maior. Dois despachos autorizam o deslocamento de funcionários do Gabinete Pessoal da Presidência da República e da Assessoria Especial sem informar quantos servidores viajaram. Novas autorizações também podem ser publicadas.

Os 73 nomes não representam necessariamente pessoas que acompanham diretamente o presidente. Parte dos servidores enviados a Nova York participa da Semana do Clima, realizada paralelamente à programação da Assembleia-Geral da ONU. A primeira-dama Janja da Silva também viajou aos Estados Unidos.


Quatro ministros integram a comitiva de Lula 

O Ministério das Relações Exteriores confirmou quatro ministros como integrantes da comitiva de Lula: Mauro Vieira, das Relações Exteriores; Esther Dweck, da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos; Luiz Eloy Terena, dos Povos Indígenas; e Rachel Barros, da Igualdade Racial. 

Outros integrantes do primeiro escalão também estão em Nova York para compromissos relacionados à Assembleia-Geral, mas não necessariamente como integrantes do grupo que acompanha diretamente o presidente.

É o caso do ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias. Segundo o ministério, Dias participa de agendas em Nova York de 21 a 23 de setembro.

Neste ano, os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), não acompanham Lula. Governadores também ficaram de fora do grupo presidencial. 

Em 2025, seis ministros e dois governadores acompanharam o presidente durante a passagem por Nova York. 


Lula fica dois dias em Nova York

Lula desembarcou em Nova York no domingo 20. A passagem do presidente pelos Estados Unidos será curta. A previsão é que ele deixe o país na terça-feira 22, depois de participar da abertura do debate geral da Assembleia-Geral. Nesta segunda-feira 21, Lula cumpriu uma série de compromissos políticos na cidade. A agenda incluiu e

Encontros com o prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, que se apresenta como comunista e muçulmano; o senador norte-americano Bernie Sanders; e o presidente do Uruguai, Yamandú Orsi. 

Na terça-feira, Lula deve se reunir com o secretário-geral da ONU, António Guterres, antes da abertura do debate geral.

Por tradição diplomática, o Brasil é o primeiro país a discursar na Assembleia-Geral. Lula fará o pronunciamento brasileiro e será sucedido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Entre os assuntos previstos para o discurso estão multilateralismo, soberania, conflitos internacionais, combate ao crime organizado e mudanças na estrutura das Nações Unidas, especialmente no Conselho de Segurança. 


Parte da delegação permanece nos EUA 

A saída de Lula não encerra a participação brasileira nos eventos em Nova York. Mauro Vieira permanecerá na cidade para uma sequência de reuniões multilaterais. 

O chanceler participa de encontros de grupos e organismos dos quais o Brasil faz parte. Na quarta-feira 23, Vieira tem prevista participação em reunião da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza. Na quinta-feira 24, deve presidir uma reunião ministerial da Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul.


Gastos da comitiva de Lula ainda não estão consolidados 

O número de integrantes mobilizados pelo governo abre outra frente sobre a viagem: o custo da missão brasileira em Nova York. 

Os registros públicos de viagens internacionais podem envolver passagens, diárias e pagamentos distribuídos entre diferentes órgãos da administração federal. Outras despesas da operação presidencial também podem aparecer em bases distintas. 

Como a missão ainda está em andamento, os dados disponíveis neste momento não permitem estabelecer o custo final da presença do governo brasileiro em Nova York. 

O Portal da Transparência disponibiliza informações sobre viagens a serviço do governo federal, incluindo pagamentos, passagens, trechos e períodos de afastamento. 

A consolidação desses registros depois do encerramento da missão permitirá dimensionar quanto foi desembolsado pelos cofres públicos. Até o momento, os atos publicados no Diário Oficial mostram pelo menos 73 pessoas nominalmente autorizadas a viajar para Nova York durante o período da Assembleia-Geral e de eventos paralelos. 

Como há autorizações que não especificam o número de servidores envolvidos, o contingente total pode ser maior.

A coluna No Ponto analisa e traz informações diárias sobre tudo o que acontece nos bastidores do poder no Brasil e que podem influenciar nos rumos da política e da economia. Para envio de sugestões de pautas e reportagens, entre em contato co


Matheus Santos- Revista Oeste

Eurodeputados pedem sanções contra Alexandre de Moraes na União Europeia

Enquanto o Congresso brasileiro se omite, indgnação se espalha mundo afora


Parlamento Europeu - Foto: Wikipedia.


Três eurodeputados enviaram nesta segunda-feira (21) uma carta à alta representante da União Europeia para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança, Kaja Kallas, pedindo que o bloco avalie a possibilidade de aplicar sanções ao ministro do STF Alexandre de Moraes.

Os signatários são Adam Bielan e Mariusz Kamiński, da Polônia, e Carlo Fidanza, da Itália.

No documento, eles solicitam que o Serviço Europeu para a Ação Externa analise alegações sobre a atuação de Moraes e decisões do Supremo em processos considerados “politicamente sensíveis”. Entre os pontos citados estão possíveis violações à liberdade de expressão, às garantias do devido processo legal, ao pluralismo político e a outros direitos fundamentais.

Os parlamentares afirmam que meras manifestações de preocupação não bastam e pedem “medidas concretas”. Pedem ainda que a UE verifique se a conduta atribuída a Moraes justificaria medidas restritivas previstas no regime europeu de sanções por violações de direitos humanos. A carta faz referência aos fundamentos usados pelos Estados Unidos para aplicar sanções a Moraes com base na Lei Magnitsky Global — punições que, segundo outras reportagens, foram posteriormente retiradas. Qualquer eventual medida, segundo os autores, deveria depender de “evidências críveis” de responsabilidade por violações graves.

Banco Master e questionamentos de imparcialidadeOs eurodeputados mencionam informações que, segundo eles, teriam surgido de uma investigação da Polícia Federal. Citam alegações de contatos entre Moraes e Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, e um contrato entre o banco e o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro. O acordo previa pagamentos que poderiam chegar a cerca de R$ 130 milhões em 36 meses. O escritório declarou que prestou serviços de consultoria jurídica e que não atuou em causas da instituição no STF.

Na carta, esses fatos são relacionados à atuação de Moraes nos processos que resultaram na condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro. Os parlamentares argumentam que as revelações levantam “sérias questões sobre a imparcialidade judicial” e justificariam um exame independente e transparente. O documento trata as informações como alegações, sem concluir que houve irregularidade.

Pedido de monitoramento das eleiçõesAlém das sanções, os três deputados pedem acompanhamento “particularmente rigoroso e independente” do processo eleitoral brasileiro de outubro. Querem que a União Europeia use instrumentos diplomáticos e de observação para verificar se a eleição ocorre de forma livre, justa e transparente, incluindo o ambiente eleitoral, o tratamento a candidatos, o acesso à mídia, eventuais restrições ao discurso político, remoção de conteúdo, decisões judiciais que afetem campanhas, o funcionamento dos sistemas de votação e a correspondência entre votos e resultados anunciados.

A iniciativa é de um grupo pequeno de parlamentares de direita e não representa posição oficial da União Europeia. Pedidos semelhantes, feitos por um grupo maior de 16 eurodeputados em julho de 2025, não resultaram em sanções do bloco.


Diário do Poder

Dobra número de pessoas em sitação de rua no governo Lula: agora são quase 400 mil

 

(Foto: José Cruz/ABr).


Se as pessoas em situação de rua no Brasil formassem uma cidade, ela já seria maior do que as capitais Vitória (ES), Palmas (TO) ou Rio Branco (AC). Em junho de 2026, o Cadastro Único registrava 392,4 mil pessoas nessa condição. Em dezembro de 2022, eram 198,7 mil. Em pouco mais de três anos e meio do governo Lula (PT), quase dobrou a legião de miseráveis nas ruas. Desde 2015, quando o CadÚnico apontava 52,4 mil, salto de 597%, enquanto a população brasileira crescia 0,4% ao ano.

Subiu em flecha

Desde janeiro de 2023, o ritmo médio de moradores de rua subiu para 4,6 mil por mês. Entre 2019 e 2022, a média foi de 2 mil ao mês.

Lorota oficial

O governo atribui a alta à “melhoria do cadastramento”, mas se fosse só subnotificação, a curva se estabilizaria depois da correção. Mas cresceu.

Conta de diminuir

Censos municipais acham menos gente nas ruas do que o CadÚnico. No Rio, a prefeitura contou 8.195 em 2024; o cadastro federal, 23 mil.

Só vê quem quer

Em São Paulo, o censo de 2021 falava em 31,9 mil famílias em situação de rua, mas, no CadÚnico, passou dos 104 mil.


Diário do Poder