terça-feira, 21 de julho de 2026

Trump concede green card e fortalece proteção a Eduardo Bolsonaro

Documento garante ao ex-deputado o direito de viver e trabalhar nos EUA por tempo indeterminado


Green Card de Eduardo Bolsonaro. (Foto: Reprodução).


O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, concedeu o Green Card ao ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro o que, na prática, fortalece medidas de proteção ao ex-deputado que denunciou ser vítima de perseguiçãodo regime brasileiro.

O documento garante ao filho do ex-presidente Jair Bolsonaro o direito de viver, trabalhar e estudar nos Estados Unidos por tempo indeterminado, sem necessidade de autorizações especiais.

Com a residência permanente, Eduardo passa a ter praticamente os mesmos direitos de um cidadão norte-americano, embora não possa votar nas eleições do país.

A concessão do documento ocorre cerca de um mês após Eduardo Bolsonaro ser condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a quatro anos e dois meses de reclusão pelo crime de coação no curso do processo.

Segundo o STF, ficou comprovado que o ex-parlamentar atuou para interferir no julgamento da ação penal em que Jair Bolsonaro foi condenado por tentativa de golpe de Estado.

O ex-deputado mora nos Estados Unidos desde o início de 2025, quando se licenciou do mandato na Câmara dos Deputados, alegando sofrer perseguição política no Brasil.

Segundo a publicação, o pedido de residência permanente havia sido protocolado há mais de um ano. A informação é colunista Mônica Bergamo.

Mael Vale - Diário do Poder

segunda-feira, 20 de julho de 2026

Faroeste à Brasileira

 Gustavo Segré, Maria De Carli e Luís Artur Nogueira debatem os principais assuntos do país





Acompanhe os tópicos discutidos nesta edição do Faroeste à Brasileira 

Assista no • Moraes mantém prisão domiciliar de Bolsonaro e suspende visitas ‘político-eleitorais’ até o fim das eleições; 

• Moraes nega autorização para Milei visitar Bolsonaro; 

• Lula recebeu ao menos 16 estrangeiros enquanto esteve preso; • Decretos de Lula sobre big techs entram em vigor sob pressão da oposição; 

• Alcolumbre usou avião da FAB para participar do Festival de Parintins; 

• Zema promete privatizar Petrobras e Banco do Brasil e usar recursos em obras de infraestrutura; 

• Ciro diz que votaria em Caiado para presidente, mas não cita Flávio; 

• Flávio Bolsonaro recusa segurança da PF durante campanha presidencial; 

• PF inicia ação nacional para segurança de candidatos à Presidência; 

• Cartório impede Wagner de vender imóvel de R$15,8 milhões um dia após operação da PF; 

• Família de ministro do TCU vence licitação bilionária no Porto de Santos; e 

• Governo federal destina R$ 200 mil para formação de pilotos de drones no Rio de Janeiro. 


Revista Oeste

Janja, mulher do descondenado, em números

 A jornalista Raphaela Ribas compila alguns gastos da primeira-dama


 

A primeira-dama do PT,  Janja da Silva,  e uma das aeronaves da FAB -\ Foto: Reprodução/X


A jornalista Raphaela Ribas mostra, na coluna de economia da Edição 331 da Revista Oeste, que os gastos da primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, vão além das viagens internacionais que ela realizou desde que o petista Luiz Inácio Lula da Silva reassumiu a Presidência da República, em janeiro de 2023. 

“A primeira-dama do Brasil tem uma equipe de 12 pessoas à sua disposição. Um custo médio estimado de R$ 160 mil por mês — com esse valor dá para pagar cerca de 31 professores da rede pública”, informa Raphaela. “Mesmo com tantas pessoas ao seu redor, nenhuma conseguiu evitar o incômodo internacional de Janja ao xingar o empresário Elon Musk em um evento produzido por ela. Realizado no Rio de Janeiro, em 2024, o Festival Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza — o ‘Janjapalooza’ — recebeu aporte de mais de R$ 83 milhões de estatais e nunca ficou clara a contribuição prática contra a fome e a pobreza. O Tribunal de Contas da União começou a investigar, mas o assunto se esvaneceu.” 


Sem se esquecer das viagens de Janja

 Raphaela também cita que, no decorrer dos últimos quatro anos, a mulher de Lula já embarcou para cerca de 40 países. Além disso, mostra que críticas às viagens internacionais e aos gastos são tachados como “misoginia”.



Diante de militares, casal Janja & Lula desembarca de avião durante uma das inúmeras viagens feitas desde janeiro de 2023 |- Foto: Ricardo Stuckert/PR 


“Janja já foi para 38 países como primeira-dama, mais do que seu marido, Lula. Entre hotéis luxuosos e passeios, permanece o mistério do seu trabalho”, destaca o texto de Oeste. “Sem resposta, ela tenta tirar o foco da prestação de contas e jogar acusações às pessoas: quem a questiona ou a chama de gastadeira é misógino. 

O termo quer dizer aversão, ódio ou preconceito por alguém ser mulher. Ela é uma das principais defensoras da criação de uma lei que compara a misoginia ao racismo. Mas aí surge outra dúvida sobre sua infindável contribuição: usar o gênero como pretexto para impedir opiniões contra alguém não é mais um tipo de censura?” 

As nformações a respeito da primeira-dama brasileira são apenas uma parte da coluna de Raphaela Ribas na atual edição de Oeste. A íntegra do texto “Confissão de incompetência abala credibilidade” está disponível à base de assinantes da publicação digital. 


Anderson Scardoelli - Revista Oestde

domingo, 19 de julho de 2026

Flávio Gordon e 'O sequestro político de Jair Bolsonaro'

 'Um homem já silenciado nas redes, proibido de comunicar-se inclusive por intermédio de terceiros, vê-se agora privado do convívio com o filho e do encontro com um aliado internacional'


Reprodução X


Um juiz que teme o veredicto das urnas já não é juiz: é parte interessada, um carcereiro, um tirano” , escreve Flávio Gordon, sobre a decisão de Alexandre de Moraes que ele define como sequestro do ex-presidente Jair Bolsonaro

Se ainda restava alguma dúvida quanto à natureza do regime que se instalou no Brasil sob o disfarce da defesa da democracia, a rotina de despachos que emana do gabinete de Alexandre de Moraes encarregouse de dissipá-la. Aos analistas, poupa-se o trabalho de teorizar sobre o que é um estado de exceção quando basta, para demonstrá-lo, a simples crônica dos fatos.

Na segunda-feira 13, o ministro do Supremo Tribunal Federal suspendeu por 90 dias as visitas do senador Flávio Bolsonaro ao próprio pai, punindo o crime imperdoável de haver lido em público uma carta manuscrita do ex-presidente Jair Bolsonaro dirigida “aos brasileiros”. 

No sábado 18, coroando a obra com o requinte próprio dos déspotas meticulosos, Moraes negou até mesmo a visita de Javier Milei, chefe de Estado de uma nação vizinha e aliada, como se a presença de um presidente estrangeiro à cabeceira de um septuagenário em prisão domiciliar constituísse ameaça à ordem constituciona.

nte-se à lógica que preside o conjunto: um homem já silenciado nas redes, proibido de comunicar-se inclusive por intermédio de terceiros, vê-se agora privado do convívio com o filho e do encontro com um aliado internacional. E tudo isso “até o fim das eleições deste ano”.


Moraes e o sequestro de Bolsonaro 

Alexandre de Moraes é inteiramente movido pelo calendário eleitoral. O processo aí é mero pretexto para o seu real objetivo: extirpar da disputa política não apenas um homem, mas um movimento inteiro, aquilo que a nomenklatura judiciária, valendo-se do vocabulário emprestado da imprensa progressista internacional, batizou de “populismo de extrema direita”. 

 Flávio Bolsonaro, agora pré-candidato ao Palácio do Planalto, resumiu o essencial ao dizer que usar a força do Estado para satisfazer devaneios pessoais não é Justiça, mas vingança. Um juiz que teme o
devaneios pessoais não é Justiça, mas vingança. Um juiz que teme o veredicto das urnas já não é juiz: é parte interessada, um carcereiro, um tirano… É assim que o parceiro de Daniel Vorcaro entrará para a história, essa bem menos condescendente que as presentes instituições nacionais. 

Flávio Gordon - Revista Oeste

Ex-presidiário Lula abaixa cabeça para o tarifaço chinês de 67%

 


Lula e Janja em um dos convescotes na China - Foto: divulgação.


O governo Lula (PT) trabalhou claramente pelo tarifaço de 25%, valioso para campanha de reeleição, e aproveitou para esconder dos brasileiros os 67% impostos pela China à carne bovina exportada pelo Brasil. A conclusão é óbvia: a negligência não foi só frente ao tarifaço dos Estados Unidos. É sistêmica. Adotar populismo antiamericano e silenciar diante do tarifaço da China, que afeta diretamente o agronegócio — motor da economia — revela viés ideológico e não “defesa da soberania”.

Como cordeirinho

Em vez de negociar, Lula atacou Trump, atribuiu o tarifaço a opositores, para xingá-los “traidores da pátria, mas nada diz sobre a China.

Tortura chinesa

Enquanto os EUA adicionam 25% às tarifas, a China foi cruel, taxando violentamente o principal item de exportação do Brasil para aquele país.

Silêncio de tiete

A China impõe à carne cota anual baixa, atingida em junho, e adiciona sobretaxa de 55%. Total: 67%. Tiete da ditadura chinesa, Lula se calou.

Ninguém merece

Nos dois casos, o País paga a conta por depender excessivamente de commodities e pelo governo negligente, populista e eleitoreiros no pode


Diário do Poder

sábado, 18 de julho de 2026

Maioria de Estados afetados pelo tarifaço dos EUA, por culpa do 'cartel lula-stf-globolixo, votou no candidato da quadrilha, o mais notório dos larápios do planeta

 

Só mesmo numa trepubloiqueta de banana... Foto: Reprodução/Band)


Dados cruzados pela coluna de um levamento divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostram que a maioria dos estados afetados pela tarifa extra de 25% a produtos exportados para os Estados Unidos votou em Lula para presidente, no segundo turno de 2022. Pelos números, entre 2026 e 2025, 20 estados apresentaram variação negativa nas exportações, sendo o Rio Grande do Norte, governado pela petista Fátima Bezerra, com pior desempenho, – 72%.

Segue a lista

Alagoas, que também votou em Lula, aparece na sequência de maior queda nas exportações aos Estados Unidos, retração de 64,9%.

Variação

A lista dos estados percentualmente mais afetados segue com o Acre, queda de 62,8%. O estado, o terceiro, deu mais votos a Jair Bolsonaro.

Acima de 50%

Em quarto lugar, o último com retração superior a 50%, está Tocantins, que, de acordo com os números da CNI, registrou queda de 52,1%.

Conseguiram crescer

Registraram alta: RO (+49,1%), GO (+42,1%), DF (+34,2%), MT (25,8%), RJ (+15,4%), MS (+13,7%) e, único lulista com elevação, PB (+5,9%).


Diário do Poder

Banco Master, de Vorcaro, emprestou R$45,5 milhões a ex-ministro e amigo do ex-presidiário Lula

 Ex-controlador do Master comprou 25,8% do laboratório Biomm, da família de Walfrido dos Mares Guia



Walfrido dos Mares Guia na inauguração da Biomm, de Vorcaro, agradece ao amigo Lula - Foto: assessoria/PR.


O ex-ministro do governo Lula (PT) Walfrido dos Mares Guia foi beneficiário de duas cessões de crédito de R$45,5 milhões provenientes do Banco Master, cujo controlador Daniel Vorcaro virou sócio com maior número de ações (25,8%) da farmacêutica Biomm, antes controlada pelo político que é um dos amigos mais próximos do presidente da República.

O Diário do Poder revelou em 5 de março deste ano que a inauguração das novas instalações da Biomm, em Nova Lima (MG), já com Vorcaro como sócio, contou com a presença do próprio Lula, acompanhado de comitiva de ministros, inclusive a então ministra da Saúde, Nísia Trindade, Alexandre Padilha, que depois assumir a pasta da Saúde, Fernando Haddad (Fazenda) E Alexandre Silveira (Minas e Energia), entre outros.

Apesar dos rumores entre políticos mineiros, ainda não foi confirmado por investigação que Vorcaro se fez sócio de Mares Guia no Biomm a pedido de Lula, a fim de salvar a empresa familiar do amigo de dificuldades. Para enfatizar o prestígio do grupo, o governo assinou contratos de R$303,65 milhões para a produção de insulina para o Ministério da Saúde.

Por ocasião da inauguração da Biomm, Vorcaro se encontrava em Londres patrocinando evento sobre o Brasil do qual participavam diversas autoridades. Durante esse evento, Vorcaro pagou uma desgustação de uísque Macallan, um dos mais caros do mundo, com charutos cubanos, em happy hour no luxuoso George Club, do qual participaram ministros do governo Lula como Ricardo Lewandowski (Justiça), do Supremo Tribunal Federal (STJ), do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o diretor da Polícia Federal, entre outros.

Vorcaro detinha 25,86% da farmacêutica através do fundo Catargo, também sob seu controle, mas após a sua prisão as ações foram repassadas para o BRB, como compensação pela venda de carteiras de crédito podres.

Walfrido dos Mares Guia disse que conhece Vorcaro por serem ambos mineiros. O ex-ministro e amigo de Lula conta a versão de que “ele ficou interessado na nossa fábrica de insulina na região de BH, então me ele me procurou, falamos sobre a Biomm, que é uma empresa de capital aberto, e tem inúmeros sócios, e ele adquiriu ações da empresa, como qualquer um poderia fazer”, disse ele à coluna Demétrio Vecchioli, citada pelo site Metrópoles.

Naquela época, em 2023, a Biomm realizou um aumento de capital, com preferência para quem já era acionista. Vorcaro, através do fundo Catargo, comprou as “sobras”, ficando com cerca de 18% do capital, o que foi homologado em janeiro de 2024. Também naquele mês, o Master emprestou R$ 10 milhões a Mares Guia. Em fevereiro, outros R$ 35 milhões.

Diário do Poder