domingo, 25 de janeiro de 2026

Cidade inteira pará só pra receber a Caminhada do Nikolas. Alexandre de Moraes, vulgo Xandão...

Tarcísio cita Churchill, reforça apoio a Nikolas e ecoa o grito: ‘Acorda, Brasil’

Governador vê no movimento 'o reflexo do inconformismo popular', em meio a 'uma crise moral no país'


Governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. (Foto: Reprodução/Youtube).


Churchill dizia que todas as grandes coisas são simples e muitas podem ser expressas numa só palavra: liberdade, justiça, honra, dever, piedade, esperança”: Foi com essa citação que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) reforçou apoio à caminhada liderada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) rumo a Brasília.

Ao mencionar Winston Churchill, primeiro-ministro do Reino Unido durante a Segunda Guerra Mundial e uma das figuras políticas mais influentes do século XX, Tarcísio destacou: “valores considerados fundamentais em momentos de crise”.

Segundo o governador, são justamente esses princípios que explicam por que Nikolas e milhares de pessoas decidiram caminhar juntas.

“É o inconformismo de um país com uma crise moral sem precedentes, sequestrado pela corrupção, penalizado pela ineficiência e por uma vingança cega, que só nos enfraquece como irmãos e como nação”, afirmou.

A declaração reforçou o apoio político ao movimento batizado de “Caminhada pela Justiça e Liberdade”, que ganhou força ao longo dos últimos dias.

Tarcísio elogiou diretamente o deputado mineiro: “Parabéns, Nikolas, pela sua coragem”, disse, antes de convocar a população para o ato público marcado para este domingo (25), em Brasília. “Tenho certeza que amanhã, a partir das 12 horas, Brasília vai ficar pequena”, acrescentou. Veja abaixo o vídeo completo:

O governador também voltou a criticar o que classificou como um sistema que oprime a sociedade.

“Não dá mais para passar pano para um sistema que vem esmagando as pessoas, esmagando adversários, sabotando o futuro da nação”, declarou.

Para o poítico, cresce no país uma expectativa clara por mudanças: “Existe uma vontade imensa de mudança, e essa mudança está chegando”.

A mobilização teve um de seus momentos mais simbólicos neste sábado (24), quando Nikolas Ferreira chegou ao DF sob chuva intensa, após sete dias consecutivos de caminhada, iniciada na segunda-feira (19), principalmente pela BR-040. O trajeto começou de forma quase solitária, mas ganhou adesão progressiva, reunindo milhares de apoiadores ao longo do caminho.

O movimento “Acorda Brasil” terá seu ponto alto ao meio-dia deste domingo, na Praça do Cruzeiro, ponto mais elevado do Plano Piloto, próximo ao Memorial JK.

MaelVale - Diário do Poder

Comentário Paulo Alceu: Caminhadas como forma de protesto e despertar da consciência

Manifestação em Brasília - Conversa Timeline

Manifestação em Brasília - Conversa Timeline

Populismo a ineficiência do desgoverno Lula derrubam Banco do Brasil do ranking Top 500 das marcas mais valiosas

 

Foto: Reprodução



Uma das empresas mais antigas e icônicas do País, o Banco do Brasil passa por crise alarmante no governo Lula (PT), deixando de ser um símbolo de estabilidade para virar alegoria de declínio. Reforça isso sua recente exclusão do ranking das 500 marcas mais valiosas do mundo, da britânica Brand Finance. O que torna o declínio particularmente triste é seu caráter evitável. Com patrimônio inigualável e credibilidade histórica, o BB virou refém de um governo que mistura populismo com ineficiência.

BB em queda livre

O BB ocupava do 467º lugar no início de 2025, com marca valendo em US$ 5,2 bilhões, e um ano depois simplesmente desapareceu da lista.

Eficiência privada

Enquanto o BB cai pelas tabelas, o banco Itaú saltou vinte posições e chegou ao 254º lugar no ranking de marcas Top 500 do mundo, em 2026.

Caiu na B3 também

O BB perdeu R$13,5 bilhões em valor de mercado, em 2025. Despencou da 6º para a 11º entre as maiores empresas da B3, a bolsa brasileira.

Para não esquecer

Se nada mudar, os petistas terão acelerado o ocaso do BB. Triste lição sobre os perigos da interferência política em um gigante bicentenário.

Diário do Poder