quarta-feira, 17 de junho de 2026

Motta pediu para Vorcaro liberar ‘empréstimo’ de R$22 milhões para sua cunhada

 PF identificou intervenção de Motta para viabilizar emprestimo para empresa de cunhada


PF encontra mensagens de Motta pedindo para Vorcaro liberar empréstimo de R$22 milhões para cunhada

A Polícia Federal identificou mensagens que indicam que o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Rep-PB), teria solicitado ao banqueiro Daniel Vorcaro a concessão de um empréstimo para uma empresa ligada à sua cunhada.

As conversas foram encontradas durante investigações envolvendo o Banco Master e passaram a integrar os elementos analisados pela PF. Segundo os documentos apurados, o financiamento foi utilizado em um projeto imobiliário na Paraíba e beneficiou uma empresa controlada por Bianca Medeiros, irmã da esposa de Motta.

Registros empresariais mostram que a operação de crédito, no valor de pelo menos R$ 22 milhões, ocorreu em 2024 e teve como garantia as cotas da empresa utilizada para a aquisição de uma extensa área destinada ao desenvolvimento de um novo empreendimento imobiliário em João Pessoa.

Hugo Motta afirmou não possuir participação no negócio nem relação financeira com o Banco Master. Já Bianca Medeiros declarou que a operação foi realizada em condições normais de mercado e negou qualquer vínculo societário ou comercial do parlamentar com o empreendimento.

A informação é do jornal O Estado de São Paulo. O repórter questionou o presidente da Câmara, por cinco vezes, se ele confirmaria a intervenção, mas Motta se esquivou e não respondeu. Disse apenas que o empréstimo estava dentro da legalidade.


Rodrigo Vilela -  Diário do Poder

Com o cinismo e falta de caráter habituais, Lula diz que 'nunca fui esquerdista'

Presidente declarou que 'o mundo é do caminho do meio' durante diálogo com o chanceler alemão, Friedrich Merz


 durante reunião ampliada do G7 - Foto: Ricardo Stuckert/PR 


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quarta-feira, 17, que “nunca” foi esquerdista. Ele deu a declaração na cúpula do G7, em Évian, na França. Uma gravação registrou a fala durante conversa privada do petista com o chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, e com a diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva. 

“Nos Estados Unidos, os republicanos ficaram mais no governo do que os democratas”, disse Lula, na ocasião. “Na França, os socialistas também ficaram bem menos tempo governando. Ou seja, o que isso prova? Que o mundo não é de esquerda. O mundo é do caminho do meio. Essa é a verdade.”

Em seguida, Georgieva comentou a percepção internacional sobre o primeiro mandato de Lula, que começou em 2003. “Quando você foi presidente pela primeira vez, todos esperavam que você fosse um esquerdista”, disse. “Mas você não foi.” 

“Mas eu nunca fui esquerdista”, respondeu Lula. A diretora-geral do FMI, porém, rebateu: “Mas essa era a imagem na época”. 

A cúpula do G7 reúne líderes das principais economias do mundo e países convidados.


Ex-presidiário diz que era próximo de sindicatos, mas não de esquerda 

Na conversa, o presidente associou a imagem de sua trajetória política ao movimento sindical. Ele relembrou as relações que manteve com entidades trabalhistas do Brasil e da Europa. 

“Eu era um dirigente sindical com uma belíssima relação com o sindicalismo alemão, tinha uma relação boa com o sindicalismo italiano, uma relação boa com a UGT, da Espanha”, contou. Depois, ele afirmou que o trataram como “anticomunista” na Europa por negar participação de um congresso da então União Soviética em 1980. 

“Em 1980, tinha um congresso na Rússia que eu fui convidado”, afirmou o presidente brasileiro. “E eu não fui na Rússia, porque fui condenado pela Lei de Segurança Nacional. Eu fiz uma viagem pela Europa angariando solidariedade, e aí eu passei a ser tratado como anticomunista.” 

Não é a primeira vez que Lula nega a ideologia de esquerda, sobretudo em períodos eleitorais. Ao longo da trajetória política, o petista já afirmou diversas vezes que não é comunista. Durante a campanha de 2002, adotou um discurso de moderação para afastar temores sobre um eventual governo de perfil radical.

Nos anos seguintes, Lula voltou a rejeitar o rótulo de socialista em entrevistas e discursos. Na campanha presidencial de 2022, também rebateu acusações de adversários e afirmou que seus governos “conciliaram” trabalhadores e empresários.

Em 2023, porém, durante a abertura do 26º Encontro do Foro de São Paulo, em Brasília, ele afirmou que é motivo de “orgulho” que o chamem de comunista. “Nós ficaríamos ofendidos se nos chamasse de nazista, neofascista, de terrorista”, disse o petista. “Mas, de comunista, de socialista, nunca. Isso não nos ofende. Isso nos orgulha muitas vezes. E, muitas vezes, nós sabemos que merecemos isso.”


Letícia Alves - Revista Oeste

terça-feira, 16 de junho de 2026

Vorcaro pagou hotel de alto luxo em Lisboa para Hugo Motta e Ciro, comparsas do larápio Lula, no ‘Gilmarpalooza’

Caso ocorreu em 2024, segundo informação obtida pela PF ao periciar celular do ex-dono do Banco Master


Deputado Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados - Foto: CNM.


O banqueiro Daniel Vorcaro, que se encontra preso, pagou as despesas de viagem do presidente da Camara, deputado Hugo Motta (Rep-PB), e do senador Ciro Nogueira (PP-PI), incluindo hospedagem do Rtz Carlton, o mais caro de Lisboa, para participação do “Gilmarpalooza”, um “forum jurídico” promovido pelo ministro do STF Gilmar Mendes na capital portuguesa.

A hospedagem de cada uma dessas figuras públicas custou R$90 mil, segundo apurou a Polícia Federal a partir de perícia nos celulares do ex-dono do Banco Master, segundo revelou o jornalista Fausto Macedo, do Estadão. Essas informações foram enviadas ao Supremo Tribunal Federal na mesma ocasi˜ão em que Nogueira foi alvo de mandados de busca e apreensão, mas Hugo Motta não chegou a ser incomodado.

Os diálogos indicando as despesas por conta de Vorcaro foram mantidos com um funcionário que recebeu ordens para reservar suítes para Hugo Motta e Ciro Nogueira, no Ritz de Lisboa, em junho de 2024.

Em seu relatório, a PF descreve seu achado:

“No dia 18/06/2024, DANIEL BUENO VORCARO informou que necessitaria de reservas de hotel em LISBOA, no período de segunda-feira a sábado, para ele próprio E para “Ciro e Hugo”. Conforme se verifica adiante na mesma conversa, os nomes mencionados referem-se, respectivamente, a CIRO NOGUEIRA e HUGO MOTTA”.

Diário do Poder

PCC e CV: como o crime organizado se tornou parte do Estado - Escreve Eugênio Goussisnky

Jurista Barry Wolfe, doutor em Cambridge, ressalta que o combate a esses grupos precisa levar em conta que eles refletem um lado da sociedade


PCC e CV tiveram origem dentro do sistema prisional - Foto: Ricardo Wolffenbüttel/Secom


No início do mês, o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) passaram a integrar a lista norte-americana de organizações terroristas. Com a medida, aumenta a atuação de órgãos de contraterrorismo dos Estados Unidos contra as duas facções. Ambas já não serão mais tratadas apenas no âmbito do narcotráfico e do crime organizado. Vão receber diretrizes de combate norte-americanas voltadas ao terrorismo.

Em comum, as duas surgiram de dentro do sistema carcerário para se expandir fora dele. O CV surgiu no fim da década de 1970, no presídio da Ilha Grande, em Angra dos Reis (RJ), inclusive sob influência de métodos de guerrilha utilizados por prisioneiros políticos de esquerda. 

Já o PCC foi criado por um grupo de detentos em 1993, na Casa de Custódia de Taubaté (SP), logo depois do Massacre do Carandiru, em outubro de 1992, quando 111 presos foram mortos pela Polícia Militar. Mas, ainda dentro do cárcere, o fortalecimento desses grupos vinha das ruas. Os muros da prisão, nesse sentido, deixavam os fundadores isolados apenas do ponto de vista físico, segundo afirma a Oeste o advogado criminalista Barry Wolfe. 

“O crescimento dessas facções não pode ser explicado apenas pela pobreza, pelo sistema prisional ou pela corrupção. Esses fatores são importantes, mas não suficientes”, diz o jurista, que é bacharel em Direito e Criminologia pela Universidade de Edimburgo e mestre em Direito Internacional Público pela Universidade Cambridge.

Ele faz uma diferenciação entre os estilos do PCC e do CV. “Enquanto o CV tem características mais clássicas de ações de gângsteres, o PCC é diferente.” 

Wolfe explica o porquê. “Ao contrário de muitas organizações criminosas tradicionais, seus líderes vivem e operam na clandestinidade, frequentemente a partir das periferias, comunidades ou mesmo do sistema prisional.” 

Ainda assim, prossegue ele, a influência do PCC se estende muito além desses ambientes. O advogado considera que a essência do grupo revela um lado da própria sociedade. “Sob essa perspectiva, o PCC é um reflexo de características já existentes no ambiente social, político e econômico brasileiro”, destaca o jurista. “

Assim como o subconsciente revela aspectos ocultos da mente, o crime organizado revela aspectos ocultos da sociedade. O PCC não surgiu apesar das fragilidades institucionais brasileiras. Surgiu em grande medida por causa delas.” 

Em uma denúncia contra integrantes do PCC, o Ministério Público de São Paulo estimou 112 mil membros recrutados pelo grupo criminoso, divididos de forma hierárquica entre associados,

Com infiltração na política e contratos públicos, as facções já se inseriram no mercado, com empresas de fachada, como de frotas de transporte, de coleta de lixo e de obras para infraestrutura, a fim de obter contratos milionários com o poder público. Convertem dinheiro limpo dos impostos em lucro lícito. Antes, no entanto, foram utilizando a clandestinidade para formalizar relações de bastidores, na visão de Wolfe. “Em 40 anos trabalhando em investigações e gestão de crises, aprendi que organizações criminosas raramente entram pela porta da frente”, afirma o jurista. 

“Entram através de relacionamentos. Toda organização possui duas estruturas. A formal, que aparece no organograma. E a informal, composta de relações de confiança, favores, lealdades e influência.” 

Wolfe ressalta que o crime organizado normalmente se infiltra na estrutura informal muito antes de alcançar a formal. Além disso, ele considera que toda organização sofre um processo gradual de entropia (desagregação) ética. “Pequenas exceções tornam-se toleradas”, acrescenta Wolfe.

“Procedimentos deixam de ser cumpridos. Relacionamentos passam a ter mais peso do que princípios. O crime organizado não cria essa entropia. Ele apenas explora a entropia que já existe. O maior risco não é a infiltração. O maior risco é descobrir tarde demais que ela já aconteceu.” Grupos como o PCC, diz ele, não são apenas um problema de segurança pública. 

“É um espelho. Ele reflete as fragilidades, as contradições e as estruturas informais de poder existentes na sociedade brasileira. A pergunta não é apenas como combater o PCC. A pergunta é o que o PCC revela sobre o Brasil.” 

A esta altura, o combate a esse tipo de facção depende de uma mudança de postura das autoridades. “Faltou compreender a sofisticada. A repressão tem o seu papel. Mas repressão sem inteligência gera apenas deslocamento do problema.” 

A questão central, prossegue o jurista, é que organizações criminosas modernas evoluem mais rapidamente do que as estruturas burocráticas criadas para combatê-las. É isso que, predominantemente, tem ocorrido no Brasil. “Não se derrota uma organização adaptativa com estruturas rígidas.” 


Autoridade do Estado enfraquecida com o PCC e com o CV 

A autoridade do Estado, nesse sentido, ficou enfraquecida, e, com isso, o crime organizado se infiltrou nas brechas do poder. Combatêlo com inteligência, nesse sentido, não significa desrespeito aos direitos humanos. “Direitos humanos e segurança pública não são objetivos contraditórios”, observa Wolfe.

“O verdadeiro problema surge quando o Estado perde a capacidade de exercer autoridade legítima. Quando isso acontece, surgem estruturas paralelas de poder. O PCC cresceu precisamente em espaços onde o Estado perdeu credibilidade e capacidade de controle. Quando o Estado abandona a lei para combater o crime, ele enfraquece a principal vantagem que possui sobre o crime.” 

Nem por isso o jurista acredita que a situação não tenha mais jeito. O crime organizado cresceu, mas não se trata de algo irreversível, desde que o combate a essas facções seja pautado por planejamento e estratégia. “É um erro acreditar que se trata apenas de uma questão policial”, afirma Wolfe. 

“O problema tornou-se estrutural. Hoje o PCC não está apenas em presídios ou comunidades. Está conectado a cadeias logísticas, fluxos financeiros, empresas, mercados e relações econômicas. A situação não é irreversível. Mas também não será revertida por operações espetaculares ou soluções mágicas.”


Eugênio Goussinsky - Revista Oeste

Bacanal com cartões no governo corrupto do ex-presidiário Lula saltam para R$33,5 milhões desde fevereiro

 



Após meses de enrolação, o governo Lula (PT) atualizou os gastos com Cartões de Pagamento do Governo Federal, os famosos “cartões corporativos”. As despesas saltaram para R$33,5 milhões, após serem omitidas no Portal da Transparência e paralisadas em R$9,5 milhões desde fevereiro. Só a Presidência da República torrou por R$2,3 milhões em 12 cartões corporativos, este ano. Os cidadãos que pagam a conta não têm o direito de saber a natureza dos gatos, protegidos por “sigilo”.

Proporção

A Presidência de Lula realizou 2,2 mil compras com cartões, em 2026. Quase todas as despesas são sigilosas “por motivos de segurança”.

Dois tipos

Existem dois tipos de cartões; os de pagamentos (“corporativos”) e os da Defesa Civil, usados para custear gastos emergenciais após desastres.

Diferentes, iguais

Somados, em 2026, os dois tipos de cartões custaram R$172,9 milhões aos pagadores de impostos. Só os da defesa civil, R$139,4 milhões.

Comparativo

Em 2025, os cartões corporativos custaram R$105,4 milhões aos pagadores de impostos. Os da Defesa Civil, outros R$329 milhões.


Diário do Poder

segunda-feira, 15 de junho de 2026

EUA fazem primeira prisão de terrorista brasileiro ligado às facções PCC e CV

Captura ocorreu após perseguição na cidade de Mooresville, Carolina do Norte



Prisão foi efetuada por policiais do ICE - Foto: redes sociais


A polícia de imigração dos Estados Unidos anunciou nesta segunda-feira (15) a prisão de homem apontado como ex-chefe das facções criminosas brasileiras PCC (Primeiro Comando da Capital) e CV (Comando Vermelho), após uma perseguição ma Carolina do Norte.

É a primeira prisão de criminoso integrante de facção criminosa agora classificada de organização terrorista pelo governo dos Estados Unidos.

O bandido preso foi identificado como Felipe Linares de Oliveira Dell Aquilla, vulgo “Don”, alvo de mandado de busca e captura internacional emitido pela Interpol a pedido do Brasil, pelos crimes de associação criminosa e extorsão, informou o órgão em comunicado.

A captura ocorreu após uma perseguição na cidade de Mooresville, quando Don tentou fugir em direção ao México e mantinha a própria esposa sequestrada no veículo. Ele foi afastado da Interpol por acusações de associação criminosa e extorsão no Brasil.

Diário do Poder

Usaid acusa 101 funcionários da ONU de ajudarem terroristas do Hamas no ataque de 2023

Cúmplices desviaram dinheiro dos EUA e até levaram ao Hamas mísseis antitanque para o atentado terrorista contra Israel



Momeno em que uma jovem israelense era sequestrada por bandidos terroristas do Hamas

Escritório do Inspetor-Geral da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) apontou que cerca de 101 funcionários da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA) ajudaram o Hamas a executar o ataque terrorista contra Israel em 7 de outubro de 2023, que assassinou mais de 1200 civis, incluindo cinco brasileiros, além de crianças e idosos, e sequestrou 251 pessoas .

A informação foi divulgada no jornal New York Post, apontando investigação do Inspetor-Geral, que é órgão de fiscalização federal. Com base na investigação, o jornal citou nominalmente os funcionários da ONU que se tornaram cúmplices dos terroristas, incluindo diretores de escolas da agência da ONU, professores, seguranças, atendentes, conselheiros psicossociais e profissionais médicos.

Um total de 1.500 funcionários da UNRWA estão sendo investigados, de acordo com o Washington Free Beacon . Um alto funcionário do Departamento de Estado confirmou ao The Post que o número estava correto. Inquéritos anteriores do inspetor-geral constataram que os fundos destinados à agência da ONU podem ter sido desviados para os terroristas em Gaza.

Com isso, a agência da ONU de Assistência aos Refugiados da Palestina ficará sem qualquer financiamento de ajuda externa dos EUA nos próximos 10 anos. 

O relatório do Escritório do Inspetor-Geral da Usaid revela que um vice-diretor de escola atuava também como vice-comandante das Brigas al-Qassam, o braço armado do Hamas, enquanto outro era líder de um esquadrão em uma brigada de Khan Younis, no sul da Faixa de Gaza.

Mísseis antitanque

Cinco professores eram militares ou oficiais de inteligência do Hamas e de grupos terroristas aliados, de acordo com as investigações. O documento revela que um deles chegou a levar mísseis antitanque para ajudar o grupo terrorista no atentado.

Neste momento, a “investigação ativa e em curso” do Inspetor Geral da USAID suspendeu ou proibiu 108 indivíduos de participarem dos ataques de 7 de outubro e/ou de terem ligação com o Hamas.

O gabinete do inspetor-geral ampliou sua investigação em março, conforme noticiado inicialmente pelo Post. Fontes já haviam revelado que a investigação do gabinete do inspetor-geral da USAID estava sendo conduzida em paralelo a uma investigação criminal federal sobre os laços do Hamas com a UNRWA.

Financiamento americano

“A prioridade investigativa do Inspetor-Geral da USAID continua sendo garantir que a assistência humanitária financiada pelos EUA em Gaza não caia nas mãos do Hamas e de outras organizações terroristas estrangeiras, impedindo que a ajuda chegue aos civis não combatentes necessitados”, concluiu o resumo da investigação.

“Em apoio a esse esforço, o Escritório do Inspetor Geral da USAID mantém um trabalho investigativo adicional em andamento, com o objetivo de impedir a recirculação de atores ligados ao terrorismo em organizações de ajuda financiadas pelos EUA que operam em Gaza.”

O senador Tom Cotton (republicano do Arkansas), que preside o Comitê de Inteligência na câmara alta, e 24 senadores republicanos pediram ao governo Trump no mês passado que ” desmantelasse completamente a UNRWA ” e a eliminasse do orçamento das Nações Unidas.

Em fevereiro de 2025, o presidente Trump assinou uma ordem executiva retirando o financiamento dos EUA  para a UNRWA, embora  mais de US$ 839 milhões  tenham sido destinados à agência por contribuintes internacionais naquele ano.

O orçamento anual da ONU também destina cerca de 70 milhões de dólares para a agência de ajuda palestina.

Diário do Poder