sexta-feira, 13 de março de 2026

Governo corrupto do ex-presidiário Lula faz dobradinha com Alexandre de Moraes, cúmplice de Vorcaro, para vetar visita de assessor de Trump a Bolsonaro

Versão oficial é que iniciativa de sugerir a proibição teria sido do Itamarary


Darren Battie, assessor de Donald Trump para assuntos relativos ao Brasil


A “sintonia” entre o governo Lula (PT) e o Supremo Tribunal Federal (STF) resultou na decisão do ministro Alexandre de Moraes nesta quinta-feira (12) de voltar atrás e proibir a visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que se encontra encarcerado, de Darren Beattie, assessor sênior do governo Donald Trump para políticas relacionadas ao Brasil.

Oficialmente, a iniciativa teria sido do Ministério das Relações Exteriores, alegando suposta “ingerência” estrangeira no processo eleitoral, reiterando o temor que o ex-presidente ainda inspira no grupo político que comanda o País.

A atitude de hostilidade à família Bolsonaro ocorre no dia seguinte à divulgação de pesquisa nacional do instituto Quaest indicando que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato ao Planalto, já empata com Lula (PT), cada um com 41% das intenções de voto. A pesquisa também aferiu a crescente perda de confiança da população no STF e, não por acaso, 59% dos entrevistados consideram que a Corte é aliada política do governo petista.

A notícia do empate na pesquisa, levada a Lula ainda na terça-feira (10), deixou o presidente abatido, segundo fontes palacianas, e depois muito irritado ao saber que o rival que o ameaça também fora convidado à posse do novo presidente do Chile, José Antonio Kast, de direita. Por essa raznão, o petista decidiu cancelar sua ida à posse.

Anões diplomáticos

O episódio também pode ter sido usado pelo governo brasileiro como represália ao fato de o governo norte-americano estar prestes a classificar de organizações terroristas as organizações criminosas brasileiras PCC e Comando Vermelho, que aterrorizam comunidades pobres em grandes cidades.

O governo Lula tem se esforçado para proteger as organizações criminosas brasileiras dessa classificação, e o chanceler Mauro Vieira não consegue ser recebido por qualquer autoridade revelante do governo Trump para “negociar” essa decisão. Recomendar o veto à visita de Beattie a Bolsonaro teve sabor de “desforra”,

O Itamaraty teria alertado para o fato de o assessor de Trump somente haver solicitado “agenda” com autoridades brasileiras após a confirmação de que estaria autorizado a visita Bolsonaro na companhia de um intérprete, como se o assessor tivesse relevância ou status de ministro de estado ou representante diplomático, o que é falso.

O ato de hostilidade ao governo americano coincide também com especulações sobre eventual reenquadramento de Moraes na Lei Global Magnitsky, em razão da revelação de suas relações com Daniel Vorcaro, banqueiro investigado por fraude no sistema financeiro e contratante do escritório de advocacia de sua esposa pelo valor recorde de R$129 milhões.

Diário do Poder

quinta-feira, 12 de março de 2026

Musk, sobre envolvimento de Moraes com o Banco Master: 'A prisão está a caminho'

O embate entre o empresário e ministro tem origem no polêmico inquérito das milícias digitais, conduzido pelo STF


Musk, sobre Moraes: 'A prisão está a caminho' 


Uma troca de mensagens entre Elon Musk, proprietário do X, e o jornalista Glenn Greenwald movimentou as redes sociais nesta quinta-feira, 12. 

Musk sugeriu que uma possível prisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), estaria próxima, em resposta a uma publicação que relaciona o ministro ao Banco Master.

Glenn Greenwald publicou em seu perfil uma reportagem destacando conexões entre Moraes e Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, alvo de uma investigação por fraudes financeiras. 

O jornalista também lembrou um post de agosto de 2024, no qual Musk compartilhava uma imagem gerada por inteligência artificial que simulava Moraes encarcerado, acompanhada da frase: “Um dia, Alexandre, essa foto da sua prisão será real. Guarde minhas palavras”. 

No novo comentário, Musk respondeu à publicação com as seguintes palavras: “Ainda não, mas (a prisão) está a caminho. Por que arrumar briga comigo? Que bobagem.” 

O embate entre Musk e Moraes tem origem no polêmico inquérito das milícias digitais, conduzido pelo STF, que investiga grupos suspeitos de propagar notícias falsas nas redes sociais. 

Elon Musk chegou a ser incluído nas apurações abertas por Moraes em abril de 2024, acusado de uso indevido da plataforma X, desacato a decisões judiciais, obstrução à Justiça em contexto de organização criminosa e incentivo ao crime.




Diógenes Feitosa - Revista Oeste

Notório defensor e cúmplice de criminosos - Lula que o diga -, Zanin rejeita pedido para STF obrigar Motta a instalar CPI do Master

Ministro do STF nega que presidente da Câmara dos Deputados estaria cometendo omissão injustificada e inconstitucional


Cristiano Zanin. (Foto: Gustavo Moreno/STF)


O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin, rejeitou um mandado de segurança em que o deputado federal Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) tentava obrigar o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos0-PB), a instalar a CPI do Banco Master, para investigar a maior fraude financeira da história do Brasil.

Em seu pedido de liminar, Rollemberg acusou Motta de omissão ilegal, inconstitucional e injustificada, por não determinar a instalação da CPI, desde o dia 2 de fevereiro, quando recebeu o requerimento para abrir a comissão parlamentar de inquérito que investigaria fraudes do Master e do Banco Regional de Brasília (BRB), com apoio total de 201 deputados, mais de um terço exigido dos membros da Câmara dos Deputados.

Mas Zanin concluiu que Rollemberg não apresentou elementos capazes de comprovar, de forma cabal, o comportamento omissivo e injurídico atribuído ao presidente da Câmara. E citou que a jurisprudência do Supremo considera impossível produzir provas em mandado de segurança, pois este deve ser impetrado já acompanhado de prova pré-constituída e inequívoca de lesão ou ameaça de lesão a direito líquido e certo.

“O impetrante, parlamentar federal, atribui indevida omissão ao Presidente da Câmara dos Deputados, sob o argumento de que a autoridade ofereceria ‘resistência pessoal’ à instalação da CPI. Contudo, a prova pré-constituída juntada com a inicial não comprova a afirmação de direito com o grau de certeza exigido para a via do mandado de segurança”, argumentou o ministro do STF, na decisão.

Porém, o ministro do STF enfatizou que sua decisão, “em hipótese alguma”, afastaria a prerrogativa da Câmara de instaurar a pretendida CPI, paralelamente às investigações que tramitam perante o Supremo, sob a relatoria do eminente ministro André Mendonça, desde que atendidos os requisitos regimentais necessários para essa finalidade.

“Sem prejuízo, determino que se dê ciência da presente decisão ao Excelentíssimo Senhor Presidente da Câmara dos Deputados, a fim de que adote as providências internas que reputar cabíveis em relação às alegações do impetrante à luz do regramento previsto na Constituição Federal e no Regimento Interno daquela Casa Legislativa”, decidiu Zanin.

Diário do Poder


quarta-feira, 11 de março de 2026

A Era do Vírus: uma época de loucura e tolice, por Jane L. Johnson

 

Nota da edição:

Há exatos seis anos, a OMS decretou a pandemia da COVID-19. Como resposta, vários governos ao redor do mundo decretaram lockdowns e demais restrições autoritárias que destruíram as vidas e as liberdades de milhões de pessoas no planeta. As violações dos nossos direitos naturais que aconteceram no período jamais devem ser esquecidas, embora muitos, por vergonha ou trauma, queiram fingir que nada aconteceu.


Em algum momento no início da “Era do Vírus”, meu termo para o desastre de vários anos que enfrentamos do início de 2020 até algum momento de 2023 ou 2024, decidi arquivar as trocas de e-mails com algumas amigas sobre esse momento peculiar da história do nosso país.

Talvez eu tenha pensado, na época, que um registro escrito poderia me ajudar a entender a base e os resultados do que poderia se tornar uma era histórica, o que acabou se revelando prudente, já que passamos de “duas semanas para achatar a curva” para o que agora equivale a quatro ou cinco anos eternos, dependendo de como se conta a passagem do tempo.

A revisão dessas trocas de e-mails arquivadas hoje revela algumas das principais questões e diferenças de opinião que afetaram a todos nós. Algumas delas se concentram na mera tolice da Era dos Vírus, outras na loucura que afetou muitos.

Uma amiga de faculdade, moradora nativa de Nova Iorque que mora no centro de Manhattan, descreveu como considerava arriscado demais sair de seu pequeno apartamento compartilhado de um quarto, por isso mandava entregar as compras e lavava tudo com água sanitária antes de guardar na cozinha. Ela não se aventurou a sair do apartamento durante todo o tempo, nem mesmo para tomar um pouco de ar fresco. Aparentemente, ela não sofre de claustrofobia.

Outra amiga, que mora no norte da Califórnia, contou que teve seu cabelo cortado por uma cabeleireira que manteve seu salão aberto, desafiando as regulamentações de lockdown do governo estadual, continuando a ganhar a vida quando tantos trabalhadores foram forçados a ficar desempregados como “não essenciais”.

Outra amiga, que mora em Connecticut, reagiu com resistência quando mencionei as liberdades e direitos que os americanos perderam durante os lockdowns. “Que liberdades e direitos?”, ela perguntou, aparentemente sem entender o ponto. “Bom,” respondi, “que tal a liberdade de expressão garantida pela Primeira Emenda, o direito de participar de cerimônias religiosas à escolha de cada um, o direito de se reunir pacificamente e de fazer petições ao governo para reparar injustiças?”. Nunca mais tive notícias dela depois disso.

No começo de 2021, quando as primeiras vacinas começaram a ser disponibilizadas, observei meus vizinhos no sul da Califórnia, onde moro, lutando para conseguir um dos primeiros horários disponíveis. Alguns chegaram a dirigir mais de 160 quilômetros para receber uma injeção experimental de uso emergencial que, mais tarde, se provou ineficaz para impedir a transmissão do vírus e ainda causou efeitos colaterais prejudiciais em determinados grupos da população, além de aparentes efeitos de longo prazo semelhantes à síndrome da fadiga crônica ou fibromialgia.

Quando me perguntavam se eu havia me vacinado, respondia com educação que era uma questão pessoal, mas que pretendia confiar no meu próprio sistema imunológico, que sempre funcionou bem ao longo da minha vida, já tendo chegado aos 70 e tantos anos naquela época. Fiz isso corretamente e consegui evitar qualquer sintoma durante toda a Era do Vírus, embora vários amigos e vizinhos que ouviram minha explicação tenham recuado diante de meus comentários, alguns deles se afastando visivelmente de mim, como se a regra da distância de quase 2 metros não fosse suficiente para evitar que eu os infectasse.

Durante os anos restantes das restrições impostas na chamada Era do Vírus, eu basicamente ignorei os decretos e ordens oficiais, evitei usar máscara sempre que possível e me perguntava até que ponto eu ficaria irritada se alguém tentasse, de fato, me tocar fisicamente para impor alguma regra.

Foi realmente uma época de loucura e tolice ao mesmo tempo, em que o comportamento humano normal simplesmente desapareceu. Tentando entender aquilo tudo, cheguei à conclusão de que quase todo mundo foi lançado em modo “luta ou fuga”, uma reação fisiológica do corpo diante de uma ameaça percebida, liberando hormônios como a adrenalina que preparam o organismo para enfrentar o perigo (“lutar”) ou escapar rapidamente (“fugir”). Em essência, um mecanismo de sobrevivência diante de uma situação que o cérebro entende como perigosa.

Entrar nesse modo significa que as pessoas deixaram de usar o córtex cerebral, a parte pensante do cérebro, e passaram a agir com base em uma espécie de “cérebro reptiliano”, uma região mais primitiva do cérebro. O bom senso e o julgamento equilibrado se tornaram praticamente impossíveis para muita gente, porque elas mesmas desligaram sua capacidade de raciocínio mais elevado e passaram a viver sob um estado constante de medo. Imaginei que essa entrega coletiva ao medo pode ter sido uma das formas mais disfuncionais de comportamento humano já vistas fora de contextos de guerra ou desastres naturais. Superar esse medo exigia um esforço pessoal e deliberado de cada indivíduo.

Vários meses após o início desse período, comecei a expressar dúvidas sobre o fechamento de escolas, prevendo com precisão retrocessos para que alunos de todos os níveis alcançassem e mantivessem o desempenho acadêmico. Isso foi comprovado, como confirmaram os resultados dos testes da Avaliação Nacional de Progresso Educacional (NAEP, na sigla em inglês). Durante toda a Era do Vírus, previ (e ainda prevejo) que os EUA observarão em 10 a 15 anos uma geração de jovens adultos analfabetos ou semianalfabetos que não alcançaram resultados satisfatórios. Se as habilidades de leitura não forem ensinadas em um momento importante da vida das crianças, quando o cérebro humano é receptivo nesse estágio de desenvolvimento, será muito difícil recuperar o tempo perdido posteriormente. Vários vizinhos, professores aposentados do ensino fundamental, se opuseram vigorosamente às minhas opiniões, dizendo que as crianças são resistentes e podem facilmente compensar as deficiências de instrução, o que, obviamente, provou não ser o caso.

Fiquei surpresa com o fato de que uma economia inteira pudesse ser súbita e completamente desativada por medo de um vírus respiratório, forçando tantos americanos a ficarem desempregados, dependendo da distinção feita pelos órgãos reguladores do governo entre trabalho “essencial” e “não essencial”.

Anthony Fauci declarou audaciosamente que “ataques a mim são ataques à ciência”, como se ele fosse o “Sr. Ciência”, o próprio “Cara da Ciência”. O fato de Trump ter permitido que Fauci basicamente governasse o país por meses a fio não é bom para nenhum dos dois. Deborah Birx, que também recebeu uma plataforma de apoio de Trump, não foi muito melhor. Parece, no entanto, que ninguém será responsabilizado pelas maldades cometidas em nome da saúde pública e da “ciência”.

Podemos ter esperanças de que nosso país não será submetido a uma repetição desse infeliz evento e das políticas mal elaboradas implementadas em seu rastro. Entretanto, como dizem, esperança não é um plano. Uma vez que tenham conseguido forçar isso na garganta dos americanos, os atores políticos ávidos por poder podem conseguir repetir isso quando algum outro desastre natural ou de saúde pública surgir no futuro.


- Jane L. Johnson - Mises Brasil

STF é a instituição mais associada ao escândalo do Master

 Levantamento Meio/Ideia revela que 35% dos brasileiros relacionam a Corte às fraudes financeiras




Uma pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira, 11, revela que o Supremo Tribunal Federal (STF) é a instituição que os brasileiros mais associam ao escândalo do Banco Master. Entre os cidadãos que afirmam conhecer o caso, 35% citam a Suprema Corte como o principal órgão relacionado às irregularidades, superando o governo federal (21%), o Congresso (18%) e a percepção de que todos os Poderes estão envolvidos (26%). 

O levantamento, registrado no TSE sob o protocolo BR-00386/2026, mostra ainda que 69,9% dos entrevistados acreditam que a credibilidade do tribunal sofreu um forte abalo com as investigações. Esse desgaste institucional é reflexo de uma sequência de revelações sobre a proximidade entre magistrados e o dono do banco, Daniel Vorcaro. Dados recuperados pela Polícia Federal revelam que o banqueiro financiou eventos luxuosos para autoridades em Londres, incluindo uma degustação de uísque para os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.

Além disso, perícias técnicas revelaram mensagens trocadas entre Moraes e Vorcaro no dia da primeira prisão do empresário, em novembro de 2025, nas quais o banqueiro questionava o ministro sobre um pedido de “bloqueio” e estratégias para “entrar no circuito do processo” diante de vazamentos na imprensa. 


Ligações diretas entre o STF e o Master

 A percepção negativa da opinião pública sobre o STF também é justificada por ligações financeiras diretas. Em fevereiro, o gabinete do ministro Dias Toffoli confirmou a participação do magistrado em uma empresa que vendeu cotas de um resort no Paraná para fundos vinculados ao Banco Master. O episódio forçou Toffoli a abandonar a relatoria do inquérito que apura fraudes na tentativa de venda da instituição de Vorcaro ao banco estatal BRB, operação que acabou barrada pelo Banco Central por falta de lastro. 

A situação agravou-se na segunda-feira 9, com a divulgação de uma nota oficial do escritório Barci de Moraes Sociedade de Advogados, de Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro Alexandre de Moraes. O escritório confirmou ter sido contratado pelo próprio Daniel Vorcaro para prestar serviços de consultoria jurídica. Ela recebeu a soma de R$ 129 milhões em um contrato com o banco.


Erich Mafra - Revista Oeste

STF não encontra saída para maior crise de credibilidade de sua história - Ora, ora... Só outro STF mais corrupto que esse montado por FHC, Lula, Dilma e Temer

 

Ministro do STF Edson Fachin. Foto: Carlos Moura/SCO/STF


O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, tem discutido reservadamente com os ministros saídas institucionais para a maior crise de credibilidade da história da Corte, mas suas opções são limitadas por questões regimentais, políticas e jurídicas. A mais temida por envolvidos seria incentivar o afastamento voluntário de Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, por exemplo, mas a medida, “dura e necessária”, dizem juristas com atuação no tribunal, não faz o estilo do cauteloso Fachin. Tanto assim que ele só pensa no STF do futuro, com seu Código de Conduta.

PGR catatônico

Outra opção seria encaminhar as suspeições à Procuradoria Geral da República, mas seu titular Paulo Gonet também é alvo de críticas.

‘Sob ataque’?

Ministros defendem que o STF estaria “sob ataque” e que a Fachin não resta alternativa senão defender a instituição e blindar os envolvidos.

Uísque em Londres

Como nada está tão ruim que não possa piorar, revela-se que Daniel Vorcaro bancou gastos extravagantes de ministros em Londres.

Saída é logo ali

Há ministros convencidos de que, sem o STF tomar providências, ao Senado não restará alternativa senão abrir processos de impeachment.

Em Tempo: STF não encontra saída para maior crise de credibilidade de sua história - Ora, ora... Só outro STF mais corrupto que  esse montado por FHC,Lula, Dilma e Temer.


Com informações do Diário do Poder

terça-feira, 10 de março de 2026

Vorcaro bancou degustação milionária de whisky para Moraes e Toffoli em Londres

Conta de US$640,8 mil (R$3,2 milhões) foi paga em clube londrino exclusivo




 
Daniel Vorcaro -(Foto: Redes Sociais).


O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, em sessão sigilosa realizada no dia 12 de fevereiro de 2026, retirar o ministro Dias Toffoli da função de relator de um inquérito que envolve o Banco Master. A determinação ocorreu após a análise de um dossiê de 200 páginas elaborado pela Polícia Federal (PF), que expôs a relação de proximidade entre o magistrado e o fundador da instituição financeira, Daniel Vorcaro.

O ponto focal da discussão foi um evento de degustação de whisky de alto luxo ocorrido em Londres, em abril de 2024, integralmente financiado pelo banqueiro, que é alvo de investigações por supostas irregularidades no Banco Master.

A lista de aproximadamente 40 presentes incluiu figuras proeminentes do cenário jurídico e político brasileiro, como os ministros do STF Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, o então ministro da Justiça Ricardo Lewandowski, o procurador-geral da República Paulo Gonet, o presidente da Câmara Hugo Motta e o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues.

A celebração aconteceu no George Club, um estabelecimento exclusivo no sofisticado bairro de Mayfair, durante a realização do 1º Fórum Jurídico, Brasil de Ideias. Segundo registros encaminhados pela PF à CPMI do INSS, apenas a sessão de degustação de rótulos da marca Macallan teve um custo aproximado de US$ 640,8 mil (cerca de R$ 3,2 milhões na cotação do período).

O valor cobriu serviços de gastronomia, entretenimento e o fornecimento de charutos. Ao término da experiência, cada convidado foi presenteado com uma garrafa da bebida, cujas edições especiais podem variar de R$ 1 mil a mais de US$ 100 mil.

O empresário Daniel Vorcaro, que também atuou como palestrante no fórum, chegou a celebrar a composição do público em mensagens privadas: “Todos os ministros do Brasil, do STF, STJ etc, e euzinho discursando”.

Dados adicionais revelam que a programação completa na capital inglesa alcançou cifras de US$ 6 milhões. Os custos abrangeram hospedagem no hotel The Peninsula, apresentações musicais de artistas como o cantor Seal e os DJs Hugel e Keinemusik, além de logística para até 70 pessoas. No dia posterior à degustação, um grupo reduzido participou de um jantar e happy hour no clube Annabel’s.

Questionado sobre o episódio durante a sessão do tribunal, o ministro Alexandre de Moraes confirmou sua ida ao evento, mas descartou que a participação gerasse qualquer tipo de impedimento legal. “Nesse encontro, vários estávamos lá”, disse, minimizando o evento. “Eu estava lá. Andrei Rodrigues estava lá. Depois fomos todos juntos a um pub, tomamos Macallan.”

A investigação também destacou vínculos profissionais entre familiares dos magistrados e o grupo econômico de Vorcaro. À época dos fatos, Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, já atuava como advogada para o Banco Master. Da mesma forma, o escritório da família de Ricardo Lewandowski manteve contrato com o empresário entre agosto de 2023 e setembro de 2025, período que coincidiu com sua gestão à frente do Ministério da Justiça no governo de Luiz Inácio Lula da Silva.


Diário do Poder