segunda-feira, 16 de novembro de 2020

Bolsa fecha em alta de 1,6%, aos 106,429,92 mil pontos, e dólar cai a R$ 5,43 com vacina contra o vírus chinês

A notícia de que o imunizante da Moderna apresentou resultados eficazes contra o vírus chinês animou os investidores nesta segunda-feira, 16. Nesse cenário, a Bolsa de Valores de São Paulo, a B3, fechou perto da máxima do dia, com alta de 1,63%, aos 106,429,92 mil pontos, em um pregão apoiado também pelo desempenho positivo do mercado acionário de Nova York. No câmbio, o dólar também foi favorecido pela notícia e fechou a R$ 5,4375, uma queda de 0,70%.

Nesta segunda, a farmacêutica Moderna anunciou que sua vacina experimental contra o vírus chinês apresentou eficácia de 94,5% na fase 3 e que pretende pedir autorização à agência regulatória de medicamentos e alimentos americana (FDA) para uso emergencial em breve. 

Bolsa de Valores de São Paulo, B3
Resultado positivo de Nova York
ajudou a sustentar a alta
do mercado brasileiro. 
Foto: Daniel Teixeira/Estadão

Com a notícia, o imunizante da farmacêutica entrou no páreo ao lado da vacina que está sendo elaborada pela Pfizer com a BioNTech, que também apresentou eficácia de mais de 90%, segundo análises preliminares. Na Rússia, a Sputnik V teve 92% de eficácia contra o vírus.

Por aqui, perto do final do pregão, na máxima do dia, o Ibovespa subia 1,70%, aos 106.502,52 pontos. A notícia favoreceu também as Bolsas de Nova York. Por lá, o Dow Jones subiu 1,60%, o S&P 500, 1,16% e o Nasdaq, 0,80%.

diretora de Assuntos Internacionais do Banco Central, Fernanda Nechio, afirmou que ainda há muita incerteza, muito embora não vivamos mais no cenário do início deste ano. Segundo ela, a coordenação entre os bancos centrais foi a chave para conter o pânico nos mercados.

De acordo com dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia, no acumulado do ano, o saldo comercial é superavitário em US$ 49,478 bilhões, 17,6% a mais do que no mesmo período do ano passado. O valor é resultado da queda maior nas compras do que nas vendas: as exportações somaram no período US$ 182,671 bilhões (-6%) e importações de US$ 133.194 bilhões (-14%).

Com agências