(Wagner Meier/)
A campanha pelo título em casa mereceu menções dos entusiastas do futebol e reacendeu o interesse dos torcedores desgarrados. No último confronto, que definiria o campeão do torneio, uma reviravolta silenciou quem acompanhava a final no Maracanã. O placar: 2 a 1; a partida: Uruguai e Brasil na final da Copa do Mundo de 1950.
Apesar das semelhanças, e para a alegria dos rubro-negros, o duelo entre Flamengo e River Plate, que até os 43 minutos do segundo tempo foi dominado pelo time argentino, ganhou aquilo que os hermanos tanto mostraram ao longo de décadas: quando não resolve na técnica, vai na disposição. E esse ingrediente extra se fez valer na arrancada de Bruno Henrique e no oportunismo de um artilheiro, que escreveu definitivamente o nome na história do futebol brasileiro com números alcançados, recordes quebrados e uma vaga garantida na galeria de ídolos.
(Wagner Meier/)
A campanha pelo título em casa mereceu menções dos entusiastas do futebol e reacendeu o interesse dos torcedores desgarrados. No último confronto, que definiria o campeão do torneio, uma reviravolta silenciou quem acompanhava a final no Maracanã. O placar: 2 a 1; a partida: Uruguai e Brasil na final da Copa do Mundo de 1950.
Apesar das semelhanças, e para a alegria dos rubro-negros, o duelo entre Flamengo e River Plate, que até os 43 minutos do segundo tempo foi dominado pelo time argentino, ganhou aquilo que os hermanos tanto mostraram ao longo de décadas: quando não resolve na técnica, vai na disposição. E esse ingrediente extra se fez valer na arrancada de Bruno Henrique e no oportunismo de um artilheiro, que escreveu definitivamente o nome na história do futebol brasileiro com números alcançados, recordes quebrados e uma vaga garantida na galeria de ídolos.
Jana Sampaio, Veja
