terça-feira, 5 de julho de 2022

Barroso e Moraes escafederam-se da sessão do Senado sobre ativismo judicial

Ministros que soltaram Loola, o mais depravado ladrão da história do Brasil, foram convidados para audiência que trata de separação de poderes, convocada pelo senador Eduardo Girão (Podemos-CE)

Comissão do Senado debate ativismo judicial do STF
Notem o cinismo dos 'magistrados' que soltam criminosos e estupram a Constituição - Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Uma sessão no Senado nesta terça-feira, 5, coloca em debate o ativismo judicial e a separação entre poderes. Convidados, os ministros Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), não compareceram à audiência.

Os dois aloprados escafederam-se da sessão do Senado sobre ativismo judicial. Estão se lixando para a pauta que interessa aos brasileiros sérios, os pagadores de impostos. O cidadão que defende um país sério, que prega o respeito à Constituição

A sessão na Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor (CTFC) do Senado foi solicitada pelo senador Eduardo Girão (Podemos-CE) e é presidida por Reguffe (União Brasil-DF)

Entre os nomes presentes estão o jurista Ives Gandra Martins, Fernando Carioni, desembargador do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, e Ivan Sartori, ex-desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo. Alguns dos convidados vão participar de maneira remota.

No documento de solicitação da sessão no Senado sobre o STF, Eduardo Girão afirmou que “o flagrante ativismo judicial imposto por algumas instâncias do nosso Poder Judiciário, mormente o Supremo Tribunal Federal, mas não só ele, têm interferido diretamente e, diga-se de passagem, intencionalmente em decisões de outros poderes da República”.

Na abertura da sessão desta terça-feira, Eduardo Girão afirmou que ainda esperava pelas participações de Luís Roberto Barroso e Alexandre Moraes. Na sequência, Espiridião Amim (PP-SC) tomou a palavra e se manifestou antes dos convidados, criticando a exposição de ministros do STF em eventos no exterior e a ausência na audiência do Senado.

Em sua manifestação, Ives Gandra Martins falou em “silêncio” do Legislativo e argumentou que a tendência crescente de ativismo do Supremo se deu para preenchimento de um espaço que pertencia ao Congresso na tomada de decisões.

Com Revista Oeste