sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

À beira de fazer 300 anos, Nova Orleans seduz com união de História, arquitetura, música e culinária

Sílvio Essinger - Globo


Nola, The Big Easy, Crescent City, The City that Care Forgot... todos os nomes levam ao mesmo lugar: Nova Orleans. Sul dos Estados Unidos, joia do estado da Louisiana, cortada pelo Rio Mississippi, quase lá onde ele encontra o Golfo do México. Mais até do que a geografia, no entanto, é a cultura a grande definidora da cidade que, em quase 300 anos de fundação (a serem completados — e celebrados com muita festa — no próximo 7 de maio) passou pelas mãos de franceses e espanhóis, além de sofrer influência de escravos africanos e imigrantes das mais diversas procedências, especialmente italianos e alemães.

Sobrevivente da Guerra Civil, de incêndios, inundações e da devastação provocada pelo Katrina em 2005, Nova Orleans vibra hoje graças a uma combinação de música, culinária, arquitetura, clima quente, História e festa que não se encontra em qualquer outro lugar do país — exala um ar de descontração, mistério e possibilidades que explica suas alcunhas e que atrai cada vez mais turistas.