sábado, 6 de maio de 2017

Coadjuvantes da quadrilha estão saindo do armário e apontando o dedo para Lula, o chefe da organizacão criminosa

Atualizado às 9h03

Luiz Inácio Lula da Silva ameaça a imprensa desde que avançou sobre o Palácio do Planalto, em 2003.

Declarou nesta sexta-feira, cercado por quadrilheiros, que, se eleito, vai "regulamentar os meios de comunicação".

No início de seu primeiro governo, quando o Mensalão foi flagrado e seus principais auxiliares processados e condenados, Dirceu, capitão do bando à frente, Lula tentou criar um tal 'conselho federal de jornalismo', que ia 'operar' sob controle de pelegos da CUT, ditos jornalistas, para censurar a mídia.

Barrado pela reação da sociedade, Lula e sua ainda emergente organização criminosa recuaram espetacularmente. 

O Mensalão e o Petrolão expuseram as vísceras corruptas de Lula. 

A fixação em controlar a mídia faz sentido. 

Ontem, sob aplausos da gangue que o cerca, Lula partiu desesperado para o ataque:


"Se eles não me prenderem logo, quem sabe um dia eu mando prendê-los por mentir."
O mais célebre dos políticos corruptos brasileiros, afinal não se desbanca um Maluf sem que se tenha algum 'talento', imaginou que poderia transformar o Brasil numa Venezuela.
Não percamos de vista que Lula é um dos pais do 'foro de São Paulo', ao lado de outros celerados como Fidel, Chávez... 
Não apenas perdeu, como está na iminência de ir para o xadrez, onde deveria estar desde o mensalão.
Lula está transtornado.
Coadjuvantes da quadrilha, que o acobertam desde 2003, estão saindo do armário e apontando o dedo para ele, chefe da organização criminosa. 

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