quinta-feira, 3 de abril de 2014

Uma obra real da dupla Barba-Dilma: Brasil é o pior em retorno de imposto à população

No Brasil, cada vez mais se paga mais impostos e, em contrapartida, cada vez mais o cidadão recebe um serviço de pior qualidade. A tolerância da sociedade para com um governo corrupto e incompetente estimulam esse quadro deplorável.

Milhões de brasileiros que trabalham e pagam  impostos assistem passivamente o governo fazer propaganda enganosa sobre um país inexistente, que, de resto, só existe na propaganda oficial, que custa caro aos nossos bolsos.

A infraestrutura é precária, a insegurança cresce sem parar, a educação e a saúde são trágicas.

Nos últimos anos, os governos Lula e Dilma envolveram formidáveis recursos para anunciar que o Brasil ´está` auto-suficiente em gasolina. Importamos pelo menos um quarto da gasolina que consumimos. E o governo continua torrando o dinheiro dos nossos impostos para narrar a maravilha que é o Brasil do PT.

Entrementes, a Petrobras perdeu metade do seu valor de mercado e é assunto diário das páginas de polícia...

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Pela quinta vez consecutiva, o Brasil é o país que proporciona o pior retorno de valores arrecadados com tributos em qualidade de vida para a sua população.

A conclusão consta de estudo do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação) que compara 30 países com maior carga tributária em relação ao PIB (Produto Interno Bruto) e verifica se o que é arrecadado por essas nações volta aos contribuintes em serviços de qualidade.

Estados Unidos, Austrália e Coreia do Sul ocupam respectivamente as primeiras posições do ranking. O Brasil está em 30º lugar, atrás da Argentina (24º) e do Uruguai (13º), quando se analisa o retorno de tributos em qualidade de vida para a sociedade.

editoria de arte/folhapress

Para medir esse retorno, o instituto criou em 2009 o Irbes (Índice de Retorno de Bem-Estar à Sociedade). No Brasil, ele é de 135,34 pontos; nos EUA, 165,78.

O indicador de retorno é resultado da soma de dois outros parâmetros usados pelo IBPT: a carga tributária em relação ao PIB (soma das riquezas de um país), com ponderação de 15% na composição do índice, e o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), calculado com base em dados sobre educação, renda e saúde e que serve para medir o grau de desenvolvimento econômico. Esse indicador tem peso de 85% na composição do Irbes.

No Brasil, a carga fiscal em 2012 foi de 36,27%, segundo mostra o levantamento do instituto, que atua no setor.