segunda-feira, 5 de abril de 2021

'Agripino Doria, Calígula, o cavalo Incitatus e o 'Mamata Conection'", por Guillermo Federico Piacesi Ramos

 

O 'jornalista' Diogo Mainardi é aquele sujeito que confunde o significado das palavras “preço” e “valor”. A quantia que ele cobra dos outros, que se utilizam de seu “jornalismo” mentiroso e canalha, é muito maior do que ele vale.

Mas, mesmo assim, Mainardi ainda consegue arrancar R$ 8 milhões do Agripino I, Imperador de São Paulo, aquele que vem agindo como se fosse o monarca absolutista de um país autônomo encravado dentro do território brasileiro.

Óbvio que o Agripino sabe que paga um preço a Mainardi bem maior do que ele vale, no programa Manhattan Connection, hoje hospedado na TV Cultura, que como se sabe é estadual (paulista).

Mas assim como Calígula, lá na Roma do século I, que nomeou o seu cavalo, Incitatus, como “Senador” apenas para humilhar os demais Senadores, que se viram obrigados a realizar as sessões no Senado com o eqüino ao lado, aqui em São Paulo, no século XXI, o simulacro de Calígula contemporâneo nomeia Diogo Mainardi o seu “assessor de imprensa informal”, obrigando todos a engolirem-no, sem sequer mastigar, e sem questionar ou reclamar.

No final, o recado que o paulista Agripino quer passar é exatamente o mesmo que o seu arquétipo Calígula, o 3º Imperador Romano: “eu posso fazer o que quiser, e vocês têm que aceitar.”

Como é fácil a um governante distribuir dinheiro para a mídia! Como é fácil comprar jornalistas, com o objetivo de falar bem do governo e manipular a opinião pública! Como é fácil se blindar na imprensa! Como é fácil brincar de absolutista!

Cada vez mais isso fica mais claro. No caso dos Governos Estaduais, as Assembleias Legislativas não conseguem impedir isso; o povo não consegue impedir isso. Ninguém consegue impedir isso. Se o Governador de Estado quiser dar dinheiro para a mídia, ele dará. E sem prestar qualquer tipo de contas aos eleitores. É exatamente isso que Doria vem fazendo desde que assumiu o Governo do Estado.

Ainda bem que elegemos Bolsonaro.

Eu nunca, jamais, em tempo algum, vou me arrepender do meu voto.


Jornal da Cidade