terça-feira, 25 de junho de 2019
Brasileiros livres do constrangimento de ver Lula - o maior ladrão da história do país - circulando pelas ruas do país
O criminoso Luiz Inácio Lula da Silva seguirá preso. Foi o que decidiu a maioria da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), que rejeitou uma proposta do ministro Gilmar Mendes, aliado de bandidos do colarinho branco, de colocar o larápio em liberdade até que se votasse a acusação de suspeição contra o ex-juiz da Lava Jato Sérgio Moro.
As provas são gravações roubadas por integrantes da organização criminosa do Lula de celulares de procuradores da República.
A avaliação do mérito do pedido de habeas corpus do meliante petista foi adiada, mas não há nova data. Lula está preso há mais de 400 dias, condenado por corrupção no âmbito da Operação Lava Jato.
O voto decisivo contra Lula foi de Celso de Mello, fechando o placar em 3 x 2 contra o bandido preso há mais de 1 ano. Antes, os ministros também haviam rejeitado, por 4 x 1, um outro pedido de habeas corpus de Lula, relativo a decisão de Felix Fischer, do STJ, questionada por sua defesa.
Foi a primeira vez que os cinco ministros que formam a Segunda Turma (Carmen Lúcia, Celso de Mello, Edson Fachin, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski) analisaram os pedidos de liberdade de Lula em meio à crise provocada pela publicação, pelo The Intercept Brasil, de mensagens roubadas de celulares de procuradores da República. A equipe do ex-presidente criminoso havia pedido que os diálogos fossem incluídos para reforçar seus argumentos de que Moro havia sido parcial e que, por isso, seu julgamento deveria ser anulado.
O marginal petista é defendido por um grupo poderoso de advogados. Os brasileiros seguem intrigados sobre a origem da grana que banca o trabalho dos defensores do preso.
Pelo menos, por enquanto, os brasileiros não passarão pelo constrangimento de ver circulando pelas ruas do país o maior ladrão da história do país.
O ex-presidente da República aproveitou-se do poder para surrupiar as maiores estatais do Brasil, como Petrobras, Eletrobras, Correios, BNDES, Banco do Brasil e até os fundos de pensão.
Com informações de agências