Mark Zuckerberg é presidente executivo do Facebook
O presidente executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, publicou nesta sexta-feira, 28, sua tradicional carta de fim de ano – nas últimas temporadas, Zuckerberg costuma divulgar uma meta pessoal em janeiro, e, ao encerrar do ano, escreve uma meditação sobre como isso aconteceu. Em 2018, a meta foi "consertar o Facebook" – e, para o executivo, sua experiência foi bem sucedida.
Para ele, o Facebook alterou suas características nos últimos tempos para conter novas crises envolvendo segurança e vazamento de dados de usuários. "Tivemos nosso DNA fundamentalmente alterado para nos concentramos mais em evitar danos". Para Zuckerberg, o Facebook de agora é "muito diferente" em relação a 2016 ou até um ano antes.
O executivo afirmou, no post, que a empresa fez progressos este ano no combate à interferência eleitoral, ao discurso de ódio e à desinformação. Zuckerberg comentou, ainda, que "abordar essas questões é mais do que um desafio de um ano".
Os investidores, porém, não concordaram com as considerações de Zuckerberg: nesta sexta-feira, as ações da companhia encerrou o pregão em queda de 0,98%, cotadas a US$ 133,20. A empresa fechou a última semana útil do ano avaliada em US$ 382 bilhões, em queda de 39% desde seu pico histórico, em 25 de julho deste ano.
Victor Rezende - O Estado de S. Paulo