“Ter um ex-presidente da República, um asset como o Lula, condenado, é muito negativo para o Brasil".
A afirmação é do ministro do STF Gilmar Mendes. Advogado implacável de bandidos do colarinho branco, cujo maior símbolo no Brasil de hoje é Luiz Inácio Lula da Silva.
Gilmar prega descaradamente a impunidade. Impunidade dos poderosos, diga-se.
O magistrado e Lula são exemplos óbvios da impunidade reinante.
Mas, Gilmar acha pouco. Ensina aos jovens brasileiros que querem vencer na vida que o crime compensa.
Independente da origem 'humilde'. Caso de Lula. Basta seguir a trajetória do petista.
Ter cometido os maiores crimes contra o bolso do povo, a partir do assalto à Petrobras, ao Banco do Brasil, aos Correios, aos fundos de pensão de estatais, receber pixuleco de empreiteiros e bancos, tudo isso é irrelevante para Gilmar.
Ele quer 'pacificar' o Brasil, mantendo Lula, maior ladrão da Lava Jato, solto.
A ética que vá às favas, como diria aquele ministro da ditadura.
Se Lula for mantido solto, o exemplo vai prosperar.
É isso que sugere Gilmar Mendes.
Simples assim!
Renan, pedófilos, Aécio, Dirceu, traficantes, Palocci, Jucá, Dilma terão amplas chances de continuar soltos. E operando.
Basta apelar a Gilmar e aos 'digníssimos' magistrados companheiros do STF (quanta diferença da Suprema Corte dos Estados Unidos!).
A propósito, figuras como Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Dias Tóffoli, Celso de Mello e Marco Aurélio jamais passariam sequer na porta da Suprema Corte dos Estados Unidos.
Seriam presos em flagrante.
Motivo?
Não falta.