Nesta quarta-feira, o Supremo Tribunal Federal decide se empurra de vez o Brasil para o lixo da história, mantendo Luiz Inácio Lula da Silva solto, ou se dá o primeiro passo para a moralização do país, perfilando-se ao lado do Ministério Público, da Polícia Federal e da Receita Federal, além, claro, da imensa maioria do povo brasileiro, que quer uma nação decente e não uma pátria ocupada e dominada por uma organização criminosa.
É sabido que o STF é composto por juízes indicados por Sarney, Collor, FHC, Lula, Dilma e Temer. Gente aética, como seus apadrinhados.
Pode-se esperar tudo da decisão desta quarta-feira. Inclusive manter Lula e outros meliantes em liberdade... traficantes, enfim, bandidos de toda espécie.
Não se pode confiar em tipos como Gilmar Mendes, Dias Tóffoli, Celso de Mello, Ricardo Lewandowski e Marco Aurélio. Até prova em contrário. A menos que tenha baixado sobre eles neste feriadão um mínimo de dignidade.
Vamos torcer - o que mais podemos fazer? - que Cármen Lúcia, Rosa Weber, Luiz Fux, Roberto Barroso, Edson Fachin e Alexandre de Moraes façam a coisa certa.
Que mantenham a prisão de criminosos em segunda instância. Se condenados, óbvio.
Democracias, como os Estados Unidos, mandam bandidos para a prisão já na primeira instância.
Por que a Suprema Corte brasileira deixa soltos celerados como Lula, Renan, Dirceu, Palocci.
Só uma palavra explica essa postura: cumplicidade.
Não vamos ao exagero do Delton Dallagnol de fazer jejum, mas vamos nos manter nas redes sociais tentando sensibilizar a Corte a ficar ao lado do Brasil.
Não de Lula, o depravado.