Iniciado com a frase “Eu sou preto”, um texto do cinegrafista Gil Moura em defesa de William Waack já passou de 5 mil compartilhamentos no Facebook.
Waack “faz parte dos pouquíssimos globais que carregam o tripé para o repórter cinematográfico preto ou branco”, relata Moura, que trabalhou com o âncora em São Paulo e em viagens internacionais, tendo até se hospedado na casa de Waack em Londres, a convite dele, quando só haviam trabalhado juntos uma vez.
“Como ele fez piada infeliz de preto, ele faz dele próprio, suas olheiras, velhice, etc.”
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