terça-feira, 1 de junho de 2021

Queiroga garante que toda população será vacinada até o final de 2021. Afirmação é alívio para economia

 

A previsão foi feita durante o Fórum de Investimentos Brasil 2021 (BIF), um evento internacional sobre atração de investimentos estrangeiros para o país. O encontro é organizado pela Apex-Brasil, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o Governo Federal.

"Tenho certeza de que, até fim do ano, conseguiremos imunizar a população", disse o ministro.
"Teremos todos os cidadãos imunizados em nosso país até o fim do ano", reforçou.

O médico cardiologista destacou que o presidente Jair Bolsonaro tem enfatizado que as ações nas áreas da Saúde e da Economia sejam simultâneas.

Queiroga diz que os focos do seu Ministério são três: acelerar a campanha de vacinação, garantir a assistência à saúde aos que foram afetados pela doença e reforçar medidas sanitárias. Ele também apresentou dados sobre o número de vacinados e entrega de imunizantes e disse que, apenas este ano, já foram investidos R$ 3,4 bilhões em novos leitos, inclusive com e sem suporte ventilatório invasivo.

Sobre a fabricação de insumos estratégicos em território nacional para o Sistema Único de Saúde (SUS), Queiroga disse que a meta do Governo Federal é produzi-las aqui e não depender mais do cronograma de importação da China.

"O sistema de saúde público e privado foi posto à prova durante esta crise sem precedentes", disse o ministro, acrescentando que o Governo Bolsonaro busca fomentar o desenvolvimento tecnológico e o intercâmbio de conhecimento. Inclusive, está agendado para esta terça-feira (1) a transferência de tecnologia da vacina de Oxford/AstraZeneca, que dará ao Brasil 100% de autonomia para fabricar a vacina no Brasil.
"Cada 10% da população vacinada aumenta em 0,13 ponto porcentual as projeções de crescimento da economia", completou.

O ministro ressaltou aos investidores que o setor de saúde brasileiro planeja trabalhar em parceria com o setor privado.

"Nesse momento de crise, a soma de recursos públicos e privados é fundamental. Propomos uma política transversal entre setor público e privado de saúde", afirmou.

Queiroga pretende ampliar, com a parceria do setor privado, o acesso da população brasileira a produtos e tecnologias de saúde e diminuir vulnerabilidade do Sistema Único de Saúde (SUS).


Jornal da Cidade

O ódio "hipócrita" de Luís Roberto, da GloboLixo (vídeo)

 

Após a decisão conjunta entre CONMEBOL e CBF, com o aval do presidente Jair Bolsonaro, para a transferência da competição para cá (de 11 de junho a 10 de julho), o funcionário da Rede Globo gravou um vídeo em que aparece totalmente descontrolado, cheio de ódio e aos berros, falando frases recheadas de narrativas e sem qualquer análise objetiva, comparando mesmo a negociação para a Copa, com a negociação por compra de vacinas.

O que Luís Roberto não contava, entretanto, era com a inteligência da população, que sabe diferenciar os cenários e, claro, comparar com o que de fato está acontecendo, como o próprio Campeonato Brasileiro de futebol, das séries A e B e ainda outras competições nacionais e estaduais de clube, que reúnem centenas clubes espalhados pelo país inteiro e são transmitidos pela TV que paga o salário do narrador!

Eduardo Bolsonaro, publicou o vídeo e comentou:

“Mas o mesmo sujeito segue transmitindo normalmente Campeonato Estadual, Brasileirão, Copa do Brasil, etc. E nunca reclamou. Será que ficou bravinho porque a Globo perdeu recentemente a Copa América para o SBT? Será”?

Vídeo:

Hipocrisia, a gente vê por aqui!!!

Jornal da Cidade

Prefeitos e governadores continuam agindo como se o vírus não pegasse em ônibus

No mundo real, trabalhadores que não podem adotar o home office continuam se aglomerando diariamente no transporte coletivo


Superlotação no transporte público em Fortaleza: para autoridades cearenses, até parece que o coronavírus não gosta de pegar ônibus
Superlotação no transporte público em Fortaleza: para autoridades cearenses, até parece que o coronavírus não gosta de pegar ônibus | Foto: Reprodução/Instagram/Dr. Joziel

Enquanto as autoridades estaduais e municipais do país seguem, de seus gabinetes, restringindo atividades comerciais supostamente “em nome da ciência”, com o objetivo anunciado de conter a disseminação do novo coronavírus, no mundo real os trabalhadores que não podem adotar o home office continuam se aglomerando diariamente no transporte coletivo.

O deputado federal Doutor Jaziel (PL-CE) postou um vídeo que viralizou nas redes sociais (clique aqui para assistir) no qual dezenas de pessoas aparecem aglomeradas em um ônibus de Fortaleza. Com máscaras, mas sem nenhuma possibilidade de praticar o distanciamento social, os passageiros se amontoam. O ônibus para no ponto e mais pessoas tentam entrar, o que é impossível em função da superlotação.

“Enquanto o fortalezense se arrisca em ônibus extremamente lotados, o governador Camilo Santana e o prefeito [José] Sarto permanecem negligentes e negacionistas em seus atos”, escreveu o parlamentar em uma postagem em seu perfil oficial no Instagram. Nos comentários da publicação, as pessoas ironizam: “Aí não tem corona; só nas igrejas, shoppings etc.”, diz uma das mensagens. “O vírus parece que não gosta de ônibus. É triste a situação”, ironiza outro usuário.

O Estado do Ceará e sua capital são governados por dois partidos de esquerda — PT e PDT, respectivamente com Camilo Santana e José Sarto. Em uma série de postagens feitas na sexta-feira 28, o governador cearense anunciou novas medidas do decreto estadual para coibir a covid-19. “Reitero que não podemos relaxar nos cuidados. É preciso continuar evitando aglomerações e sempre usar máscara”, escreveu o petista no Twitter. Como se fosse possível não se aglomerar nos ônibus superlotados da capital do Ceará.

No dia 11 de maio, o mesmo Camilo Santana anunciou, ao lado de José Sarto, que a tarifa do transporte público em Fortaleza não terá aumento em 2021. O governo do Estado e a prefeitura da capital irão subsidiar parte das passagens mensalmente com um aporte de R$ 4 milhões, divididos igualmente entre as duas administrações.

Na ocasião, o prefeito de Fortaleza assegurou que colocaria em operação mais 200 ônibus para circular nos horários de pico, pela manhã e no fim do dia, para “diminuir a aglomeração”. Ao que parece, pelo menos até o momento, o resultado prático da medida é nulo.

Veja outros vídeos de aglomerações no transporte coletivo pelo país:

Leia também: “As arbitrariedades do lockdown“, reportagem de Branca Nunes e Artur Piva publicada na Edição 56 da Revista Oeste

Leia também: “O lockdown da elite”, artigo de J. R. Guzzo na Edição 56 da Revista Oeste

Leia mais: “A quarentena dos desvalidos”, artigo de Augusto Nunes na Edição 56 da Revista Oeste


Revista Oeste

PIB supera expectativas, e Brasil cresce 1,2% no 1º trimestre. Dá-lhe, Bolsonaro! Dá-lhe, Guedes!

Em relação ao mesmo período do ano passado, o avanço foi de 1%; mercado estimava alta entre 0,5% e 0,8%


Economia brasileira superou as projeções do mercado nos três primeiros meses deste ano
Economia brasileira superou as projeções do mercado nos três primeiros meses deste ano | Foto: Divulgação/Agência Brasil

Segundo dados divulgados nesta terça-feira, 1º, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Produto Interno Bruto (PIB) do país registrou um crescimento de 1,2% no primeiro trimestre de 2021, na comparação com os últimos três meses do ano passado. Em relação ao primeiro trimestre de 2020, o avanço foi de 1%.

O resultado veio acima da mediana das expectativas de 55 instituições financeiras e consultorias do mercado, que projetavam uma alta entre 0,5% e 0,8% no período.

Como noticiamos ontem, segundo o Boletim Focus desta semana, divulgado pelo Banco Central (BC), a estimativa do mercado para o crescimento da economia brasileira em 2021 é de 3,96%. Na semana passada, o economista-chefe do BTG Pactual e ex-secretário do Tesouro Nacional Mansueto Almeida afirmou que o PIB do país pode fechar o ano em alta de mais de 4%.

Fábio Matos, Revista Oeste

Mesmo com a esquerda e a grande mídia torcendo contra, o Brasil caminha rumo ao progresso!

Era PT fecha 40 mil leitos do SUS

"Jornalismo, importância do factual", por Carlos Alberto Di Franco,

As notícias que de fato importam resultam de trabalho investigativo feito com qualidade


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Redes sociais reduziram a importância da velha mídia, que sobrevivia às custas da grana do pagador de impostos. Com o fim da 'bolsa imprensa'...


Jornalismo é a busca do essencial, sem adereços, adjetivos ou adornos. O jornalismo transformador é substantivo. Sua força não está na militância, mas no vigor persuasivo da verdade factual e na integridade e no equilíbrio da sua opinião. A credibilidade não é fruto de um momento. É o somatório de uma longa e transparente coerência.

A sociedade está cansada do clima de radicalização que tomou conta da agenda pública. Sobra opinião e falta informação. Os leitores estão perdidos num cipoal de afirmações categóricas e pouco fundamentadas, declarações de “especialistas” e uma overdose de colunismo militante. Um denominador comum marca o achismo que invadiu o espaço outrora destinado à informação qualificada: a politização.

Em tempos de ansiedade digital, a reinvenção do jornalismo reclama revisitar alguns valores essenciais: amor à verdade, paixão pela liberdade e imensa capacidade de sonhar e de inovar. Eles resumem boa parte da nossa missão e do fascínio do nosso ofício. Hoje, mais que nunca, numa sociedade polarizada e intolerante, precisam ser resgatados e promovidos.

A democracia reclama um jornalismo vigoroso e independente. Comprometido com a verdade possível. O jornalismo de qualidade exige cobrir os fatos. Não as nossas percepções subjetivas. Analisar e explicar a realidade. Não as nossas preferências, as simpatias que absolvem ou as antipatias que condenam. Isso faz toda a diferença e é serviço à sociedade.

O grande equívoco da imprensa é deixar de lado a informação e assumir, mesmo com a melhor das intenções, certa politização das coberturas. Os desvios não se combatem com o enviesamento informativo, mas com a força objetiva dos fatos e de uma apuração bem conduzida.

As redes sociais e o jornalismo cidadão têm contribuído de forma singular para o processo comunicativo e propiciado novas formas de participação, de construção da esfera pública, de mobilização da sociedade. Suscitam debates, criam polêmicas (algumas com forte radicalização) e exercem pressão. Mas as notícias que realmente importam, isto é, as que são capazes de alterar os rumos de um país, são fruto não de boatos ou meias-verdades disseminadas de forma irresponsável ou ingênua, mas resultam de um trabalho investigativo feito dentro de padrões de qualidade, algo que deve estar na essência dos bons jornais.

Sem jornais a democracia não funciona. O jornalismo não é antinada. Mas também não é neutro. É um espaço de contraponto. Seu compromisso não está vinculado aos ventos passageiros da política e dos partidarismos. Sua agenda é, ou deveria ser, determinada por valores perenes: liberdade, dignidade humana, respeito às minorias, promoção da livre-iniciativa, abertura ao contraditório. O jornalismo sustenta a democracia não com engajamentos espúrios, mas com a força informativa da reportagem e com o farol de uma opinião firme, mas equilibrada e magnânima. A reportagem é, sem dúvida, o coração da mídia.

Jornalismo independente reclama liberdade. Não temos dono. Nosso compromisso é com a verdade e com o leitor. Mas a reinvenção do jornalismo passa por uma imensa capacidade de sonhar. É preciso vencer comportamentos burocráticos, reconhecer a nossa crise e tratar de virar o jogo. O fenômeno da desintermediação dos meios tradicionais teve precedentes que poderiam ter sido evitados, não fosse o distanciamento da imprensa dos seus leitores, sua dificuldade de entender o alcance das novas formas de consumo digital da informação e, em alguns casos, sua falta de isenção informativa e certa dose de intolerância.

Os leitores, com razão, manifestam cansaço com o tom sombrio das nossas coberturas. É possível denunciar mazelas com um olhar propositivo. Em vez de ficarmos reféns do diz que diz, do blablablá inconsistente do teatro político, das intrigas e da espuma que brota nos corredores de Brasília, que não são rigorosamente notícia, mergulhemos de cabeça em pautas que, de fato, ajudem a construir um País que não pode continuar olhando pelo retrovisor.

Não podemos viver de costas para a sociedade real. Isso não significa ficar refém do pensamento da maioria. Mas o jornalismo, observador atento do cotidiano, não pode desconhecer e, mais que isso, confrontar permanentemente o sentir das suas audiências. A verdade, limpa e pura, é que frequentemente a população tem valores diferentes dos nossos.

A violência, a corrupção, a incompetência e a mentira estão aí. E devem ser denunciadas. Não se trata, por óbvio, de esconder a realidade. Mas também é preciso dar o outro lado, o lado do bem. A boa notícia também é informação. A análise objetiva e profunda, sem viés ideológico, é uma demanda dos leitores.

A internet, o Facebook, o Twitter e todas as ferramentas que as tecnologias digitais despejam a cada momento sobre o universo das comunicações transformaram a política e mudaram o jornalismo. Queiramos ou não. Precisamos fazer a autocrítica sobre o nosso modo de operar. Não bastam medidas paliativas. É hora de dinamitar antigos processos e modelos mentais. A crise é grave. Mas a oportunidade pode ser imensa.

O Estado de São Paulo