terça-feira, 1 de junho de 2021

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CL News - 31 Maio 2021

Paulo Guedes: ‘Brasil é, hoje, o melhor horizonte de investimentos da economia global’

 

O ministro da Economia, Paulo Guedes, durante cerimônia alusiva à marca de 100 milhões de poupanças sociais digitais Caixa. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil


Nesta segunda-feira (31), o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse acreditar que a vacinação em massa e a retomada das reformas econômicas fazem do Brasil, atualmente, o melhor horizonte de investimentos da economia global.

A declaração foi registrada durante a edição online do Fórum de Investimentos Brasil 2021, que é considerado o maior evento de atração de investimentos estrangeiros da América Latina.

Guedes ressaltou a expectativa de que o país seja a maior economia de mercado do mundo e afirmou que um Congresso brasileiro mais “reformista” tem influenciado o cenário.

Guedes Brasil investimentos economia global “Queremos que o Brasil seja a maior [economia de mercado] do mundo […] e o Congresso brasileiro é reformista. Pelo terceiro ano seguido, vamos surpreender. O Brasil é possivelmente o único país do mundo que está fazendo reformas estruturantes em meio à pandemia”, disse o ministro.

“O desafio desse ano é retomar essa recuperação cíclica da economia baseada em consumo em uma recuperação do crescimento sustentável baseada na retomada dos investimentos. As primeiras notícias são bastante animadoras para este ano”, afirmou Guedes em referência aos dados mais recentes do Caged, com a criação de mais de 100 mil empregos em abril, à melhora na projeção do PIB e à melhora da arrecadação tributária.

“Surpreendemos o mundo com a Reforma da Previdência, no primeiro ano. No segundo, a democracia mostrou sua resiliência, flexibilidade e surpreendemos o mundo de novo. No início deste ano, a previsão era de que o país cairia quase 10% [do PIB] e os países avançados em torno de 4%. Aconteceu exatamente o inverso”, afirmou.

Gazeta Brasil

Ministro diz que Copa América no Brasil ainda está em negociação

 

O ministro-chefe da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos, declarou nesta segunda-feira (31) que a realização da Copa América no Brasil ainda está em negociação entre o governo federal e a Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol), por meio da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Pela manhã, a entidade confirmou a mudança de sede do torneio, que seria realizado na Argentina e na Colômbia, mas será transferido para o Brasil. 

“Ainda não tem nada certo, quero pontuar de uma forma bem clara, estamos no meio do processo, mas não vamos nos furtar a uma demanda, caso seja possível, de atender”, afirmou o ministro em declaração à imprensa no Palácio do Planalto.

Segundo Ramos, o governo estabeleceu exigências nas primeiras conversas que manteve com a CBF. “São 10 times, com dois grupos, 65 pessoas por cada delegação. Todos vacinados. Foi a imposição que nós tratamos com a CBF. Até agora, não há documento firmado, apenas essas tratativas. Bem como a seleção brasileira também será vacinada”, destacou.

Ramos informou que novas conversas serão realizadas com a CBF nesta terça-feira (1º), quando deve ser anunciada a decisão final sobre a realização do torneio no país. “É importante destacar que esse evento, caso se realize, não terá público. Tem saído algumas notícias com relação a público, [mas] não terá público”, enfatizou Ramos.

Sobre a definição das cidades que poderão receber os jogos, o ministro disse que essa é uma negociação que será feita pelas entidades organizadoras com os governo estaduais e municipais. Em relação ao impacto do torneio em plena pandemia, o ministro usou o argumento de que já há jogos de futebol sendo realizados no país em outras competições oficiais.

“Com relação à realização dos jogos da Copa América, que serão poucos, não sei porque algumas pessoas se pronunciaram contra o evento, se há jogos do campeonato brasileiro, ocorreram jogos dos campeonato estadual e da Libertadores”.

Durante o rápido pronunciamento, em que não respondeu a perguntas, Luiz Eduardo Ramos estava acompanhado do secretário especial do Esporte, Marcelo Reis Magalhães. O secretário destacou que o evento é privado e que o governo federal dará apenas o suporte para a entrada das delegações no país.

“Por se tratar de um evento privado, é muito bom deixar isso bem claro, é um evento privado, que a CBF negocie com estados e municípios onde vão ser as sedes. O governo federal apenas dará toda a parte de estrutura para a entrada dessas equipes no país. É basicamente isso”.

Copa América

A Copa América, que é o principal torneio de seleções da América do Sul, ocorrerá entre os dias 13 de junho e 10 de julho, com a participação de 10 seleções divididas em dois grupos. Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai estão no Grupo A. Brasil, Colômbia, Equador, Peru e Venezuela formam o Grupo B.

Além da Argentina, a previsão inicial da Conmebol era fazer o torneio também na Colômbia, que tinha desistido anteriormente pela grave crise social que tomou conta do país.

De acordo com a Conmebol, a premiação para o campeão da Copa América será de US$ 10 milhões (cerca de R$ 57 milhões). E cada seleção participante receberá US$ 4 milhões (quase R$ 23 milhões). Em 2019, o Brasil, que foi o campeão, faturou US$ 7,5 milhões.

ABr e Diário do Poder

Vacinação faz mortes por vírus chinês despencarem 41% em dois meses

Média diária caiu do pico de 3.125 no início de abril para 1.844 no fim do mês passado


O ritmo acelerado de vacinação contra o vírus chinês, observado nos últimos dois meses, fez cair 41% a média de mortes provocadas pela doença nos últimos dois meses, do pico de 3.125 no início de abril para 1.844 no fim do mês passado. Ao contrário do que é alardeado sobre uma terceira onda e vacinação parada, o Brasil aplicou nesses 61 dias dois terços dos 68,4 milhões de doses contabilizadas desde o começo da campanha. 

Com relação à média de novos casos, a queda no mesmo período foi de 18%, de 75,1 mil no fim de março para 61,6 mil no fim do mês passado.

Segundo o Worldometer, a queda na média de mortes entre o início e o fim de abril foi de 22,5%, seguida por nova queda, de 23,8% em maio.


Em maio, a campanha de vacinação passou a contar com 47,6 milhões de doses da vacina Oxford/AZ, que passou a Coronavac (47,1 milhões).O Brasil ultrapassou, no último dia de maio, a marca de 46 milhões de pessoas vacinadas, o que equivale a 22% da população brasileira.

A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Fiuza: "Não há oposição, o que há é um ladrão à solta querendo se candidatar"