
ESTÁDIO DO PACAEMBU. FOTO: JF DIORIO/ESTADÃO
Terminou na sexta-feira o prazo para apresentação de recursos no processo de privatização do complexo do Pacaembu – e, como ninguém recorreu, está marcada para esta terça-feira a abertura dos envelopes de habilitação. O estádio deve ficar com o consórcio Patrimônio SP, que fez a maior proposta, de R$ 111 milhões.
O prazo de concessão é de 35 anos – e o consórcio Patrimônio, formado pela Engenharia Progen e a investidora Savona superou, nos lances, como concorrente direto, o Santos FC, que chegou a oferecer R$ 88 milhões.
A assinatura do contrato, pela Secretaria de Desestatização, deve ocorrer logo em seguida, e ao que se apurou o Tribunal de Contas do Município deve dar o OK final sem muita demora. As dúvidas no processo já haviam sido objeto de análise pelo tribunal. Dados da Prefeitura revelam que em 2017 o estádio rendeu receitas de R$ 2,4 milhões e custou pouco mais de R$ 8 milhões. E a economia, para os cofres públicos, deve chegar aos R$ 500 milhões nesses 35 anos.
Sonia Racy, O Estado de São Paulo