Atualizado às 12h42
O controle do Senado pelos republicanos, a eleição de governadores aliados em estados emblemáticos como Ohio e Flórida, e a pálida vitória dos democratas na Câmara asseguraram a Donald Trump um lugar na disputa presidencial de 2020, com amplas chances de se reeleger.
A menos que a oposição consiga tirá-lo da Casa Branca através de impeachment ou a Justiça o pegue de jeito, em face das muitas denúncias contra o presidente dos Estados Unidos, dificilmente o chefe da mais poderosa democracia do planeta perderá a reeleição.
O crescimento da economia e o quase emprego pleno dão sustentação a Trump.
A assertiva de James Carville, assessor de Bill Clinton, durante a campanha de 1992 - "É a economia, estúpido!"-, é muito melhor empregada hoje, sob Trump, do que na época em que foi usada.
O eleitor, em sua maioria, é conservador. No Primeiro ou no Terceiro Mundo.
Por que trocaria o certo pelo duvidoso?
Trump é insensível, irritante, arrogante e arengueiro.
Não abre nem para o trem.
Imagina se abriria para repórteres provocadores!
Mas, o cidadão americano, como qualquer outro de qualquer país, preocupa-se, em primeiro lugar, com o seu bem estar.
Quando os Estados Unidos viveram uma situação econômica tão confortável quanto a destes dois anos?
Os adversários apostam que o jogo vai mudar e que a crise está logo ali.
Pode ser.
Mas, há uma larga possibilidade de que o quadro atual de fartura na terra do Tio Sam se prolongue.
E aí, quem vai derrotar Trump nas urnas?
Que republicano servirá de 'sparring ' contra Trump em 2020?
Oportuno lembrar que em 2016 o atual inquilino da Casa Branca derrotou vários adversários nas primárias republicanas.
E emendou com uma vitória incontestável contra os casais Clinton e Obama. E dezenas de astros do cinema e da música, como De Niro, Madona, Maryl Streep,..
Para não falar na mídia, que bate em Trump desde a campanha de 2016.
A grande questão é encontrar o golpe que assanharia o topete mais célebre do mundo, desde Elvis Presley,