Senadores e deputados elegeram Eunício Oliveira e Rodrigo Maia citados na Lava Jato presidentes do Senado e da Câmara, Gilmar Mendes cobra do Supremo Tribunal Federal uma discussão sobre as prisões de corruptos e corruptores determinadas por Sérgio Moro e, sobretudo, o fato de Luiz Inácio Lula da Silva continuar solto explicam o crescimento da violência no país.
A lógico dos trombadinhas de periferia é simples: se 'eles' podem tudo, por que nós não? Então, o PCC, a CUT, o MST, o CV, o MTST, o FDN puseram o bloco nas ruas.
O Espírito Santo é considerado um dos raros estados em que a gestão pública é séria. Até onde algo pode ser sério num país em que tipos como Sarney, Collor, Lula e Dilma já o presidiram. As contas do governo do ES estão em dia. Coisa rara no Brasil. Mas as senhoras dos militares, em defesa de um reajuste de 40%, barram a saída dos quartéis de seus 'caras-metades'.
A sociedade foi jogadas às favas. Foi sequestrada por bandidos periféricos. Como se não bastasse um Congresso Nacional corrupto, um Executivo inepto e um Supremo Tribunal Federal que mantém figuras abjetas como Maluf, Lula, Renan... em liberdade.
Policiais não podem fazer greve, diz a Constituição. Mas, eles estão impedidos de sair dos quartéis. Assim funciona a segurança pública num país onde inexiste autoridade nas cadeiras de presidente da República, de governadores...
O ministro da Defesa é um ex-deputado derrotado nas urnas. Ainda que tivesse sido eleito, faltaria postura, altivez, autoridade para ocupar a pasta. Como, de resto, a qualquer outro político desse elenco que enoja o povo brasileiro.
Há exceções entre senadores e deputados, mas são tão poucas que nem merecem registro.
Lembrar que hoje quem contesta o governo Temer, ontem defendia a impunidade, o direito de a dupla Lula-Dilma seguir assaltando o bolso do povo, via Petrobras, BNDES, Eletrobras, Banco do Brasil, Caixa, enfim...
O terror nas prisões e nas ruas é corolário da inconsequência de um Estado corrupto.
Era óbvio que os exemplos do Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e do STF mais cedo ou mais tarde explodiriam o Brasil.