quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

Discurso histórico de Heleno: “Bolsonaro tornou-se o maior símbolo do combate à corrupção nos 520 anos da história do Brasil”

O presidente da República, Jair Bolsonaro, replicou nesta quarta-feira, 29, em suas redes sociais um discurso do ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno.
No discurso, as palavras do general foram fortes e claras, afastando qualquer resquício de ‘crise’ dentro do governo Bolsonaro e reiterando as grandes vitórias do combate à corrupção feita pelo presidente.
“Quem implementou o maior plano de combate à corrupção da história do Brasil? E, dessa forma, também ajudou a diminuir a violência? E aí, pensou em um nome? É fácil concluir”, diz o discurso de Heleno.
Em seu texto, o ministro salientou que no passado, os presidentes de estatais, como presidentes da Petrobrás, eram indicados pelo critério político, e bilhões eram desviados e roubados, Heleno relembrou do petrolão. Ainda segundo o general, o mesmo acontecia com bancos oficiais, como o Banco do Brasil (BB), Caixa Econômica Federal (CEF) e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O seus diretores eram indicados por alinhamentos políticos.
“Jair Bolsonaro mudou isso, como prometeu. Hoje, os presidentes dessas empresas são indicados por critérios técnicos. [...] Com Bolsonaro “a festa” acabou. Em 2019, não houve qualquer denúncia de corrupção nesses bancos”, afirmou o ministro.
O general também lembrou como eram feitas as indicações dos ministros. Cada partido indicava quem queria, sem qualquer critério técnico. Era um verdadeiro “festival da corrupção”.
“Hoje você conhece, e se orgulha, dos ministros Guedes, Tarcísio, Moro, Tereza Cristina, Damares, Pontes, etc. Sem Jair Bolsonaro, certamente, essas pessoas não estariam no governo. Em 2019, não houve notícias de um só ato de corrupção nos ministérios”, reafirmou Heleno.
Para concluir, o ministro foi enfático e disse que Bolsonaro tornou-se o maior símbolo do combate à corrupção de que se tem notícia, nos 520 anos da história do Brasil.
“Vamos fazer justiça com esse homem. Ele ficou 15 anos no Exército e 28 anos dentro da Câmara. Candidatou-se, acreditando somente em Deus e no povo. Quase foi assassinado, mas retomou a missão de mudar o Brasil. [...] Devemos confiar nele, na sua habilidade e determinação em escolher seus ministros e secretários, para melhor conduzir os destinos do Brasil”, concluiu o general Augusto Heleno.
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Jornal da Cidade