| William Volcov/Brazil Photo Press/Folhapress | |
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| Odebrecht queria que assessor informasse Dilma sobre interesses do grupo em países que ela visitava Folha de São Paulo
Ex-executivos da Odebrecht relataram em delação premiada repasse de R$ 350 mil via departamento de propina a Anderson Dornelles, assessor de Dilma Rousseff na Presidência da República.
O objetivo do pagamento, segundo os delatores, era que Dornelles repassasse a Dilma "informações de interesse do Grupo Odebrecht, incluindo notas técnicas emitidas a respeito de representantes de países pelos quais a presidente empreendia viagens".
O relato foi feito por Cláudio Melo Filho, João Carlos Mariz Nogueira, José Carvalho Filho, Marcelo Odebrecht e Hilberto Mascarenhas.
O ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, encaminhou o caso à Procuradoria da República no Distrito Federal, já que nenhum dos envolvidos possui foro privilegiado no STF.
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