Sílvio Navarro e J.R. Guzzo
Nascida há pouco mais de um ano, Oeste já exibe números que atestam sua rápida chegada à idade adulta. Foram ultrapassadas, por exemplo, as barreiras dos 100 mil seguidores no Instagram e dos 200 mil no Twitter, com uma extraordinária quantidade de interações. Agora, prepara-se para triunfar no YouTube.
Uma vez por semana, entra em cena o programa Uma Pergunta para J.R. Guzzo. Integrante do Conselho Editorial de Oeste, Guzzo liderou a histórica ascensão da Veja, que a transformou na revista com a terceira maior tiragem do mundo. Às sextas-feiras, o repórter especial Silvio Navarro comanda Oeste no Ar. O programa é um resumo visual da mais recente edição. Entre os destaques desta semana, figura a reportagem de capa, que devassa as gangues chefiadas por políticos do Amazonas. A selva de denúncias inclui desvio de dinheiro na área de saúde, propinas e pedofilia.
Para garantir o controle da CPI sobre a Covid, senadores da Região Norte alegaram que representavam os Estados mais negligenciados pelo governo federal durante a pandemia de coronavírus. Foi esse o pretexto invocado para impedir a descoberta de falcatruas protagonizadas por eles próprios ou aliados. No momento, a desunião do bando traduzida em acusações recíprocas pode transformar o Amazonas no único Estado investigado pela Comissão Parlamentar de Inquérito.
A pandemia de coronavírus, aliás, produziu mais um efeito colateral: a epidemia de medo, tema que permeia três artigos desta edição. Dagomir Marquezi mostra que o pesadelo sanitário camuflou o vazio de gente criada numa redoma emocional de privilégios. “A pandemia despertou essa fantasia insustentável — a de um país inteiro em casa, de pijamão, assistindo a filmes no streaming, ganhando ajuda emergencial ou salário em troca de nada, só se levantando do sofá para gritar na janela ‘Bolsonaro genocida’ nos momentos combinados pelo Instagram”, destacou Marquezi.
Frank Furedi alerta para a forma como a educação das crianças e dos adolescentes faz com que se sintam indefesos. “Temos o dever de levar os jovens a sério e encorajá-los a enfrentar eventos angustiantes como a covid”, afirma Furedi.
J.R. Guzzo demonstra a inutilidade de um Ministério do Trabalho. “É incompreensível. Desde quando alguém precisou de um ‘ministério’, ou do ‘governo’, para trabalhar, ou para progredir no trabalho?”, pergunta Guzzo. “As desculpas para criar o bicho de novo são tão ruins, mas tão ruins, que não vale a pena perder tempo com elas.”
Augusto Nunes sustenta que, ao desdenhar das manifestações de protesto em Cuba para exaltar a ditadura sexagenária, Lula reiterou que sonha com a ressurreição da política externa da canalhice, que desmoralizou o Brasil durante os governos do PT.
Desde a edição inaugural, Oeste tem honrado o pacto feito com seus leitores: defender, independentemente de quem esteja no poder, o liberalismo, o capitalismo, a democracia, a meritocracia e, acima de tudo, a liberdade. Para expandir esses princípios, Oeste põe à disposição dos assinantes um ícone que permite o compartilhamento de até dois textos por edição. É só clicar no link e enviar. Você estará contribuindo para que mais brasileiros se tornem protagonistas dessa bela história.
Boa leitura.
Branca Nunes
Diretora de redação
Revista Oeste