terça-feira, 18 de maio de 2021

Empresas que aderiram ao movimento racista #BlackLivesMatter têm menos funcionários negros

 'Start-up' reviu informações divulgadas para analisar as tendências de diversidade nos locais de trabalho


Apenas 36% dos diretores dos conselhos são mulheres ou pessoas negras
Apenas 36% dos diretores dos conselhos são mulheres ou pessoas negras | Foto: Free-Photos/Pixabay

As empresas de tecnologia que postaram #BlackLivesMatter em protesto contra a morte de George Floyd têm, em média, 20% menos funcionários negros em comparação com as companhias que não utilizaram a hashtag.

O BlackLivesMatter é um movimento racista que fez explodir a violência nos Estados Unidos durante a campanha que levou Joe Biden à Casa Branca. Para demonizar a Polícia, após a morte de George Floyd, os negros incendiaram bairros de grandes cidades norte-americanas e espancaram brancos e negros indiscriminadamente.

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Os racistas defendem o fechamento da Polícia nos EUA. A vice-presidente do país é a radical Kamala Harris, que está influenciando fortemente à esquerda a política da Casa Branca. 

O dado sobre as empresas de tecnologia foi revelado por um estudo realizado pela Blendoor, uma start-up focada em ajudar com o recrutamento diversificado de candidatos.

A consultoria reviu informações divulgadas para analisar as tendências de diversidade nos locais de trabalho das empresas. O resultado aponta que 36% dos diretores dos conselhos são mulheres ou pessoas negras, sendo a maior parte desses cargos ocupados por mulheres brancas ou homens asiáticos.

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A propósito, a população negra nos Estados Unidos não chege a 15%. Mas, isso não é levado em consideração, inclusive pela velha mídia, como New York Times, Washington Post e CNN.

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Com informações de Artur PivaRevista Oeste