sexta-feira, 1 de maio de 2020

Mensagem dirigida a Paulo Guedes, em ligação telefônica, revela o caráter de João Doria

Eis o diálogo havido entre Doria e Paulo Guedes, logo após a demissão de Sérgio Moro:
João Doria – Paulo, estou te ligando não como governador, mas como amigo. Quem sustentava governo era o Sergio Moro e você. Agora, sobrou você. Você é muito admirado. Em nome da sua biografia, quero te dar um conselho: desembarque do governo agora.
Paulo Guedes – João, eu agradeço sua ligação, mas não sou eu que sustento o governo Bolsonaro. Quem sustenta o governo é o povo que elegeu o presidente. Ele tem 1/3 de apoio. E outro 1/3 que fica no meio do caminho depois vai apoiá-lo. João, o país vive um momento democrático que é barulhento, mas virtuoso.
Nem Shakespeare seria capaz de criar uma figura tão asquerosa e vilanesca quanto Dória.
Este verme luta contra o Brasil.
Nada, nem mesmo o Lula, consegue ser mais podre e desprezível que este ser asqueroso.
Somente um mau caráter para dar crédito a outro mau caráter e ainda admirá-lo.
Lembre-se disto na próxima eleição.
Fonte: Poder 360
Com informações da página A Toca do Lobo
Folha da Cidade

Podem tirar o “cavalo” da chuva !

Dez golaços do Flamengo em 2019

'Ministro' Alexandre de Moraes: vídeo pode ajudar a refletir e mudar atitude

Cretino passa recibo: "Desembarque do governo Bolsonaro e salve sua biografia", diz Doria a Guedes



O governador de São Paulo, João Doria (à esq.), ligou para o ministro Paulo Guedes (Economia) no último fim de semana. Incentivou a saída do economista do governo Bolsonaro
O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), telefonou para o ministro da Economia, Paulo Guedes, no último fim de semana. O mundo político estava sob impacto da demissão de Sergio Moro do Ministério da Justiça, confirmada em 24 de abril de 2020. Deu-se então o seguinte diálogo relatado por 5 pessoas ao Poder360:
João Doria – Paulo, estou te ligando não como governador, mas como amigo. Quem sustentava governo era o Sergio Moro e você. Agora, sobrou você. Você é muito admirado. Em nome da sua biografia, quero te dar 1 conselho: desembarque do governo agora.
Paulo Guedes – João, eu agradeço sua ligação, mas não sou eu que sustento o governo Bolsonaro. Quem sustenta o governo é o povo que elegeu o presidente. Ele tem 1/3 de apoio. E outro 1/3 que fica no meio do caminho depois vai apoiá-lo. João, o país vive 1 momento democrático que é barulhento, mas virtuoso.
Esse diálogo do último fim de semana foi assunto numa reunião seguida de almoço entre empresários e o presidente Jair Bolsonaro, na 4ª feira (29.abr.2020). Estavam presentes no Palácio do Planalto Flávio Rocha (Riachuelo), Luciano Hang (Havan), Meyer Joseph Nigri (Tecnisa), Sebastião Bomfim (Centauro) e Washington Cinel (Gocil). Pelo governo, além do presidente, estavam os ministros Paulo Guedes (Economia) e Braga Netto (Casa Civil), além do chefe da Secom (Secretaria de Comunicação), Fabio Wajngarten, e do deputado Fábio Faria (PSD-RN).
“PG, conta o que o ‘gravatinha’ te falou outro dia”, estimulou Bolsonaro, referindo-se ao seu ministro da Economia pelas iniciais. Guedes havia relatado a conversa apenas ao presidente, dizendo que tudo foi em tom ameno. Mas aí descreveu o diálogo para os presentes.
A opinião média à mesa foi a de que Doria está realmente em processo de forte atuação política em meio à atual crise provocada pela pandemia de coronavírus. Empresários e Bolsonaro acham que o governador de São Paulo pretendia desestabilizar o governo ao estimular a saída de Paulo Guedes.
O relacionamento entre Doria e Guedes é antigo. Os 2 quase foram sócios quando o hoje ministro da Economia era investidor na empresa HSM, uma plataforma de educação corporativa, e o tucano ainda estava no comando do Lide, a empresa de eventos e relacionamentos mais conhecida do país. A sociedade não prosperou.
Em 2018, Doria e Guedes se reaproximaram. Isso ocorreu num evento de campanha em que o então candidato ao governo de São Paulo foi ao Rio de Janeiro na expectativa de receber apoio explícito de Bolsonaro. Não foi possível. Quem disse na ocasião que apoiava o tucano foi o economista Paulo Guedes, que fazia parte do staff de campanha bolsonarista.
Na primeira metade do governo Bolsonaro, em 2019, Guedes atuou sempre para tentar aproximar o presidente e o governador. A partir de 1 determinado momento, percebeu que os 2 estavam irreconciliáveis e resolveu desistir.
Mais recentemente, Doria fez elogios públicos a 2 ministros que considerava “republicanos” na administração Bolsonaro: Henrique Mandetta (Saúde) e Sergio Moro (Justiça). Os 2 já saíram da Esplanada. Guedes acusou o golpe, pois entendeu que Doria o fustigou ao não o incluir no grupo dos republicanos.
A conversa do último fim de semana foi inciativa de Doria. O Poder360 ouviu todo esse relato de pessoas que participaram do almoço de 4ª feira. Procurado, Paulo Guedes preferiu não falar. João Doria disse: “Foi uma conversa pessoal. Não pública”. Não quis comentar o conteúdo do diálogo.
Fernando Rodrigues, Poder360

Midiático, João Doria fracassa na luta contra o coronavírus em SP

Os questionamentos do presidente da República, Jair Bolsonaro, sobre as medidas adotadas por alguns governadores como o midiático João Dória (SP) decorrem, além da batalha política, dos maus resultados obtidos no enfrentamento à Covid-19. Dória, que optou pelas medidas mais restritivas, inclusive ameaça de prisão a quem saísse de casa, não impediu o estado de se tornar o epicentro da epidemia no Brasil e atingir uma taxa de mortalidade de 8,3%, bem acima da média nacional. 
A taxa de mortalidade média no Brasil, segundo o Ministério da Saúde, é de sete em cada 100 infectados. Em SP, essa taxa é 20,3% maior.
O governador afirma que o estado é o mais preparado, mas com 21,7% da população do Brasil, SP tem 33,6% dos casos e 40,2% das mortes.
Dória reserva parte das coletivas para criticar Bolsonaro e mostra que a preocupação de emplacar na imprensa parece maior que a com o vírus.
Cláudio Humberto, Diário do Poder.

Principal oposição a Bolsonaro está no STF e não no Congresso. Pudera! Foram 'plantados' no Supremo elementos a soldo de Sarney, Collor, FHC, Lula, Dilma e Temer. Tutti buona gente...

Jair Bolsonaro coleciona uma sequência de derrotas sem precedentes no Supremo Tribunal Federal (STF), em relação aos antecessores. Ministros mal disfarçam a antipatia pelo presidente e acabam usados por partidos de oposição como instrumento para impor derrotas, anulando decretos, medidas provisórias, nomeações, projetos, campanhas etc. Julgando contra o governo, ministros como o decano Celso de Mello, Alexandre de Moraes e Luís Barroso têm lembrado a Bolsonaro que a vitória nas urnas não garante o livre exercício das suas competências constitucionais. 
Apesar da origem tucana, Moraes não fica no muro: são cinco decisões contra o governo em 35 dias. Incluindo a “desnomeação” na PF.
O STF barrou ato que devolvia a Funai ao Ministério da Agricultura. E por unanimidade impediu que Bolsonaro definisse políticas de isolamento.
O STF impôs derrota a Bolsonaro e anulou MP que extinguia indecoroso DPVAT, além de impedir a extinção das sinecuras de conselhos federais.
Por unanimidade, o STF barrou mudar a lei de Acesso à Informação para aliviar a punição a quem não respondesse
Cláudio Humberto, Diário do Poder.