sábado, 1 de fevereiro de 2020

Lacombe entra na discussão, silencia a classe artística e desmoraliza argumentos da esquerda (vídeo)

O jornalista Luiz Ernesto Lacombe, depois que foi de ‘mala e cuia’ para a Band, revelou-se um exímio e sensato comentarista politico e dos fatos que envolvem o cotidiano de uma sociedade.
Suas colocações são sempre precisas e elogiáveis.
Assim, Lacombe também se manifestou no caso recente envolvendo o Governo Bolsonaro e a ida da fantástica Regina Duarte para a Secretaria da Cultura.
A nomeação da atriz despertou uma insana fúria de artistas ligados ao PT e devotos da Lei Roaunet.
Artistas verdadeiramente decadentes e que se tornaram dependentes de verbas oficiais para alavancar projetos medíocres.
Nesse quesito, aliás, destaca-se o ator José de Abreu, uma figura indecente, inescrupulosa e absolutamente desrespeitosa com aqueles que ousam pensar diferente do que o que ele prega, notadamente por interesses próprios, sem nenhuma preocupação com a sociedade e sem qualquer nexo.
Lacombe foi cirúrgico.
Veja o vídeo:
Jornal da Cidade

Ex-assessor de imprensa de Onyx indicou esposa para cargo de R$ 26 mil

Gustavo Chaves Lopes, exonerado na última quinta-feira durante a limpa feita na Casa Civil, indicou a esposa Daniela Hoffmann Lobato Chaves Lopes para a Ouvidoria da Anvisa, diz o site Metrópoles.

O salário bruto para o cargo chega a R$ 26.972,15.

Daniela é servidora de carreira da Anvisa desde 2005.

“Mas a ascensão à Ouvidoria, após estar lotada no apoio da secretaria executiva da diretoria colegiada da agência, sem cargo ou gratificação, ocorreu pouco tempo depois que o marido teve o nome publicado no Diário Oficial da União (DOU) como assessor especial da Casa Civil, na Portaria Nº 1.353, de 1º de março de 2019, assinada por Onyx.”

Com O Antagonista

“'Censores profissionais'" da arte brasileira, Caetano, Gil e Chico agora querem impor suas opiniões políticas", por Felipe Fiamenghi

Há décadas, a produção cultural brasileira é classificada por uma "elite intelectual", que rotula o que é bom e o que não é.
Isso não surgiu no governo PT. Remonta, ainda, ao período militar. Naquela época, os mesmos que hoje juram ter combatido uma "ditadura", já determinavam os rumos da arte tupiniquim.
São eles, apenas eles, que dizem o que é "Música Popular Brasileira". E só entra no time quem rezar o Evangelho da Dona Canô. Na mente "brilhante" dos doutos musicistas, popular é Caetano, Chico e Gil, com suas letras desconexas e ingressos vendidos a centenas de Reais. Se não tiver discurso engajado e pedantismo intelectual, não pode participar do grupinho.
Com o tempo, realmente validaram as suas definições e, então, excluíram muita gente boa do "showbiz". O Brasileiro passou a ter vergonha de ouvir aqueles que não eram "aprovados", já que isso tornou-se sinônimo de ignorância.
A música sertaneja, por exemplo, durante muitos anos foi segregada, apesar de o Brasil ser um país de raízes rurais. O poder da mídia é tão grande, que fez com que os "caipiras" se envergonhassem de suas próprias histórias.
Só passamos a aceitar o "sertanejo" quando esse virou "ostentação"; quando o homem do campo deu espaço para o "agroboy", o cavalo virou Camaro e a roça foi trocada pelo camarote.
O mesmo vale para Amado Batista, Reginaldo Rossi, Odair José. São bregas e ponto. Onde já se viu, música popular agradar o povo? Absurdo.
Pra ser popular tem que aprender japonês em braile, deixar verbos abertos para conjugar, ou dançar pra ficar odara.
Falar de amor, em linguagem comum, compreensível, não é arte. Nas orgias da "torre de marfim", ninguém tem dor de corno.
Assim, criamos a cultura da anti-cultura. A arte, afinal, passou a negar a identidade do povo que deveria identificar.
Se Frank Sinatra tivesse nascido em terras tupiniquins, com suas letras românticas e apaixonadas, sem nenhuma politização, seria um Chico qualquer. Um cantor de "brega".
Estes "censores profissionais" da arte brasileira, que nunca admitiram nenhuma obra que não fosse as deles, agora querem impor suas opiniões políticas da mesma forma.
Passaram tanto tempo ditando o que o brasileiro deveria ouvir que, também, acham-se no direito de dizer como o brasileiro deve pensar.
Se Zélia Duncan acha um absurdo a declaração da ministra Damares, de que uma menina de 12 anos não está pronta para o sexo; ou se Daniela Mercury acha que 1 milhão de Reais (de dinheiro público) é uma quantia irrisória, quem somos nós pra discordar?
Pelo que acreditam, são eles os "pensadores" destas Índias de Cabral. E lhes apraz essa ilusão à toa.
"A opinião de um artista sobre política não importa merda alguma." (SPACEY, Kevin)

Felipe Fiamenghi

O Brasil não é para amadores.

Jornal da Cidade

"A sucessão já começou", escreve Marcelo Tognozzi

Bolsonaro está fazendo uma reforma ministerial que começou na Casa Civil e irá atingir outros setores da Esplanada. O presidente deseja dar um freio de arrumação no seu governo no momento em que começa a temporada de entregas. Este primeiro ano foi gasto preparando o terreno, votando a reforma da Previdência e fazendo os ajustes necessários para entregar aquilo que as pessoas mais desejam: empregos. Pelo que dizem os economistas e seu índices, a geração de postos de trabalho tende a crescer cada vez mais.

Os ajustes no governo e as entregas preocupam um presidente em campanha pela reeleição. Uma campanha antecipada pelo próprio ritmo imposto por Bolsonaro com seu estilo de bater duro nos adversários e largar alguns corpos pelo caminho sem dó, piedade ou gratidão. Além dele, já estão na estrada o ministro Sergio Moro e Luciano Huck. Outros virão, especialmente da esquerda.
Em Davos, Luciano Huck foi chamado de o próximo presidente do Brasil, afagado por banqueiros e homens de negócios. Bateu duro no discurso nazista do ex-secretário de Cultura Roberto Alvim e semana passada ultrapassou Bolsonaro em relevância nas redes sociais. Huck tende a crescer, principalmente durante as eleições municipais deste ano apoiando candidatos. Homem do entretenimento, sabe perfeitamente o que fazer, como fazer, qual figurino. Tem carisma e é virgem de urna.
No mesmo rumo está o ministro Sergio Moro. Outro virgem de urna que tem aprendido rápido a fazer campanha e ocupar espaços. Seus embates com Bolsonaro renderam a ele mais relevância nas redes, seguidores e popularidade. Como dizia Leonel Brizola, é um político pão de ló: quanto mais apanha, mais cresce. Moro bateu de frente com o presidente da República, o presidente da Câmara Rodrigo Maia, a esquerda e boa parte do Parlamento. Apanhou um bocado, mas não parou de crescer.
Dos 3 postulantes em campanha aberta é aquele com discurso capaz de seduzir amplos setores do eleitorado, tanto de centro quanto de direita. Moro pode dizer –e o fará no momento certo– que condenou mais de 100 pessoas quando era juiz da Lava Jato. Entre elas, não havia nenhum pobre, nenhum negro e nenhum gay. Apenas homens brancos, ricos e poderosos. A maior parte deles confessou ter roubado dinheiro público que poderia ter sido usado para construir hospitais, escolas, investido em transporte público, melhorado a vida das pessoas. Este discurso do DNA anticorrupção só Sergio Moro pode fazer e todas as pesquisas com circulação reservada indicam sua ampla aderência na classe média e por parte do eleitorado conservador das regiões metropolitanas que começa a dar sinais de desilusão com o Bolsonaro.
Estes sinais surgem quando a economia começa a ficar cada vez mais descolada da política. Paulo Guedes, ao contrário dos seus antecessores, incluindo o competente Henrique Meirelles, anda pelas próprias pernas. Ou seja: manda. Está cada vez mais confortável, especialmente depois de ajudar a tocaiar e estrangular Onyx Lorenzoni, o único ministro que não tinha medo de enfrentá-lo, limpando o caminho para impor seu ritmo e ocupar toda a pista.
Se conseguir fazer o Brasil crescer, como tudo indica, Guedes pode não dividir com Bolsonaro todos louros, sobretudo se ficar clara para o respeitável público a percepção de que ele não é um subordinado do presidente, mas um parceiro de poder. Ainda é cedo para saber até onde o sucesso de Paulo Guedes se transformará em alavanca de ambição política. Isso só o tempo dirá, mas não é impossível nem improvável que ele esteja fora do jogo da sucessão em 2022.
A campanha prematura leva os atores políticos mais astutos e experientes esperarem a hora certa para entrar em cena. Este ano teremos eleições municipais. No ano que vem mudará o comando da Câmara e do Senado. Até a eleição presidencial será uma guerra disputada palmo a palmo. Por isso, é sempre bom lembrar do general Sun Tzu (Arte da Guerra), ensinando que o objetivo final num conflito é sempre a vitória, porém é muito importante “manter intacto o maior número possível de bens sociais e materiais e não destruir todas as pessoas e coisas que estejam no caminho”. É o que Sun chama de princípio da conservação geral; vencer sem o desgaste da luta corpo a corpo. Numa campanha isso significa somar e vencer fazendo política antes, durante e depois. E principalmente errando pouco.
Poder360

Micro e pequenas empresas dominaram criação de empregos em 2019

Os pequenos negócios dominaram a criação de empregos em 2019. As micro e pequenas empresas abriram 731 mil vagas formais enquanto as médias e grandes foram na contramão: fecharam 88.000 postos com carteira assinada.

Considerando os dados de 2007 a 2019, os pequenos negócios criaram 12,4 milhões de vagas. Enquanto isso, médias e grandes empresas perderam 1,5 milhão. Os dados são do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) e foram compilados pelo Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas).
A criação de vagas formais em micro e pequenas empresas no ano passado representou o melhor saldo em 5 anos. O resultado foi 22% superior ao de 2018, quando o setor criou 599 mil empregos com carteira assinada.

EMPREGOS EM 2019

Já considerando o saldo geral, o Brasil criou 644.079 empregos formais em 2019, segundo o Ministério da Economia. O número representou o melhor resultado em 6 anos. Os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) foram divulgados em 24 de janeiro.
Em 2013, o saldo de postos de trabalho com carteira assinada foi de 1,12 milhão.



Rafael Barbosa, Porder360

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