domingo, 1 de setembro de 2019

Bolsonaro terá que fazer nova cirurgia por causa de hérnia surgida após facada por um integrante da organização criminosa do Lula

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) terá que fazer uma nova cirurgia em consequência da facada que sofreu durante a campanha eleitoral, em setembro do ano passado. A necessidade da intervenção foi confirmada em avaliação médica neste domingo (1°).
Ele terá que retirar uma hérnia surgida no abdômen em função das três operações anteriores a que foi submetido, algo que já era previsto pelos médicos que o atenderam.
A operação foi marcada para o próximo domingo (8). Bolsonaro indicou em uma rede social que deve ficar cerca de dez dias afastado do Planalto para passar pelo procedimento e se recuperar. ​
O médico Antonio Luiz Macedo, membro da equipe que tratou o presidente no hospital Albert Einstein após o atentado, fez a avaliação no paciente no aeroporto de Congonhas, logo após Bolsonaro desembarcar na capital paulista, por volta das 8h.
Em nota, a Presidência da República disse que o presidente "será submetido a cirurgia de correção de hérnia incisional, que surgiu em decorrência das intervenções cirúrgicas previamente realizadas".
Neste domingo, Macedo afirmou à Folha que já era considerado o risco de Bolsonaro ter hérnia na região atingida pela facada e depois submetida a três cirurgias.
​"Foi hérnia incisional, nas três laparotomias que ele fez anteriormente", explicou o médico, citando o termo técnico usado para se referir às incisões (cortes) feitas na barriga do presidente.
 
Bolsonaro aparece ao centro, de terno, com as mãos cruzadas em frente ao corpo. É abraçado pelos médicos. O doutor Echenique sorri
O presidente Jair Bolsonaro (centro) ao lado dos médicos Antonio Luiz Macedo (esq.) e Leandro Santini Echenique (dir.) - Twitter
O problema é considerado normal em um quadro clínico como o dele, que passou por um trauma de grande dimensão e sucessivas operações na área.
O surgimento de hérnias era esperado porque a parede abdominal do presidente ficou fragilizada após tantos cortes e procedimentos cirúrgicos.
Como o tecido fica menos resistente, pode acontecer que parte de algum órgão abdominal rompa a parede muscular, criando um volume sob a pele. A operação de hérnia é considerada de médio porte, sem grandes riscos.
Em postagem nas redes sociais, Bolsonaro escreveu: "Pelo que tudo indica curtirei uns 10 dias de férias com eles brevemente". Ele publicou uma foto ao lado de Macedo e do médico Leandro Santini Echenique, que também fez a avaliação. 
"Muito merecido, tanto é que ficarei deitado o tempo todo. kkkkkk", respondeu o presidente a uma seguidora que disse ser um descanso merecido. O vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), que acompanhou o pai nas internações anteriores, afirmou: "Estarei junto sempre".
Macedo e Echenique integraram a equipe responsável por cuidar de Bolsonaro no Einstein, para onde ele foi transferido após receber o atendimento emergencial na Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora (MG).
Em julho, após mais de 40 anos trabalhando no Einstein, Macedo migrou para a Rede D’Or São Luiz. A nova operação no presidente será feita no Hospital Vila Nova Star, na Vila Nova Conceição (zona sul), que faz parte da rede.
A cirurgia mais recente de Bolsonaro ocorreu no Einstein, em janeiro, para reconstruir o trânsito intestinal, afetado pelo trauma, e retirar do abdômen a bolsa de colostomia (recipiente externo para armazenar fezes).
Os médicos consideraram bem-sucedida a recuperação, apesar de complicações que surgiram ao longo do processo, mas foram rapidamente contornadas.
"A condição física ajudou muito, porque ele foi atleta e possui uma musculatura forte. Isso tudo ele usou agora, no trauma", disse Macedo, relembrando o passado de militar do presidente.
Como mostrou a Folha, o ataque que o então candidato sofreu em Juiz de Fora completa um ano no dia 6 de setembro e virou trunfo político para o presidente. Ele busca manter o assunto em evidência, mencionando, sempre que pode, o crime perpetrado por um "representante da esquerda".
Adélio Bispo de Oliveira, o autor, que está preso na penitenciária federal de Campo Grande (MS), foi filiado ao PSOL entre 2007 e 2014. Declarado inimputável, por sofrer de problemas mentais, ele foi absolvido pela Justiça em junho.
O presidente viajou à capital paulista neste domingo para participar de culto celebrado pelo bispo Edir Macedo, no Templo de Salomão, no Brás (região central).
O líder da Igreja Universal do Reino de Deus, que também é dono da TV Record, apoiou a campanha de Bolsonaro em 2018 e mantém boas relações com o governo.
Segundo a agenda oficial de Bolsonaro, o presidente passa o dia em São Paulo e retorna a Brasília às 18h45. Não foram informados compromissos dele na capital paulista no período da tarde.

Joelmir Tavares, Folha de São Paulo

O que a "PTlândia" mais temia aconteceu! É por isso que as "tramoias" da esquerda não funcionam mais

Facção do STF, puxadinho do covil do Lula, puniu Moro sem ler autos

Brasil tem queda de 22% no número de mortes violentas no 1º semestre, revela Monitor da Violência

Houve 21.289 assassinatos nos primeiros

seis meses deste ano. No mesmo período

de 2018, foram 27.371. Nordeste é a região

com a maior diminuição. Índice nacional 

de homicídios acompanha as mortes

violentas mês a mês. Tendência

de queda ocorre desde 2018






Aproveitando espaço aberto pelo descrédito da Globo, que passou a atacar a Lava Jato e fazer apologia à corrupção, Record vai lançar 4 telejornais e terá 14h de jornalismo diário

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Guilherme Fiuza e a mão grande do STF na sua…

Usando seu principal instrumento jurídico - a mão grande - o Supremo Tribunal Federal (SegundaTurma) decidiu invalidar a sentença de Sergio Moro que condenou o ex-presidente da Petrobras Aldemir Bendine por corrupção passiva no petrolão. Não há surpresa alguma nessa decisão bizarra. Em se tratando do STF, bizarrice é coerência.

Os supremos companheiros embarcaram docemente na malandragem proposta pela defesa do condenado. Sabe quando dizem que um time joga por música? Pois é. As togas ungidas pela quadrilha jogam por música com os sócios da quadrilha. Normal.

Vale assinalar que esse time também faz mágica. Ou seja: às vezes o companheiro nem fez o lançamento, mas a bola aparece, do nada, na cara do gol. Foi o que aconteceu na última tentativa do STF de soltar Lula na mão grande: julgando um pedido de suspeição de Sergio Moro a partir de material roubado por hackers e não periciado (!), as togas superpoderosas ofereceram uma "liberdade provisória" a Lula que nem estava no pedido da defesa - até pelo  fato de que o providencial recurso teria de ser inventado na hora. Contando ninguém acredita.

Naquela ocasião, o salto ornamental sobre a lei foi proposto pelos zeladores da lei porque não ia dar tempo de julgar o habeas corpus de Lula na sessão em curso - e eles tinham pressa.

Mas nem sempre eles têm pressa. Na famosa sessão anterior à prisão de Lula - na qual cabia ao STF confirmar a lenda de que o chefe jamais seria preso - aconteceu exatamente o contrário. A sessão que julgava o habeas corpus preventivo para Lula foi suspensa porque Marco Aurélio avisou que ia viajar e já tinha feito o check in. Aproveitamos para exigir que esse evento épico seja incluído nos livros de História do Brasil.

A coreografia do check in era a senha para a Corte amiga ganhar tempo e ver se dava para dizer ao país, na cara dura, que ela tinha mudado de ideia e a prisão após condenação em segunda instância não era mais possível. Aí o Brasil tomou as ruas e "informou" aos supremos companheiros que não, não seria possível passar a mão na... retaguarda do povo com aquele escárnio.

Quem estava no comando da nave espacial togada naquele momento era Carmen Lúcia, a mesma que agora deu o voto "surpreendente" na SegundaTurma para aliviar Bendine. A quem Carminha surpreende?

Carminha surpreende só a quem quer. Foi ela também que escalou Facchin no grito para decidir sobre a famigerada delação de Joesley Batista - Facchin cuja sabatina no Senado para a vaga no Supremo contou com o valoroso apoio de lobistas da JBS. A delação arranjada, fajuta e criminosa foi homologada em tempo recorde - permitindo a conspiração mais sórdida da história recente, que só não se consumou num golpe pelas trapalhadas do próprio Joesley, que confessou tudo sem querer e foi preso.

Carminha agora vota a favor da tese criativa de que a defesa de Bendine tinha que ter lido as alegações finais dos delatores do processo - réus como Bendine - antes da sentença. Cada um com seu privilégio - e esse aí deve ser exclusividade de quem participou do maior assalto da República.

O STF, que é uma vergonha, vai decidir no plenário sobre essa manobra vergonhosa. E está fazendo questão de convidar o Brasil a mostrar de novo nas ruas que não, usar toga não dá direito a passar a mão na... retaguarda do povo, nem na da lei.


Gazeta do Povo

Apesar de resistência, acordo para corte no Sistema S deve ter êxito

É baixa a chance de fracassar o acordo anunciado na sexta (30) pelo governo para reduzir a contribuição aos caixas do sistema S, segundo um dos protagonistas do acerto pelo governo. Embora ainda falte aprovação pelos conselhos das entidades, a expectativa é de êxito porque seus representantes só teriam iniciado as tratativas após confirmar que haveria maioria.
Entre as federações e confederações, houve resistência. Mas acabaram convergindo porque lideranças importantes concluíram que seria melhor chegar a um acordo do que ficar em atrito com o governo, de acordo com a avaliação de quem participou das negociações.
Em discurso na Firjan em dezembro do ano passado, Paulo Guedes, ainda antes de assumir seu posto no ministério da Economia, defendeu os cortes com a famosa frase de que seria preciso “meter a faca” no sistema S.
Ainda nesta sexta, Paulo Skaf, presidente da Fiesp e do Sesi-SP, foi recebido por Paulo Guedes. Minutos antes de entrar na reunião, ao ser questionado sobre qual assunto trataria, ele ironizou. Disse que, com o ministro da Economia, só poderia falar sobre economia.


Joana Cunha, Folha de São Paulo