segunda-feira, 1 de julho de 2019

Repórteres da Folha, porta-voz do covil do Lula, fazem as vezes de “peritos criminais”



Três repórteres da Folha de S.Paulo se juntaram a dois repórteres do site Intercept e assumiram a condição de peritos criminais.
Nessa condição, esse quinteto insano e irresponsável cravou uma assertiva sobre o material criminoso que vem sendo disseminado pelo gangster travestido de jornalista Glenn Greenwald.

Segundo eles “Ao examinar o material, a reportagem da Folha não detectou nenhum indício de que ele possa ter sido adulterado”.
O histórico demonstra que o único expertise que a Folha tem demonstrado notório conhecimento é o Fake News.
Logo, essa conclusão da reportagem da Folha é imprestável e absolutamente sem credibilidade.

Lívia Martins

Articulista e repórter
livia@jornaldacidadeonline.com.br

Jornal da Cidade

General Heleno responde a insultos do ex-jornalista Élio Gaspari, da Folha, porta-voz do covil do Lula


No recente episódio em que um militar foi preso na Espanha com 39 quilos de cocaína ao descer de um avião da FAB que viajava como apoio para a viagem do presidente Jair Bolsonaro ao Japão, o General Augusto Heleno foi criticado severamente pelo jornalista Élio Gaspari, da Folha de S.Paulo.
Na noite deste domingo (30), após o sucesso da estada do Presidente Jair Bolsonaro na reunião do G-20, o general deu a sua resposta para o Elio Gaspari e fez questão de ressaltar que o Brasil o recebeu de 'braços abertos'. O jornalista da Folha é italiano.
Veja abaixo:
“Sr Jornalista Elio Gaspari
V S não compreendeu o que eu disse sobre o lamentável fato ocorrido no avião da FAB.
Ninguém, medianamente inteligente, poderia crer que eu tenha me referido ao episódio como azar.
Lamentei apenas que isso tenha acontecido na mesma data de uma reunião internacional da importância do G-20.
A falta de sorte, me parece, recaiu sobre comentários infelizes, como o seu, que acabaram desmentidos pelo brilhante desempenho do Presidente Bolsonaro no evento.
Espero que nas próximas ocasiões o senhor deixe de lado opiniões com esse viés ideológico e torça para que o Pais que o acolheu de braços abertos dê certo.
Da mesma forma, espero que o senhor siga a honestidade intelectual que tanto recomenda e que, sabemos, é moeda de troca da imprensa livre e democrática.”

Jornal da Cidade

Ex-Jornalista da Veja revela atitude da revista quando recebeu valise “roubada” de José Dirceu


No auge do escândalo do Mensalão uma leitora entregou na sede do então edifício da Editora Abril uma valise pertencente a José Dirceu.
O conteúdo, certamente era bombástico.
A valise havia sido ‘roubada’ de seu proprietário.
O jornalista Leonardo Coutinho, nas redes sociais, relatou o episódio e descreveu qual a atitude da Revista, na época.
Veja abaixo:
“No auge do escândalo do Mensalão, uma leitora apareceu na recepção do então edifício da Abril com uma “bomba”. Ela havia recolhido perdida (se não me engano em um restaurante), a valise do líder da quadrilha José Dirceu. Eufórica, a mulher disse: "quero ver na próxima capa”.
Meu chefe e colegas (nomes que prefiro não citar) receberam o material na redação de Veja. Viram se tratar realmente da maleta do petista José Dirceu e tomaram uma decisão daquelas que me fazia orgulhoso de fazer parte daquela redação: ligar para o dono e devolver.
A base para “abrir mão do furo” era muito simples. Os jornalistas entendiam que estavam diante de um produto de roubo. A leitora que me perdoe, mas ao preferir entregar a valise para Veja, sabendo quem era o dono, ela fez algo equivalente ao furto.
Veja era a publicação mais dura na cobertura das roubanças do PT, mas nem por isso aqueles jornalistas (hoje todos fora da revista) caíram na tentação usar informações furtadas. Não éramos imunes às falhas. Quero dizer que o melhor jornalismo é o que mais derruba que publica.
Estou revolvendo esta história do passado para, quem sabe, ajudar quem está chegando na profissão. Percebo que há muita euforia. Entendo que a sede pelo furo cega e pode resultar numa furada. Perdoem-me a falta de criatividade.”
JR Guzzo, complementou com uma informação o relato de Leonardo Coutinho:
“Beleza, Leonardo, muito obrigado a você ! Achei a sua mensagem perfeita, na hora perfeita. Uma vez, na VEJA, recebi pelo correio fotos constrangedoras para um senador de esquerda. Coloquei tudo num outro envelope e mandei para ele 15 minutos depois. Informação, só se obtida legalmente.”
Presentemente, a mesma Veja, utiliza material criminoso, mentiroso e roubado para fazer politicagem.
É lamentável.

Jornal da Cidade

Jornalista do The Intercept é gravado assumindo a adulteração, diz site (Vídeo). Quem com ferro...


O site “Agora Paraná” afirma ter gravado jornalistas do The Intercept assumindo que, pelo menos, uma das reportagens do pseudo jornalista americano Glenn Greenwald, foi adulterada.
A matéria realizada pelo jornalista Oswaldo Eustáquio afirma que o editor do The Intercept, Leandro Demori, não sabia que estava sendo gravado. Noutras palavras, experimentou uma pequena dose de seu próprio veneno.
Na gravação realizada em São Paulo, Leandro diz o seguinte:
“Tava tudo errado. O que por exemplo estava errado? Tudo tava errado. Nomes, data, blocos, citação. Tudo errado.”
O autor da reportagem explica o contexto em que a frase foi proferida:
“Embora Demori não soubesse que estava sendo gravado, o diálogo foi obtido de maneira lícita, pois o jornalista do site The Intercept falou isso em voz alta, visivelmente nervoso por causa daquilo que horas depois veio a tona: O site Intercept foi questionado por seus próprios leitores por erros graves em nomes, diálogos, datas e teve que se retratar por meio das redes sociais e de seu próprio site, informando erro de edição.”
E complementa:
“O que não viria a tona, e nesta reportagem mostramos com detalhes é que estava tudo errado, segundo o próprio editor-chefe do site, o que coloca em xeque o material divulgado pelo Intercept, que além de adulterado, é fruto de um crime e viola de forma direta o artigo 154 do Código penal brasileiro.”
A reportagem completa pode ser visualizada neste link: AGORA PARANÁ
Abaixo, o vídeo com o áudio capturado pelo jornalista Oswaldo Eustáquio.
Fonte: Agora Paraná


Jornal da Cidade

A apoteótica homenagem do povo brasileiro ao ministro Sérgio Moro (Vídeo)


Em plena avenida Paulista, sob o comando do maestro Eduardo Lages, a imensidão de brasileiros que lutam contra a corrupção, homenageou o ministro Sérgio Moro.
A cena é emocionante, jamais vista em toda a história de nosso país.
Todos juntos entoando a canção imortalizada na voz do rei Roberto Carlos:
“Como é Grande o Meu Amor por Você”.
Vale a pena ver o vídeo:
Aliás, não é sem razão que a música escolhida foi essa, "Como é Grande o Meu Amor por Você". Roberto Carlos já havia manifestado o seu apoio a Sérgio Moro e o maestro que conduziu a homenagem é conhecido por sua antiga parceria com o rei.
Veja o vídeo:


Jornal da Cidade

General assume “missão do ano” do governo Bolsonaro

De todas as mudanças promovidas pelo presidente Jair Bolsonaro no primeiro escalão, a mais significativa delas aconteceu nos últimos dias: a nomeação de um novo ministro para a Secretaria de Governo, o general Luiz Eduardo Ramos. Logo de início, General Ramos e Bolsonaro terão um teste de fogo. Ele assumiu a articulação política na missão mais importante dos primeiros meses do governo: aprovar a reforma da Previdência.

"Deus me conceda muita sabedoria, perseverança e discernimento para poder cumprir essa complexa tarefa", limitou-se a dizer o militar no Twitter, ao postar uma foto ao lado de Bolsonaro.

As habilidades do general Ramos e Bolsonaro serão testadas em uma hora crucial dos primeiros seis meses desta gestão. Ele entrará na batalha bem no momento que a Câmara dos Deputados se prepara para votar a emenda da reforma da Previdência. Se o calendário for seguido como previsto pelo presidente da Casa, Rodrigo Maia, a Comissão Especial vota o relatório nesta semana e, na próxima, o texto estará pronto para chegar ao plenário.

Ramos mal terá tempo de sentar na cadeira.  Uma das regras para aprovar uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) é convencer dois terços do Congresso a votar a favor, em dois turnos na Câmara e outros dois no Senado. No caso da reforma da Previdência, Ramos precisará dedicar toda a sua energia às espinhosas negociações políticas para conseguir os votos de 308 deputados nas duas votações necessárias.

Segundo auxiliares do presidente, credenciais para a tarefa não lhe faltam. “Ele é muito habilidoso e tem experiência nessa conversa com os parlamentares”, diz um desses auxiliares.

Embora tenha muitas qualificações, foi a experiência na assessoria parlamentar do Exército – na época em que a área foi chefiada pelo atual ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva – que levou o presidente e seus auxiliares mais próximos a considerarem que Ramos tinha o perfil ideal para corrigir a problemática, relação com o Congresso.

O general também manterá o poder de analisar e vetar todas as nomeações no segundo e terceiro escalões do governo, conforme está previsto em decreto assinado em maio por Bolsonaro, e o comando do setor de comunicação social e da publicidade oficial.

General Ramos e Bolsonaro: amigos de longa data
Outro ponto importante é que, com a chegada de Ramos ao Planalto, o presidente Bolsonaro passa a ter ao seu lado mais um auxiliar – além do chefe do Gabinete de Segurança Institucional, o ministro Augusto Heleno Pereira - com quem tem amizade e intimidade. General Ramos Bolsonaro se conhecem há mais de 40 anos, desde que ambos cursaram a Escola Preparatória de Cadetes do Exército, em Campinas (SP), em 1973.

Foram contemporâneos na Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), em Resende (RJ), embora Ramos tenha se formado aspirante a oficial em 1979, dois anos após Bolsonaro ter concluído a escola. Ele é próximo da família do presidente. Conheceu ainda pequenos os três filhos do presidente que atuam na política, com quem também mantém boa relação até hoje.

General de quatro estrelas (posto mais alto na hierarquia do Exército), Ramos comandou a Minustah (sigla em português para a Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti) entre 2011 e 2012 e, atualmente, era o comandante militar do Sudeste. Desde que Bolsonaro foi eleito, segundo auxiliares do presidente, não foram poucas as situações em que Ramos foi ouvido. Ele compartilha com o presidente opiniões como a necessidade de estimular a prática da nova política e acredita que em sua nova missão o mais importante será conseguir manter o diálogo com o Congresso.

Poucos dias após ser indicado, em vídeo divulgado pelo Palácio do Planalto, Ramos mostrou que vai trabalhar buscando a conciliação de interesses com os parlamentares. “O que eu aprendi trabalhando três anos e meio como assessor parlamentar é que é mais fácil ser um construtor de pontes do que uma pessoa que evita o relacionamento. As ideias são diferentes, mas nós temos que ter a capacidade de, por meio do diálogo, da conversa, buscar soluções conjuntas para os problemas do Brasil”.

Novas atribuições
A expectativa agora é que a mudança de estilo, ponha fim às crises na estrutura montada ainda no início do Governo para a chamada “cozinha do Planalto” e criticada por parlamentares de todos os partidos – inclusive do PSL, a legenda de Bolsonaro.

As reclamações recaem principalmente sob o ministro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Bolsonaro costuma dizer que tem muita gratidão por Lorenzoni, um dos primeiros a apostar em sua candidatura. Mas não poupou o assessor. Descontente com o desempenho do ministro, o presidente desidratou suas funções após a mudança na Secretaria de Governo e na Secretaria Geral e, nos últimos dias, cresceram boatos de que ele pode estar demissionário.


A Casa Civil ficou com um organograma reduzido e com o Programa de Parcerias e Investimentos (PPI) que estava na Secretaria de Governo. O PPI O Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) foi criado pelo Governo Federal para reforçar a coordenação das políticas de investimentos em infraestrutura por meio de parcerias com o setor privado.

Mas o PPI, embora seja um importante programa de Governo, não deverá compensar as perdas impostas à Casa Civil. Além da articulação política, Lorenzoni ficou sem a subchefia da Secretaria de Assuntos Jurídicos (SAJ) da Presidência da República, que passou para a Secretaria Geral com o novo ministro Jorge Antonio de Oliveira.  Advogado e major da Polícia Militar do Distrito Federal, Oliveira já estava na Casa Civil e levou com ele ainda a Imprensa Nacional, responsável pela divulgação dos atos públicos do governo pelo Diário Oficial da União."


Monica Gugliano, Gazeta do Povo

PF prende procurador do Rio por propina em obra do Metrô

Trem da linha 4 do metro do Rio. Foto: Divulgação / Governo do Rio de Janeiro / Agência Brasil
A força tarefa da Lava Jato prendeu na manhã desta segunda, 1, o procurador estadual Renan Saad, suspeito de receber propinas da empreiteira Odebrecht relacionadas a obras do metrô no Rio de Janeiro. A informação foi divulgada pela Globo News e confirmada pela reportagem do Estadão.
Renan Saad teria recebido os pagamentos da empreiteira em troca de parecer para mudar traçado da Linha 4 do metrô do Rio, que liga a zona sul à região da Barra da Tijuca.
Agentes deixaram a Polícia Federal por volta das 5h30 e cumpriram a ordem de prisão contra Saad na casa do procurador, na Zona Sul do Rio. A Polícia Federal cumpre ainda mandados de busca e apreensão.
COM A PALAVRA, RENAN SAAD
A reportagem tenta contato com o procurador. O espaço está aberto para manifestações.

O Estado de São Paulo