quinta-feira, 8 de março de 2018

Se o Supremo desmanchar as decisões do STJ e do TRF-4 estará dada a senha para a bandidagem de que o crime compensa

Atualizado às 20h05


Desde o Mensalão, o primeiro dos grandes escândalos promovidos pela organização criminosa luloptista, exacerbou-se a discussão sobre a impunidade reinante no país.

O protagonista central da impunidade é Luiz Inácio Lula da Silva.

Um escândalo tão grande quanto o assalto aos cofres da Petrobras, do Banco do Brasil, da Eletrobrás, dos Correios, do BNDES, dos fundos de pesão de estatais... foi o fato de, sem exceção, os principais prepostos de Lula terem sido processados e presos, enquanto o chefe da quadrilha sequer foi processado.

O debate sobre a impunidade só pode ser inserido numa republiqueta de banana.

Ora, todo criminosa precisa ser punido. Faz sentido que o mais notório dos bandidos da Lava Jato seja protegido pelo Supremo Tribunal Federal?

Claro, não são todos os ministros do STF que querem a impunidade de Lula, mas Gilmar Mendes, Lewandowski, Toffoli... pretendem prostituir definitivamente o Judiciário.

A 'presença de Lula fora do xilindró' não é apenas um acinte e uma cusparada na face dos brasileiros sérios, mas um estímulo à corrupção e à violência que assolam o Brasil.

Se o Supremo desmanchar as decisões do juiz Sergio Moro, do Tribunal Regional Federal da 4a. Região e do Superior Tribunal de Justiça estará dada a senha para a bandidagem de que o crime compensa.