Atualizado às 20h05
Desde o Mensalão, o primeiro dos grandes escândalos promovidos pela organização criminosa luloptista, exacerbou-se a discussão sobre a impunidade reinante no país.
O protagonista central da impunidade é Luiz Inácio Lula da Silva.
Um escândalo tão grande quanto o assalto aos cofres da Petrobras, do Banco do Brasil, da Eletrobrás, dos Correios, do BNDES, dos fundos de pesão de estatais... foi o fato de, sem exceção, os principais prepostos de Lula terem sido processados e presos, enquanto o chefe da quadrilha sequer foi processado.
O debate sobre a impunidade só pode ser inserido numa republiqueta de banana.
Ora, todo criminosa precisa ser punido. Faz sentido que o mais notório dos bandidos da Lava Jato seja protegido pelo Supremo Tribunal Federal?
Claro, não são todos os ministros do STF que querem a impunidade de Lula, mas Gilmar Mendes, Lewandowski, Toffoli... pretendem prostituir definitivamente o Judiciário.
A 'presença de Lula fora do xilindró' não é apenas um acinte e uma cusparada na face dos brasileiros sérios, mas um estímulo à corrupção e à violência que assolam o Brasil.
Se o Supremo desmanchar as decisões do juiz Sergio Moro, do Tribunal Regional Federal da 4a. Região e do Superior Tribunal de Justiça estará dada a senha para a bandidagem de que o crime compensa.