sábado, 31 de maio de 2014

Ferramenta para elogiar — ou criticar — jogadores da Copa no Twitter

Rafael Sbarai - Veja

Em parceria com microblog, site de VEJA antecipa pontapé inicial do Mundial e exibe recursos para acompanhar tudo em tempo real. Felipão e Neymar que se cuidem

Rafael Sbarai - Veja
Corneteiro Digital: acompanhe em tempo real o sentimento dos torcedores com a seleção brasileira
Um olho na TV e outro em VEJA.com: confira os jogadores mais elogiados — e também os mais criticados (Reprodução)


VEJA.com lança neste sábado o Corneteiro Digital, serviço que revela quais são os atletas da seleção brasileira mais criticados ou elogiados no Twitter antes, durante e depois dos jogos. Fred e Neymar que se cuidem!

Acesse o Corneteiro Digital

O Corneteiro Digital foi desenvolvido em parceria por VEJA.com, Twitter e a empresa argentina de mídia social Flowics. É um projeto baseado no conceito de "segunda tela", que permite aos usuários interagirem na internet ao mesmo tempo em que assistem a uma atração exibida na TV — no caso, os jogos do Mundial.

Esse já é um comportamento comum entre os brasileiros. No país, de acordo com estudo da IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), principal órgão de medições segmento digital brasileiro, sete em cada dez usuários de internet navegam por meio de tablets e smartphones enquanto assistem à televisão. “Ver um jogo de futebol e não comentá-lo com os amigos é como ir ao cinema e não comer pipoca”, afirma Leonardo Stamillo, diretor de jornalismo e política do Twitter.

Corneteiro Digital: avaliação do torcedor

A ferramenta Corneteiro Digital exibe — em tempo real — estatísticas (os jogadores mais citados, por exemplo) e a avaliação — positiva ou negativa — dos atletas e do treinador a partir de todos os tuítes públicos de usuários do microblog em língua portuguesa. Para chegar ao resultado, o texto das mensagens é analisado por um programa “treinado” por jornalistas. “Com o Corneteiro Digital, VEJA vai traduzir a emoção humana em números", diz Stamillo.

Para manter um contato ainda mais próximo com seus leitores, VEJA.com vai exibir na mesma página enquetes atualizadas diariamente sobre sobre os jogos da seleção. Nossa primeira pergunta já está no ar: Neymar ou Messi, qual será o craque da Copa? Para votar, acesse o serviço e clique no botão “vote em #...” exibido abaixo da foto dos jogadores: em seguida, tuíte a mensagem contida na janela que será exibida. Assim, você mostrará a seus amigos da rede social quem deve ser eleito o melhor jogador do mundial.

VEJA.com também apresentará todos os dias os seguidores que mais usaram a ferramenta. Quer comentar, criticar ou elogiar atletas e a competição? Participe por meio do Twitter com a hashtag #boladaveja: os cinco usuários que mais interagirem com a ferramenta digital serão eleitos os artilheiros da rodada e vão receber uma medalha virtual. Aproveite também para conferir reportagens exclusivas, opinião e fotos dos profissionais de VEJA registradas por meio do Instagram. #Vaitercopa! E você acompanha tudo em VEJA.com.

Corneteiro Digital: enquete e artilheiros


Aécio retoma diálogo para ter Henrique Meirelles como vice

Lauro Jardim - Radar - Veja

aécio e kassab
Canal reaberto


Voltou a abrir uma janela de negociação entre Aécio Neves e Gilberto Kassab para que Henrique Meirelles seja o candidato a vice na chapa tucana. A chance é pequena, mas as conversas foram retomadas.

Hoje é o seu último dia de trabalho para o governo. Muita grana nas mãos limpas de Lula, Dilma, Dirceu...

Naiara Infante Bertão - Veja

 

Neste 31 de maio completam-se cinco meses que o brasileiro trabalhou para pagar impostos. Pelo ritmo atual de arrecadação, em menos de 30 anos o país baterá os seis meses

 
 
 
Em um ano, o brasileiro trabalha 5 meses para pagar impostos
Em um ano, o brasileiro trabalha 5 meses para pagar impostos

O ano de 1994 marca o início do período de estabilidade da economia com a criação do Plano Real. Naquele ano, o brasileiro precisava trabalhar 3 meses e 14 dias para pagar todos os seus impostos. Vinte anos depois, o país bate um recorde (que não deve ser comemorado). Este 31 de maio encerra um ciclo de cinco meses trabalhados para o governo.


Contribuição
Hoje são 63 tipos de tributos federal, estaduais ou municipais que estão embutidos na renda, no patrimônio ou nos produtos e serviços - um desembolso diário e quase imperceptível. São muitos “is” para lembrar se o imposto é progressivo ou cumulativo. Há o Imposto de Renda, o Imposto Sobre Serviços, o Imposto Predial e Territorial Urbano, o Imposto sobre Produtos Industrializados e por aí vai. Segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), cerca de 70% da carga tributária incide sobre o consumo e o restante está dividido entre tributação sobre o rendimento, patrimônio e outras taxas para limpeza pública, coleta de lixo, emissão de documentos, iluminação pública etc.

Nos últimos seis anos, o governo não reduziu nem um dia na arrecadação tributária. Só somou. Se o ritmo continuar galopante, em menos de três décadas o brasileiro terá de entregar meio ano para os cofres públicos. "Com o ímpeto arrecadatório do governo, não levará 30 anos. Se o país precisar de um aumento muito grande na arrecadação, como pode acontecer em breve, essa data chegará bem antes", disse João Eloi Olenike presidente-executivo do IBPT.

A arrecadação federal somou 399,3 bilhões de reais - recorde para o período - nos quatro primeiros meses de 2014. A má notícia é que a necessidade de caixa para custear a máquina pública também está em alta. Em 2013, o aumento foi superior a 20%. “Para compensar uma menor economia para o pagamento dos juros da dívida, o governo escolhe o caminho mais fácil da elevação dos impostos”, diz Myrian Lund, economista da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Ela destaca que entre 2003 e 2010 houve um aumento de 10% na carga tributária total.

Os impostos têm um efeito tão perverso quanto a inflação. Eles diminuem o poder de consumo e de poupança das famílias. O aumento real de salário não compensa a elevação dos gastos e compromete o padrão de vida. "Os tributos estão dentro da lei, mas, somados, eles representam muito da renda”, diz Ricardo Becker, sócio da área tributária do Pinheiro Neto Advogados.

Mundo - O brasileiro trabalha mais do que argentinos, uruguaios, chilenos e mexicanos para pagar impostos. Mas fica atrás de dinamarqueses, franceses, suecos e italianos, que precisam entregar mais dias de trabalho para o poder público – a Dinamarca é o país mais próximo do seis meses de arrecadação.

No entanto, esses países têm uma vantagem sobre o Brasil: o dinheiro arrecadado pelo governo é investido no desenvolvimento econômico e social, com o aprimoramento de educação, saúde, transporte público e infraestrutura. Todos eles têm um Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) superior ao brasileiro. Esse indicador é usado para medir o progresso de um país em três dimensões básicas do desenvolvimento humano: renda, educação e saúde. O Brasil estava em 2012 na 85ª posição, com IDH de 0,730, contra 0,901 da Dinamarca (15º), 0,893 da França (20º), 0,916 da Suécia (8º) e 0,881 da Itália (25º), segundo dados da Organização das Nações Unidas.

A única chance de mudar a trajetória de alta dos impostos é realizar a reforma tributária, um tema que tem sido empurrado para escanteio na última década pelos poderes Executivo e Legislativo. Governo federal, estados e municípios sabem que planejar uma cobrança mais simples e justa vai exigir uma revisão dos gastos públicos. É um custo que deve ser pago. Se nada for feito, o bolso do brasileiro ficará cada vez mais minguado.

VEJA
Rendimentos
Rendimentos

"Joaquim Barbosa tem munição de sobra para ajudar a impedir que o Brasil se subordine de vez à confederação dos fora da lei"

Blog Augusto Nunes - Veja

Para azar da seita que venera corruptos, Joaquim Barbosa é um homem honesto, reiterou o título do post aqui publicado em 7 de julho de 2013. O texto tratou de mais uma sórdida ofensiva movida por blogueiros de aluguel, mobilizados por sacerdotes decaídos que o ministro do Supremo Tribunal Federal enfrentou com altivez e bravura. A infâmia da vez sibilava que não havia diferenças entre uma viagem do relator do mensalão, que nada teve de ilegal ou imoral, e a farra aérea protagonizada por gente como Lula, Rose Noronha, Sérgio Cabral, Garibaldi Alves, Renan Calheiros ou Henrique Alves.

Mais uma vez, o bando a serviço de celebrantes de missas negras foi desmoralizado pelos fatos ─ e obrigado a recuar para o pântano na selva da internet sem levar como troféu o escalpo do homem que conduziu exemplarmente o julgamento mais importante da história do STF. O episódio confirmou que, para desgraça do grande clube dos cafajestes (e para sorte do país que presta), a desonestidade nunca figurou entre os defeitos que inclui, por exemplo, o pavio curtíssimo e a baixa disposição para o convívio dos contrários.

Os bucaneiros lulopetistas souberam desde sempre que lidavam com um jurista honrado ─ e por isso mesmo o mantiveram permanentemente na alça de mira. Barbosa não foi transformado em alvo preferencial por reincidir em escorregões populistas ou surtos de intolerância, mas por ter provado que existem no Brasil juízes sem medo. Num Supremo ameaçado de virar sucursal do Executivo pela ampliação da bancada composta por ministros da defesa de culpados, Barbosa vai fazer muita falta. Aos 59 anos, contudo, ele só se aposentou do serviço público.

É improvável que pretenda aposentar-se da vida pública. Se quiser, dificilmente conseguirá. A decisão de antecipar a saída foi lastimada pelo país decente e festejada com um carnaval temporão pela turma da Papuda. A reação contrastante é mais que um ponto luminoso na trajetória de Joaquim Barbosa. É outro poderoso motivo para que não capitule, e siga cumprindo seu dever. A partir de julho, estará liberado para agir também politicamente. Sobra-lhe munição para ajudar a impedir que o Brasil se subordine de vez à confederação dos fora da lei

Como Joaquim Barbosa tirou o Supremo de sua zona de conforto

Daniel Pereira, com reportagem de Robson Bonin e Hugo Marques - Veja
 

Ele mostrou que é possível fazer a coisa certa sem precisar transigir ou flertar com o que existe de errado

 
 
MÉRITO – Joaquim Barbosa chegou ao topo de uma bem-sucedida carreira jurídica sem precisar percorrer os conhecidos atalhos, lançar mão dos tradicionais jeitinhos ou recorrer a padrinhos influentes
MÉRITO – Joaquim Barbosa chegou ao topo de uma bem-sucedida carreira jurídica sem precisar percorrer os conhecidos atalhos, lançar mão dos tradicionais jeitinhos ou recorrer a padrinhos influentes (Sergio Dutti)


O mineiro Joaquim Barbosa sempre acreditou no esforço pessoal. Filho de um pedreiro e uma dona de casa, estudou em escola pública, formou-se numa universidade federal e assumiu importantes cargos depois de ser aprovado em concurso. À carreira no Ministério Público, acrescentou uma sólida história acadêmica, com passagens, como estudante e professor, por renomadas instituições de ensino do Brasil e do exterior. Barbosa construiu sua trajetória sem a ajuda de padrinhos influentes e sem pedir favores.

Numa sociedade acostumada a atalhos duvidosos e ao jeitinho, preferiu o árduo caminho da meritocracia.

Essa biografia chamou a atenção do presidente Lula. Em 2003, ele indicou Barbosa para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). O objetivo de Lula era nomear pela primeira vez um negro para a mais alta corte do Judiciário e, assim, tirar do papel a agenda de políticas afirmativas do governo.

O que Lula não sabia é que a escolha renderia frutos bem maiores. Ele escalara o homem certo, na hora certa, para desferir o mais duro golpe contra a corrupção na história recente do país. Sorte dos brasileiros de bem, azar do PT.

Em 2012 e 2013, durante mais de sessenta sessões plenárias, Barbosa comandou o julgamento do mensalão, como relator do processo e, depois, também como presidente do STF. O resultado criminal é conhecido: o Supremo concluiu que o PT subornou parlamentares para se perpetuar no poder, durante o primeiro mandato de Lula, e condenou a antiga cúpula do partido à prisão.

O resultado simbólico também é conhecido: a Justiça finalmente se fez valer para todos, sem distinção, o que foi considerado um divisor de águas na luta contra a impunidade que há séculos privilegia os poderosos no Brasil. Anunciadas as penas e decretadas as prisões, Barbosa se tornou uma espécie de herói nacional, o cavaleiro vingador da capa preta, aplaudido nas ruas e assediado para disputar as eleições. Mas esse era apenas um dos lados da moeda.

A outra face, menos evidente, levou o ministro a anunciar, na quin­ta-feira, que deixará o Supremo em junho, onze anos antes do prazo fixado para sua aposentadoria compulsória. “Minha missão está cumprida”, disse Barbosa.

Em fevereiro, VEJA revelou que o ministro cogitava antecipar a aposentadoria. Essa possibilidade ganhou força depois de o plenário derrubar a condenação por formação de quadrilha imposta aos mensaleiros. Barbosa, que se acostumara a formar a maioria, acabou derrotado na votação. Ele suspeitava que dali para a frente, devido à nova composição do tribunal, tenderia a ser sempre derrotado nos embates criminais mais polêmicos.

“Essa é uma tarde triste para o Supremo. Com argumentos pífios, foi reformada, jogada por terra, extirpada do mundo jurídico, uma decisão plenária sólida e extremamente bem fundamentada”, lamentou o ministro. A reação estava diretamente relacionada às dificuldades presentes no caso.

Lula e o PT jogaram pesado para adiar o início do julgamento, numa tentativa de facilitar a prescrição de certos crimes. Também procuraram ministros para convencê-los a reduzir as penas da companheirada e suavizar o enredo criminoso. Quando o julgamento finalmente começou, Barbosa teve de comprar uma série de brigas para tirar o tribunal de uma espécie de zona de conforto. Uma zona de conforto que, registre-se, sempre contribuiu para dificultar a condenação de políticos, empresários e banqueiros.

Continuação dessa reportagem na Veja

Resultado de Dilma, a 'gerente de araque' só supera Collor e Floriano Peixoto

Henrique Gomes Batista - O Globo
 



Economia brasileira cresce em média 2,1% ao ano
 
 
 
Apesar da ajuda que obteve com a revisão do Produto Interno Bruto (PIB) de 2013, com a inclusão de novos dados industriais, a média de crescimento da economia na gestão de Dilma Rousseff é a pior desde o governo Collor e fica na lanterna do ranking de todos os presidentes do país.
A revisão elevou a média anual de crescimento do PIB de Dilma de 2,0% para 2,1%, segundo cálculos do professor Reinaldo Gonçalves, da UFRJ. Mas o resultado da petista é inferior à média dos oito anos de Lula (4,0%), dos oito anos de Fernando Henrique Cardoso (2,3%) e dos dois anos de Itamar Franco (5,0%).

Só supera o resultado de Collor, cuja média de seus dois anos ficou em recessão de 1,3% no período. O resultado também é menor que a média da história republicana no Brasil: 4,4% ao ano, em média, desde Deodoro da Fonseca, em 1889.

Com 2,1% no acumulado na nova série do IBGE, Dilma empata com o governo de Venceslau Brás (1914-1918) em 27º na lista dos 30 mandatos presidenciais do país, segundo o professor. Ela só superaria o resultado de Collor e Floriano Peixoto (que governou de 1891 a 1894 e registrou, em média queda do PIB de 7,5% por ano de seu mandato).

Com 2014 fraco, número cai

Levando em conta a previsão da pesquisa Focus para 2014, com a qual o Banco Central apura as expectativas dos agentes do mercado econômico, o resultado de Dilma não melhora muito.
Se o país realmente crescer 1,63% neste ano como os economistas estimam, a média de Dilma ficará em 2,0%. E, com esse resultado, ela não altera posições no ranking econômico dos presidentes recentes e deixaria de empatar com Floriano Peixoto, ficando sozinha na 28ª posição da lista de 30 mandatos presidenciais.

Mas alguns economistas esperam que o PIB suba neste ano apenas 1%, o que pode diminuir a média da petista — sem, contudo, levar a média para a recessão, ou seja, sem ser “ultrapassada” por Collor.


Ministério Público abre inquérito para investigar corrupção no Ministério da Fazenda

REDAÇÃO ÉPOCA

Ex-assessores de Mantega são acusados de receber R$ 60 mil em propina para favorecer empresa mineira em licitação

A Procuradoria da República no Distrito Federal determinou na quinta-feira (29) a abertura de inquérito civil público para investigar evidências de corrupção num contrato entre o Ministério da Fazenda e a empresa Partners, reveladas por ÉPOCA no final do ano passado. O contrato, fechado pela pasta em dezembro de 2012, previa que a Partners receberia R$ 4,4 milhões anuais por serviços de assessoria de imprensa. Anne Paiva, uma ex-secretária da Partners, afirmou a ÉPOCA que o diretor financeiro da empresa, Vivaldo Ramos, pagara propina a Marcelo Fiche, chefe de gabinete do ministro Guido Mantega, e a Humberto Alencar, chefe de gabinete substituto e fiscal do contrato com a Partners. De acordo com Anne, foram distribuídos R$ 60 mil em propina a Fiche e a Alencar. Em troca, os dois garantiriam a vitória da empresa mineira na licitação. E asseguraria que a pasta pagasse em dia as faturas mensais da empresa. Anne disse, ainda, ter entregado o dinheiro aos ex-assessores de Mantega no próprio ministério.
Com a abertura do inquérito, o procurador Igor Nery requisitará informações mais detalhadas sobre o contrato. Poderá ouvir envolvidos e testemunhas. Após a reportagem de ÉPOCA, os dois assessores de Mantega foram afastados de suas funções. Humberto Alencar retornou ao Ministério de Planejamento, sua lotação de origem. De acordo com os documentos revelados por ÉPOCA, havia outras irregularidades na execução do contrato. Entre elas, a existência de funcionários fantasmas nas planilhas entregues pela Partners ao ministério. Com isso, a empresa conseguia obter ainda mais dinheiro. Fiche, Alencar e a Partners sempre negaram as irregularidades. O contrato da Partners com o Ministério da Fazenda venceu em dezembro do ano passado, semanas após a reportagem. Mantega decidiu não o renovar.

A denúncia do pagamento de propina a integrantes do alto escalão da pasta da Fazenda é investigada também pela Polícia Federal. No mês passado, Anne prestou depoimento à PF e confirmou o pagamento da propina. No Ministério da Fazenda, uma comissão de sindicância apurou o caso. Encontrou indícios de irregularidades que comprometem Fiche, Alencar e outros três servidores. A comissão recomendou a abertura de um processo administrativo contra os envolvidos. A Comissão de Ética Pública da Presidência da República também abriu um procedimento para investigar as irregularidades.