sábado, 30 de abril de 2022

Janaina Paschoal fala sobre manifesto de juristas defendendo indulto de Daniel Silveira

Liderados por Ives Gandra, juristas defendem constitucionalidade da graça a Silveira

Povo vai às ruas do Brasil em 1º de Maio em defesa da liberdade

Ana Paula Henkel: Lula e Alckmin querem o Brasil de vermelho

No PT, quem não é larápio?

 

FortNotícias


Sobra alguém?


A versão mais recente do estatuto do PT de Lula e outros acusados de afanar o alheio prevê que a “incidência reiterada de conduta pessoal indecorosa” rende expulsão do partido. 

Menos, companheiros, menos.


Diário do Poder

Comunicado ao STF sobre Silveira é fake news

 

Mentira não foi admitida pelos grandes veículos que a divulgaram, mas ao ser indagado pela coluna, ontem, Arthur Lira foi enfático: “É fake!”. Foto: Paulo Sergio/Câmara dos Deputados


Não passou de mais uma “fake news” a história de que “deputados” e até mesmo o próprio presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), teriam “comunicado” ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o deputado Daniel Silveira não permaneceria na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e nem em qualquer outro colegiado permanente. A mentira ainda não foi admitida pelos grandes veículos de informação que a divulgaram. Mas, ao ser indagado pela coluna, ontem, Arthur Lira foi enfático: “É fake!”

Não seria digno

A mentira, de resto juvenil, parte do princípio igualmente falso de que o Congresso precisa dar conta ao STF de suas decisões.

Decisão é do líder

A indicação para comissões é prerrogativa exclusiva dos líderes, e o líder do PTB decidiu manifestar dessa maneira seu desagravo a Silveira.

Meio deputado

O presidente da CCJ, Arthur Maia (PP-BA), disse ontem que Silveira não pode ser um “meio deputado”, impedido de integrar comissões.

Sem confirmação

Não houve um só ministro que tenha confirmado, mesmo em “off”, haver recebido “aviso” sobre a permanência de Silveira em comissões.

Diário do Poder

‘Ingenuidade’ e ‘ato falho’: Marco Aurélio critica Barroso por acusação contra Forças Armadas

 


O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, criticou nesta sexta-feira (29) o ministro Luís Roberto Barroso por acusar as Forças Armadas de serem orientadas a atacar o processo eleitoral.

Marco Aurélio disse ainda que Barroso cometeu “ingenuidade pura” ao fazer a acusação e que a fala foi um “ato falho”. 

“Ingenuidade pura pensar que Exército, Marinha e Aeronáutica – os militares, portanto – se engajarão numa aventura. Foi um ato falho do ministro Luís Roberto Barroso que não veio a contribuir para a pacificação que o clima está a reclamar. Foi um ato falho”, afirmou o ex-ministro.