terça-feira, 1 de agosto de 2017

Barça vai aumentar para 100 milhões de euros proposta para ter Philippe Coutinho ao lado de Messi, Suárez, Iniesta...

Com agências internacionais

Resultado de imagem para Philippe Coutinho, fotos


O Barcelona vai aumentar a proposta por Philippe Coutinho para tirá-lo do Liverpool. O craque brasileiro tomará a decisão nos próximos dias se jogará ao lado de Messi, Iniesta, Suárez, Piqué e Busquets.

A proposta inicial do Barcelona gira ao redor de 80 milhões de euros, mas o Clube espanhol deverá elevá-la a 100 milhões de euros.

Como não há multa rescisória no contrato de Coutinho com o Liverpool, os ingleses estão dificultando a transferência.

Mas, a palavra final será do astro da seleção brasileira, que estaria inclinado a atuar no Barcelona, um dos clubes mais importantes e de maior torcida no planeta.

Coutinho começou a carreira no Vasco da Gama e, aos 16 anos, já estava no elenco titular de São Januário. Percorreu as divisões de base da seleção brasileira. Hoje, é estrela da equipe principal da CBF.

Bilheterias Estados Unidos: Páreo duro entre Dunkirk e Emoji - O Filme






São Paulo responde por 26% das exportações

O Estado de São Paulo


Dados há pouco divulgados pela Federação das Indústrias

 do Estado de São Paulo (Fiesp) revelam, porém, que as

 exportações paulistas tiveram avanço de 11,8%, menos

que o aumento das vendas totais externas nacionais (19,3%)



As exportações do Estado de São Paulo tiveram um bom desempenho no primeiro semestre, alcançando US$ 28,7 bilhões, o que representa pouco mais de um quarto (26,6%) do total exportado pelo País (US$ 107,7 bilhões) no período. Dados há pouco divulgados pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) revelam, porém, que as exportações paulistas tiveram avanço de 11,8%, menos que o aumento das vendas totais externas nacionais (19,3%), sempre em relação ao mesmo período de 2016.
O descompasso pode ser explicado pelo peso relativo que o setor industrial tem na economia paulista, a mais diversificada do País, sendo o Estado também um grande produtor agrícola e de semimanufaturados. As exportações de manufaturados cresceram 10,09% no primeiro semestre de 2017, fortalecidas pelas vendas de aviões pela Embraer (US$ 1,7 bilhão). O resultado é inferior ao obtido pelas vendas de outros produtos.
Graças ao aumento substancial das cotações internacionais, as exportações de produtos básicos aumentaram bem mais (27,23%). Ocorreu o mesmo com as exportações de semimanufaturados (avanço de 17,54%). Essa evolução favoreceu mais, proporcionalmente, outros Estados, cuja receita de divisas é mais dependente da exportação de produtos agropecuários, minério de ferro e petróleo.
Embora diversos setores da indústria de transformação de São Paulo estejam mais voltados para a exportação, eles ainda enfrentam problemas para elevar a competitividade, o que lhes proporcionaria mais vendas externas. Mas, a despeito do custo Brasil e de menores benefícios fiscais para a exportação de manufaturas, a indústria tem buscado adaptar-se às circunstâncias. Como disse o diretor da Fiesp Thomaz Zanotto, a taxa de câmbio segue apreciada, mas, pelo menos, agora apresenta previsibilidade.
Enquanto as importações totais nacionais cresceram 7,3% em relação ao primeiro semestre de 2016, ficando em US$ 71,5 bilhões, as do Estado de São Paulo tiveram aumento de 4%, alcançando US$ 25,8 bilhões, ou 36,08% do total importado pelo País.
A dimensão do mercado consumidor paulista, que absorve proporcionalmente mais produtos importados, fez com que o superávit comercial do Estado ficasse em US$ 2,9 bilhões no primeiro semestre, 8% do obtido pelo País (US$ 36,2 bilhões).

"Vistam aquela saia!", por Fernão Lara Mesquita

Com O Estadão


Dilma Rousseff deixou o governo com aumentos contratados com as corporações do serviço público até 2020. Só o de 2018 põe R$ 22 bilhões a mais na folha daqui até a eternidade. Umas três JBSs por ano no que custou ao BNDES a parcela dela que pertence “a nós todos” que não moramos em palácios em Nova York.
O salário do funcionalismo aumentou em média 9,4% ao ano em todos os anos entre 2003 e 2015. Era a “era Lula”, o dono daquele partido que recebe 30% do salário de cada um de seus “filiados”. Foram 9,3% em média de aumento por ano na União, 10,6% nos Estados e 10,1% nos municípios para uma inflação média de 6,3% ao ano. A quantidade de funcionários também aumentou explosivamente: 30% no nível federal, 10% no estadual e 67% (!!) no municipal; 10% a mais nos Poderes Executivos (estes que, no fim, promovem os “ajustes” pelo aumento de impostos), 55% nos Legislativos e 50% no Judiciário mais lento da face da Terra. É dentro desse Judiciário e meio que está o Ministério Público dos nossos heróis com taxímetro que, enquanto acusam os outros de desonestidade, exigem do Brasil, sob pena de represálias, 16,7% de aumento neste ano de miséria e inflação de 3,5%.
Esses aumentos passam para os funcionários aposentados, o que provoca outra onda de choque paralela muito maior que a que afoga a folha dos ativos. Eles custaram, no ano passado, 57% dos mais de R$ 2 trilhões que o governo tomou em impostos ao País que trabalha. A maior carga do mundo. Como todos os demais que põem um pé dentro do Estado um dia, nem um único dos novos “servidores” dessa multidão recém-embarcada, que se aposentará por volta dos 50 anos, sairá das nossas costas, nem depois de morto, pois, enquanto “funcionarem as instituições” que temos, seus filhos e netos herdarão os direitos que seus pais e avós “adquirem” e viverão à custa dos nossos filhos e netos em plena “democracia” do terceiro milênio.
Em 2009 o Ipea já tinha constatado que os funcionários do Estado recebiam o dobro do que se pagava aos trabalhadores privados ainda com emprego para funções e níveis de formação semelhantes. Essa desproporção já não era a verdadeira naquela altura, porque não incluía os “auxílios” e as infinitas mutretas outras com que eles se locupletam “por dentro da lei” que escrevem e por fora do Imposto de Renda, que, por eles e só por eles, se deixa docemente tapear com sinônimos. Os números da Previdência, mais recentes, mas ainda não atuais, estão mais próximos da verdade. A média das aposentadorias privadas é de R$ 1.600. A das públicas é de R$ 9 mil no Poder Executivo, R$ 25 mil no Legislativo, R$ 29 mil no Judiciário e R$ 30 mil no Ministério Público, o campeão dos campeões. Isso explica por que os 980 mil aposentados do setor público custam um déficit maior que o dos 33 milhões de aposentados do resto do País.
Hoje como a cada dia, por mero decurso de prazo, essa diferença já aumentou. Não é preciso nem uma palavra mais, portanto, para explicar não só o estado de miséria a que o País está reduzido, mas também a guerra no meio da qual vivemos. Esses são números tão escandalosos que sua mera exposição à população com a ênfase e a persistência mínimas que a decência requer provocariam uma revolução que 20 Lava Jatos somadas não seriam capazes de promover. Mas nem os políticos desonestos, nem os juristas e jornalistas que os acusam de desonestidade, com raríssimas exceções, tocam nesse assunto, porque aí, sim, aperta o calo de todos quantos têm interesse pessoal na continuação da “privilegiatura”.
Michel Temer até que tentou, mas é um monoglota. Só fala a língua do “sistema”. Não consegue comunicar-se com o que está fora dele. Derrapa em todas as maioneses. Só porque escapou da primeira volta no torniquete em que o agarraram os que não admitem nem as reformas meia-sola que propôs para reduzir a virulência desse assalto já passou a agir como se tivesse sido eleito. Deu para ficar “irônico” e dar-se, até, ares triunfalistas. Baixa impostos novos sem pedir um trilhão de desculpas, e descuidando até de pagar os devidos direitos autorais ao lulismo por isso. Conta como certa a “compreensão do povo”, que lá dos seus barracos, as balas perdidas voando sobre a cabeça quando dá sorte, vê tomarem seu santo nome em vão todos quantos, “contra” ou “a favor”, disputam o comando daquele disco voador chamado Brasília, de onde partem todos os raios que partem o Brasil.
Mas Temer é um homem de sorte! A desfaçatez da “privilegiatura”, com o Ministério Público de abre-alas, é tão insana que, depois de tudo aparentemente perdido, ei-lo diante de mais uma chance de redimir-se de todos os recuos que se permitiu sem muita luta – ele e seu ministro hã-hã-hã... – na sequência do momento periclitante de sua posse.
Sonhar não custa nada...
Seja macho, Michel! Seja macho, Henrique! Vistam as saias da secretária Ana Paula Vescovi, a única figura deste governo que ousa dizer verdades inteiras. Obriguem a “privilegiatura” a mostrar os dentes. Deixem que se mate sendo às claras o que é nas trevas. Reproponham a reforma daquela Previdência de escândalo. Arrastem-na para o mundo da contribuição real. Taxem os salários disfarçados sob codinomes. Vão ao Supremo contra essas “correções” sem inflação e saboreiem em segredo os 30% que o PT perderá em cada tostão que os “nós” deixarem de arrancar dos “eles”. Forcem os egrégios guardiões da Constituição a julgar a constitucionalidade dos “auxílios” livres de impostos que usam para furar o teto constitucional. Ponham valores nisso. Comparem. Quantas prisões “suecas” dá pra comprar com esse dinheiro? Quantas bolsas em Harvard? Obriguem os autores de “narrativas” a expor o que tanto se têm esforçado para ocultar.
Forcem, já, aquilo que seremos, de qualquer maneira, forçados a fazer logo adiante. Libertem esta e as futuras gerações de brasileiros da depressão de já partirem derrotadas para a pedreira da competição global.
Chega de mimimi! Afinal, o que há para perder no tempo que vos resta?

Equipe econômica já trabalha com rombo de até R$ 159 bilhões este ano

Adriana Fernandes - O Estado de São Paulo


Embora tenha assumido o compromisso, há um ano, de que o rombo das contas do governo não ultrapassaria os R$ 139 bilhões em 2017, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, já admite mudanças. O ‘Estadão/Broadcast’ apurou que a revisão da meta fiscal de 2017 terá como limite o rombo das contas do governo no ano passado, que alcançou R$ 159,5 bilhões ou 2,54% do Produto Interno Bruto (PIB). Isso significa uma liberdade para aumentar o déficit projetado para este ano em até R$ 20 bilhões.
Meirelles avisou à equipe que tomará a decisão final até 31 de agosto, quando será enviado ao Congresso o projeto de Orçamento do ano que vem. A meta fiscal de 2018, que permite um déficit de até R$ 129 bilhões, também deverá ser revista.
meirellesw
Meirelles avisou equipe que tomará decisão sobre revisão do déficit até o dia 31 Foto: Dida Sampaio/Estadão
Ontem, o ministro Meirelles admitiu que estuda rever o compromisso feito há um ano de que os gastos públicos neste ano não superariam a arrecadação com impostos, sem contar os juros da dívida pública, em até R$ 139 bilhões. “Em relação à questão fiscal, estamos analisando o assunto. No momento, a meta anunciada será seguida”, afirmou.
O Estadão/Broadcast apurou com um integrante da equipe econômica que é “forte” a possibilidade de revisão da meta, mas o novo referencial não poderá ultrapassar de jeito nenhum o rombo verificado em 2016 (R$ 159,5 bilhões). O mesmo raciocínio vale para a revisão da meta de 2018: o déficit não poderá ser maior do que o previsto para este ano.
A avaliação da Fazenda é que é inviável manter o corte do Orçamento nos níveis atuais (R$ 45 bilhões) por conta do risco de paralisação da máquina administrativa, afetando serviços públicos. Com um corte menor, de R$ 39 bilhões, já houve reclamação das polícias Federal e Rodoviária Federal, que alegaram que a restrição orçamentária prejudicou a confecção de passaportes e as patrulhas nas rodovias.
O governo aguarda uma análise mais detalhada dos dados da receita de julho para verificar se a velocidade de recuperação da arrecadação poderá ocorrer no ritmo adequado até o fim do ano. A avaliação da equipe econômica é de que não poderá deixar para o fim do ano a revisão, se ficar claro que a velocidade de recuperação das receitas não corresponde ao esperado.
Confiança. Segundo fontes, Meirelles deixou claro que, se necessário, fará a revisão da meta deste ano sem temor de perda da confiança na condução da sua política. Ele tem recebido indicações de investidores de que a mudança é inevitável e que há confiança no ajuste das despesas feito até agora. A interlocutores, Meirelles tem dito que não repetirá a postura do ex-ministro da Fazenda Joaquim Levy que, durante o governo Dilma, “brigou em manter a meta a todo custo e depois perdeu”. A mudança, se tiver de ser feita, será conduzida por ele.
O ministro disse ontem que não há planos para compensar a perda de cerca de R$ 500 milhões com a correção da alíquota de PIS/Cofins sobre o etanol. O governo errou o cálculo e foi obrigado a diminuir o imposto em R$ 0,08 por litro. Segundo Meirelles, receitas extraordinárias – como a antecipação da outorga do Galeão e a concessão da raspadinha da Caixa – poderão compensar essa frustração. “Acreditamos que possa haver recuperação grande da arrecadação.”
O governo monitora ainda a aprovação de projetos que poderão render uma maior arrecadação, entre eles o da reoneração da folha (que acaba com o benefício fiscal dado a 50 setores permitindo a troca da contribuição sobre 20% da folha de pagamento por alíquota de até 4,5% sobre o faturamento) e do novo Refis (parcelamento de dívidas tributárias). Meirelles afirmou que a previsão é que o Refis seja aprovado “tal qual” enviado pelo governo, sem as modificações feitas pelo relator Newton Cardoso (PMDB-MG), que deixaram as condições muito mais vantajosas para os devedores e derrubaram a previsão de arrecadação de R$ 13 bilhões para R$ 420 milhões. / COLABORARAM LORENNA RODRIGUES E FERNANDO NAKAGAWA.

"Há coisas mais importantes na atuação empresarial do que o lucro líquido", por Nizan Guanaes

Diego Padgurschi - 9.mai.15/Folhapress
SAO PAULO, SP, BRASIL - 09-05-2015: Gráfico das recentes flutuações dos índices de mercado no pregão da BM & F Bovespa Bolsa de Valores de Sao Paulo apos o anuncio da anulacao do impeachment. - (Diego Padgurschi /Folhapress - MERCADO)
Gráfico com ações de empresas listadas na Bolsa de Valores de São Paulo

Folha de São Paulo

A vida ensina tudo. E uma das lições que ela me ensinou e que eu mais valorizo é a de que, para fazer coisas grandes, tem que fazer com os outros. 

E, para fazer com os outros, é preciso ter um propósito comum.

Mark Zuckerberg, um dos empreendedores mais relevantes deste século, voltou a Harvard neste ano para discursar para turmas de formandos e receber título honorífico da universidade que abandonou para criar o Facebook. E sobre o que Zuckerberg falou? Propósito.

Para ele, hoje não basta que cada um busque o seu propósito na vida, mas que também ajude os outros a descobrir e perseguir seu propósito.

Zuckerberg está certo. A quantidade de informação e desinformação que consumimos, com a ajuda da rede social que ele criou, tem a capacidade tanto de iluminar como de obscurecer os caminhos à nossa frente.

Na difícil situação do Brasil hoje, ter clareza de propósito pode ser uma grande alavanca para o entendimento mútuo e o desenvolvimento geral.

O propósito de uma empresa não deve ser buscar apenas lucro líquido, mas também orgulho líquido do que ela constrói com seus colaboradores nas comunidades em que atua.

O propósito do político e dos politizados não pode ser destruir seu adversário, mas construir uma política melhor para um país melhor.

Sentar na frente de uma tela e disparar torpedos destruidores repletos de ódio e mentiras atende a qual propósito?

Talvez a um propósito imediatista de destruir adversários, desopilar o fígado, ganhar uma eleição.

Mas será que não é possível pensar e promover propósitos mais elevados? Claro que é.

No seu discurso em Harvard, Zuckerberg cita uma bela história sobre o presidente americano John F. Kennedy. Em visita à Nasa, o líder democrata perguntou a um faxineiro que andava com uma vassoura na mão o que ele fazia na agência espacial. Ele respondeu: "Sr. presidente, estou ajudando a levar o homem à Lua".

Nesse longevo flá-flu brasileiro, um propósito coletivo básico, talvez o mais básico de todos, é buscar o respeito mútuo e o debate razoável. É pouco para reconstruir uma nação devastada, mas é suficiente para começar a reconstrução.

Os empresários, assim como todos os outros setores da sociedade, precisam participar dessa reação propositada. Muitos já o estão fazendo, cientes de que há coisas mais importantes na atuação empresarial do que o lucro líquido, embora o lucro seja obviamente fundamental para todas as empresas.

A propósito, vale sempre lembrar diálogo extraordinário entre uma freira americana cuidando de leprosos e um milionário empresário americano, que a vendo ali naquela situação afirmou: "Freira, eu não faria isso por dinheiro nenhum no mundo". Ao que ela responde: "Eu também não".

No início desta longa e resistente crise, escrevi aqui neste nobre espaço como era importante que os líderes empresariais olhassem para dentro de suas empresas e as gerissem da forma mais eficiente possível da porteira para dentro, onde podiam atuar com alto impacto, enquanto a crise lá fora se desenrolava longe de sua capacidade de influência.

Muitos fizeram isso, e as empresas estão aí firmes e preparadas para o próximo ciclo de crescimento que começa a aparecer no horizonte.

Mas agora é hora de nós todos atuarmos como cidadãos em busca de propósito tão básico quanto fundamental: o entendimento e o respeito mútuo.

Líderes da oposição na Venezuela voltam a ser detidos pelo celerado Maduro, comparsa da dupla corrupta Lula-Dilma

Com a France-Presse


Agentes do Sebin, o serviço de inteligência da Venezuela, prenderam o líder opositor Leopoldo López e Antonio Ledezma, ex-prefeito de Caracas, na madrugada desta terça-feira (1º).

Os dois líderes são os nomes mais conhecidos e emblemáticos da oposição ao presidente Nicolás Maduro.

López foi preso há três anos e estava em prisão domiciliar desde 8 de julho deste ano, já Ledezma estava detido em sua casa desde abril de 2015. A condição, porém, não os impediu de participar do plebiscito simbólico contra a Constituinte, que ocorreu duas semanas antes da votação do último domingo (30).

"Acabam de levar Leopoldo de casa. Não sabemos onde estão o levando. Maduro é o responsável se algo acontecer", disse a mulher de López, Lilian Tintori, pelo Twitter.

Um vídeo circula na rede social com o momento da prisão de Ledezma.



ÚLTIMA HORA | VIDEO- Así funcionarios del Sebin se llevaron al alcalde Antonio Ledezma de su residencia: Revocan medida de casa por cárcel